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Caixa inicia seleção de novos vice-presidentes

Caixa inicia seleção de novos vice-presidentes

Decisão segue termos previstos no novo estatuto do banco. Três vices foram destituídos.

A Caixa Econômica Federal decidiu hoje, dia 23, por meio de seu Conselho de Administração, dar início imediato ao processo competitivo de seleção, com apoio de empresa especializada, para todos os cargos de vice-presidente, nos termos previstos no novo estatuto do banco. Este processo de seleção ocorrerá nos próximos 12 meses, conforme comunicado à imprensa divulgado pela instituição.

Conforme previsto no inciso II do artigo 142 da Lei 6.404/76, na Lei 13.303/16, regulamentada pelo Decreto Presidencial 8.945/16, e mediante atribuição de competência pelo novo estatuto da Caixa (inciso XVI do artigo 25), ficou decidida a destituição ad nutum do vice-presidente Corporativo, Antônio Carlos Ferreira; do vice-presidente de Governo, Roberto Derziê de Sant’Anna; e da vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias, Deusdina dos Reis Pereira.

Deliberou-se, ainda, restituir ao cargo o vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital, José Henrique Marques da Cruz, em razão da constatação, em investigações interna e independente, de ausência de elementos suficientes para configuração de sua responsabilidade.

A primeira etapa do processo de seleção abrangerá as vice-presidências Corporativo; Governo; Fundos de Governo e Loterias e Administração e Gestão de Ativos de Terceiros.

Foi aprovado ainda o início do processo de contratação de empresa especializada para rever a estrutura organizacional da Caixa.

Plano de contingência de capital

O banco também informa que aprovou, por meio do seu Conselho de Administração, a atualização do plano de contingência de capital do banco. Essa atualização permite que a instituição assegure o cumprimento das exigências regulatórias e prudenciais previstas no Acordo de Basileia III para os anos de 2018 e 2019.

A Caixa vem implementando medidas visando maior eficiência e otimização do capital. A instituição reduziu despesas, ajustou processos de alocação de capital, aprimorou a gestão da carteira de crédito usando a estratégia do Retorno Ajustado ao Risco (RAROC), ampliou a margem de contribuição de seus produtos e serviços, ajustou o benefício pós-emprego para equacionamento do passivo atuarial e realizou a disseminação da cultura de risco, dentre outras ações. O processo de ajuste é contínuo e permanente, conforme previsto no novo Planejamento Estratégico da Caixa.

O plano de contingência de capital vem sendo implementado desde o início de 2017 com a adoção de medidas para fortalecer a governança corporativa e a gestão da estrutura de capital. Dentre as medidas previstas no plano, destacam-se: a recapitalização pelo Tesouro Nacional dos dividendos a serem pagos pela Caixa relativos aos exercícios de 2017 e 2018; a emissão de instrumentos de dívida perpétua (capital de nível I) no mercado internacional; e a securitização e venda de carteiras de crédito sem retenção de riscos.

Com a atualização do plano, a Caixa, segundo diz, assegura o cumprimento do seu planejamento para 2018, incluindo o orçamento previsto para habitação popular, sem a necessidade da emissão de instrumento de dívida junto ao FGTS.

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