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IGP-10 recua de 0,14% para 0,05% em março

IGP-10 recua de 0,14% para 0,05% em março

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,12%, em março. Em fevereiro, a variação foi de -0,03%.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,05%, em março. A taxa apurada em fevereiro foi de 0,14%. Em março de 2016, a variação foi de 0,58%. A taxa acumulada em 2017, até março, é de 1,07%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou alta de 5,11%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,12%, em março. Em fevereiro, a variação foi de -0,03%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de -0,13%, em março, ante -0,81%, em fevereiro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -6,84% para 4,33%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,31%. No mês anterior, a taxa de variação foi de -0,25%.


O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de -0,16%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,32%. Três dos cinco subgrupos apresentaram recuo na taxa de variação, com destaque para combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 4,08% para -3,24%. O índice de Bens Intermediários (ex),obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de 0,33%. No mês anterior, este índice registrou variação de 0,90%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,07%. Em fevereiro, a taxa foi de -0,56%. Contribuíram para a aceleração do grupo os itens: aves (-8,82% para 0,22%), minério de ferro (2,30% para 4,25%) e leite in natura (0,03% para 5,93%).Em sentido inverso, destacaram-se os itens: mandioca (aipim) (8,78% para -1,85%), café (em grão) (3,02% para -3,03%) e laranja (12,23% para 5,51%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,32%, em março, ante 0,54%, em fevereiro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (2,99% para 0,01%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item cursos formais (5,98% para 0,00%).

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,85% para 0,38%) e Comunicação (0,37% para -0,29%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de ônibus urbano (2,70% para 0,22%) e tarifa de telefone residencial (-0,08% para -1,42%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,35% para 0,64%), Alimentação (-0,01% para 0,11%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,50%), Vestuário (-0,12% para 0,05%) e Despesas Diversas (0,30% para 0,56%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,26% para 2,00%), hortaliças e legumes (-1,46% para 1,66%), medicamentos em geral (-0,03% para 0,22%), roupas (-0,45% para -0,06%) e cigarros (0,00% para 0,66%%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em março, taxa de variação de 0,59%, ante 0,36%, no mês anterior. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,35%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,55%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,79%. No mês anterior, este índice variou 0,19%.

 

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