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Simplic dá dicas para as pessoas evitarem dificuldades financeiras no inverno

Simplic dá dicas para as pessoas evitarem dificuldades financeiras no inverno

Segundo pesquisa do Google, brasileiro tende a aumentar seus gastos em até 10% neste período do ano

De modo geral, o brasileiro tem dificuldades em lidar com as finanças no decorrer do ano. Os gastos com férias, viagens, impostos e despesas escolares dão dor de cabeça para boa parte das pessoas, recebendo maior atenção no orçamento familiar. Mas um momento em especial acaba passando despercebido: o inverno. Parte relevante dos brasileiros acaba se endividando neste período e o reflexo disso acaba por prejudicar as contas no restante do ano.

De acordo com pesquisa conduzida pelo Google, utilizando dados de busca na plataforma e no Youtube, a procura por compras em geral cresce 10% no inverno, enquanto palavras-chave como empréstimo também são mais pesquisadas em relação ao outono. As explicações sobre o que motiva este maior impulso de compra envolvem desde uma mudança comportamental, tendo em vista que o inverno é amplamente relacionado a temas como vestir-se melhor e alimentação mais calórica, até uma alteração da rotina, com as pessoas ficando mais tempo em casa, utilizando dispositivos eletrônicos por períodos mais longos e tendendo a banhos mais demorados.

Para minimizar o impacto na conta bancária do brasileiro, os especialistas da plataforma de crédito digital Simplic reuniram algumas recomendações a serem adotadas neste período do ano.

Cuidado com a conta de luz

De acordo com o levantamento do Google, 80% das pessoas preferem ficar em casa quando está muito frio. Apesar de representar uma economia com alguns gastos, como transporte, isso acaba gerando alguns hábitos que custam caro no fim do mês, especialmente na conta de luz.

O maior vilão de todos é o chuveiro. Ele é um dos equipamentos domésticos de maior potência, consumindo, por exemplo, quase quatro vezes mais do que o ar condicionado, representando até 25% do consumo de energia de uma residência. Em épocas de frio, essa conta pode ficar ainda maior, uma vez que, quando regulado no modo inverno, o chuveiro consome 30% mais energia. Para não sair do orçamento, é essencial evitar banhos demorados.

Ficar em casa também significa maior uso de aparelhos eletrônicos, como televisões, computadores e carregadores de celular. O que muita gente não sabe é que todos esses dispositivos gastam energia quando conectados na tomada, mesmo que desligados. O correto, portanto, é desconectar os aparelhos que não estão sendo utilizados da tomada.

Recicle o guarda-roupa

Todos gostam de ficar bonitos durante o inverno. De acordo com o Google, buscas com os termos “como melhorar a aparência” e “como ser menos feio” são mais buscados na temporada, e vídeos sobre looks têm 60% mais visualizações no Youtube nessa época do ano. É fácil de entender, portanto, por que a demanda por roupas da estação cresce 30% no período.

Como as roupas de inverno costumam ser mais caras, por conta da maior qualidade dos tecidos, renovar o guarda-roupa agora pode não ser uma boa ideia. Se você não conseguiu aproveitar liquidações durante o verão e outono, pense em reutilizar peças antigas ou procurar opções mais em conta em brechós.

Coma mais comidas saudáveis

Legumes e verduras, além de serem melhores para a saúde corporal, ajudam muito o orçamento familiar por serem mais baratos. No entanto, no inverno, esses são os primeiros alimentos a serem excluídos do cardápio de muitas famílias. Enquanto isso, outros itens mais caros passam a fazer parte do menu com frequência, como as pizzas e massas.

Não é à toa que muitas pizzarias chegam a dobrar suas vendas durante o inverno. Afinal de contas, é mais provável pedir uma pizza para acompanhar seu filme ou série favorita do que cozinhar um jantar saudável.

Maneire no cafezinho

O cafezinho faz parte da rotina do brasileiro. Com a chegada do inverno, esse hábito se torna ainda mais comum. Por mais que seja delicioso e adequado para os dias frios, o costume envolve pequenos gastos e esconde uma armadilha. No final da estação, a conta pode estar alta demais. Segundo a Proteste, associação de defesa ao consumidor, o simples fato de pesquisar os preços antes de comprar o cafezinho pode levar a uma economia anual de R$1.098 em São Paulo e R$1372,50 no Rio. E os dias frios dessa época do ano respondem por uma parcela considerável desse valor. Por isso, para não passar um sufoco desnecessário durante o inverno, preste atenção. Pequenas economias podem fazer muita diferença.

 

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