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Lucro do Bradesco foi de R$ 19,024 bilhões em 2017

Lucro do Bradesco foi de R$ 19,024 bilhões em 2017

Resultado representa alta de 11,1% sobre o ano anterior. No quarto trimestre, o total atingiu R$ 4,86 bilhões, um aumento de 1,1% na comparação com o terceiro trimestre e de 10,9% em relação ao mesmo período de 2016.

No ano passado, o Bradesco, segundo maior banco privado do País, teve lucro líquido recorrente de R$ 19,024 bilhões, o que representou uma elevação de 11,1% sobre os R$ 17,121 bilhões contabilizados no ano anterior. Já no quarto trimestre, especificamente, o lucro foi de R$ 4,86 bilhões, alta de 1,1% na comparação com o terceiro trimestre e de 10,9% em relação ao mesmo período de 2016.

O incremento na lucratividade, de acordo com relatório divulgado hoje pela instituição, foi resultante dos resultados com margens financeiras, com o desempenho da área de seguros, previdência e capitalização e com as receitas amealhadas com a prestação de serviços. Por outro lado, tiveram impacto negativo no balanço as despesas com provisões para devedores duvidosos e os dispêndios administrativos.

O lucro contábil no quarto trimestre saltou 31,5% sobre o trimestre anterior, quando o resultado tinha sido afetado pelos custos decorrentes do programa interno de demissão voluntária. O resultado foi beneficiado pelas receitas mais volumosas com crédito, cujo estoque cresceu 1,2% sobre setembro, somando R$ 492,9 bilhões, embora ainda tenha declinado 4,3% no acumulado de 2017.

O aumento das operações com crédito e os melhores ingressos oriundos da tesouraria fizeram a margem financeira avançar 2,9% sobre o trimestre anterior, para R$ 15 bilhões. A qualidade da carteira registrou lenta recuperação, com o índice de inadimplência acima de 90 dias em 4,7%, recuo de 0,1 ponto percentual em três meses e de 0,8 ponto em relação a um ano antes.

A despesa com provisão para devedores duvidosos teve um expressivo incremento de 20,9% em três meses, para R$ 4,62 bilhões, com a revisão de ratings de alguns clientes corporativos.

As receitas com prestação de serviços totalizaram R$ 8,06 bilhões no trimestre, o que significou uma expansão de 3,1% em relação ao trimestre anterior e de 6,9% no comparativo anual.

As despesas de pessoal caíram 3,8% na comparação ano a ano, para R$ 4,88 bilhões, em decorrência do plano de demissão voluntária, que ajudou a reduzir a folha de pagamentos em cerca de 10 mil funcionários. As agências sofreram um corte de 565 unidades em relação a 2016.

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