Finanças - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Thu, 14 Dec 2017 08:07:13 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Fitch eleva perspectiva do rating do Banco Inter de estável para positiva http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6178-fitch-eleva-perspectiva-do-rating-do-banco-inter-de-estavel-para-positiva http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6178-fitch-eleva-perspectiva-do-rating-do-banco-inter-de-estavel-para-positiva Fitch eleva perspectiva do rating do Banco Inter de estável para positiva

Segundo a agência, resultados têm sido influenciados favoravelmente pelo contínuo desenvolvimento do banco digital

A agência de classificação de risco Fitch Ratings revisou de estável para positiva a perspectiva de rating do Banco Inter e reafirmou o rating de crédito corporativo "BBB(bra)", na escala nacional de longo prazo, e "F3 (bra)", na escala de curto prazo.

De acordo com o relatório da Fitch, a revisão reflete a confortável posição de liquidez e capitalização do banco, os benefícios de sua expertise em seu principal produto de crédito (imobiliário) e a qualidade da gestão, com desafios sendo bem administrados e mitigados pela atual posição de caixa e pelo crescimento na base de investidores.

Conforme o relatório, os resultados têm sido positivamente influenciados pelo contínuo desenvolvimento do banco digital, o que tem possibilitado ao Banco Inter se beneficiar da estratégia de venda cruzada de diversos produtos oferecidos, elevando as receitas de serviço e sua capilaridade entre investidores, além de reduzir a dependência de terceiros na distribuição de seus produtos de captação.

O Banco Inter possui mais de 23 anos de mercado e atuação em todo o território nacional. A fim de inovar e democratizar o acesso ao sistema bancário no país, em 2014 criou a Conta Digital Inter, que oferece todos os serviços por meio digital, incluindo a abertura, sem nenhuma cobrança de tarifa.

Atualmente, a instituição conta com uma carteira de crédito de mais de R$ 2,4 bilhões e responde por mais de 1% do segmento de crédito imobiliário no Brasil. Seu patrimônio líquido é de R$ 370 milhões e os ativos totais ultrapassam R$ 3,6 bilhões.

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Finanças Tue, 05 Dec 2017 00:00:00 +0000
Capgemini ganha destaque por suas soluções de finanças e contabilidade http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6153-capgemini-ganha-destaque-por-suas-solucoes-de-financas-e-contabilidade http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6153-capgemini-ganha-destaque-por-suas-solucoes-de-financas-e-contabilidade Capgemini ganha destaque por suas soluções de finanças e contabilidade

Empresa é posicionada no “Winners Circle” do HfS Blueprint Report: Finance & Accounting-as-a-Service

A Capgemini anunciou que está classificada no “Winners Circle” (“Círculo dos Vencedores”, em português) do 2017 HfS Blueprint Report: Finance & Accounting-as-a-Service (“Finanças e Contabilidade como Serviço”). A HfS avaliou 19 provedores de serviços sob os critérios de inovação e execução, nos quais a solução [1]Finance-as-a-stack, da Capgemini, foi reconhecida – plataforma que inclui agora suportes para centralização e planejamento financeiro & análises (FP&A) e controladoria. 

O portfólio foi reconhecido por ser baseado em plataforma e projetado para se integrar à cultura e à abordagem dos clientes, de modo a auxiliá-los a alcançar um modelo ideal de "F&A virtual". A Capgemini também foi reconhecida por seu progresso na definição de uma abordagem mais clara e colaborativa ao incorporar a automação robótica e cognitiva às finanças das empresas usuárias. 

Aruna Jayanthi, líder de Serviços Corporativos e Membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini, afirmou: "Estamos muito encantados por estarmos classificados para o Winners Circle, pela nossa capacidade de oferecer serviços de finanças e contabilidade de nível mundial aos nossos clientes globais. A ampla gama de ofertas de finanças e contabilidade da Capgemini incorpora uma mistura única de inovação alimentada por automação inteligente, para enfrentar os complexos desafios lançados por um ambiente de negócios em constante evolução".

A Capgemini é hoje um dos principais fornecedores de serviços de F&A, suportando jornadas de transformação de clientes em todo o mundo. A oferta de Financing-as-Stack, da Capgemini, combina os principais recursos de BPO-as-a-Service (BPaaS) com expertise em aplicações, infraestrutura e consultoria, o que contribui para aumentar a eficiência do negócio e otimizar processos, para assim alcançar uma real vantagem competitiva no mercado. 

Saiba mais sobre a Capgemini no ranking Winners’ Circle da HfS aqui

 

 

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Finanças Mon, 27 Nov 2017 00:00:00 +0000
B3: volume de operações de notas comerciais triplica em um ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6152-b3-volume-de-operacoes-de-notas-comerciais-triplica-em-um-ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6152-b3-volume-de-operacoes-de-notas-comerciais-triplica-em-um-ano B3: volume de operações de notas comerciais triplica em um ano

Soma movimentada atingiu R$ 20 bilhões até outubro, contra R$ 6 bilhões em igual período do ano passado

Em 2017, o volume de operações de notas comerciais na B3 atingiu R$ 20 bilhões até outubro, soma mais do que três vezes maior do que no mesmo período de 2016, quando registrava R$ 6 bilhões. 

A nota comercial - também conhecida como nota promissória - é um título emitido por companhias como forma de captação de recursos junto a investidores, que possuem o direito de crédito contra ela. 

Uma das características do título é sua emissão como “empréstimo ponte”, forma de a companhia captar recursos entre rodadas de captação de maior prazo. 

Para mitigar o risco de necessidade de caixa, as companhias emitem as notas comerciais, tendo como vantagem a maior rapidez de estruturação deste tipo de operação. 

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Finanças Mon, 27 Nov 2017 00:00:00 +0000
BB cria Unidade de Comércio Exterior para fortalecer atuação no setor http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6127-bb-cria-unidade-de-comercio-exterior-para-fortalecer-atuacao-no-setor http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6127-bb-cria-unidade-de-comercio-exterior-para-fortalecer-atuacao-no-setor Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil

O executivo Thompson Cesar vai comandar a nova unidade, que será formada com base em remanejamentos internos

O Banco do Brasil anuncia a criação de sua Unidade de Comércio Exterior, com o objetivo de aproveitar a experiência no segmento para incrementar negócios e serviços de assessoria às empresas que atuam no mercado internacional.

Na avaliação do BB, a retomada do crescimento econômico passa pelo comércio exterior. E, com a tradição que tem na área, o Banco do Brasil é uma peça importante para fortalecer as empresas brasileiras e estimular as relações comerciais com outros países. Isso contribui para gerar maior dinamismo para toda a economia brasileira e oportunidades negociais.

“Historicamente, sempre tivemos a vocação do comércio exterior. Estamos dando foco ainda maior para esta nossa vocação e avançando no apoio ao setor produtivo, num momento importante para retomada da economia”, afirma o presidente Paulo Caffarelli.

Para comandar a Unidade de Comércio Exterior, foi nomeado Thompson Cesar, que anteriormente ocupava o cargo de superintendente Private Banking do BB e também já foi gerente geral no exterior. O executivo é formado em economia, com especialização em gestão empresarial.

A criação da nova área não representa custos adicionais ao BB. A área será composta por remanejamentos internos.

A Unidade ficará responsável pelas estratégias de negócios internacionais, pelas soluções de produtos e serviços de câmbio e pela consultoria a importadores e exportadores. Também fará a gestão de toda a rede externa de agências do Banco do Brasil.

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Finanças Fri, 17 Nov 2017 00:00:00 +0000
Banrisul alcança lucro líquido de R$ 536,7 milhões até setembro http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6117-banrisul-alcanca-lucro-liquido-de-r-5367-milhoes-ate-setembro http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6117-banrisul-alcanca-lucro-liquido-de-r-5367-milhoes-ate-setembro Banrisul alcança lucro líquido de R$ 536,7 milhões até setembro

Patrimônio líquido atingiu R$ 6,7 bilhões e os ativos totais apresentaram saldo de R$ 71,3 bilhões

O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 536,7 milhões nos nove meses de 2017. O resultado recorrente, que exclui as despesas do Plano de Aposentadoria Voluntária e os efeitos fiscais, totalizou R$ 587,9 milhões, 18,9% acima do apurado no mesmo período de 2016. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio foi de 12,1%.

O desempenho nos noves meses de 2017, frente ao mesmo período do ano anterior, reflete o menor fluxo de despesas de provisão para crédito; a estabilidade da margem financeira; o crescimento, ainda que moderado, das receitas de tarifas e serviços e a elevação das despesas administrativas – estas,  decorrentes do custo variável representado pelo volume de operações da rede de adquirência e da produção de crédito consignado através da promotora de vendas, não constituindo custo fixo, estando relacionadas ao incremento de negócios.

O patrimônio líquido atingiu R$ 6,7 bilhões em setembro de 2017, expansão de R$ 259,0 milhões ou 4,0% em um ano. Os ativos totais apresentaram saldo de R$ 71,3 bilhões em setembro de 2017, crescimento de 5,1% em relação a setembro de 2016, ampliação proveniente, especialmente, do aumento dos depósitos.

Em setembro de 2017, o total de recursos captados e administrados registrou saldo de R$ 60,7 bilhões. Os depósitos totais alcançaram R$ 45,4 bilhões no período, com incremento de 11,2% ou R$ 4,6 bilhões em 12 meses.

O saldo das operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 30,5 bilhões em setembro de 2017, com expansão de 1,1% ou R$ 345,3 milhões nos 12 meses. A carteira de crédito comercial às pessoas físicas, refletindo a estratégia de negócios do Banrisul, apresentou crescimento de R$ 2,5 bilhões ou 18,9% nos 12 meses, alcançando saldo de R$ 15,5 bilhões em setembro de 2017. A evolução foi impactada, especialmente, pelo aumento do crédito consignado.

Rede multibandeira Vero

A Vero, rede multibandeira do Banrisul, encerrou o mês de setembro de 2017 com 130,8 mil unidades de equipamentos POS e Mobile instalados e aptos a receber pagamento eletrônico por meio dos cartões Visa, MasterCard, VerdeCard, Banricompras e BanriCard, e 106,4 mil estabelecimentos credenciados ativos, 8,1% e 4,0%, respectivamente, superiores aos apurados em setembro de 2016.

Nos nove meses de 2017, foram capturadas 194,7 milhões de transações. O volume financeiro transacionado totalizou R$ 16,2 bilhões.

Seguros, previdência e capitalização

A comercialização dos produtos de seguros, títulos de capitalização e previdência privada, registrou um faturamento, nos nove meses de 2017, de R$ 756,4 milhões, crescimento de 26,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. As receitas totais alcançaram R$ 174,7 milhões de janeiro a setembro de 2017.

As operações ativas de seguridade atingiram 2,2 milhões de contratos em setembro de 2017, com incremento de 6,0% em relação a setembro de 2016.

Canais digitais

Nos canais digitais foram efetuadas 183,1 milhões de transações e movimentados R$ 195,3 bilhões, nos nove meses de 2017. Em relação ao mesmo período de 2016, a quantidade de transações apresentou crescimento de 18,8% e o valor movimentado expandiu 2,1%.

Os aplicativos de dispositivos móveis foram destaque no período, com aumento de 86,6% no volume transacionado, resultado da ampliação no uso desses aparelhos, da ênfase em divulgação e da facilidade de operação nos canais digitais.

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Finanças Mon, 13 Nov 2017 00:00:00 +0000
Lucro ajustado do BB cresce 45% até setembro e bate em R$ 7,8 bi http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6108-lucro-ajustado-do-bb-cresce-45-ate-setembro-e-bate-em-r-78-bi http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6108-lucro-ajustado-do-bb-cresce-45-ate-setembro-e-bate-em-r-78-bi Lucro ajustado do BB cresce 45% até setembro e bate em R$ 7,8 bi

No terceiro trimestre, banco lucrou R$ 2,7 bilhões, uma alta de 15,9% frente a igual período do ano passado

O Banco do Brasil divulgou nesta quinta-feira (dia 9) o resultado do terceiro trimestre de 2017, quando obteve lucro líquido ajustado de R$ 2,708 bilhões, valor 15,9% acima daquele registrado no terceiro trimestre de 2016 e 2,2% maior em relação ao segundo trimestre deste ano.

O BB atingiu lucro líquido ajustado de R$ 7,872 bilhões nos primeiros noves meses de 2017, desempenho 45,1% superior a igual período do ano passado, quando o Banco havia registrado lucro líquido ajustado de R$ 5,424 bilhões. O crescimento neste último ciclo foi motivado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

As rendas de tarifas registraram R$ 19,2 bilhões, crescimento de 9,9% em relação aos nove meses de 2016, com destaque para as transações de conta corrente e a administração de ativos.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) foi de 12,3% nos primeiros nove meses do ano. O BB fechou o trimestre com índice de Basileia em 19,15%. Já o capital principal atingiu 10,04% no final do período, ante 9,18% no trimestre anterior.

O banco permanece acima dos níveis mínimos exigidos pela regulação e dá sequência à sua estratégia de reforçar a base de capital elegível para Basileia III, com meta de capital principal de pelo menos 9,5%, a partir de janeiro de 2019. 

Despesas menores

O BB adotou ainda rígido controle das suas despesas administrativas, que acumulam o valor de R$ 23,6 bilhões entre janeiro a setembro deste ano, número 2,7% inferior a igual período de 2016, abaixo da inflação do período e sob controle.

O desempenho das despesas administrativas foi influenciado pela queda de 5,7% na linha de despesas com pessoal, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

A gestão das despesas administrativas permitiu ao BB alcançar índice de eficiência de 38,5% no terceiro trimestre de 2017, ante 38,9% no trimestre encerrado em junho deste ano e 39,7% no terceiro trimestre de 2016. O índice de eficiência mensura quanto o Banco gasta para gerar receita. Por isso, quanto menor o número, melhor o desempenho da instituição financeira.

A linha de despesas com provisão apresentou queda pelo terceiro trimestre consecutivo. No terceiro trimestre deste ano, o BB gerou fluxo de provisão de R$ 6,26 bilhões, número inferior aos R$ 7,48 bilhões do último trimestre de 2016. 

Cartões e consórcios reforçam resultado

Com um patrimônio líquido de R$ 852,3 bilhões e participação de mercado de 22,9%, a BB Gestão de Recursos (BB DTVM) segue na liderança da indústria de fundos de investimentos ao registrar crescimento nominal de R$ 14,4 bilhões em relação ao trimestre anterior. A captação líquida atingiu R$ 57,6 bilhões no acumulado ao ano, com destaque para as categorias renda fixa, previdência e multimercados.

No segmento tradicional de cartões, o volume faturado alcançou R$ 168,3 bilhões, 7,7% superior aos nove meses de 2016. O faturamento total do Banco do Brasil com o negócio cartão alcançou R$ 69,3 bilhões no terceiro trimestre de 2017, resultado 3,5% maior que o mesmo período do ano anterior.

A BB Consórcios fechou os primeiros nove meses deste ano com volume comercializado de R$ 6,6 bilhões, crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas de prestação de serviços com consórcios alcançaram R$ 526,7 milhões em nove meses, crescimento de 33,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento é atribuído à demanda dos clientes por produtos que auxiliem o planejamento financeiro, pelas vendas em canais alternativos, com destaque para negócios realizados via aplicativo para celular, funcionalidade lançada no final de maio deste ano. Também contribuiu para a performance da BB Consórcios a criação de produtos para segmentos.específicos, como clientes alta renda ou produtores rurais. 

Recuo no índice de inadimplência total

A inadimplência das operações acima de 90 dias caiu de 4,11% no segundo trimestre de 2017 para 3,94% no terceiro trimestre deste ano, em movimento que interrompe a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2016.

A carteira de crédito ampliada do BB chegou a R$ 677 bilhões no trimestre, recuo de 2,7% em relação ao período imediatamente anterior. As operações com pessoa física somavam R$ 187,5 bilhões ao final do mês de setembro, alta de 0,9% no comparativo com o trimestre passado. A carteira de crédito da pessoa jurídica atingiu R$ 267,7 bilhões no terceiro trimestre deste ano, volume 3,4% menor em relação ao final do segundo trimestre do ano. 

Crédito ao agronegócio vai a R$ 181 bilhões

O financiamento ao agronegócio encerrou setembro de 2017 com saldo R$ 181 bilhões na carteira ampliada. O montante é 0,6% maior em relação a setembro de 2016.

Destaque para o saldo carteira de crédito rural ampliada, que apresentou crescimento de 5,0% em relação ao trimestre encerrado em setembro de 2016, alcançando R$ 156,5 bilhões.

O Banco mantém-se, historicamente, como principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detinha 60,1% de participação nos financiamentos destinados ao setor em setembro de 2017. 

Recorde nas transações via mobile e internet

As transações via mobile e internet foram responsáveis por 72,1% do total de transações, maior percentual da história. Destaque para o total de 13,1 milhões de usuários do Mobile banking, fruto do aprofundamento da estratégia digital do BB. A meta é chegar a 15 milhões de usuários nesse canal ao final de 2017.

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Finanças Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 +0000
Banco Daycoval registra lucro líquido 58,5% maior em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6107-banco-daycoval-registra-lucro-liquido-585-maior-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6107-banco-daycoval-registra-lucro-liquido-585-maior-em-2017 Ricardo Gelbaum, diretor institucional e de Relações com Investidores do Daycoval

Acumulado dos primeiros nove meses do ano chega a R$ 391,5 milhões. Carteira de Crédito Ampliada atinge os R$ 14,1 bilhões.

O Banco Daycoval, especializado em crédito para empresas, pessoas físicas, câmbio (comércio exterior e turismo) e investimentos, registrou um lucro líquido 59,8% superior no acumulado dos nove meses de 2017, em relação a igual período de 2016. A soma atingiu R$ 391,5 milhões. Se levarmos em consideração somente o lucro líquido do terceiro trimestre, o montante foi de R$ 143,6 milhões, 58,5% a mais na comparação com o ano passado. 

O ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) ficou em 19,9% no fim do terceiro trimestre. No acumulado dos nove meses, esse indicador foi de 18,8%, mantendo-se bem elevado. 

A Carteira de Crédito Ampliada, por sua vez, atingiu os R$ 14,1 bilhões, um crescimento de 4,8% em 12 meses e 1,6% no trimestre. Mantendo a diversificação, os empréstimos para empresas representam 60,7% do total da Carteira. O consignado conta com 35% do montante. Crédito para veículos responde por 3,9% e o 0,4% restante está distribuído em outros produtos.

O Daycoval é um banco pulverizado e diversificado em todas as suas operações. Em setembro deste ano, apenas 5,4% do total da carteira estava concentrada nos 10 maiores clientes. Ao serem considerados os 50 maiores clientes, o índice de concentração fica em 13,4%. 

Um dos fatores que colaboraram positivamente com o resultado das despesas foi a redução das provisões. Durante o terceiro trimestre foi constituída provisão de R$ 91,9 milhões, 48,9% inferior ao segundo trimestre. Ao serem analisados os últimos 12 meses, houve uma melhora de 43,3%.

A Carteira de Crédito está alinhada em prazos e preços com a Captação e atingiu R$ 14,9 bilhões, um crescimento de pouco mais de 10% em um ano. O Daycoval, segundo comunicado ao mercado, entende que uma gestão eficiente se caracteriza por manter posição de caixa elevado e seus prazos de ativos e passivos casados. Além disso, o banco garante contar com um caixa livre de R$ 4,4 bilhões, praticamente 1,5 vez o valor do Patrimônio Líquido, que encerrou o trimestre com R$ 2,9 bilhões.

“Apesar da melhora no Lucro Líquido durante o trimestre, do crescimento na Carteira de Crédito e da redução na provisão para créditos de liquidação duvidosa, continuamos observando com cautela a volatilidade para 2018. Continuamos trabalhando com crescimento sustentável da Carteira, margens elevadas, garantias e prazo curto”, disse o diretor executivo Morris Dayan.  

“Acreditamos que há uma recuperação na confiança das empresas e das pessoas físicas, que já começa a se refletir em nossa Carteira, no entanto, é um movimento que sugere uma melhora gradual. Para estar preparado para qualquer cenário, o Daycoval investe desde 2016 no lançamento de novos produtos, processos, comitês, sustentabilidade, inaugura novas agências e também contrata pessoas. O Banco ampliou sua equipe comercial e investiu em projetos que buscam dar mais conhecimento e qualidade de vida aos colaboradores. Isso faz muita diferença”, complementou o diretor Institucional e de Relações com Investidores do Daycoval, Ricardo Gelbaum.

Patrimônio líquido

Outros indicadores importantes são o Patrimônio Líquido de R$ 2,9 bilhões; Ativos Totais de R$ 23,2 bilhões e Índice de Basileia III de 15,9%. 

Já no que se refere aos ratings (classificação de risco), as notas atribuídas pelas principais agências do mundo, conforme diz a instituição, comprovam o baixo nível de risco e a solidez conquistada nas operações.  

Por fim, a capilaridade no atendimento é outro ponto forte no Banco Daycoval. A companhia conta com 39 agências estabelecidas em 21 Estados, mais o Distrito Federal. Além disso, possui uma agência nas Ilhas Cayman, que representa um instrumento essencial tanto para a Captação de recursos, quanto para a abertura de linhas comerciais e de relacionamento com bancos correspondentes.

No segmento destinado às pessoas físicas, o Daycoval trabalha com promotores terceirizados (principais distribuidores dos produtos de varejo), além de contabilizar 38 lojas Daycred, 33 postos de câmbio (o banco atua, também, por meio de parcerias com operadoras e agências de turismo) e 33 postos Daypag para financiamento de multas a despachantes.

 

 

 

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Finanças Wed, 08 Nov 2017 00:00:00 +0000
Caixa: arrecadação das loterias até outubro supera R$ 10,9 bilhões http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6090-caixa-arrecadacao-das-loterias-ate-outubro-supera-r-109-bilhoes http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6090-caixa-arrecadacao-das-loterias-ate-outubro-supera-r-109-bilhoes Caixa: arrecadação das loterias até outubro supera R$ 10,9 bilhões

Valor representa incremento de 7,2% frente a igual período de 2016

De janeiro a outubro de 2017, as Loterias CAIXA arrecadaram mais de R$ 10,9 bilhões, 7,2% a mais em relação ao mesmo período de 2016. Somente no mês de outubro a arrecadação foi de R$ 976 milhões, com mais de 210 milhões de transações que premiaram 22 milhões de apostas, distribuindo no total R$ 361 milhões em prêmios.

O mês de outubro proporcionou um repasse de R$ 457 milhões a áreas sociais como seguridade social, educação, esporte, segurança pública, cultura e saúde, já incluído o imposto de renda sobre os prêmios, que somados aos demais meses do ano já alcançou R$ 5,2 bilhões.

Os destaques do mês foram a Timemania e a Dupla Sena, com crescimento significativo em relação a outubro de 2016, superando, respectivamente, em 68% e 189% suas vendas. O resultado é fruto de duas grandes premiações: a Dupla Sena ofertou o 2º maior prêmio dos últimos cinco anos no valor de R$ 7,6 milhões, sorteado no concurso nº 1.709, do dia 24/10. Já a Timemania fechou o mês acumulada com um prêmio principal de R$ 19,2 milhões (5º maior ofertado).

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Finanças Sun, 05 Nov 2017 00:00:00 +0000
Banco Inter tem lucro de R$ 32,5 milhões nos primeiros nove meses http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6089-banco-inter-tem-lucro-de-r-325-milhoes-nos-primeiros-nove-meses http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6089-banco-inter-tem-lucro-de-r-325-milhoes-nos-primeiros-nove-meses João Vitor Menin, presidente do Banco Inter

Aumento das receitas com prestações de serviços e diminuição de despesas com provisões contribuíram para o resultado positivo

O Banco Inter encerrou os primeiros nove meses do ano com lucro líquido de R$ 32,5 milhões, aumento de 50,5% em comparação ao mesmo periodo de 2016. No terceiro trimestre, o lucro liquido foi de R$ 10,4 milhões, 8,9% maior que o 3T16. O aumento das receitas com prestações de serviços, que foram 72,7% maiores ao longo de doze meses e 22,9% na comparação trimestral, e a diminuição de despesas com provisões para devedores duvidosos contribuíram para o resultado positivo.

Um grande incremento da base de clientes digitais do Banco Inter também foi registrado nos primeiros nove meses do ano. O número de correntistas no terceiro trimestre de 2017 chegou a 271,1 mil, 5,4 vezes maior que no mesmo período do ano passado. Nos primeiros nove meses, foram abertas 190,7 mil contas, crescimento de 387%. A média de contas abertas ao dia ultrapassou 1.300 no terceiro trimestre e são realizados sete pedidos para abertura de conta por minuto no banco.

O número de transações realizadas via Mobile e Internet banking no 9M17 totalizou 8 milhões, aumento expressivo de 1.863% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O montante transacionado foi de R$ 8,3 bilhões no mesmo período, incremento de 131% em relação ao acumulado nos nove primeiros meses de 2016.

"A estratégia do banco de diversificar suas fontes de receitas e disponibilizar um marketplace completo para os clientes já reflete na melhora de nossas receitas de prestações de serviços que impactaram positivamente no resultado", destaca João Vitor Menin, presidente do Banco Inter.

"Vamos continuar também investindo em usabilidade e experiência digital que são diferenciais do banco. No terceiro trimestre, por exemplo, lançamos o Interpag, um método inovador de fazer transferências e pagamentos entre amigos e estabelecimentos comercias via QR Code", afirma o executivo.

Patrimônio líquido

O Banco Inter registrou no primeiro trimestre patrimônio líquido de R$ 370,4 milhões e ativos totais de R$ 3,5 bilhões. O Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio (ROAE) encerrou o 9M17 em 12,1%, aumento de 3,6 p.p. na comparação com os nove primeiros meses do ano anterior. Já o Retorno sobre Ativo Médio (ROAA) foi de 1,3% nos primeiros nove meses do ano, um incremento de 0,3 p.p.. O banco segue com excelente nível de capitalização, com Índice de Basileia de 16,5%.

As operações de crédito somaram R$ 2,4 bilhões nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 5,7%. A carteira de crédito imobiliário somou R$ 1,3 bilhão e representou 53,4% do total da carteira de crédito. Seguida pelo crédito consignado, que girou R$ 797 milhões, com participação de 33,2%, e pelo crédito para empresas, que totalizou R$ 321,2 milhões, com 13,4%.

O saldo total de recursos investidos por clientes atingiu R$ 5,4 bilhões no encerramento do 3T17, o que demonstra variação positiva anual de 18,4% e de 2,4% no trimestre. O volume de novas aplicações superou a marca de 39 mil no terceiro trimestre de 2017, incremento de 286% na comparação anual. A redução do ticket médio das aplicações diretas, que retraiu 58,3% nos últimos 12 meses, reflete a captação cada vez mais pulverizada do Banco Inter.

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Finanças Sun, 05 Nov 2017 00:00:00 +0000
Executivo destaca importância do controle financeiro nas empresas http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6062-executivo-destaca-importancia-do-controle-financeiro-nas-empresas http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6062-executivo-destaca-importancia-do-controle-financeiro-nas-empresas Bráulio Lalau, CEO da Orbitall

Muito além de observar apenas as contas, atividade está diretamente ligada à produtividade, observa CEO da Orbitall

Há uma máxima no mundo corporativo que destaca que despesas devem sempre ser cortadas. Isso não significa que o gestor deve deixar de assumir riscos ou pensar grande. O fundamental é ressaltar a importância de se manter a eficiência operacional, sabendo direcionar bem os recursos disponíveis e evitando gargalos capazes de prejudicar o crescimento da empresa.

É imprescindível que os executivos e empresários consigam pensar de forma a relacionar controle financeiro e produtividade. Afinal, quanto mais eficiente cada colaborador for no desempenho de sua função, maior será o retorno do investimento que é depositado em cada um desses funcionários.

Quando se trata do ambiente empreendedor brasileiro, a questão da produtividade é um dos principais desafios. Segundo pesquisa recente da organização norte-americana The Conference Board, o brasileiro produz, em média, quatro vezes menos do que o trabalhador americano. Em uma época de retomada econômica, melhorar esse índice é um ponto crucial para que o país e as empresas em geral cresçam de modo sustentável.

“No plano das finanças, a baixa produtividade gera dois empecilhos centrais: redução de entradas devido ao baixo rendimento da hora de trabalho e custos de mão de obra, quando pensamos que, dentro de uma área de atuação, um colaborador produtivo e outro pouco produtivo custam, basicamente, o mesmo investimento para um negócio”, afirma Bráulio Lalau, CEO da Orbitall e especialista em gestão de pessoas.

Com tudo isso, pondera ele, aumentar a eficiência operacional de suas equipes é o grande desafio de um gestor e um dos passos centrais para melhorar o equilíbrio das finanças de um negócio. Entender quais são os gastos da companhia e, consequentemente, quais são as fontes de receita, são aspectos importantes para manter um controle financeiro eficiente. Neste ponto, não basta ter uma visão geral das finanças, é necessário implementar uma análise detalhada da origem de cada despesa e entrada de capital.

Só assim será possível, acrescenta Lalau, identificar que gastos podem ser minimizados ou cortados, sem que haja perda de qualidade operacional e organizacional. Do mesmo modo, será possível identificar melhor quais são as principais fontes de receita e distribuir melhor os recursos. 

“Um controle financeiro só é, de fato, confiável, quando é feito de modo regular e, de preferência, semanalmente. Acompanhe as entradas e saídas para entender se os gastos estão aumentando, por qual motivo e de que modo tais custos devem ser trabalhados”, alerta o executivo.

Hoje em dia é difícil pensar em controle financeiro sem o suporte de soluções inovadoras que auxiliam gestores em ações que vão desde o planejamento orçamentário até o apoio na tomada de decisões. A tecnologia é uma aliada na eliminação de falhas e retrabalho em análises financeiras, aumentando o volume e o potencial dos dados de um negócio.

Além disso, com a automatização de processos operacionais, os gestores ganharam novas armas para superar o desafio da produtividade, podendo concentrar suas equipes em ações que exijam insights, criatividade e estejam mais centradas no core business da empresa. “O que vale ter em mente é que: não importa quanto potencial de crescimento tenha a sua empresa, sem um controle financeiro bem estruturado, você estará abrindo mão de conduzir seu crescimento e brincando com a sorte”, finaliza o especialista.

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Finanças Tue, 17 Oct 2017 00:00:00 +0000