BI e Big Data - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Tue, 20 Nov 2018 08:08:45 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6303-executivos-brasileiros-confiam-mais-em-seus-recursos-de-analises-de-dados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6303-executivos-brasileiros-confiam-mais-em-seus-recursos-de-analises-de-dados Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

Segundo a KPMG, a maturidade digital da maioria das nossas empresas ainda é baixa, com ferramentas analíticas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos, o que leva à maior confiança

O relatório "Guardiões da confiança" (Guardians of Trust, em inglês) apontou que 85% dos executivos brasileiros confiam nos recursos de análises de dados utilizados por eles. Tais dados se mostram mais relevantes ao compararmos com outras nações, como por exemplo, Estados Unidos e o Reino Unido que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

"Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital em que os países se encontram. Empresas localizadas nos EUA e UK já estão mais orientadas ao uso dos dados na tomada de decisões estratégicas, utilizando informações geradas por algoritmos avançados de redes neurais. Muitos executivos desconhecem o seu funcionamento e sua precisão, criando uma maior desconfiança. Considerando que a maturidade digital da maioria das empresas brasileiras ainda é baixa, com ferramentas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos no período, a confiança é maior nos dados", analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Uma outra constatação da pesquisa é que a maioria dos entrevistados (62%) afirma que as áreas de tecnologia, e não os executivos de nível de diretoria ou os setores funcionais, são os responsáveis quando há alguma falha em uma máquina ou um algoritmo. "Nossa pesquisa mostra que existe uma tendência de isentar o negócio principal de tomar decisões relacionadas a máquinas, o que é compreensível devido ao legado da tecnologia ser considerado um serviço de suporte e aos chamados ‘especialistas’ em todas as questões técnicas", comenta o sócio da KPMG.

Segundo o levantamento, a incerteza dos entrevistados acerca de quem é o responsável gera questionamentos sobre que tipo de governança deveria ser estabelecido para garantir e proteger o uso de análise de dados. Com base nas respostas dos participantes, as cinco recomendações para o desenvolvimento da confiança dentro de uma organização são: desenvolver normas visando a elaborar políticas e procedimentos eficazes para as organizações; aprimorar e adaptar as regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; e reforçar os mecanismos de asseguração internos e externos que validam e identificam as áreas onde existem deficiências.

"Assim que a análise de dados e a inteligência artificial se tornarem onipresentes, será extremamente necessário e mais difícil gerenciar os níveis de confiança. Com a rápida retomada da análise preditiva, devemos nos preparar agora para estabelecer a governança apropriada nesse ambiente ainda sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve passar a ser o elemento central da governança de toda a organização e o objetivo deverá ser casar o poder e o risco de D&A com a sabedoria para usá-los da forma certa", completa Santana.

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BI e Big Data Wed, 28 Mar 2018 00:00:00 +0000
MicroStrategy lança nova versão de sua plataforma de analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6240-microstrategy-lanca-nova-versao-de-sua-plataforma-de-analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6240-microstrategy-lanca-nova-versao-de-sua-plataforma-de-analytics Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil

Iniciativa busca incentivar cultura corporativa orientada a dados, permitindo criar, promover e certificar o conteúdo das análises

Dando continuidade à sua estratégia de capacitar as equipes de negócios a adotarem uma cultura de decisão orientada a dados e disseminar o analytics nas organizações, a MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), provedora global de plataformas analíticas e software de mobilidade, introduziu importantes aprimoramentos em sua plataforma.

Sua mais recente versão, a MicroStrategy 10.10, traz como principais diferenciais a possibilidade de criar, promover e certificar com confiança o conteúdo das análises, além de operacionalizar a criação de dossiês, contemplando a agilidade de que as organizações precisam juntamente com a governança que as áreas de TI exigem.

As novidades, que foram apresentadas em primeira mão na 21ª edição do MicroStrategy World™ 2018, que aconteceu na semana passada em Las Vegas (EUA), incluem o lançamento de uma nova solução MicroStrategy Workstation e a repaginação da solução gratuita de Data Discovery -MicroStrategy Desktop™.  

“Essa nova versão é parte do compromisso da MicroStrategy de entregar uma nova geração de análises, com uma visão muito mais orientada aos negócios e totalmente baseada em dados, que permite aos nossos clientes encontrarem novas formas de incrementar os seus negócios, identificar oportunidades, solucionar problemas complexos e promover resultados reais com o analytics”, enfatiza Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil.

A ferramenta, que está sendo adicionada ao roadmap de produtos MicroStrategy, viabiliza a criação de conteúdo e análises para toda a empresa, de maneira escalonável, rápida e fácil. O MicroStrategy Workstation  simplifica todo o processo, incluindo desde a criação e gerenciamento de usuários e grupos até a definição de funções de segurança e controles de acesso, facilitando  a colaboração e o compartilhamento, de forma segura, personalizada e com a governança requerida.

Além disso, graças à sua interface intuitiva é possível gerenciar e desenvolver ambientes analíticos na nuvem, em questão de minutos. Os recursos do Workstation estão disponíveis tanto para PC quanto para Mac.

A versão 10.10 traz também dezenas de novos recursos no MicroStrategy Web, MicroStrategy Mobile™, MicroStrategy no AWS, APIs, MicroStrategy Server e Usher®  e diversos aprimoramentos no desempenho e confiabilidade em toda a plataforma.   

Os clientes podem aplicar a nova plataforma  MicroStrategy 10.10 ou 10.4.6 ao seu ambiente de análises hoje mesmo. Basta baixar a versão no  site de download da MicroStrategy.

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BI e Big Data Wed, 24 Jan 2018 00:00:00 +0000
ST IT Consulting faz prognósticos sobre BI e Big Data para 2018 http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6201-st-it-consulting-faz-prognosticos-sobre-bi-e-big-data-para-2018 http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6201-st-it-consulting-faz-prognosticos-sobre-bi-e-big-data-para-2018 ST IT Consulting faz prognósticos sobre BI e Big Data para 2018

Tecnologia terá de se moldar a exigências analíticas complexas pra atender aos "Vs" - Velocidade, Variedade e Volume

A indústria de soluções de Big Data & Analytics irá ingressar em 2018 com perspectivas de negócio positivas, tanto no plano global quanto no Brasil, impulsionada por alguns fatores chaves. Na base do movimento está o valor cada vez mais estratégico dos dados de negócio.

Associados a isto estão a constante queda de custo das estruturas de hardware de processamento em grande volume, a evolução das plataformas de estrutura elástica (em nuvem) e a disseminação das ferramentas de conformação e compressão de dados múltiplos baseadas em soluções open source.

Esta avaliação é parte de um levantamento feito pela equipe da ST IT Consulting com base na compilação de análises e prognósticos envolvendo as principais empresas de consultoria e fabricantes internacionais de software.

Com mais de 50 projetos de BI, Big Data e integração de dados já implantados ou em andamento no Brasil, a ST IT Consulting realizou um recorte com as principais tendências em Big Data & Analytics para o exercício de 2018.

De acordo com Maurício Carvalho, diretor da ST TI Consulting, a abordagem destas tendências tem como pano de fundo uma "linha do tempo" criada recentemente pelo Gartner para o uso da informação como valor para as empresas desde os anos 1999 a 2009; passando pela década atual (2010 a 2020) e chegando ao próximo período (2021 a 2025), cujas tendências já começam a ser sentidas.

Segundo ele, o primeiro período avaliado mostra o uso de dados como ferramenta basicamente de controle dos negócios (ao longo dos anos 2000), sendo que de 2010 a 2020 este uso se desloca para a atividade motriz dos negócios (na qual os dados fazem o papel de combustível).

"A fase que já está se aproximando, com o avanço dos modelos analíticos, é da utilização dos dados como ativo, e não mais somente como ferramenta de impulso. Enquadra-se aí a possibilidade de utilização de todas as plataformas de ingestão de dados, estruturação, governança e análise preditiva / prescritiva. Um contexto que torna crucial o surgimento de plataformas como a 4Insights", afirma Carvalho.

Entre as principais tendências para 2018 detectadas pela ST IT Consulting, o executivo destaca as mencionadas abaixo.

Fatores de impulso do Analytics

1) O marketing de alta velocidade (representado pela exploração veloz e em grande massa de dados complexos em múltiplos formatos) começa a atingir a média empresa e a se disseminar pelos mais diversos setores. Na perspectiva de cinco anos à frente, desenha-se a possível commoditização da computação cognitiva;

2) Apelo a soluções preditivas para o embasamento de "forecasting" como requisito praticamente obrigatório, visando-se o ajuste dinâmico e vivo da cadeia de suprimentos para se antecipar à concorrência e conseguir sincronismo com o ciclo de oportunidades;

3) A multiplicação de sensores online e dispositivos móveis, propiciada pelo avanço da IoT (Internet das Coisas), passa a habilitar inúmeras novas classes de dispositivos como fontes de grandes dados para ferramentas destinadas a insights rápidos e ricos;

4) As exigências de compliance e governança irão demandar maior habilidade para processamento de dados inertes ou em movimento como condição de segurança jurídica e da reputação do negócio.

Tecnologias envolvidas

De acordo com Maurício Carvalho, os impulsionadores relatados afetam positivamente as ofertas tecnológicas capazes de responder à necessidade de atendimento aos requisitos suscitados pelas variantes de dados que o mercado costumou nomear como "os três Vs" (Velocidade, Variedade e Volume). Entre estas tecnologias, a ST IT Consulting lista como principais:

1 - Streaming de dados, tais como Kafka, Ni-Fi, AWS Kinesis, Microsoft Stream Analytics, entre outros;

2 - Soluções com capacidade de processamento de grandes dados em nuvem que permitem o acesso em tempo real ou bem próximo disto a informações com múltiplos cruzamentos de fontes heterogêneas e pervasivas. Enfatizando que esta tendência é fortalecida pela utilização de bancos de dados colunares para Data Warehouses, tais como AWS Redshift, Microsoft SQL Server 2016, MariaDb, entre outros;

3 - Na arena dos projetos e implementação de BI/Big Data, deverá se aprofundar o apelo a metodologias de desenvolvimento ágil, combinando-se a facilidade de cooperação TI/Negócios, proporcionada pela formação de células Sprint de desenvolvimento, com a parceria do CDO, CIO, CMO, CFO, CxO no comando das equipes de criação de aplicações analíticas;

4 - Para encurtar o caminho entre a enxurrada de dados e os repositórios centrais em arquitetura Data Warehouse, uma estratégia em ascensão será o emprego de Data Lakes;

5- Em 2018 deve se aprofundar a adesão à estratégia de TI Bimodal para tornar mais ágil e seguro o  desenvolvimento de ambientes integrados de BI e Big Data. Este movimento é essencial para vencer o difícil desafio de ROI e de time-to-market das implementações, que hoje dependem da exaustiva limpeza e remodelagem de dados convencionais para sua inserção nos fluxos de análise veloz;

6 - Deve crescer em 2018 o interesse das equipes de TI por plataformas de aceleração de estruturação e ingestão de dados díspares. A plataforma 4Insights se enquadra neste contexto, combinando diversos dos requisitos acima descritos para dar maior objetividade aos processos de design e implementação e para tornar mais ágil a oferta de dashboards analíticos, bem como para proporcionar a apresentação visual das inúmeras dimensões dos dados para a produção de insights de negócios.

Diante deste cenário, a ST IT Consulting enfatiza a proeminência cada vez maior do gestor (ou especialista) de dados (CDO) na matriz de comando e influência estratégica e administrativa, o que deve estimular o CIO a prosseguir revisando seus conhecimentos e o seu papel na estrutura de planejamento e operação dos negócios.

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BI e Big Data Tue, 12 Dec 2017 00:00:00 +0000
MicroStrategy Symposium debate tendências para o analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6134-microstrategy-symposium-debate-tendencias-para-o-analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6134-microstrategy-symposium-debate-tendencias-para-o-analytics Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy

Empresa enfatizou a importância de se levar a inteligência para todos, democratizando a informação em benefício dos negócios

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), provedora mundial de plataformas analíticas e software de mobilidade, debateu na última semana o futuro do analytics e sua importante relação com o cenário da transformação digital. Cerca de 650 pessoas, presentes nas duas edições do MicroStrategy Symposium, em São Paulo e em Brasília, puderam conhecer as últimas tendências e a visão da companhia de como levar a inteligência para todos e democratizar a informação.

Além disso, a MicroStrategy apresentou a nova versão de sua plataforma analítica,  MicroStrategy 10.9, e seus importantes aprimoramentos, bem como a integração de suas soluções com os conceitos de Internet das Coisas (IoT) e linguagem natural. 

“Levar a inteligência para todos os lugares, diferentes dispositivos e usuários e, ainda, garantir que o business intelligence esteja mais e sempre disponível é extremamente estratégico para os negócios. O analytics é um ponto importante na transformação digital e queremos cada vez mais garantir usabilidade, agilidade, escalabilidade, governança e, principalmente, integração de tudo isso”, enfatizou Flavio Bolieiro, VP América Latina da MicroStrategy.

Durante a abertura do evento, Bolieiro ressaltou que, ao longo de seus 25 anos, a MicroStrategy tem superado todos os modismos e investido fortemente para adequar suas soluções às principais tendências de mercado. 

Foi pioneira, ressaltou ele, em disponibilizar o acesso via web, aliar o BI à mobilidade e uma das primeiras a disponibilizar uma plataforma analítica na nuvem. Mais recentemente, ingressou no mundo do Data Discovery e a solução Visual insight aparece entre as líderes de mercado já na primeira edição do estudo "BARC Score Data Discovery — Preparação de Dados, Análises Visuais e Análise Avançada Orientada para Análises de Negócios”, conduzido pelo The Business Application Research Center (BARC).

“A democratização da informação é obrigatória para quem quer promover resultados. Sem visão de futuro, é quase impossível ser efetivamente relevante e peça estratégica na dura missão de impulsionar os negócios. Enxergar com clareza o próximo passo e ter um panorama completo antes de agir fazem toda a diferença”, completou. 

MicroStrategy Dossier: colaboração e certificação 

O MicroStrategy Dossier,  recurso que ajuda a disseminar o analytics para toda a empresa por meio de uma interface muito simples e totalmente responsiva e de uma organização em capítulos e páginas (semelhante  a uma revista), reúne as análises mais relevantes em um único lugar de maneira organizada, intuitiva e interativa.

Além disso, com o MicroStrategy 10.9, os consumidores têm a capacidade de colaborar entre si por meio de tópicos de discussão e comentários em tempo real na interface do Dossier. Qualquer pessoa que tenha acesso a um Dossier através da Biblioteca MicroStrategy pode fazer perguntas, destacar tendências e compartilhar sua filtragem atual com outras pessoas. Os usuários que são marcados em um comentário podem receber notificações em tempo real via e-mail, banners do navegador, alertas de página na biblioteca ou notificações de envio. 

Além disso, com a nova versão, analistas e administradores de dados podem adicionar um selo de “certificado”, que atende a uma necessidade bastante comum entre organizações que investiram em self-service BI: a capacidade de assegurar que todos possam diferenciar se os dados são confiáveis ou não.  

Linguagem natural e IOT

Dentro do conceito de levar a inteligência para todos os lugares, facilitar a vida de quem consome os dados e democratizar a informação, a MicroStrategy tem também trabalhado no sentido de integrar todas essas soluções. A integração da sua plataforma com assistentes virtuais como o Amazon Echo e Google Home, que interpretam e respondem aos comandos de voz “Alexa” ou “OK Google”, também foi apresentada no evento.

Com essa possibilidade, o usuário que dispuser desses devices com microfones e alto-falantes embutidos poderá consultar dados de um relatório ou dashboard sem precisar abri-los. A pessoa simplesmente pergunta e a assistente de voz responde.  

Outra evolução mencionada é a NLG – Natural Language Generation, que se refere ao uso de tecnologia avançada para criar narrativas, histórias ou análises. Quando integrada ao BI, a linguagem natural é capaz de prover intepretações e descrições textuais extremamente claras a partir de dados, planilhas e dashboards, mesmo os mais complexos, tornando-os assim muito mais acessíveis e compreensíveis e abrangendo um número maior de pessoas. 

Além disso, a MicroStrategy também apresentou durante o evento, inclusive com demonstrações reais, a sua solução de  IOT. O MicroStrategy Usher é uma plataforma móvel que serve tanto como um crachá digital e substituindo senhas, como faz telemetria de tudo o que está acontecendo. Pode ser instalado tanto em smarthphones como em wearable devices, como o Apple Wacth, e é acionado por proximidade e bluetooth.  

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BI e Big Data Tue, 21 Nov 2017 00:00:00 +0000
MicroStrategy Symposium 2017 discute inovações em big data, analytics e mobilidade http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6080-microstrategy-symposium-2017-discute-inovacoes-em-big-data-analytics-e-mobilidade http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6080-microstrategy-symposium-2017-discute-inovacoes-em-big-data-analytics-e-mobilidade Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil

Além do lançamento do MicroStrategy 10.9, evento inclui sessões exclusivas para usuários de negócios que desejam aprender a fazer as suas próprias análises

A MicroStrategy® Incorporated, provedora mundial de plataformas analíticas e software de mobilidade, traz mais uma vez para Brasil o MicroStrategy Symposium. Neste ano, o evento vem com algumas novidades: além de duas edições, uma em Brasília, no dia 06 de novembro, e outra em São Paulo, no dia 08 de novembro, o conteúdo está mais interativo e completo.

A agenda inclui sessões exclusivas para os usuários de negócios, mostrando como estes podem transformar as suas áreas e ter a liberdade de acessar os seus próprios dados, de maneira fácil e que agrega importantes insights tanto para a empresa como para os executivos.

Também será lançada a nova versão da plataforma analítica MicroStrategy 10.9, que vem com uma série de aprimoramentos. O MicroStrategy Dossier, recurso que ajuda a disseminar o analytics por toda a empresa por meio de uma interface muito simples e uma organização em capítulos e páginas (semelhante a uma revista), reúne as análises mais relevantes em um único lugar de maneira organizada, intuitiva e interativa.

Além disso, com o MicroStrategy 10.9, os consumidores têm a capacidade de colaborar entre si por meio de tópicos de discussão e comentários em tempo real na interface do Dossier. Qualquer pessoa que tenha acesso a um Dossier através da Biblioteca MicroStrategy pode fazer perguntas, destacar tendências e compartilhar sua filtragem atual com outras pessoas. Os usuários que são marcados em um comentário podem receber notificações em tempo real via e-mail, banners do navegador, alertas de página na biblioteca ou notificações de envio.

Além disso, com a nova versão, analistas e administradores de dados podem adicionar um selo de "certificado", que atende a uma necessidade bastante comum entre organizações que investiram em self-service BI, que é a capacidade de assegurar que todos possam diferenciar o se os dados são confiáveis ou não.

O evento terá como keynote speakers dois dos principais executivos da companhia no Brasil e América Latina, Flavio Bolieiro (VP América Latina) e Tiago Sanches (diretor de pré-vendas América Latina), que falarão sobre o tema "Como o analytics colaborativo e storybooks interativos permearão a inteligência em todas as facetas de sua organização".

Painel de discussão

Cada uma das cidades também contará com um painel de discussão com a participação de clientes intitulado: Analytics e Fraudes: Ministério do Trabalho, um caso real com ROI de milhões, em Brasília; e Vivo| Datasus| Avon: Discutindo os desafios de levar a inteligência para todos os lugares e democratizar a informação, em São Paulo.

Além disso, importantes empresas compartilharão suas experiências bem sucedidas com o analytics, sendo em Brasília Ministério do Trabalho, Exército Brasileiro, Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Receita Federal e Secretaria do Tesouro Nacional; e em São Paulo, Vivo, Fundação do Desenvolvimento da Educação, FS e Tempo Assist.

"Nos dias de hoje levar a inteligência para todos os lugares, dispositivos e tipos de usuários e fazer com que o business intelligence e suas capacidades analíticas estejam mais e sempre disponíveis, é extremamente estratégico para impulsionar os negócios. A democratização da informação é obrigatória para quem quer promover resultados. Sem falar que o uso de Big Data, analytics, e outras ferramentas de visualização de dados pode abrir novos horizontes para uma carreira executiva”, ressalta Cynthia Bianco, Presidente da MicroStrategy no Brasil.

Por isso, prossegue ela, “conhecer tendências, ter acesso às melhores práticas, bem como compartilhar experiências com outras empresas pode ser uma ótima oportunidade para responder da melhor maneira aos desafios críticos e encontrar sua própria fórmula de sucesso para a transformação digital”.

Para mais informações acesse o site e registre-se em Brasília e em São Paulo.

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BI e Big Data Sun, 29 Oct 2017 00:00:00 +0000
Qlik é nomeada líder entre Plataformas Independentes de BI Empresarial http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6005-qlik-e-nomeada-lider-entre-plataformas-independentes-de-bi-empresarial http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6005-qlik-e-nomeada-lider-entre-plataformas-independentes-de-bi-empresarial Lars Björk, CEO da Qlik

De acordo com o relatório da The Forrester Wave, a empresa continua a se diferenciar com sua tecnologia de Business Intelligence associativo

A Qlik, desenvolvedora de soluções de visual analytics, foi nomeada líder no The Forrester Wave: Enterprise BI Platforms With Majority On-Premises Deployments, Q3 2017 (The Forrester Wave: Plataformas de BI corporativo com grandes implementações on premise, em tradução livre). De acordo com o estudo, realizado pela Forrester Research, "a Qlik continua a se diferenciar com seu poderoso motor de BI associativo". Essa tecnologia oferece um fluxo de perguntas e respostas que permite explorar informações livremente, em vez de determinar um caminho de perguntas predefinido. O relatório completo está disponível para download aqui.

O report afirma que “o modelo associativo da Qlik permite que os usuários simplesmente comecem a digitar e a plataforma destaca instantaneamente qualquer dado correspondente à busca. Essa interface exploratória é uma das razões pelas quais os clientes atribuíram à Qlik uma das pontuações mais altas com relação ao valor comercial em termos de ROI". 

“Reconhecemos logo o poder da plataforma, quando desenvolvemos o Qlik Sense. Já sabíamos que, a partir do nosso modelo associativo, poderíamos crescer com nossos clientes ao longo de sua jornada de análise de dados", conta Lars Björk, CEO da Qlik. "É importante para nós ter uma plataforma aberta que vá além das visualizações para oferecer ao cliente uma visão completa dos recursos, desde análises aumentadas até governança corporativa", acrescenta. 

A Qlik tem foco na expansão de mercado por meio de uma plataforma extensível, preparada para a nuvem e que empresas de todos os tamanhos possam considerar peça fundamental em suas estratégias de análise de dados. A última versão do Qlik Sense, lançada em junho de 2017, foi construída em uma plataforma integrada, preparada para a nuvem e alimentada pelo modelo de indexação associativa da Qlik, o QIX.

O Qlik Sense combina a necessidade de rapidez e governança corporativa à visualização intuitiva e exploratória, análise avançada e capacidade de análises self-service. Isso permite que as organizações tenham uma ampla gama de possibilidades de uso do BI em uma única plataforma, a fim de tomar decisões baseadas em dados. 

Ao longo desses anos de inovação contínua e transformação do BI, a Qlik mantém sua crença de que todas as pessoas devem ser capazes de gerar análises a partir de qualquer fonte de dados – on premise, em nuvem, em um ambiente híbrido, interno ou externo – sem restrições ou limitação.

Com o modelo de Diferenciação Associativa da Qlik, os usuários, segundo a empresa, são livres para explorar informações, em vez de ficarem confinados a um caminho predefinido de perguntas, uma vez que os insights provêm da compreensão dos dados de todos os ângulos.

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BI e Big Data Thu, 21 Sep 2017 00:00:00 +0000
McKinsey: o que as empresas devem fazer para avançar em Analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5976-mckinsey-o-que-as-empresas-devem-fazer-para-avancar-em-analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5976-mckinsey-o-que-as-empresas-devem-fazer-para-avancar-em-analytics McKinsey: o que as empresas devem fazer para avançar em Analytics

Quadro com nove recomendações foi construído a partir de entrevistas com mais de 300 executivos de grandes corporações

O grande volume de informações hoje disponíveis no mundo dos negócios (Big Data) e a análise avançada de dados (Advanced Analytics) são realidades que determinarão o futuro das corporações. Quanto mais adiantadas estiverem nestas áreas, mais elas conseguirão adquirir vantagens competitivas no mercado. Já as que ficarem para trás correm o risco de se tornarem irrelevantes com o passar do tempo.

Segundo a McKinsey, os CEOs têm de estar à frente das estratégias de Analytics para acelerar processos de transformação corporativa e assegurar a alocação inteligente dos investimentos na área. A boa notícia é que isso já está começando a acontecer. Pesquisa da consultoria aponta que mais da metade dos CEOs se considera a principal liderança de Analytics em suas corporações – e esta proporção tem crescido sistematicamente.

Após ouvir mais de 300 executivos de grandes empresas globais, a McKinsey montou um quadro com nove recomendações de melhores práticas para avançar na adoção desta tecnologia. Confira.

  1. Crie novas oportunidades e busque a transformação

Primeiramente, reserve um tempo para se concentrar no longo prazo. Avalie o que outras empresas estão fazendo e procure entender como satisfazer de forma efetiva as necessidades dos clientes via novos modelos operacionais. Em segundo lugar, volte-se a seus próprios dados – analise seu valor, o que os distingue e como podem ser combinados. Por fim, avalie seu modelo de negócio e como transformá-lo.

  1. Gere valor para seu negócio

Identifique quais funções ou partes de sua cadeia de valor têm maior potencial. Então, encontre novas possibilidades de aplicação de dados. Finalmente, decida as prioridades, considerando seu impacto econômico, aderência ao negócio, viabilidade e velocidade de adoção.

  1. Não se perca; saiba o que fazer com os dados

Conecte as estratégias de dados e de analytics. Coloque em andamento processos e práticas de governança. Adote boas práticas de dados e metadados. Crie processos automáticos de reconciliação que constantemente verifiquem se novos dados atendem a padrões de qualidade. Para obter novos insights, conecte diferentes conjuntos de dados, potencialmente em um repositório centralizado (data lake). Resista à tentação da complexidade.

  1. Democratize o acesso e a propriedade dos dados

Crie uma governança de dados eficaz. Abrace os princípios duais da propriedade empresarial e o amplo acesso. Explique aos funcionários que a responsabilidade pelos dados é de toda a firma, e não apenas de determinadas áreas. Crie plataformas de apuração de dados, como portais de autoatendimento baseados na web, que permitam às equipes extrair informações facilmente.

  1. Transforme a cultura organizacional

As pessoas somente aderem a mudanças quando entendem e sentem que são parte delas. Ainda que algumas políticas específicas possam ser desenhadas para preparar determinados profissionais, procure estabelecer programas amplos de disseminação de conhecimento e implementação de uma cultura dirigida por dados.

  1. Aprenda a usar e valorizar as métricas

Crie um painel que possa ser acessado pelos profissionais com todos os indicadores e "feeds" de dados automatizados mais importantes (dashboard) – de modo que se torne fácil acompanhar o desempenho da empresa. Ensine seus funcionários a confiar nestas métricas e a entender que elas formam importante subsídio para tomada de decisão.

  1. Desenhe a melhor estrutura para apoiar a tomada de decisão

Os CEOs precisam avaliar como se dão os processos de tomada de decisão de suas empresas – se são centralizados ou espalhados nas unidades de negócio – para, então, implementar os modelos organizacionais analíticos que possam alavancar seu potencial.

  1. Ajude seus experts a serem ainda melhores

Identifique seus especialistas em dados, como estatísticos e econometristas, e desenhe programas para que eles possam ampliar suas habilidades. Lance mão de princípios de aprendizagem para adultos, como treinamento on-the-job e cursos de atualização on-line. Considere oferecer certificações formais para os que concluírem com sucesso esses cursos.

  1. Crie um cultura de dados em sua empresa

Forneça as ferramentas, a tecnologia e a capacidade de processamento necessárias para que as equipes possam descobrir novos padrões, identificar correlações e realizar análises. Procure também criar condições propícias para que os times abandonem antigas práticas que não funcionam mais, e adotem novas soluções. O erro não pode ser tratado como algo vergonhoso, mas sim com parte fundamental deste processo constante de inovação. Tudo isso faz parte da construção de uma cultura em que dados, e não suposições, são usados para enfrentar os problemas e onde as pessoas se sentem confortáveis com mudanças constantes.

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BI e Big Data Thu, 14 Sep 2017 00:00:00 +0000
Capgemini lidera implantação de BI, avalia Forrester http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5894-capgemini-lidera-implantacao-de-bi-avalia-forrester http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5894-capgemini-lidera-implantacao-de-bi-avalia-forrester Capgemini lidera implantação de BI, avalia Forrester

Oferta sólida, estratégias adequadas e serviços abrangentes para implementar grande número de plataformas foram destacados na avaliação

A Capgemini, provedora global de consultoria, tecnologia e terceirização de serviços, foi posicionada como líder no relatório “The Forrester Wave™: Business Intelligence Platform Implementation Service Providers, Q2 2017” (“Provedores de Serviços de Implementação da Plataforma de Inteligência de Negócios, segundo trimestre de 2017”, em português).

O relatório identificou e avaliou 13 dentre os mais importantes provedores de serviços de implementação de plataformas de tecnologias de Business Intelligence (BI). Com a Capgemini listada entre os líderes por suas sólidas ofertas atuais e por apresentar atraentes estratégias de BI, bem como por oferecer serviços abrangentes de implementação para um grande número de plataformas líderes em inteligência de negócios e, especialmente, por ter sido muito bem avaliada por seus clientes. O relatório também afirma que a Capgemini faz uso de tecnologias e abordagens de BI de próxima geração.

De acordo com o relatório, "a Capgemini enxerga a inteligência de negócios como uma tecnologia interessante (ou ‘Cool BI)’ e a traz ao mercado com foco em inovação e modernização". 

“Estamos muito satisfeitos por termos sido classificados como líderes no Forrester Wave Report devido às  nossas capacidades de implementação da plataforma de Business Intelligence", comemora John Brahim, líder de Insights & Data da Capgemini.

"Acreditamos que nosso conceito de ‘Cool BI’ sustenta uma abordagem inovadora para modernizar a configuração tradicional da BI, na qual combinamos fatores como informações, visualização avançada, agility/DevOps e automação, além de cloud analysis, aumento da inteligência cognitiva, uso de biblioteca de casos por setor e domínio e entrega de autoatendimento. Tudo com o objetivo de oferecer aos nossos clientes um impacto direto em seus negócios, a partir das melhores análises sobre fluxos de dados internos e externos existentes na atualidade. Nossa missão é orientar empresas e organizações em uma jornada prática para os negócios orientados por insights", complementa.

Aplicando uma combinação dessas ferramentas com vasta experiência, os 15.500 profissionais especialistas em BI que compõem o time global da Capgemini já entregaram mais de 700 projetos de implementação de inteligência de negócios nos últimos dois anos.

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BI e Big Data Thu, 17 Aug 2017 00:00:00 +0000
TransUnion amplia e consolida presença no Brasil http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5754-transunion-amplia-e-consolida-presenca-no-brasil http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5754-transunion-amplia-e-consolida-presenca-no-brasil Cláudio Pasqualin, diretor de Produtos da TransUnion no Brasil

Múlti americana aperfeiçoa inteligência em banco de dados, apoiando a tomada de decisões

No Brasil, todos os grandes bancos são clientes da TransUnion, assim como a maior parte das instituições financeiras médias. Das 20 maiores seguradoras, 17 são suas clientes. Entre as operadoras de telecomunicações, metade delas emprega soluções da desenvolvedora. Além disso, ela fornece soluções, dados, inteligência e plataformas para auxiliar a tomada de decisão nas áreas de crédito, risco, cobrança, marketing e prevenção à fraude em empresas do varejo, utilities e escritórios de advocacia que trabalham com cobrança. 

Em 2016, a TransUnion divulgou, nos Estados Unidos, uma receita de US$ 1,704 bilhão vinda de suas operações. No Brasil, a múlti não revela dados financeiros. Mas conseguiu manter constante o seu crescimento em nosso mercado, ainda que o país enfrente um período de instabilidade econômica, com retração dos negócios. 

Ampliando sua atuação, a TransUnion adquiriu a Crivo em 2011 e, um ano e meio depois, incorporou a ZipCode. Juntas, as companhias passaram por mudanças de cultura, adaptação de funções e de pessoas até juntar todos fisicamente em uma mesma sede. “O portfólio foi ajustado para se adequar às características de cada uma das empresas”, comenta Cláudio Pasqualin, diretor de Produtos da TransUnion no Brasil. 

Conforme o entrevistado, a companhia hoje possui uma base de dados rica, que apoia decisões em um amplo universo de organizações. Foi a partir daí que a múlti partiu para diversificar sua oferta. “Se somos capazes de enriquecer dados para clientes e empresas tomarem decisões, por que não enriquecer nossa própria base de dados? Começamos a aplicar analytics sobre essa base. Fazendo uma analogia, começamos a acrescentar colunas nas tabelas. Hoje temos ótimos estimadores de renda e de faturamento de empresas e score de crédito”, observa. 

Batizada de Score 3D, a solução fornece a informação baseada em dados alternativos, ou seja, dados da TransUnion e dados públicos. “Com analytics e score de crédito, a ferramenta usa uma nova dimensão de informação, a terceira, que não era comumente aproveitada pelo mercado. Isso está sendo utilizado para geração de leads mais qualificados nos setores de telecom e de seguros”, informa Pasqualin. A solução foi lançada em 2015. “Estamos investindo em dados alternativos. A informação digital que está disponível no mercado consolida e enriquece nosso banco de dados”, salienta. 

Apoio na prospecção de consumidores 

Em sua atuação global, a TransUnion considera ser essencial auxiliar seus clientes na prospecção qualificada de novos consumidores, com análise de dados alternativos para verificação de risco, gestão do portfólio de clientes, recuperação de dívidas, autenticação de identidade e prevenção a fraudes. 

A linha mais recente de produtos, de verificação digital, é a IDVision, que analisa o comportamento digital do consumidor ou empresa, com mais de mil pontos relacionados a estas informações. O objetivo do Digital Verification é combater a fraude com a redução da necessidade de revisões manuais. 

Pasqualin explica que a tecnologia fornecida pela TransUnion, quando embarcada no site do cliente, o ajuda a identificar o dispositivo de acesso a qualquer canal digital on-line: celular, computador ou tablet. Assim, está apta a proteger um e-commerce, um site do banco ou seguradora, confirmando a identidade do cliente. “É possível verificar a localização da máquina e qual o número da visita daquele IP ao site. Milhares de tipos de informação são avaliados por redes neurais que determinam a probabilidade de existir uma fraude”, frisa. 

Falando do cenário de transformação vivido pelas organizações, o entrevistado nota que, no mercado financeiro, o conceito de “banco digital” está cada vez mais disseminado. Ele conta que já há alguns anos emprega a expressão “mundo digital” e reforça esta vertente com abordagens paperless e effortless. “Quero ajudar meu cliente a fazer negócios sem papel e com pouco esforço”, resume. 

Indo por esse caminho, os bancos começaram a criar seus canais digitais e mobile. As seguradoras, de seu lado, também entraram nessa onda, mesmo com as resistências que ainda existem no segmento. Por fim, as fintechs estão ajudando a consolidar essa tendência. “Elas entram como desafiantes nesse mercado”, nota o diretor. 

Pasqualin lembra que a situação das fintechs no Brasil é muito diferente do que se verifica nos Estados Unidos: “A capacidade de obter investimentos (funding) nos EUA é muito maior. Aqui é bem mais difícil. Já vimos situações nas quais o banco acaba se tornando um parceiro necessário. A impressão que dá, olhando de fora, é que os bancos estão observando e se aproximando para poder incorporar novas tecnologias ao seu poder de fogo”. 

Falando, em termos comparativos, sobre a simplicidade e agilidade trazida pelas fintechs, Pasqualin pondera que, na verdade, não é mais preciso manter todo o back-office característico das grandes instituições para atuar hoje na indústria financeira. Além disso, com o avanço das startups, o fato é que as próprias empresas de TI acabam por perder fatias do mercado, conclui o executivo. 

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BI e Big Data Mon, 24 Jul 2017 00:00:00 +0000
Teradata adquire startup para automatizar implantação do Teradata Everywhere http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5738-teradata-adquire-startup-para-automatizar-implantacao-do-teradata-everywhere http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/5738-teradata-adquire-startup-para-automatizar-implantacao-do-teradata-everywhere Teradata adquire startup para automatizar implantação do Teradata Everywhere

Compra da StackIQ reforça a capacidade de construção e entrega de soluções Teradata em nuvem híbrida e ambientes on premise para clientes corporativos

A Teradata, empresa líder em dados e analytics, anunciou a aquisição da StackIQ, startup sediada em San Diego, desenvolvedora de uma das plataformas de provisionamento de software mais rápidas do mercado, que atualmente gerencia a implantação de software de nuvem e análise em milhões de servidores e data centers ao redor do mundo. O acordo firmado pelas empresas irá aproveitar a experiência da StackIQ em softwares abertos e grande provisionamento de clusters para simplificar e automatizar a implantação do Teradata Everywhere. Com essa nova oferta, os clientes da Teradata terão a velocidade e a flexibilidade necessária para implantar as soluções em ambientes de nuvem híbrida, permitindo inovar rapidamente e criar novos aplicativos analíticos para seus negócios.

Além dos ativos de tecnologia, a aquisição também inclui a talentosa equipe de engenheiros da StackIQ, que irá se juntar a organização de P&D da Teradata, ajudando a acelerar a capacidade da empresa de automatizar a implantação de software em sistemas de operações, engenharia e clientes finais.

''A Teradata tem orgulho em construir e investir em soluções que tornam a vida mais fácil para nossos clientes", disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. "Somente as tecnologias com melhor desempenho e realidade de mercado são adicionadas ao nosso ecossistema, e a StackIQ entrega produtos que se destacam em seu campo de atuação” completa o executivo. Segundo Ratzerberger, ''a adição da tecnologia StackIQ à IntelliFlex, IntelliBase e IntelliCloud fortalecerá nossos recursos e permitirá que a Teradata redefina o modo como seus sistemas são implantados e gerenciados globalmente".

"Nossos altos padrões também se aplicam às pessoas que contratamos", continuou Ratzesberger. "Como a Teradata continua a expandir suas habilidades de engenharia (P&D) para impulsionar a inovação tecnológica em curso, buscamos indivíduos qualificados e talentosos para se juntarem a nossa equipe. Mais uma vez, a StackIQ está acima do nível de mercado com engenheiros talentosos, que temos a honra de considerar a partir de agora funcionários da Teradata ".

De acordo com o contrato firmado entre as empresas, a Teradata agora possui exclusividade sobre toda propriedade intelectual da StackIQ que automatiza e acelera a implantação de softwares em grandes conjuntos de servidores (físicos e virtuais/na nuvem). Esse aumento na automação ocorrerá em todas as implantações do Teradata Everywhere, reduzindo drasticamente o tempo de compilação e entrega de soluções complexas de análise de negócios, além de adicionar a capacidade de gerenciar "appliances" de software em infraestrutura de nuvem híbrida. A velocidade da nova solução integrada da Teradata também permite a execução de testes rápidos ou de hardware de benchmarking bem como a rápida redistribuição entre as tecnologias para combinar os requisitos de mudança de carga de trabalho do cliente.

"Essa união com a Teradata, empresa líder de mercado em soluções de dados analíticos, valida a importância da engenharia da StackIQ e do talento que cultivamos ao longo dos anos", disse Tim McIntire, co-fundador da StackIQ. "Estamos ansiosos para trazer um pouco da cultura das startups de San Diego para a Teradata, trabalhando em conjunto para simplificar a experiência do cliente na implantação e atualização de software do sistema". Os termos do contrato de aquisição não foram divulgados.

 

 

 

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BI e Big Data Thu, 20 Jul 2017 00:00:00 +0000