Finanças - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Mon, 28 May 2018 05:15:17 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Banco Central mantém a Selic em 6,50% ao ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6348-banco-central-mantem-a-selic-em-650-ano-ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6348-banco-central-mantem-a-selic-em-650-ano-ano Banco Central mantém a Selic em 6,50% ao ano

Decisão interrompe uma série de 12 reduções seguidas na taxa, iniciada em outubro de 2016

Contrariando expectativas de boa parte do mercado, o Banco Central manteve ontem a taxa básica de juros em 6,50% ao ano. Esperava-se que houvesse um novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, visto que a inflação se vem mantém em níveis baixos. A decisão interrompe uma série de 12 reduções seguidas, iniciada em outubro de 2016, quando a Selic estava em 14,25%.

Em comunicado à imprensa, o BC avaliou que o cenário externo se tornou mais desafiador e vem apresentando volatilidade, em meio ao movimento que levou à forte valorização do dólar nas últimas semanas.

"A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais", observou o banco.

Em nota divulgada logo após a decisão do Copom, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) criticou a decisão: “A manutenção da Selic retardará ainda mais a redução do custo do crédito. Corremos o risco de ver morrer a retomada da economia, num momento em que o Brasil tenta sair de sua pior crise”.

Segundo o documento, “o crescimento ainda é muito frágil - e só vai ganhar força se ficarem em nível razoável os juros para quem quer investir e consumir. Crédito caro joga contra o país. Chega de engolir o sapo dos juros mais altos do mundo!”

 

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Finanças Thu, 17 May 2018 00:00:00 +0000
BV, marca de varejo do Banco Votorantim, é reposicionada no mercado http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6347-bv-marca-de-varejo-do-banco-votorantim-e-reposicionada-no-mercado http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6347-bv-marca-de-varejo-do-banco-votorantim-e-reposicionada-no-mercado BV, marca de varejo do Banco Votorantim, é reposicionada no mercado

Iniciativa busca refletir a atual diversidade das soluções ofertadas aos clientes pela instituição

Estar mais perto de seus clientes como parceira na realização de suas conquistas. É com este mote que a BV inicia 2018, trazendo seu novo posicionamento de marca, com a assinatura "crédito para quem acredita".

A nova assinatura também substituirá o termo "Financeira" do logotipo, usado desde a sua criação. Essa exclusão vai ajudar a refletir a atual diversidade de soluções ofertadas pela BV - como seguros, cartão de crédito, financiamento estudantil e solar, por exemplo -, reforçando a positividade do apoio e parceria na realização das conquistas de milhões de brasileiros.

"Somos líderes no setor de financiamento de veículos usados no Brasil e há mais de 20 anos temos uma forte relação de parceria com lojistas e correspondentes bancários para concessão de crédito. Já evoluímos em nossas frentes digitais para o cliente final, proporcionando visão única dos produtos contratados em um único ambiente e, a partir de agora, queremos demonstrar a positividade da tomada do crédito para viabilização de conquistas", contou a gerente executiva de Marketing do Banco Votorantim, Claudia Furini.

Transformação digital

Para que a proposta de valor da BV e os diferenciais da marca sejam vivenciados pelo cliente final, o Banco Votorantim trabalhou nos últimos dois anos em um intenso processo de transformação digital e diversificação do seu portfólio de soluções de crédito.

A empresa está apostando em novas parcerias e realizando investimentos em fintechs, além de ter destinado recursos em iniciativas internas para transformação digital, como a estruturação de uma área de Ciência de Dados e, recentemente, a criação do BV Lab, o laboratório de inovação do banco.

Nessa iniciativa, a companhia fez parcerias estratégicas com relevantes fintechs brasileiras, como GuiaBolso e Neon, além inovar com a oferta de Financiamento Estudantil com a Ideal Invest e a Kroton. Também lançou o financiamento para aquisição de placa de energia solar residencial com o Portal Solar, maior marketplace digital do setor.

Por meio do Fundo BR Startups, ligado à Microsoft, fez um aporte de R$ 1 milhão na QueroQuitar!, uma fintech de negociação online de dívidas e educação financeira que já ajudou milhares de pessoas a resolverem suas pendências financeiras.

Estudos e entrevistas

O projeto de reposicionamento da marca, definição de atributos e diferenciais, teve como etapa chave estudos profundos e entrevistas com clientes finais. A nova fase da BV passa, inclusive, pela transformação da cultura do negócio para trazer o cliente para o centro. A empresa atua na busca contínua pela melhoria das experiências e desenvolvimento de produtos, embasada na compreensão das necessidades de seus clientes finais.

"Se o cliente deseja planejar sua viagem de férias, garantir a sua entrada universidade ou de seus filhos, comprar seu próximo carro ou até mesmo tirar do papel aquele negócio que já está bem planejado e precisa de acesso financeiro, ele pode contar com a BV para realiza-los", explicou Claudia.

Para garantir o sucesso nessa nova fase, colaboradores e parceiros estão sendo envolvidos para que o posicionamento permeie todos os pontos de contato da marca. "Engajamos todas as áreas do Banco Votorantim, pois sabemos da importância de garantir um discurso alinhado para entregar nosso posicionamento em todas as interações que temos com nossos clientes finais", reforça Claudia.

Desenvolvida pela agência W3haus, dos sócios Tiago Ritter, Chico Baldini, Alessandro Cauduro e Rodrigo Cauduro, a nova campanha veiculará, até o fim de dezembro, filmes em canais de TV aberta e meio digital, além de peças em redes sociais, internet e mídias exterior.

Peças publicitárias seguem anexadas

Link para a campanha em vídeo

https://www.youtube.com/watch?v=24aXaolmyU8  

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Finanças Mon, 14 May 2018 00:00:00 +0000
Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6336-lucro-liquido-ajustado-do-bb-atinge-r-30-bi-no-primeiro-trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6336-lucro-liquido-ajustado-do-bb-atinge-r-30-bi-no-primeiro-trimestre Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre

Crescimento do resultado foi de 20,3% frente a igual período do ano passado, devido ao aumento das receitas com tarifas e à contenção de despesas com provisões e com a administração

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,0 bilhões no primeiro trimestre de 2018, crescimento de 20,3% em relação ao 1T17. O resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) aumentou para 13,2%, o que reforça o compromisso com o aumento da rentabilidade.

A contínua busca de eficiência, na avaliação do banco, tem possibilitado a manutenção do controle das despesas administrativas, que tiveram queda de 5,8% em relação ao último trimestre de 2017.

Com o desenvolvimento da estratégia digital e o avanço na reorganização institucional, o Banco do Brasil encerrou março com 588 agências digitais e especializadas, crescimento de 31% na comparação com março do ano passado.

O número de funcionários em agências e escritórios digitais teve reforço de 4.465 colaboradores na visão anual, fechando março com 9.428 dedicados aos segmentos Estilo e Exclusivo.

O índice de eficiência alcançou 38,5% no 1T18, ante 39,3% no 1T17. Este indicador mede quanto o banco gasta para gerar receita.

O índice de inadimplência (INAD+90) apresenta queda pelo terceiro trimestre consecutivo, com 3,65% ao final do 1T18. A melhora da qualidade do crédito provém especialmente no segmento de pessoas jurídicas. Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retorna ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%).

Como resultado, as despesas com provisões tiveram nova queda no trimestre, totalizando R$ 5,4 bilhões.

Crédito ao agronegócio em crescimento

A carteira ampliada de agronegócio do BB atingiu R$ 184,7 bilhões no primeiro trimestre, aumento de 2,6% ante R$ 180,1 do 1T17. Destaque para operações de crédito rural (crescimento de R$ 9,7 bilhões) e FCO Rural (R$ 3,8 bilhão) em 12 meses. O Banco mantém-se, historicamente, como o principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detém, em março de 2018, 59% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

Além disso, o BB, segundo afirma em seu balanço, permanece na vanguarda e mantém protagonismo no setor, oferecendo praticidade e agilidade nas contratações. Apenas em 2018, mais de R$ 1 bilhão de crédito foi contratado via mobile.

A carteira PF orgânica atingiu R$ 177,2 bilhões, alta 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para o crédito consignado com crescimento de 8,2% e o financiamento imobiliário que aumentou 6,8%.

Receita com tarifas crescem 5,4%

Resultado da diversificação e oferta assertiva de produtos e serviços, as rendas com tarifas alcançam R$ 6,5 bilhões no primeiro trimestre de 2018, 5,4% maior em relação ao mesmo período de 2017. Destaque para as linhas:

-  Administração de fundos (9,7%), reflexo da elevação dos recursos administrados que passaram de R$ 798,7 bilhões em mar/17 para R$ 906,8 bilhões em mar/18, alta de 13,5% em 12 meses;

-  Conta corrente, com aumento de 9,1% em 12 meses, resultado da especialização do atendimento;

- Mercado de capitais, com aumento de 34,2% se comparado com 1T17 e;

- Consórcios, com crescimento de 28,1% na comparação com o 1T17.

Transações via mobile e internet

As transações realizadas por telefones celulares e internet continuam em constante crescimento, representando 74,5% do total. Houve também aumento de 3,9 milhões de clientes que utilizam o Mobile banking.

Em abril/2018, o BB atinge 1,9 milhão de clientes nativos digitais, ou seja, clientes que iniciaram o relacionamento com o Banco por meio de abertura de Conta Fácil, desde novembro de 2016. Para 2018 o desafio é atingir 3 milhões de clientes digitais. O Banco do Brasil ficou listado na 49ª colocação entre os 100 maiores líderes mundiais em sustentabilidade corporativa, segundo o ranking Global 100, durante o Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, na Suíça.

A listagem é feita com a análise prévia de cerca de 6 mil empresas e o BB foi o Banco melhor posicionado no ranking entre os bancos brasileiros, resultado que, de acordo com a instituição, representa um reconhecimento de importância internacional em se tratando de sustentabilidade empresarial corporativa.

 

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Finanças Fri, 11 May 2018 00:00:00 +0000
Lucro líquido do Daycoval aumenta 35% no primeiro trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6335-lucro-liquido-do-daycoval-aumenta-35-no-primeiro-trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6335-lucro-liquido-do-daycoval-aumenta-35-no-primeiro-trimestre Lucro líquido do Daycoval aumenta 35% no primeiro trimestre

Montante foi de R$ 165,4 milhões no período. Na comparação com o quarto trimestre de 2017, o aumento foi de 27%.

O lucro líquido do Banco Daycoval – instituição financeira especializada em crédito para empresas, pessoas físicas, câmbio (comércio exterior e turismo) e investimentos – foi de R$ 165,4 milhões no primeiro trimestre deste ano. O montante é 35,2% superior ao registrado em igual período do ano passado. Ao se comparar o lucro líquido do primeiro trimestre com o do quarto trimestre de 2017 (R$ 130,0 milhões), o incremento foi de 27,2%. 

A instituição financeira, que comemora os seus 50 anos em 2018, contabilizou Carteira de Crédito Ampliada de R$ 15,7 bilhões no primeiro trimestre, 16,6% acima nos últimos 12 meses. Do total da Carteira de Crédito Ampliada do Daycoval, 64,6% são de operações para empresas de pequeno, médio e grande portes. O crédito pessoal e consignado ficam com 31,4%. O crédito para veículos responde por 3,8% do total. Os 0,2% restantes estão divididos entre outros produtos. 

Alinhada com a carteira, a captação encerrou o acumulado dos três primeiros meses de 2018 em R$ 15,7 bilhões, uma variação positiva de 2,8% em comparação com igual período de 2017. 

Em abril de 2018 foi concluída a 6ª Emissão Pública de Letras Financeiras do banco, de R$ 500,0 milhões, com demanda de aproximadamente R$ 1,6 bilhão. “Nessa operação tivemos ampla pulverização de investidores e redução do custo de captação. Ela irá ajudar o Daycoval não somente a diversificar sua base de captação, mas também a alongar o prazo médio das operações”, afirmou o diretor Institucional e de Relações com Investidores do Daycoval, Ricardo Gelbaum. 

Solidez e estrutura de atendimento

Alguns indicadores que comprovam, segundo o balanço divulgado, a solidez do Banco Daycoval e que também tiveram um bom desempenho no acumulado dos três primeiros meses de 2018 foram:

- Patrimônio líquido: R$ 3,1 bilhão | Crescimento de 14,1%

- Ativos totais: R$ 24,1 bilhões | Crescimento de 7,8%

- Margem financeira líquida (NIM-AR): 13,6% | 2,2 pontos percentuais acima

- Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE): 21,8% | 3,5% pontos percentuais acima

- Índice de Basileia III: 16,1%

- Índice de Eficiência: 28,3%

Outro ponto positivo, na avaliação do balanço, é a estrutura de atendimento do Banco Daycoval, com 144 pontos distribuídos em 21 Estados mais o Distrito Federal. São 39 agências comerciais especializadas no atendimento a empresas, 38 lojas Daycred, 34 postos de câmbio turismo Daycoval Câmbio e 33 postos Daypag para despachantes. 

“Permanecemos cautelosos em relação à recuperação da economia e vemos 2018 ainda com muitos desafios para o País. Vamos continuar trabalhando com provisão adequada, diversificação da carteira e solidez nas garantias”, finalizou o diretor executivo Morris Dayan.

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Finanças Thu, 10 May 2018 00:00:00 +0000
CSU lucra R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6332-csu-lucra-r-81-milhoes-no-primeiro-trimestre-de-2018 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6332-csu-lucra-r-81-milhoes-no-primeiro-trimestre-de-2018 CSU lucra R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018

Foi aprovado pagamento de R$ 18,1 milhões, entre juros sobre capital próprio e dividendos, representando payout de 40% sobre o lucro líquido de 2017

A CSU, empresa que atua no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou um lucro líquido de R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018 (1T18) e EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 21,1 milhões. No mesmo período, a receita bruta da companhia foi de R$ 120,5 milhões e receita líquida de R$ 108,5 milhões.

De acordo com o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite, este foi o primeiro período após a finalização de contratos em processamento de cartões e contact center com o Banco BMG. Com isso, a companhia registrou queda de 2,5% do lucro líquido na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo Leite, a empresa segue capitaneando oportunidades comerciais e evoluindo em suas linhas de negócios, colhendo os frutos dos acertos estratégicos implementados nos últimos anos.

"Nesse trimestre, a CSU conquistou novos contratos em todas as divisões que compõem a CardSystem, capturou oportunidades de up-sell e cross-sell entre as quatro Divisões e obteve êxito nos processos de renovação de contratos. Acreditamos que os próximos meses ainda serão desafiadores. Confiamos na superação desse período com segurança e com uma entrega consistente de resultados", afirma.

A CardSystem, divisão responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o 1T18 com 18,8 milhões de cartões cadastrados e 15,0 milhões de cartões faturados, com mais de 600 mil cartões adicionados à base no período. Além do desenvolvimento de novas soluções para diferentes formas de pagamento, foram empregadas novas tecnologias junto ao processamento dos meios tradicionais de pagamentos – empreendendo todo potencial inovador das tecnologias oferecidas pela plataforma CSU.Digital – com comprovada demanda dada a contratação da plataforma pela maioria dos clientes dessa Divisão.

Na MarketSystem, divisão provedora de soluções de marketing de relacionamento, programas de fidelidade (loyalty) e incentivo e e-commerce, o volume financeiro transacional foi de R$ 53,2 milhões, com crescimento de 19,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, favorecido pela retomada do consumo na economia e pela sazonalidade do período.

No início de 2018, a MarketSystem ampliou seu escopo de atuação para programas de incentivos B2B. O objetivo da nova estratégia adotada pela MarketSystem é oferecer ao mercado tecnologia para que os clientes tenham à sua disposição uma plataforma flexível, parametrizável e customizada com a identidade da sua empresa para engajar seus colaboradores e parceiros no atingimento de metas, trabalhando a motivação da equipe e recompensando o êxito no resultado com pontos para troca no catálogo de prêmios, que possui milhares de produtos, entre eles, diversas companhia aéreas, hotéis, pacotes de viagem, experiências e serviços.

"Firmamos contrato com cliente do setor financeiro para o desenvolvimento do seu programa de incentivo. Ainda nesse trimestre, lançamos o OPTe+ Viagens, a nova opção de resgate para base de clientes do programa BR Premmia, e realizamos parceria para implantação do projeto Trânsito Mais Gentil com o objetivo de reconhecer, com pontos OPTe+, os melhores motoristas clientes da Porto Seguro", conta Ricardo Ribeiro Leite.

Mercado de terceirização

Já a Divisão ITS, especializada na terceirização de serviços de TI, segue focada em sua consolidação no mercado de terceirização de TI e Cloud Computing, firmando, recentemente, o contrato a SMC Pneumática, líder mundial no mercado de equipamentos pneumáticos para prestação de serviços de Contingência (Disaster Recovery as a Service).

Por fim, a CSU Contact, Unidade especializada na prestação de serviços de atendimento ao consumidor, encerrou o primeiro trimestre do ano com uma média de 2.131 posições de atendimento (PAs) faturadas, uma expansão líquida de 17 PAs na comparação com o 4T17.

Nesse trimestre, a Unidade implantou novo produto de televendas na Edenred (Ticket), fornecedor global de soluções transacionais para empresas, empregados e comerciantes. Já com a Claro Brasil, renovou contratos comerciais e aumentou a participação no e-commerce e na linha de recuperação de crédito. "Temos boas perspectivas para essa Divisão nos próximos meses, bem como a ampliação de operações já existentes da base de clientes CSU", finaliza Ricardo Ribeiro Leite.

No 1T18, a companhia realizou investimentos no montante de R$ 12,2 milhões, superior em 24,4% em relação ao 1T17 e em 12,2% em relação ao 4T17.

Os investimentos seguem com maior predominância na Divisão CardSystem, dada a maior necessidade de alocação de capital com as customizações e desenvolvimento do software utilizado para o processamento de cartões e, mais recentemente, com a plataforma CSU.Digital para instituições financeiras e varejistas de todos os portes que tenham como meta o fornecimento de produtos e soluções digitais voltados às necessidades do seu cliente.

Nos últimos trimestres, houve aumento gradativo da participação de investidores estrangeiros no capital que, ao final de março de 2018, representavam 17,9% do free-float da Companhia (+4,9 p.p. YoY). A maior participação de acionistas estrangeiros, aliada à entrada da CSU em novos índices – desde setembro de 2017, passou a integrar o SMLL (Índice Small Cap) e o IBRA (Índice Brasil Amplo) –, reflete o trabalho de ampliar relevância no mercado de capitais brasileiro.

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Finanças Tue, 08 May 2018 00:00:00 +0000
Caixa tem lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6305-caixa-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-125-bilhoes-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6305-caixa-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-125-bilhoes-em-2017 Caixa tem lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões em 2017

Desempenho foi 202% superior ao de 2016. Resultado recorrente atinge R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses

Em 2017, a Caixa alcançou lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões, 202,6% superior ao registrado em 2016. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses, e também superou o melhor resultado já alcançado pelo banco. Esse resultado gerou retorno sobre o patrimônio líquido recorrente de 12,9%, crescimento de 6,3 p.p. em 12 meses.

O resultado operacional recorrente alcançou R$ 10,4 bilhões em 2017, avanço de 157,1% em 12 meses, influenciado pelo crescimento da margem financeira em 14,1%, pela redução nas despesas com Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) em 4,2%, pelo avanço nas receitas com prestação de serviços em 11,5% e pelo controle das despesas administrativas e de pessoal.

O índice de inadimplência encerrou o ano com redução de 0,6 p.p em 12 meses, alcançando 2,25%, significativamente abaixo da média de mercado, de 3,25%, influenciado pela estratégia de melhoria da gestão de riscos da Caixa.

Ao final de 2017, a carteira de crédito do banco alcançou saldo de R$ 706,3 bilhões, apresentando leve redução de 0,4% em 12 meses, e manutenção da participação de mercado em 22,4%. Esse desempenho ocorreu devido à retração de 15,3% na carteira comercial e foi compensado pelo crescimento de 6,3% das operações de habitação e 5,2% das operações de saneamento e infraestrutura. Essas evoluções estão em linha com o Plano de Capital da Empresa.

Em dezembro, a Caixa possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, avanço de 1,9% em 12 meses, com destaque para os ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, aumento de 0,4% em 12 meses. O retorno recorrente sobre o ativo avançou 0,3 p.p. em 12 meses, totalizando 0,7% no final do ano.

Prestação de serviços

As receitas com prestação de serviços cresceram 11,5% em 2017, totalizando R$ 25,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de conta corrente, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 31,0%, 21,7% e 7,4% em 12 meses.

As outras despesas administrativas recuaram 2,3% em 12 meses, totalizando R$ 11,9 bilhões. Foi a primeira vez na história do banco em que ações de eficiência geraram redução dessas despesas entre os exercícios.

As despesas de pessoal alcançaram R$ 22,4 bilhões no ano, avanço de 6,6% em 12 meses, impactadas pelo acordo coletivo e pelos planos de demissão voluntária, que geraram despesas não recorrentes de R$ 863,0 milhões, com o desligamento de 7 mil empregados.

Com esse desempenho, o índice de eficiência operacional recorrente alcançou 49,8%, melhora 2,3 p.p. em 12 meses. O índice de cobertura de despesas administrativas alcançou 72,9%, melhora de 5,3 p.p, e o índice de cobertura de despesa de pessoal somou 111,6%, avanço de 4,8 p.p. em 12 meses.

A fim de cumprir os requerimentos mínimos de capital, conforme exigências do Acordo de Basileia III, a Caixa tem implementado medidas para reforço da sua estrutura de capital, como a redução de despesas, ajuste dos processos de alocação de capital, utilização da métrica do Retorno Ajustado ao Risco no Capital (RAROC) para gestão da carteira de crédito, e disseminação da cultura de risco, entre outras.

Com isso, o índice de Basileia atingiu 17,7%. O índice de Capital Principal e o de Nível I marcaram 11,2%, mantendo-se acima do mínimo exigido de 6,0% e 7,5%, respectivamente. Os Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) totalizaram R$ 529,5 bilhões em dezembro de 2017, redução de R$ 44,6 bilhões. O patrimônio líquido avançou 12,2% em 12 meses, e atingiu R$ 71,4 bilhões.

A carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 431,7 bilhões, aumento de 6,3% em 12 meses. Os créditos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) representam R$ 237,6 bilhões. As operações de crédito com recursos da Caixa (SBPE) apresentam saldo de R$ 194,1 bilhões. A instituição ganhou 2,1 p.p. de participação no mercado imobiliário, mantendo a liderança, com 69% de participação.

O saldo da carteira de saneamento e infraestrutura alcançou R$ 82,7 bilhões em dezembro, alta de 5,2% em 12 meses. Esse segmento continua a ser estratégico para o banco por contribuir para o avanço no desenvolvimento econômico do País, gerando emprego e renda.

Benefícios sociais

Em 2017, foram pagos cerca de 158,4 milhões de benefícios sociais, correspondendo a R$ 28,7 bilhões. Somente o Bolsa Família pagou cerca de 153,8 milhões de benefícios no período, totalizando R$ 27,8 bilhões.

Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a Caixa foi responsável por realizar 292,3 milhões de pagamentos de benefícios, que totalizaram R$ 313,7 bilhões, entre eles o Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS, que corresponderam a R$ 52,0 bilhões.

O banco também realizou 71,7 milhões de pagamentos de aposentadorias e pensões a beneficiários do INSS, que totalizaram R$ 94,7 bilhões.

A arrecadação do FGTS atingiu R$ 123,5 bilhões e os saques, R$ 166,9 bilhões, incluindo R$ 44 bilhões de saques das contas inativas.

Pela primeira vez, em 2017, metade do lucro alcançado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2016 foi creditado nas contas dos trabalhadores. Foram distribuídos o total de R$ 7,3 bilhões para 88 milhões de trabalhadores.

A remuneração do FGTS em 2016 alcançou 7,14% e foi superior aos principais índices de inflação, sendo o IPCA 6,28% e o INPC 6,58%.

Após a apuração final do Resultado de 2017, metade do lucro será novamente distribuído aos trabalhadores.

Ao final de dezembro, a Caixa possuía 88 milhões de correntistas e poupadores, dos quais 85,3 milhões de pessoas físicas e 2,7 milhões de pessoas jurídicas.

A rede do banco detém 56,9 mil pontos de atendimento. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 22,7 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 30 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento em todo o país.

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Finanças Wed, 28 Mar 2018 00:00:00 +0000
Accesstage e Brink's lançam joint venture http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6302-accesstage-e-brink-s-lancam-joint-venture http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6302-accesstage-e-brink-s-lancam-joint-venture Celso Sato, presidente da Accesstage

Meta é oferecer ao mercado soluções na gestão financeira, de numerário e de prevenção a fraudes

A Accesstage, empresa especialista em soluções de intercâmbio de dados financeiros e com expertise de mais de 16 anos em conciliação de pagamentos e recebimentos, e a Brink´s, que atua globalmente nas áreas de segurança e logística de valores, unem tecnologias e conhecimento em uma joint venture. A iniciativa lança no mercado a Trustion, nova empresa provedora de soluções financeiras e de tecnologia, que nasce a partir de um investimento aproximado de US$ 10 milhões, com equipe de executivos dedicada e endereço físico para início das operações.

O primeiro produto da empresa será focado na conciliação de recebíveis em cartões com a grande novidade do mercado de conciliação de numerário e cheques. A nova solução vai permitir a gestão de incidentes junto aos fornecedores (pontos de venda, financeiro das empresas, adquirentes e transportadoras), o que, hoje, representa um gap entre as empresas varejistas, causando possíveis perdas de valores durante todo o processo.

A Brink´s buscava no mercado uma empresa com know-how em tecnologia e conectividade financeira para apoiá-la na nova solução, gerando assim uma conciliação de ponta a ponta. Encontrou na Accesstage essa expertise, com mais de 120 mil CNPJs conectados e mais de 80 bancos homologados em sua carteira de parceiros.

Juntas, criaram a Trustion, que realizará toda a gestão financeira, desde os pontos de venda do cliente, parceiros de negócios (adquirentes e bancos), transporte de valores com segurança, até a garantia de depósito com exatidão na conta do cliente. 

"A tecnologia, os processos e o conhecimento adquirido ao longo de mais de 16 anos fizeram da Accesstage a escolha certa como parceiro para oferecer ao mercado uma solução inovadora que trará inúmeros benefícios ao varejo. Trata-se de um gigante no negócio de conciliação", explica Fernando Sizenando, presidente da Brink´s. 

"A experiência da Brink's, empresa de tradição de mais de 150 anos no mercado de segurança e transporte de valores, foi primordial para a idealização de uma empresa completa para atender este mercado ainda não explorado", assinala Celso Sato, presidente da Accesstage. 

"Vamos consolidar a empresa no mercado nacional, mas já enxergamos um forte potencial para replicar o modelo de negócio também fora do Brasil, aproveitando a penetração da Brink´s em mais de 100 países, contando com mais de 4.000 clientes espalhados pelo Brasil", acrescenta Sizenando.

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Finanças Fri, 23 Mar 2018 00:00:00 +0000
Banco Sofisa atinge lucro líquido de R$ 90 milhões no ano passado http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6280-banco-sofisa-atinge-lucro-liquido-de-r-90-milhoes-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6280-banco-sofisa-atinge-lucro-liquido-de-r-90-milhoes-em-2017 Banco Sofisa atinge lucro líquido de R$ 90 milhões no ano passado

Resultado foi conquistado principalmente pelo aumento da receita de crédito e redução da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD)

Com um crescimento de 18,9% em relação a 2016, o lucro líquido do Banco Sofisa em 2017 foi de R$ 90,16 milhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio de 12,46%, 1,56 p.p. maior que em 2016. 

A carteira de crédito apresentou, segundo avalia a instituição, sólidos indicadores. Além do crescimento de 13,9% em relação a 2016, houve melhora de 0,3 p.p. no índice de créditos vencidos e redução de 0,5 p.p. na relação PDD/Carteira Total. 

O Índice de Basileia atingiu 18,41% em dezembro 2017, com base de capital totalmente composta de Capital Principal Nível 1 ("Core Tier 1"). 

"Estamos muito satisfeitos com a evolução dos nossos negócios. Todos os indicadores do banco apresentaram melhoras significativas neste exercício. Crescemos o volume emprestado e nossa carteira de créditos mostrou indicadores de qualidade bem superiores aos nossos pares. Implantamos novas funcionalidades em nossa operação digital, o Sofisa Direto, e temos observado um crescimento expressivo da base de clientes", afirma Alexandre Burmaian, presidente do banco. 

Seguem abaixo os principais destaques do balanço divulgado hoje:

o O Lucro Líquido atingiu R$ 90,2 milhões em 2017, com crescimento de 18,9% em relação ao ano de 2016. 

o O Retorno sobre o Patrimônio Líquido foi de 12,46% em 2017, aumento de 1,56 p.p. em relação ao ano de 2016. 

o Crescimento de 13,9% da carteira de crédito em relação a 2016, atingindo R$ 2.739 milhões em 2017.  

o A Margem Financeira atingiu 7,6% em 2017, expansão de 0,4 p.p. em relação ao ano de 2016.

o A Carteira de Crédito apresentou sólidos indicadores: o índice de créditos vencidos acima de 90 dias atingiu 0,2% da carteira de crédito total em dezembro 2017, correspondendo a uma melhora de 0,3p.p. em relação a dezembro 2016. O índice de PDD/Carteira Total fechou o ano de 2017 em 1,8%, ou seja, uma redução de 0,5 p.p. em relação ao ano de 2016. Em dezembro 2017, cerca de 97,1% da Carteira de Crédito estava classificada com ratings entre A a C.

o O Índice de Basileia atingiu 18,41% em dezembro 2017, com base de capital totalmente composta de Capital Principal Nível 1 ("Core Tier 1")

 

 

 

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Finanças Thu, 01 Mar 2018 00:00:00 +0000
Banrisul contabiliza lucro líquido recorde de R$ 1,05 bilhão em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6274-banrisul-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-105-bilhao-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6274-banrisul-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-105-bilhao-em-2017 Banrisul contabiliza lucro líquido recorde de R$ 1,05 bilhão em 2017

Resultado foi 59,6% acima do registrado em 2016, refletindo a estabilidade da margem financeira, menores despesas de provisão e crescimento das receitas de tarifas e serviços

O Banrisul anunciou o maior lucro líquido consolidado de sua história: R$ 1,05 bilhão em 2017, resultado 59,6% acima do de 2016.

A apresentação do balanço anual do Banrisul, que ocorreu na sede do banco, em Porto Alegre, contou com a presença do governador do Estado, José Ivo Sartori; de secretários estaduais e da diretoria do Banrisul.

O governador salientou que o desempenho da instituição contribuiu para impulsionar o cenário econômico e, principalmente, projetos locais. “O Banrisul sempre foi parceiro das comunidades e dos municípios. Está presente em 93% das cidades gaúchas e segue apoiando as gestões municipais e todos os empreendedores para que continuem crescendo e gerando mais emprego e renda. Nesse sentido, vale dizer que o Banrisul é o principal financiador da construção civil, que tanto contribui para a oferta de vagas de trabalho. O Rio Grande do Sul tem uma economia forte, diversificada e moderna”, frisou.

Para o presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Mota, o desempenho recorrente registrado em 2017, frente ao ano de 2016, reflete a estabilidade da margem financeira, o menor fluxo de despesas de provisão e o crescimento, ainda que moderado, das receitas de tarifas e serviços. Parte do aumento das despesas administrativas está relacionada ao incremento nos negócios.

“Com a retomada gradual do crescimento econômico, o Banrisul consolidou importantes projetos e conquistou excelentes resultados. Iniciamos 2018 com a indicação de que teremos êxitos ainda maiores”, enfatizou Gonzaga Mota.

Ele lembrou que, em suas nove décadas, o Banrisul vem reafirmando sua crença nos sonhos dos gaúchos e no crescimento econômico, social e cultural do Rio Grande. “Afinal, é isso que faz do Banrisul o grande banco do Sul, cada vez mais eficiente, moderno e sustentável”.

Durante a divulgação do resultado financeiro do Banrisul, foi instalada uma placa comemorativa para registrar a marca histórica do lucro líquido do Banco.

Os principais números

O resultado recorrente do banco totalizou R$ 911,6 milhões em 2017, 39,8% superior ao apurado em 2016. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 13,5% no exercício de 2017, 3,2 pontos percentuais acima do apurado no ano de 2016.

No 4º trimestre de 2017, o resultado recorrente somou R$ 323,7 milhões, com ampliação de R$ 166,0 milhões em relação ao mesmo período de 2016 e crescimento de R$ 103,2 milhões na comparação com o terceiro trimestre de 2017.

Os ativos totais alcançaram saldo de R$ 73,3 bilhões em dezembro de 2017, com expansão de 6,2% ou R$ 4,2 bilhões em relação a dezembro de 2016 e aumento de 2,8% ou R$ 1,9 bilhão na comparação com setembro de 2017. Os ativos de crédito alcançaram R$ 31,9 bilhões em dezembro de 2017, com aumento de 2,2% nos 12 meses. As operações de crédito apresentaram ampliação de 3,4% nos 12 meses.

O patrimônio líquido alcançou R$ 7,03 bilhões em dezembro de 2017, 9,2% ou R$ 591,6 milhões acima da posição de dezembro de 2016, e 4,5% ou R$ 303,9 milhões maior que o saldo de setembro de 2017. Já os recursos captados, constituídos principalmente por depósitos e recursos administrados de terceiros, totalizaram R$ 61,6 bilhões em dezembro de 2017, com expansão de 9,3% ou R$ 5,2 bilhões em doze meses, desempenho motivado, especialmente, pelo incremento de R$ 4,5 bilhões dos depósitos. 

Canais digitais

Condição indispensável à sustentabilidade das companhias, a modernização fez parte dos esforços do Banrisul em 2017. Através da oferta de canais digitais, a instituição continua investindo prioritariamente em tecnologia, alinhada ao aumento expressivo do volume de transações realizadas através de dispositivos móveis.

Soluções tecnológicas como os aplicativos Banrisul Digital, BanriSaque e Banricompras Vero Pay tiveram ações de marketing institucionais próprias, com campanhas nos principais meios de comunicação. Por isso, o banco foi reconhecido como uma das empresas mais inovadoras no uso de TI, conquistando os prêmios eFinance 2017, com o Cartão Virtual, e Top de Marketing, com o case “Banrisul Digital, Clique e Simplifique”. 

Referência no mercado de Tecnologia da Informação Bancária, o Banrisul teve participação de destaque em ações externas, protagonizando projetos estratégicos na área digital. O Fórum Internacional de TI completou dez anos, sendo reconhecido como um dos eventos mais importantes do setor na Região Sul. 

Seguros e previdência

No segmento de seguros – em especial de vida, capitalização e previdência –, foi atingida em 2017 a marca de R$ 1,0 bilhão de faturamento, com receita total de R$ 242,2 milhões. Em dezembro de 2017, o Banco estabeleceu parceria estratégica com a Icatu Seguros, visando à criação de nova empresa, para comercialização de produtos de capitalização nos canais de distribuição do Banrisul.

O desempenho do Banco no mercado de cartões de débito e crédito e de adquirência, por meio da Rede Vero da Banrisul Cartões S.A., subsidiária do Banrisul, também agregou resultados relevantes: essa empresa alcançou um lucro líquido de R$ 222,1 milhões. 

Em decorrência deste trabalho, o Banrisul está entre as seis maiores instituições financeiras do País em número de agências e depósitos. É líder de mercado no Rio Grande do Sul, com a maior rede de distribuição do Estado – representada, em dezembro de 2017, por 28,7% das agências bancárias gaúchas. Está presente em 93,6% dos municípios, fortalecendo sua marca em todas as regiões e conhecendo de perto as potencialidades locais.

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Finanças Wed, 21 Feb 2018 00:00:00 +0000
Banco ABC Brasil tem lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6260-banco-abc-brasil-tem-lucro-liquido-recorrente-de-r-433-milhoes-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6260-banco-abc-brasil-tem-lucro-liquido-recorrente-de-r-433-milhoes-em-2017 Banco ABC Brasil tem lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017

Destaque foi o desempenho do Banco de Investimento, cuja linha de Fees de Mercado de Capitais e M&A totalizou R$ 56,8 milhões no ano

O Banco ABC Brasil (B3: ABCB4) registrou lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017, crescimento de 5,4% em relação aos R$ 411 milhões apresentados em 2016. No quarto trimestre de 2017, o lucro foi de R$ 110,6 milhões, aumento de 6,2% em relação ao trimestre anterior e de 1,9% em relação ao mesmo período de 2016.

O Retorno Anualizado Sobre Patrimônio Líquido (ROAE) recorrente foi de 14,0% ao ano em 2017, redução de 1,2 ponto percentual em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017, o ROAE foi de 13,6% ao ano, aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e redução de 1,6 ponto percentual comparado com o quarto trimestre de 2016. 

O Banco de Investimento foi um dos destaques do ano. A linha de Fees de Mercado de Capitais e M&A totalizou R$ 56,8 milhões em 2017, representando expansão de 157,2% em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017, o resultado dessa linha foi de R$ 20,7 milhões, atingindo crescimento de 130,7% em comparação ao trimestre anterior e de 195,5% em relação ao mesmo período de 2016. 

A Carteira de Crédito Expandida, que inclui carteiras de empréstimos, garantias prestadas e títulos privados, encerrou dezembro de 2017 com saldo de R$ 24.530,3 milhões, crescendo 6,6% no trimestre e 8,1% em 12 meses. No segmento Large Corporate, composto por clientes com faturamento anual acima de R$ 800 milhões, a carteira cresceu 6,3% no trimestre e 4,6% em 12 meses. No segmento Corporate, voltado a clientes com faturamento anual entre R$ 100 milhões e R$ 800 milhões, houve crescimento de 7,9% no trimestre e de 29,0% em 12 meses. 

No que se refere à Qualidade da Carteira, 94,8% das operações com empréstimos e 98,9% das operações com garantias prestadas estavam classificadas entre AA e C ao final de dezembro de 2017, de acordo com a Resolução 2.682 do Banco Central. Considerando as duas carteiras, o índice foi de 96,6%. 

Captação

Em dezembro de 2017 o saldo da captação foi de R$ 26,3 bilhões, representando aumento de 3,9% no trimestre e de 10,6% em 12 meses, com destaque para a captação local com terceiros, que passou a representar 58% do total.

Projeções

Para 2018, o Banco ABC Brasil apresenta projeção de crescimento entre 9% e 13% para a carteira de crédito expandida, e de 4% a 6% para as despesas de pessoal e administrativa.

Essas projeções são declarações perspectivas, as quais estão sujeitas a riscos e incertezas, pois foram baseadas em expectativas e premissas da administração e em informações disponíveis no mercado até a data de divulgação dos resultados. 

Para ter acesso à versão completa do relatório, acesse: 

https://ri.abcbrasil.com.br/Download.aspx?Arquivo=/hv6xg2tIVTjHrLrg4jb5w==

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Finanças Tue, 06 Feb 2018 00:00:00 +0000