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Brasil ainda encontra dificuldades para crescer, diz KPMG

Brasil ainda encontra dificuldades para crescer, diz KPMG

O país ocupa a 76ª posição no ranking do relatório da consultoria

O Brasil continua mal preparado para crescer, aponta o relatório Indicadores de Promessa de Crescimento, elaborado pela KPMG com base na análise de duas décadas de dados de aproximadamente 180 países.

O país ocupa a 76ª posição no raking do relatório da consultoria. A posição melhorou um pouco em relação a ocupada no ano passado, quando estava em 89º lugar, e em relação a 2017, quando aparecia na 91ª posição.

“Este conteúdo oferece uma visão prática sobre o desempenho dos países em diversos pilares vitais, como estabilidade macroeconômica, infraestrutura e capital humano. Trata-se de um guia de referência para a tomada de decisões estratégicas e a identificação de iniciativas e operações importantes”, explica Mauricio Endo, sócio-líder de governo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A nota atribuída ao Brasil foi de 4,83, quase a metade de que recebeu a primeira colocada, a Suíça (nota 8,63). Com isso, o Brasil está pior posicionado que China (5,71), Rússia (5,70) e África do Sul (5,19), mas melhor posicionado que Índia (4,40).

Outros países que estão à frente do Brasil são República Checa (28ª colocação), Chile (32ª colocação), Uruguai (42ª), Panamá (60ª colocação) e Namíbia (74ª colocação).

A nota final considera pontuações em cada um dos seguintes critérios, com as notas brasileiras indicadas a seguir: estabilidade macroeconômica (3,52), abertura (0,50), qualidade da infraestrutura (5,40), qualidade das instituições (4,45) e desenvolvimento humano (6,15).

O relatório da KPMG revelou ainda que a Suíça permanece no topo da classificação, seguida por Holanda e Cingapura.

Nas demais posições de destaque, estão Luxemburgo e Finlândia, que subiram um lugar em relação ao ano passado e superaram a Noruega.

Há também casos de países menores que estão avançando rapidamente na classificação, caso da Coreia do Sul e dos Emirados Árabes Unidos.

O estudo da KPMG também concluiu que as economias em desenvolvimento continuam progredindo rapidamente.

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