BI e Big Data - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Fri, 20 Sep 2019 05:42:16 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br TGV Tecnologia firma parceria com Qlik e prevê crescimento de sua base de clientes http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/7640-tgv-tecnologia-firma-parceria-com-qlik-e-preve-crescimento-de-sua-base-de-clientes http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/7640-tgv-tecnologia-firma-parceria-com-qlik-e-preve-crescimento-de-sua-base-de-clientes TGV Tecnologia firma parceria com Qlik e prevê crescimento de sua base de clientes

Com a ampliação de seu portfólio de soluções para dados, TGV mira o setor privado

TGV Tecnologia, empresa com sede em Brasília (DF), acaba de assinar um contrato de parceria com a Qlik, eleita pelo Gartner por nove anos consecutivos como líder global em soluções para Analytics & Business Intelligence. Com a parceria, a TGV – que é reconhecida por fornecer soluções de big data, governança, acesso, segurança, integração e tratamento de dados – passa a fornecer também os produtos da Qlik, considerada a plataforma mais completa no que diz respeito a soluções voltadas a analytics e integração de dados.

Esse é um importante passo que a TGV dá rumo à concretização de sua estratégia de crescimento. Com a ampliação de portfólio, a empresa prevê a expansão de sua base de clientes do setor privado nacional e até a conquista de novos mercados no exterior, principalmente na América Latina.

"Entendemos que a plataforma da Qlik representa o componente que faltava em nosso portfólio no que se refere a uma estratégia eficiente de gestão de dados e analytics. Outro ponto que nos motivou foi a possibilidade de fazer parte do Qlik Partner Program, que permitirá um relacionamento mais próximo com a empresa, por meio de sua estrutura na América Latina", explica Marcio Barbosa, que acumula os cargos de diretor de Vendas e gerente-geral da TGV Tecnologia.

Apesar da concretização recente da parceria, a TGV está se preparando há meses para atender a ampliação da demanda de clientes. "Até agosto do ano que vem esperamos ampliar cerca de 30% nossa carteira. E para suportar esse crescimento, estamos investindo na contratação de profissionais de diversas áreas, na expansão da nossa estrutura em São Paulo e em ações de marketing, entre outras iniciativas. Estamos otimistas com o cenário futuro, pois o segmento de dados está evoluindo no Brasil, já que as empresas vão precisar, cada vez mais, de soluções eficazes e respostas ágeis para otimizar seus negócios. E isso só é possível com a aplicação eficiente da tecnologia voltada a dados", aposta Marcio Barbosa.

Para Luis Picinini, diretor de Parcerias e Alianças da Qlik, "os parceiros têm um papel fundamental ao impulsionar a adoção da Qlik em empresas de diferentes áreas em todo o mundo, ajudando os clientes corporativos a perceberem o valor final de facilitar a conversa dos colaboradores com os dados e provando a importância de usá-los na tomada de decisões”.

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BI e Big Data Fri, 13 Sep 2019 00:00:00 +0000
Bluesoft lista os benefícios do BI para supermercados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/7110-bluesoft-lista-os-beneficios-do-bi-para-supermercados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/7110-bluesoft-lista-os-beneficios-do-bi-para-supermercados Bluesoft lista os benefícios do BI para supermercados

A ferramenta ajuda a diminuir o índice de perdas sobre o faturamento, que no setor foi 2,05% no ano passado

A coleta, a análise e o compartilhamento de dados sobre o negócio são os pilares do Business Intelligence (BI), uma ferramenta considerada importante para se entender o negócio e traçar as melhores estratégias dentro do varejo.

A sua aplicação vem se popularizando e fomentando um mercado de soluções criadas com o intuito de facilitar a captação e interpretação dos dados por parte dos varejistas que buscam melhores resultados e maior qualidade em seus negócios.

Os supermercados têm usado o BI com bastante competência. Com um vasto mix de produtos e grande fluxo de clientes, conhecer melhor o que de fato acontece dentro de cada unidade é essencial para melhorar a performance do negócio, inclusive reduzindo o percentual de perdas.

No ano passado, o índice de perdas sobre o faturamento líquido dos varejistas foi de 1,38%, segundo pesquisa recente divulgada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe). O setor de supermercadista é o campeão em perdas e apresentou índice de 2,05% no ano passado.

Especializada em software de gestão empresarial (ERP) na na nuvem, a Bluesoft elencou dez benefícios do BI para supermercados.

1- Análise dos dados de compra nas lojas

Contar com a análise dos dados de compra do seu supermercado é essencial. Afinal, dessa forma você consegue identificar quais são os produtos com maior saída, ver o desempenho de cada loja de forma isolada, não correndo o risco de cruzar os dados e de analisar a loja de forma errada, tendo mais segurança em suas decisões.

2- Decisões de compra ancoradas em dados

Antigamente, as decisões de compra dos supermercados não eram ancoradas pela quantidade de dados que o BI nos dava. Era muito mais pelo feeling do responsável, por exemplo, o que é uma estratégia nada assertiva. Além disso, com a ferramenta de BI, é possível prever quando determinados produtos irão acabar, realizando a compra de forma antecipada.

3- Gestão precisa do estoque

Com uma ferramenta de BI, a gestão do estoque fica cada vez mais assertiva e produtiva. Afinal, com ela é possível descobrir o que os clientes buscam e entender quando é a maior saída desses produtos, preparando-se para evitar rupturas.

Além disso, com a gestão eficiente do estoque, o índice de estoque parado irá, cada vez mais, abaixar. Isso acontece por conta da gestão eficiente que a ferramenta de BI possibilita, prevendo as faltas de produtos e evitando as compras em excesso.

4- Gestão dos melhores fornecedores

Com o BI, é possível identificar quais são seus melhores fornecedores com base no histórico de entregas deles. Dessa forma, é possível ver quais fornecedores não atrasam, quais possuem os melhores produtos para a entrega, entre outros benefícios.

5- Capacidade de negociação

Com a gestão dos fornecedores, é possível ter uma melhor capacidade de negociação com eles. Além disso, com a ferramenta de BI para supermercados, por exemplo, é possível ter o controle dos fornecedores ruins, ou seja, daqueles que estão devendo algum produto, alguma devolução ou outra coisa. Como resultado, com esse controle é possível barrar a negociação com determinado fornecedor até ele realizar o pagamento do que ele lhe deve.

6- Prevenção de ruptura

Como a ferramenta de BI mapeia toda a loja, realizar a auditoria de presença é cada vez mais fácil. Com o Bluesoft Intelligence, essa tarefa é executada de forma simples. O colaborador percorre toda a loja com um coletor e escaneia um produto de cada gôndola. Depois disso, o próprio ERP já mostra informações como: quanto há de estoque do produto; a data de validade e, se é necessário realizar a reposição para o dia ou não.

7- Prevenção de perdas

O percentual de perdas no varejo é de 1,38% do faturamento. Esse número é muito alto e, com a ferramenta de BI para supermercados, você conta com as melhores práticas para diminuir suas perdas. Por exemplo: antecipar-se às datas de validade dos produtos; verificar os motivos de perdas em cada loja. Essas ações possibilitam realizar um planejamento para realizar a queima dos produtos a vencer e, criar ações para diminuir suas perdas nesses locais.

8- Sistema para calcular o shelf-life da mercadoria

Shelf life, ou vida útil, é o tempo que um alimento preparado permanece fresco, saudável. Ou seja, é o período de tempo que alimentos, bebidas e outros produtos perecíveis possuem antes do seu vencimento. O shelf life de um produto começa a partir da sua data de fabricação. Ele depende de diversos fatores como: os ingredientes utilizados; processo de produção; condições de higiene; armazenamento; e até mesmo o tipo de embalagem utilizada. O ERP, por exemplo, possibilita que se realize o mapeamento de todos os produtos de sua operação, otimizando o trabalho dos seus colaboradores. Com o sistema, é possível monitorar a sua vida útil já no recebimento da mercadoria. Dessa forma, o setor de compras, ou profissionais da área de prevenção perdas definem um tempo mínimo de validade para os produtos em seu recebimento. Evitando, por exemplo, que um produto seja recebido na loja com menos de 30% do seu shelf-life total. O colaborador responsável pelo recebimento das mercadorias consegue barrar uma entrega, caso esteja com o shelf-life baixo. Isso evita o recebimento de produtos com um tempo de vida pequeno, diminuindo suas perdas antes do recebimento das mercadorias.

9- Assertividade em suas campanhas de marketing

Com informações sobre os consumidores, é possível criar ações de marketing mais assertivas. Isso acontece porque com esses dados, você consegue saber quais produtos vendem mais, quais estão com uma menor saída, entre outros diversos dados. Assim, é possível criar melhores campanhas e até mesmo descontinuar certos produtos de sua loja, uma vez que a saída deles esteja muito baixa.

10- Antecipação de movimentos futuros

Esse é um ponto importantíssimo para se destacar, uma vez que essa é uma das melhores maneiras de fidelizá-lo. Como a ferramenta de BI permite que você tenha todos os dados do seu consumidor, é possível conseguir antecipar-se às suas demandas. Dessa forma, geramos cada vez mais valor para ele. Isso nos ajuda a suprir suas necessidades, aumentar as vendas e oferecer uma melhor experiência de compra para eles.

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BI e Big Data Tue, 23 Jul 2019 00:00:00 +0000
Startup Dom Rock recebe aporte de R$ 6,5 milhões http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6990-startup-dom-rock-recebe-aporte-de-r-65-milhoes http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6990-startup-dom-rock-recebe-aporte-de-r-65-milhoes Startup Dom Rock recebe aporte de R$ 6,5 milhões

A empresa desenvolveu uma plataforma na nuvem que ajuda na chamada jornada digital das empresas

A Dom Rock, que desenvolveu um plataforma para ajudar na jornada digital de empresas, recebeu aporte de R$ 6,5 milhões do Fundo Criatec 3, criado pelo BNDES e gerido pela INSEED Investimentos, e da EDP Ventures Capital, ligada à multinacional portuguesa do setor elétrico EDP.

Desenvolvida na nuvem e baseada em Big Data, tecnologia cognitiva e machine learning, a plataforma da Dom Rock tem ajudado empresas a tomar decisões, reduzir custos e criar estratégias através das soluções denominadas de jornada de faturamento, jornada do cliente e jornada de operações.

As soluções da empresa permitem que as áreas de negócio dos clientes possam lidar com a demanda exponencial de dados dos mais variados tipos como imagem, texto, áudio, tabelas e transações, além de produzir informações rápidas para os negócios visando produtividade e geração de valor.

Segundo Gustavo Junqueira, CEO da INSEED, a Dom Rock chamou a atenção da equipe do Criatec 3 por ter flexibilidade, integração e ferramentas de pré-processamento.

“A tecnologia possibilita a aplicação de diversos algoritmos de inteligência artificial em dados que até então não estavam aptos a serem integrados e analisados automaticamente. E o modelo de negócio machine learning as a service permite que as áreas de negócio possam ter acesso rápido a processamentos de alto nível, sem depender tanto da área de TI”, destaca.

Para Livia Brando, gestora executiva de Estratégia, Inovação e Ventures da EDP no Brasil, a participação da Dom Rock no Starter, programa de aceleração da EDP, estreitou a relação com os empreendedores, criando oportunidade de desenvolver projetos conjuntos com diversas aplicações no negócio, o que credenciou a empresa para o aporte financeiro da EDP Ventures Brasil.

“A escolha da startup potencializará o uso de Inteligência Artificial, Analytics e Big Data no mercado de energia local e global, melhorando a eficiência dos processos e tomada de decisão”, acredita.

André Almeida, CEO da Dom Rock, aponta que o volume de dados gerados mundialmente ultrapassa a marca de 2,5 bilhões de gigabytes por dia.

“Com a massificação da internet, que atualmente possui cerca de 3,2 bilhões de usuários e a maior penetração e uso de sensores que captam dados de diversos tipos de dispositivos, o crescimento é exponencial. Diante deste contexto, os investimentos em Big Data e Analytics crescem a taxas de dois dígitos a cada ano”, explica.

O executivo reforça que o principal objetivo da plataforma é organizar e dar sentido aos dados corporativos, diminuindo a burocracia, gerando eficiência e ganho de produtividade e, com isso, redefinir como os negócios operam no cenário digital.

Segundo ele, os principais problemas que as empresas enfrentam atualmente são a baixa produtividade e o alto custo em produzir informações assertivas para tomada de decisão e, dessa forma, obter diagnóstico operacional de forma recorrente – sobretudo em faturamento, relacionamento com clientes e redução de custos operacionais.

Isso porque as soluções tradicionais falham em função da predominância de dados em tabelas, implicando em alto custo e tempo de implementação, além da forte dependência de especialistas, consultorias e TI.

As empresas utilizam planilhas e mais planilhas, que trazem pouca satisfação das áreas de negócio e alta gestão.

“O que nossa solução faz é integrar diversas fontes de dados, que podem ser alimentadas diretamente pela equipe de negócio ou totalmente integrada e automatizada a partir da fonte original, gerando visões de negócios a partir de algoritmos projetados para a realidade das empresas”, afirma.

A plataforma foi arquitetada de forma a permitir a modularização do desenvolvimento através de microsserviços, pipeline inteligente de engenharia e ciência de dados, além de ser flexível a ponto de poder ser costurada de diversas formas, dependendo da demanda do cliente final, sem perder a escalabilidade.

Almeida explica, ainda, que ela tem capacidade de integração com ferramentas de terceiros para geração de relatórios, automação de fluxo de trabalho, interação com clientes via canais digitais e é de fácil usabilidade, para que a equipe possa utilizar sem depender do setor de TI, normalmente atarefado com uma lista grande de prioridades.

As soluções são horizontais e já atendem grandes clientes de diversos setores como: saúde, educação, serviços financeiros, utilidades, telecom, BPO, consultorias, transporte e logística, além do setor público, como o Governo de São Paulo.

Outro importante resultado é o ganho de produtividade em mais de 70% em processos envolvendo tratamento, organização e distribuição de dados em ambientes operacionais de larga escala.

A plataforma praticamente eliminou tarefas de preparação de dados e conferências, que passam a ser feitas por algoritmos inteligentes.

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BI e Big Data Wed, 10 Jul 2019 00:00:00 +0000
Sonda lança solução de analytics que auxilia na gestão de prefeituras http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6746-sonda-lanca-solucao-de-analytics-que-auxilia-na-gestao-de-prefeituras http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6746-sonda-lanca-solucao-de-analytics-que-auxilia-na-gestao-de-prefeituras Sonda lança solução de analytics que auxilia na gestão de prefeituras

Plataforma faz uso de big data e inteligência artificial para produzir informações e subsidiar a tomada de decisão para políticas públicas

A Sonda, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, lançou uma solução para que prefeituras de todo o país tenham acesso a dados mapeados com técnicas de inteligência artificial, para auxiliar os gestores públicos em decisões que possam trazer melhores benefícios para a população.

Com o uso de tecnologias de big data e analytics, a ferramenta concilia dados-chave de mais de 10 órgãos de pesquisa, de outras esferas do governo e das próprias prefeituras e os transforma em informações práticas e de fácil uso.

Os gestores passam a ter mais clareza para uma infinidade de ações de políticas públicas já que os orçamentos passam a ser elaborados com cruzamentos de dados socioeconômicos.

Em termos práticos, os dados podem ajudar, por exemplo, a definir a distribuição de verbas de merenda escolar, com base na aplicação de critérios racionais sobre a demanda da população de crianças. Isso só é possível por meio de uma grande base de dados, que fornece informações de diversos setores como saúde, educação, finanças públicas, mobilidade, segurança e ação social.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a Lexicon Informática e o SAS, depois de uma pesquisa com prefeituras e secretarias de diversos municípios do estado de São Paulo, o que ajudou a entender quais eram os maiores desafios dos gestores.

"Queremos ajudar as cidades a serem mais inteligentes. Há uma infinidade de dados disponíveis dentro do governo, mas eles só se tornam relevantes quando podem contribuir para as decisões de melhores políticas públicas", explica Vander Rogerio da Silva da Sonda, que conduziu o desenvolvimento do projeto.

A plataforma é personalizada e capaz de identificar os problemas e soluções de acordo com as particularidades de cada município. A tecnologia pode ser utilizada em qualquer região do país e em localidades de diversos tamanhos. Hoje o país conta com 5.570 municípios.

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BI e Big Data Fri, 31 May 2019 00:00:00 +0000
Startup desenvolve software para gestão de recursos hídricos http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6738-startup-desenvolve-software-para-gestao-de-recursos-hidricos http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6738-startup-desenvolve-software-para-gestao-de-recursos-hidricos Felipe de Luca, CEO da AcquaLogic

A ferramenta da AcquaLogic utiliza recursos de big data analytics para o controle de perdas de água

A AcquaLogic, uma startup criada há três anos, desenvolveu um software de big data analystic para gestão e controle de perdas em sistemas de abastecimento de água.

O sistema, denominado AcquaLogic,  faz análises de dados e acompanhamento de ações e resultados para uma gestão otimizada e segura de recursos hídricos.

A sua aplicação substitui os ultrapassados processos manuais para controle de perdas. Na prática, o software coleta dados históricos da empresa de saneamento básico, faz uma tratativa desses dados e os transforma em informação. 

De acordo com Felipe de Luca, CEO da Acqua Logic, o sistema é composto por quatro quatro módulos intuitivos, integrados e customizáveis de acordo com as demandas do cliente.

O módulo Gestão traz ferramentas de planejamento estratégico, como balanços hídricos, indicadores de desempenho e perdas e relatórios analíticos. Já o módulo Perdas Aparentes ajuda na gestão de fraudes e no compliance através de mecanismos de micro e macromedição.

O módulo Perdas Reais faz o gerenciamento de redes e aferimento de vazamentos visíveis, não visíveis e pressão hídrica, e o de Controles Especiais cuida do suporte técnico e atendimento de demandas relacionadas a abastecimentos fora dos padrões habituais. 

A implantação do software corporativo é rápida e segura, realizada nas empresas de saneamento pela equipe técnica da startup. 

A empresa estuda a incorporação de dispositivos IoT (Internet das Coisas) ao sistema AcquaLogic. A ideia é desenvolver pequenos devices sem chip e sem necessidade de energia elétrica, explica André Araújo, diretor comercial da AcquaLogic.

“Eles serão alimentados por baterias de longa duração e enviarão os dados de medição através de rede pública e IoT com cobertura nas capitais e principais centros urbanos do país”, explica.

O projeto prevê servidores na nuvem e servidores de usuário para gestão de informação, interface web e aplicativos mobile, entre outras novidades.

“A chegada da IoT ao software e pacote de serviços AcquaLogic é um importante passo para a expansão da empresa e para a transformação digital no setor de saneamento”, ressalta.

A Acqua Logic surgiu para contribuir com a conservação dos recursos hídricos e a redução e controle de perdas no abastecimento de água.

Segundo o Instituto Tata Brasil, em 2016, o Brasil desperdiçou 38% de água consumível – o equivalente a quase 18 bilhões de litros de água por dia, com perda financeira de mais de R$ 10 bilhões no ano.

Para Luca, o Brasil tem hoje dois cenários na área de saneamento: enquanto a maioria das concessionárias não dispõe de programas de contenção de perdas, outras sequer fazem uso de práticas efetivas de gerenciamento.

Antes do lançamento no Brasil, o software AcquaLogic foi apresentado nos Estados Unidos para um grupo de especialistas globais nos temas água, saneamento e inovação.

 

 

 

 

 

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BI e Big Data Thu, 30 May 2019 00:00:00 +0000
MicroStrategy e Data Meaning trazem para o Brasil funcionalidades de streaming data http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6653-microstrategy-e-data-meaning-trazem-para-o-brasil-funcionalidades-de-streaming-data http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6653-microstrategy-e-data-meaning-trazem-para-o-brasil-funcionalidades-de-streaming-data MicroStrategy e Data Meaning trazem para o Brasil funcionalidades de streaming data

Parceira da MicroStrategy há 14 anos, a empresa foi fundada por brasileiros nos EUA e, desde 2018, iniciou operação também no país 

MicroStrategy, fornecedora líder mundial de software de análise e mobilidade empresarial, e a Data Meaning, consultoria boutique de BI que faz uso de dados e tecnologia para ajudar os clientes a superarem desafios de negócios, estão trazendo para o mercado local uma série de inovações. O objetivo é introduzir no mercado nacional novas funcionalidades que agregam ainda mais valor e alta tecnologia à plataforma analítica da MicroStrategy. E que estão em total aderência aos principais quesitos avaliados por analistas de mercado, como Data Streaming Analytics (análises de dados em tempo real), visualizações avançadas, interface para atualização centralizada de templates para alta produtividade, realidade aumentada, entre outras. 

 Fundada por brasileiros nos EUA, grandes conhecedores do mercado nacional e também da arquitetura da MicroStrategy, a Data Meaning é uma empresa líder em design, personalizações e treinamento de experiência do usuário. “Temos um profundo conhecimento do mercado nacional e também da tecnologia MicroStrategy, que é hoje o carro chefe do que nós oferecemos em termos de serviços para nossos clientes nos EUA.  No Brasil, estamos atuando diretamente desde o ano passado, com o  objetivo  de fortalecer nossa presença e trazer esses features, que desenvolvemos especialmente para a tecnologia MicroStrategy. Temos uma estrutura própria e uma equipe especializada para ajudar nossos clientes a ganhar inteligência e a obter os insights exatos para impactar o desempenho e alcançar os resultados para os negócios”, diz Caio Gouveia, Managing Partner da Data Meaning.

 Tecnologia Data Meaning dentro do MicroStrategy 2019

 Data Streaming, exploração visual e transformação de dados são alguns dos pontos levados em consideração pelo mercado.

 Para atender a essas demandas, a Data Meaning desenvolveu uma solução real time – data streaming – que é integrada à MicroStrategy e possibilita, além das visualizações e alertas com base em dados agregados já disponíveis, o acesso a informações de diversas fontes, em tempo real.  Analisar os dados em real-time é fundamental para uma tomada de decisão mais rápida e essa ferramenta também permite automatizar essas decisões. É possível, por exemplo, monitorar servidores de um data center e no caso de um shutdown, a solução imediatamente cria um ticket de suporte; conectar-se diretamente ao Google Analytics ou Adobe Analytics e agregar inteligência aos dados lá apresentados; monitorar o tráfico no website e saber a quantidade de pessoas na loja, enviando automaticamente alertas via whatsapp, SMS, e-mail etc. para os gerentes da loja; ou ainda permitir a um técnico saber as páginas vistas pelo cliente que abriu um chamado no suporte.  Fora isso, também saber quem abandonou o carrinho de compra, programar ações de remarketing em tempo real, entre outras aplicações.  

 No que diz respeito à necessidade de visualização e exploração de dados, a Data Meaning está trazendo duas importantes novidades para a plataforma. Além de estender as funcionalidades da MicroStrategy para liberação de mais opções de visualizações (novos gráficos), a solução de Document Templates, uma interface para ajudar o usuário final a customizar sua página de uma única vez, agrega mais um importante diferencial à plataforma MicroStrategy. Ou seja, agora, além de controlar 100% da visualização (dashboard pixel perfect), é possível automatizar e agilizar a manutenção desses templates de maneira centralizada, viabilizada pela capacidade da MicroStrategy de trazer uma visão única da informação. A implementação dessa funcionalidade, que é bastante simples, ajuda a diminuir as muitas horas de serviço do time de desenvolvedores, aumentar a produtividade das empresas e reduzir custos.

 Além disso, também já está disponível no mercado brasileiro um app da Data Meaning de realidade aumentada, que habilita o conceito de Hypervision, exclusivo do MicroStrategy 2019. Esse aplicativo usa a câmera do dispositivo móvel, que sobrepõe insights provenientes da plataforma MicroStrategy  sobre objetos ao seu entorno. Com isso, é possível utilizar o reconhecimento de imagem para fazer a leitura de produtos e verificar o estoque ou então usar a localização do GPS para obter um resumo instantâneo do cliente no caminho de uma reunião. Já para o consumidor, em uma aplicação para o ponto de venda, por exemplo, é possível obter informações sobre o produto, composição, promoções etc.

 Para Celso Oliveira, country manager da MicroStrategy no Brasil, a parceria traz mais agilidade e eficiência às análises avançadas. “Estamos entrando na próxima era do analytics com o HyperIntelligence e agregar essas soluções avançadas da Data Meaning à nossa plataforma reforça ainda mais a agilidade e inteligência que queremos trazer. As respostas encontrando você, com zero cliques, em tempo real, e em total aderências com novas tecnologias como a de realidade aumentada.”

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BI e Big Data Mon, 20 May 2019 00:00:00 +0000
Neurotech expande oferta de ferramenta de big data http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6577-neurotech-expande-oferta-de-ferramenta-de-big-data http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6577-neurotech-expande-oferta-de-ferramenta-de-big-data Domingos Monteiro, CEO da Neurotech

Com clientes nos setores de finanças, seguros e varejo, a empresa fechou contrato com uma seguradora de saúde

A Neurotech planeja expandir a oferta do Neurolake Neurolake no mercado brasileiro. Lançada em 2016, a plataforma de big data vem sendo utilizada nos setores financeiro, seguro e varejo, mas a empresa está de olho também no promissor mercado de seguro saúde.

Um contrato acabou de ser assinado com uma seguradora de saúde no Brasil, revela Domingos Monteiro, CEO da Neurotech. “Podemos ter mais uma linha de negócio se esse projeto der certo”.

A ferramenta foi aplicada pela primeira no mercado de seguros de veículos, reduzindo em cerca de 20% a ocorrência de roubos e furtos, que representam um terço do custo de seguros. De acordo com Monteiro, em torno de 50% das contratações de seguros são realizadas com o auxílio dessa ferramenta.

A companhia está ampliando a sua aplicação no setor de seguros. No setor financeiro, a ferramenta está em fase de testes em seis instituições, tendo sido contratada por três delas, para auxiliar no processo de análise de risco de crédito de pessoas físicas e jurídicas.

No setor de varejo, a ferramenta pode ser utilizada na análise comportamental dos clientes, a partir da qual é possível formatar novas ofertas de produtos. Mas o Neurolake, por enquanto, tem sido utilizada para análise risco das operações de crédito, que os estabelecimentos comerciais concedem os seus clientes.

“O potencial é muito grande nos três setores”, observa Monteiro. Com cerca de um dezena de clientes na carteira, a expectativa é de que as vendas da plataforma Neurolake representem entre 30% e 35% do faturamento da empresa este ano.

Para atingir esse objetivo, a Neurotech aposta na venda consultiva e na estratégia de criar soluções analíticas e escaláveis baseadas nas necessidades específicas de cada cliente. A comercialização da ferramenta baseia-se no modelo SaaS.

Outra aposta da empresa é no diferencial da ferramenta. Segundo Monteiro, o Neurolake foi desenvolvido para fazer uma análise refinada de um grande volume de dados públicos não estruturados capturados na internet.

O uso da ferramenta Neurolake torna possível a revaliação de tomadores de crédito que os modelos tradicionais de análise de crédito rejeitariam, mas que não são inadimplenetes potenciais. Permite, também, depurar quem tem alto potencial de inadimplência.

 

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BI e Big Data Tue, 07 May 2019 00:00:00 +0000
Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6303-executivos-brasileiros-confiam-mais-em-seus-recursos-de-analises-de-dados http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6303-executivos-brasileiros-confiam-mais-em-seus-recursos-de-analises-de-dados Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

Segundo a KPMG, a maturidade digital da maioria das nossas empresas ainda é baixa, com ferramentas analíticas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos, o que leva à maior confiança

O relatório "Guardiões da confiança" (Guardians of Trust, em inglês) apontou que 85% dos executivos brasileiros confiam nos recursos de análises de dados utilizados por eles. Tais dados se mostram mais relevantes ao compararmos com outras nações, como por exemplo, Estados Unidos e o Reino Unido que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

"Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital em que os países se encontram. Empresas localizadas nos EUA e UK já estão mais orientadas ao uso dos dados na tomada de decisões estratégicas, utilizando informações geradas por algoritmos avançados de redes neurais. Muitos executivos desconhecem o seu funcionamento e sua precisão, criando uma maior desconfiança. Considerando que a maturidade digital da maioria das empresas brasileiras ainda é baixa, com ferramentas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos no período, a confiança é maior nos dados", analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Uma outra constatação da pesquisa é que a maioria dos entrevistados (62%) afirma que as áreas de tecnologia, e não os executivos de nível de diretoria ou os setores funcionais, são os responsáveis quando há alguma falha em uma máquina ou um algoritmo. "Nossa pesquisa mostra que existe uma tendência de isentar o negócio principal de tomar decisões relacionadas a máquinas, o que é compreensível devido ao legado da tecnologia ser considerado um serviço de suporte e aos chamados ‘especialistas’ em todas as questões técnicas", comenta o sócio da KPMG.

Segundo o levantamento, a incerteza dos entrevistados acerca de quem é o responsável gera questionamentos sobre que tipo de governança deveria ser estabelecido para garantir e proteger o uso de análise de dados. Com base nas respostas dos participantes, as cinco recomendações para o desenvolvimento da confiança dentro de uma organização são: desenvolver normas visando a elaborar políticas e procedimentos eficazes para as organizações; aprimorar e adaptar as regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; e reforçar os mecanismos de asseguração internos e externos que validam e identificam as áreas onde existem deficiências.

"Assim que a análise de dados e a inteligência artificial se tornarem onipresentes, será extremamente necessário e mais difícil gerenciar os níveis de confiança. Com a rápida retomada da análise preditiva, devemos nos preparar agora para estabelecer a governança apropriada nesse ambiente ainda sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve passar a ser o elemento central da governança de toda a organização e o objetivo deverá ser casar o poder e o risco de D&A com a sabedoria para usá-los da forma certa", completa Santana.

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BI e Big Data Wed, 28 Mar 2018 00:00:00 +0000
MicroStrategy lança nova versão de sua plataforma de analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6240-microstrategy-lanca-nova-versao-de-sua-plataforma-de-analytics http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6240-microstrategy-lanca-nova-versao-de-sua-plataforma-de-analytics Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil

Iniciativa busca incentivar cultura corporativa orientada a dados, permitindo criar, promover e certificar o conteúdo das análises

Dando continuidade à sua estratégia de capacitar as equipes de negócios a adotarem uma cultura de decisão orientada a dados e disseminar o analytics nas organizações, a MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), provedora global de plataformas analíticas e software de mobilidade, introduziu importantes aprimoramentos em sua plataforma.

Sua mais recente versão, a MicroStrategy 10.10, traz como principais diferenciais a possibilidade de criar, promover e certificar com confiança o conteúdo das análises, além de operacionalizar a criação de dossiês, contemplando a agilidade de que as organizações precisam juntamente com a governança que as áreas de TI exigem.

As novidades, que foram apresentadas em primeira mão na 21ª edição do MicroStrategy World™ 2018, que aconteceu na semana passada em Las Vegas (EUA), incluem o lançamento de uma nova solução MicroStrategy Workstation e a repaginação da solução gratuita de Data Discovery -MicroStrategy Desktop™.  

“Essa nova versão é parte do compromisso da MicroStrategy de entregar uma nova geração de análises, com uma visão muito mais orientada aos negócios e totalmente baseada em dados, que permite aos nossos clientes encontrarem novas formas de incrementar os seus negócios, identificar oportunidades, solucionar problemas complexos e promover resultados reais com o analytics”, enfatiza Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil.

A ferramenta, que está sendo adicionada ao roadmap de produtos MicroStrategy, viabiliza a criação de conteúdo e análises para toda a empresa, de maneira escalonável, rápida e fácil. O MicroStrategy Workstation  simplifica todo o processo, incluindo desde a criação e gerenciamento de usuários e grupos até a definição de funções de segurança e controles de acesso, facilitando  a colaboração e o compartilhamento, de forma segura, personalizada e com a governança requerida.

Além disso, graças à sua interface intuitiva é possível gerenciar e desenvolver ambientes analíticos na nuvem, em questão de minutos. Os recursos do Workstation estão disponíveis tanto para PC quanto para Mac.

A versão 10.10 traz também dezenas de novos recursos no MicroStrategy Web, MicroStrategy Mobile™, MicroStrategy no AWS, APIs, MicroStrategy Server e Usher®  e diversos aprimoramentos no desempenho e confiabilidade em toda a plataforma.   

Os clientes podem aplicar a nova plataforma  MicroStrategy 10.10 ou 10.4.6 ao seu ambiente de análises hoje mesmo. Basta baixar a versão no  site de download da MicroStrategy.

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BI e Big Data Wed, 24 Jan 2018 00:00:00 +0000
ST IT Consulting faz prognósticos sobre BI e Big Data para 2018 http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6201-st-it-consulting-faz-prognosticos-sobre-bi-e-big-data-para-2018 http://executivosfinanceiros.com.br/bi-e-big-data/6201-st-it-consulting-faz-prognosticos-sobre-bi-e-big-data-para-2018 ST IT Consulting faz prognósticos sobre BI e Big Data para 2018

Tecnologia terá de se moldar a exigências analíticas complexas pra atender aos "Vs" - Velocidade, Variedade e Volume

A indústria de soluções de Big Data & Analytics irá ingressar em 2018 com perspectivas de negócio positivas, tanto no plano global quanto no Brasil, impulsionada por alguns fatores chaves. Na base do movimento está o valor cada vez mais estratégico dos dados de negócio.

Associados a isto estão a constante queda de custo das estruturas de hardware de processamento em grande volume, a evolução das plataformas de estrutura elástica (em nuvem) e a disseminação das ferramentas de conformação e compressão de dados múltiplos baseadas em soluções open source.

Esta avaliação é parte de um levantamento feito pela equipe da ST IT Consulting com base na compilação de análises e prognósticos envolvendo as principais empresas de consultoria e fabricantes internacionais de software.

Com mais de 50 projetos de BI, Big Data e integração de dados já implantados ou em andamento no Brasil, a ST IT Consulting realizou um recorte com as principais tendências em Big Data & Analytics para o exercício de 2018.

De acordo com Maurício Carvalho, diretor da ST TI Consulting, a abordagem destas tendências tem como pano de fundo uma "linha do tempo" criada recentemente pelo Gartner para o uso da informação como valor para as empresas desde os anos 1999 a 2009; passando pela década atual (2010 a 2020) e chegando ao próximo período (2021 a 2025), cujas tendências já começam a ser sentidas.

Segundo ele, o primeiro período avaliado mostra o uso de dados como ferramenta basicamente de controle dos negócios (ao longo dos anos 2000), sendo que de 2010 a 2020 este uso se desloca para a atividade motriz dos negócios (na qual os dados fazem o papel de combustível).

"A fase que já está se aproximando, com o avanço dos modelos analíticos, é da utilização dos dados como ativo, e não mais somente como ferramenta de impulso. Enquadra-se aí a possibilidade de utilização de todas as plataformas de ingestão de dados, estruturação, governança e análise preditiva / prescritiva. Um contexto que torna crucial o surgimento de plataformas como a 4Insights", afirma Carvalho.

Entre as principais tendências para 2018 detectadas pela ST IT Consulting, o executivo destaca as mencionadas abaixo.

Fatores de impulso do Analytics

1) O marketing de alta velocidade (representado pela exploração veloz e em grande massa de dados complexos em múltiplos formatos) começa a atingir a média empresa e a se disseminar pelos mais diversos setores. Na perspectiva de cinco anos à frente, desenha-se a possível commoditização da computação cognitiva;

2) Apelo a soluções preditivas para o embasamento de "forecasting" como requisito praticamente obrigatório, visando-se o ajuste dinâmico e vivo da cadeia de suprimentos para se antecipar à concorrência e conseguir sincronismo com o ciclo de oportunidades;

3) A multiplicação de sensores online e dispositivos móveis, propiciada pelo avanço da IoT (Internet das Coisas), passa a habilitar inúmeras novas classes de dispositivos como fontes de grandes dados para ferramentas destinadas a insights rápidos e ricos;

4) As exigências de compliance e governança irão demandar maior habilidade para processamento de dados inertes ou em movimento como condição de segurança jurídica e da reputação do negócio.

Tecnologias envolvidas

De acordo com Maurício Carvalho, os impulsionadores relatados afetam positivamente as ofertas tecnológicas capazes de responder à necessidade de atendimento aos requisitos suscitados pelas variantes de dados que o mercado costumou nomear como "os três Vs" (Velocidade, Variedade e Volume). Entre estas tecnologias, a ST IT Consulting lista como principais:

1 - Streaming de dados, tais como Kafka, Ni-Fi, AWS Kinesis, Microsoft Stream Analytics, entre outros;

2 - Soluções com capacidade de processamento de grandes dados em nuvem que permitem o acesso em tempo real ou bem próximo disto a informações com múltiplos cruzamentos de fontes heterogêneas e pervasivas. Enfatizando que esta tendência é fortalecida pela utilização de bancos de dados colunares para Data Warehouses, tais como AWS Redshift, Microsoft SQL Server 2016, MariaDb, entre outros;

3 - Na arena dos projetos e implementação de BI/Big Data, deverá se aprofundar o apelo a metodologias de desenvolvimento ágil, combinando-se a facilidade de cooperação TI/Negócios, proporcionada pela formação de células Sprint de desenvolvimento, com a parceria do CDO, CIO, CMO, CFO, CxO no comando das equipes de criação de aplicações analíticas;

4 - Para encurtar o caminho entre a enxurrada de dados e os repositórios centrais em arquitetura Data Warehouse, uma estratégia em ascensão será o emprego de Data Lakes;

5- Em 2018 deve se aprofundar a adesão à estratégia de TI Bimodal para tornar mais ágil e seguro o  desenvolvimento de ambientes integrados de BI e Big Data. Este movimento é essencial para vencer o difícil desafio de ROI e de time-to-market das implementações, que hoje dependem da exaustiva limpeza e remodelagem de dados convencionais para sua inserção nos fluxos de análise veloz;

6 - Deve crescer em 2018 o interesse das equipes de TI por plataformas de aceleração de estruturação e ingestão de dados díspares. A plataforma 4Insights se enquadra neste contexto, combinando diversos dos requisitos acima descritos para dar maior objetividade aos processos de design e implementação e para tornar mais ágil a oferta de dashboards analíticos, bem como para proporcionar a apresentação visual das inúmeras dimensões dos dados para a produção de insights de negócios.

Diante deste cenário, a ST IT Consulting enfatiza a proeminência cada vez maior do gestor (ou especialista) de dados (CDO) na matriz de comando e influência estratégica e administrativa, o que deve estimular o CIO a prosseguir revisando seus conhecimentos e o seu papel na estrutura de planejamento e operação dos negócios.

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BI e Big Data Tue, 12 Dec 2017 00:00:00 +0000