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Inteligência artificial chega à gestão das empresas

Robinson Oscar Klein é o responsável pela área de sistemas e tecnologia da Orchestra Soluções Empresariais Robinson Oscar Klein é o responsável pela área de sistemas e tecnologia da Orchestra Soluções Empresariais

Sem a influência das emoções e com base em dados e análises complexas, novos softwares definem estratégias e ações assertivas

 

(*) Robinson Oscar Klein

A nova era digital, onde sistemas são utilizados para controlar desde movimentações em empresas à sua produção, apontar tendências de mercado e tomar decisões, já é uma realidade. Sem a influência das emoções e com base em dados e análises complexas, novos softwares definem estratégias e ações assertivas, o que dá início a uma revolução na gestão empresarial. Chegam ao mercado programas que compreendem a linguagem natural, têm alta capacidade de aprendizagem e identificam padrões, assemelhando-se, em muitos aspectos, à inteligência humana e, em outros, superando-a.

A Inteligência Artificial já se fazia presente em áreas como saúde, direito e análise de dados. Agora se adapta o mundo dos negócios. A Computação Cognitiva gera uma gama de funções automáticas, integradas à Internet das Coisas (IoT), Redes Sociais e análises preditivas de dados organizacionais o que, somado à capacidade de “aprendizagem”, possibilita que esses sistemas interajam e auxiliem usuários de maneiras que eram inimagináveis até pouco tempo atrás. Desta forma, incorporam-se cada vez mais a variadas rotinas, otimizando processos, analisando dados, identificando variáveis antes praticamente imperceptíveis e economizando recursos e tempo.

A inteligência artificial pode ser aplicada em diferentes áreas de negócios e em qualquer tipo de organização. Da mesma forma que revela uma série infindável de dados antes ignorados por gestores, a tecnologia é fundamental para que eles sejam utilizados em estratégias de negócios. Ao analisar informações de bancos de dados, esses softwares podem projetar cenários e consequências que decisões podem gerar. Com base em estatísticas e identificação de perfis e comportamentos, os novos sistemas gerenciais chegam a antecipar ações de usuários e fornecer-lhes informações antes mesmo que as solicitem.

Os novos sistemas são chamados ERPs Inteligentes (i-ERP), por conta da capacidade de “aprender” – ao identificar padrões de comportamento –, o que faz sua produtividade crescer à medida que são usados. Seus recursos abrangem desde operações por comandos de voz, simulação de interações humanas, realização tarefas com eficiência até a análise de informações em alta velocidade, adequando-se ao comportamento do usuário, o que pode ser integrado também ao conceito de IoT.

Os resultados proporcionados são ganhos de eficiência, informações gerenciais precisas e análises que favorecem a tomada de decisões estratégicas assertivas. O crescente armazenamento em nuvem também criará ambientes híbridos de acordo com a demanda. A automação de processos e a redução da burocracia é o cerne dos bons ERP’s. Mas isso não é simples, pois, tecnologia, por si só, não resolve nada. Seu grande benefício será fazer com que as pessoas se dediquem menos à burocracia para realizar tarefas que, de fato, agreguem valor a serviços e mercadorias.

(*) Responsável pela área de sistemas e tecnologia da Orchestra Soluções Empresariais

 

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