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Pagamentos móveis: ...e quando a bateria acaba na hora do pagamento?

Ernesto Haikewitsch, diretor de marketing da Gemalto para a América Latina Ernesto Haikewitsch, diretor de marketing da Gemalto para a América Latina

Precisamos garantir que as carteiras móveis sejam realmente convenientes e aceitas em todos os lugares

Ernesto Haikewitsch (*) 

Não há dúvida de que, nos próximos anos, o smartphone irá cada vez mais substituir as carteiras convencionais, permitindo que compras e pagamentos de transportes públicos possam ser ainda mais fáceis e seguros, ao mesmo tempo em que melhora a experiência bancária. Entretanto, enquanto isso ainda não é uma realidade, precisamos garantir que as carteiras móveis sejam realmente convenientes e aceitas em todos os lugares.

O crescimento dos serviços móveis permitiu que usuários comecem a usar seus celulares para pagamento de transporte público, mas podemos ter problemas quando a bateria acaba durante o trajeto. Em Londres, por exemplo, alguns passageiros tiveram que pagar pesadas multas quando seus celulares “apagaram”, pois os sistemas do metrô londrino consideraram suas viagens como incompletas, gerando multas de quase 80 libras. Afinal, seus usuários não conseguiam provar o pagamento através do celular!

Por sorte, pelo menos um provedor de pagamentos móveis começou a tratar o problema, através de uma solução inovadora. O Vodafone Wallet já é um dos líderes em carteiras móveis NFC, apoiando pagamentos sem contato.  Em parceria com a PayPal, está lançando um método de pagamento que sequer requer que o celular esteja ligado.

É muito simples: tal qual um cartão bancário sem contato, o cartão NFC SIM no celular armazena, de forma segura, suas credenciais de pagamento e está conectado, de forma igualmente segura, ao chip NFC e à antena do celular, significando que ele pode ser utilizado para pagamentos mesmo quando o celular esteja desligado ou sem bateria. É, atualmente, o único serviço de pagamento móvel que oferece esta solução. 

Enquanto o indicador de nível de bateria na tela do celular ainda é motivo máximo de stress e novas tecnologias ainda não solucionam este problema, as precauções no dia a dia permanecem as mesmas: ativar o “modo de pouca energia” no celular, ter sempre em mãos um (ou mais) carregador portátil e, claro, trazer o cabo e a tomada do celular (lembre-se de nossas tomadas – tropicais – de três pinos quando viajar ao exterior).  

De qualquer forma, o mais relevante ainda é a segurança do pagamento móvel através do NFC, tão seguro quanto o pagamento com um cartão bancário com chip, ao qual já estamos completamente ambientados. Esse tipo de pagamento reutiliza os mesmos mecanismos de segurança lógica e física de cartões com contato e oferece camadas adicionais de segurança endossadas pela maioria dos sistemas de redes de pagamentos.  

As principais características de segurança móvel NFC são os elementos seguros que armazenam a aplicação e dados confidenciais, certificados pelas autoridades de serviços financeiros. Além disso, as plataformas de gerenciamento remoto podem bloquear instantaneamente todas as aplicações móveis, da mesma forma que os cartões bancários podem ser bloqueados a qualquer momento, por solicitação do usuário.

A digitalização da carteira traz inúmeros benefícios, permitindo a seus usuários armazenar credenciais, informações de compra e programas de lealdade em um único e mais seguro local: o celular.

(*) Diretor de Marketing da Gemalto para a América Latina

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