Finanças - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Wed, 21 Feb 2018 21:04:00 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Banrisul tem lucro líquido recorde de R$ 1,05 bilhão em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6274-banrisul-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-105-bilhao-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6274-banrisul-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-105-bilhao-em-2017 Banrisul tem lucro líquido recorde de R$ 1,05 bilhão em 2017

Resultado foi 59,6% acima do registrado em 2016, refletindo a estabilidade da margem financeira, menores despesas de provisão e crescimento das receitas de tarifas e serviços

O Banrisul anunciou o maior lucro líquido consolidado de sua história: R$ 1,05 bilhão em 2017, resultado 59,6% acima do de 2016.

A apresentação do balanço anual do Banrisul, que ocorreu na sede do banco, em Porto Alegre, contou com a presença do governador do Estado, José Ivo Sartori; de secretários estaduais e da diretoria do Banrisul.

O governador salientou que o desempenho da instituição contribuiu para impulsionar o cenário econômico e, principalmente, projetos locais. “O Banrisul sempre foi parceiro das comunidades e dos municípios. Está presente em 93% das cidades gaúchas e segue apoiando as gestões municipais e todos os empreendedores para que continuem crescendo e gerando mais emprego e renda. Nesse sentido, vale dizer que o Banrisul é o principal financiador da construção civil, que tanto contribui para a oferta de vagas de trabalho. O Rio Grande do Sul tem uma economia forte, diversificada e moderna”, frisou.

Para o presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Mota, o desempenho recorrente registrado em 2017, frente ao ano de 2016, reflete a estabilidade da margem financeira, o menor fluxo de despesas de provisão e o crescimento, ainda que moderado, das receitas de tarifas e serviços. Parte do aumento das despesas administrativas está relacionada ao incremento nos negócios.

“Com a retomada gradual do crescimento econômico, o Banrisul consolidou importantes projetos e conquistou excelentes resultados. Iniciamos 2018 com a indicação de que teremos êxitos ainda maiores”, enfatizou Gonzaga Mota.

Ele lembrou que, em suas nove décadas, o Banrisul vem reafirmando sua crença nos sonhos dos gaúchos e no crescimento econômico, social e cultural do Rio Grande. “Afinal, é isso que faz do Banrisul o grande banco do Sul, cada vez mais eficiente, moderno e sustentável”.

Durante a divulgação do resultado financeiro do Banrisul, foi instalada uma placa comemorativa para registrar a marca histórica do lucro líquido do Banco.

Os principais números

O resultado recorrente do banco totalizou R$ 911,6 milhões em 2017, 39,8% superior ao apurado em 2016. O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 13,5% no exercício de 2017, 3,2 pontos percentuais acima do apurado no ano de 2016.

No 4º trimestre de 2017, o resultado recorrente somou R$ 323,7 milhões, com ampliação de R$ 166,0 milhões em relação ao mesmo período de 2016 e crescimento de R$ 103,2 milhões na comparação com o terceiro trimestre de 2017.

Os ativos totais alcançaram saldo de R$ 73,3 bilhões em dezembro de 2017, com expansão de 6,2% ou R$ 4,2 bilhões em relação a dezembro de 2016 e aumento de 2,8% ou R$ 1,9 bilhão na comparação com setembro de 2017. Os ativos de crédito alcançaram R$ 31,9 bilhões em dezembro de 2017, com aumento de 2,2% nos 12 meses. As operações de crédito apresentaram ampliação de 3,4% nos 12 meses.

O patrimônio líquido alcançou R$ 7,03 bilhões em dezembro de 2017, 9,2% ou R$ 591,6 milhões acima da posição de dezembro de 2016, e 4,5% ou R$ 303,9 milhões maior que o saldo de setembro de 2017. Já os recursos captados, constituídos principalmente por depósitos e recursos administrados de terceiros, totalizaram R$ 61,6 bilhões em dezembro de 2017, com expansão de 9,3% ou R$ 5,2 bilhões em doze meses, desempenho motivado, especialmente, pelo incremento de R$ 4,5 bilhões dos depósitos. 

Canais digitais

Condição indispensável à sustentabilidade das companhias, a modernização fez parte dos esforços do Banrisul em 2017. Através da oferta de canais digitais, a instituição continua investindo prioritariamente em tecnologia, alinhada ao aumento expressivo do volume de transações realizadas através de dispositivos móveis.

Soluções tecnológicas como os aplicativos Banrisul Digital, BanriSaque e Banricompras Vero Pay tiveram ações de marketing institucionais próprias, com campanhas nos principais meios de comunicação. Por isso, o banco foi reconhecido como uma das empresas mais inovadoras no uso de TI, conquistando os prêmios eFinance 2017, com o Cartão Virtual, e Top de Marketing, com o case “Banrisul Digital, Clique e Simplifique”. 

Referência no mercado de Tecnologia da Informação Bancária, o Banrisul teve participação de destaque em ações externas, protagonizando projetos estratégicos na área digital. O Fórum Internacional de TI completou dez anos, sendo reconhecido como um dos eventos mais importantes do setor na Região Sul. 

Seguros e previdência

No segmento de seguros – em especial de vida, capitalização e previdência –, foi atingida em 2017 a marca de R$ 1,0 bilhão de faturamento, com receita total de R$ 242,2 milhões. Em dezembro de 2017, o Banco estabeleceu parceria estratégica com a Icatu Seguros, visando à criação de nova empresa, para comercialização de produtos de capitalização nos canais de distribuição do Banrisul.

O desempenho do Banco no mercado de cartões de débito e crédito e de adquirência, por meio da Rede Vero da Banrisul Cartões S.A., subsidiária do Banrisul, também agregou resultados relevantes: essa empresa alcançou um lucro líquido de R$ 222,1 milhões. 

Em decorrência deste trabalho, o Banrisul está entre as seis maiores instituições financeiras do País em número de agências e depósitos. É líder de mercado no Rio Grande do Sul, com a maior rede de distribuição do Estado – representada, em dezembro de 2017, por 28,7% das agências bancárias gaúchas. Está presente em 93,6% dos municípios, fortalecendo sua marca em todas as regiões e conhecendo de perto as potencialidades locais.

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Finanças Wed, 21 Feb 2018 00:00:00 +0000
Banco ABC Brasil tem lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6260-banco-abc-brasil-tem-lucro-liquido-recorrente-de-r-433-milhoes-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6260-banco-abc-brasil-tem-lucro-liquido-recorrente-de-r-433-milhoes-em-2017 Banco ABC Brasil tem lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017

Destaque foi o desempenho do Banco de Investimento, cuja linha de Fees de Mercado de Capitais e M&A totalizou R$ 56,8 milhões no ano

O Banco ABC Brasil (B3: ABCB4) registrou lucro líquido recorrente de R$ 433 milhões em 2017, crescimento de 5,4% em relação aos R$ 411 milhões apresentados em 2016. No quarto trimestre de 2017, o lucro foi de R$ 110,6 milhões, aumento de 6,2% em relação ao trimestre anterior e de 1,9% em relação ao mesmo período de 2016.

O Retorno Anualizado Sobre Patrimônio Líquido (ROAE) recorrente foi de 14,0% ao ano em 2017, redução de 1,2 ponto percentual em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017, o ROAE foi de 13,6% ao ano, aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e redução de 1,6 ponto percentual comparado com o quarto trimestre de 2016. 

O Banco de Investimento foi um dos destaques do ano. A linha de Fees de Mercado de Capitais e M&A totalizou R$ 56,8 milhões em 2017, representando expansão de 157,2% em relação a 2016. No quarto trimestre de 2017, o resultado dessa linha foi de R$ 20,7 milhões, atingindo crescimento de 130,7% em comparação ao trimestre anterior e de 195,5% em relação ao mesmo período de 2016. 

A Carteira de Crédito Expandida, que inclui carteiras de empréstimos, garantias prestadas e títulos privados, encerrou dezembro de 2017 com saldo de R$ 24.530,3 milhões, crescendo 6,6% no trimestre e 8,1% em 12 meses. No segmento Large Corporate, composto por clientes com faturamento anual acima de R$ 800 milhões, a carteira cresceu 6,3% no trimestre e 4,6% em 12 meses. No segmento Corporate, voltado a clientes com faturamento anual entre R$ 100 milhões e R$ 800 milhões, houve crescimento de 7,9% no trimestre e de 29,0% em 12 meses. 

No que se refere à Qualidade da Carteira, 94,8% das operações com empréstimos e 98,9% das operações com garantias prestadas estavam classificadas entre AA e C ao final de dezembro de 2017, de acordo com a Resolução 2.682 do Banco Central. Considerando as duas carteiras, o índice foi de 96,6%. 

Captação

Em dezembro de 2017 o saldo da captação foi de R$ 26,3 bilhões, representando aumento de 3,9% no trimestre e de 10,6% em 12 meses, com destaque para a captação local com terceiros, que passou a representar 58% do total.

Projeções

Para 2018, o Banco ABC Brasil apresenta projeção de crescimento entre 9% e 13% para a carteira de crédito expandida, e de 4% a 6% para as despesas de pessoal e administrativa.

Essas projeções são declarações perspectivas, as quais estão sujeitas a riscos e incertezas, pois foram baseadas em expectativas e premissas da administração e em informações disponíveis no mercado até a data de divulgação dos resultados. 

Para ter acesso à versão completa do relatório, acesse: 

https://ri.abcbrasil.com.br/Download.aspx?Arquivo=/hv6xg2tIVTjHrLrg4jb5w==

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Finanças Tue, 06 Feb 2018 00:00:00 +0000
Lucro do Bradesco foi de R$ 19,024 bilhões em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6254-lucro-do-bradesco-foi-de-r-19024-bilhoes-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6254-lucro-do-bradesco-foi-de-r-19024-bilhoes-em-2017 Lucro do Bradesco foi de R$ 19,024 bilhões em 2017

Resultado representa alta de 11,1% sobre o ano anterior. No quarto trimestre, o total atingiu R$ 4,86 bilhões, um aumento de 1,1% na comparação com o terceiro trimestre e de 10,9% em relação ao mesmo período de 2016.

No ano passado, o Bradesco, segundo maior banco privado do País, teve lucro líquido recorrente de R$ 19,024 bilhões, o que representou uma elevação de 11,1% sobre os R$ 17,121 bilhões contabilizados no ano anterior. Já no quarto trimestre, especificamente, o lucro foi de R$ 4,86 bilhões, alta de 1,1% na comparação com o terceiro trimestre e de 10,9% em relação ao mesmo período de 2016.

O incremento na lucratividade, de acordo com relatório divulgado hoje pela instituição, foi resultante dos resultados com margens financeiras, com o desempenho da área de seguros, previdência e capitalização e com as receitas amealhadas com a prestação de serviços. Por outro lado, tiveram impacto negativo no balanço as despesas com provisões para devedores duvidosos e os dispêndios administrativos.

O lucro contábil no quarto trimestre saltou 31,5% sobre o trimestre anterior, quando o resultado tinha sido afetado pelos custos decorrentes do programa interno de demissão voluntária. O resultado foi beneficiado pelas receitas mais volumosas com crédito, cujo estoque cresceu 1,2% sobre setembro, somando R$ 492,9 bilhões, embora ainda tenha declinado 4,3% no acumulado de 2017.

O aumento das operações com crédito e os melhores ingressos oriundos da tesouraria fizeram a margem financeira avançar 2,9% sobre o trimestre anterior, para R$ 15 bilhões. A qualidade da carteira registrou lenta recuperação, com o índice de inadimplência acima de 90 dias em 4,7%, recuo de 0,1 ponto percentual em três meses e de 0,8 ponto em relação a um ano antes.

A despesa com provisão para devedores duvidosos teve um expressivo incremento de 20,9% em três meses, para R$ 4,62 bilhões, com a revisão de ratings de alguns clientes corporativos.

As receitas com prestação de serviços totalizaram R$ 8,06 bilhões no trimestre, o que significou uma expansão de 3,1% em relação ao trimestre anterior e de 6,9% no comparativo anual.

As despesas de pessoal caíram 3,8% na comparação ano a ano, para R$ 4,88 bilhões, em decorrência do plano de demissão voluntária, que ajudou a reduzir a folha de pagamentos em cerca de 10 mil funcionários. As agências sofreram um corte de 565 unidades em relação a 2016.

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Finanças Thu, 01 Feb 2018 00:00:00 +0000
Banco Inter registra aumento de 89% no lucro líquido em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6244-banco-inter-registra-aumento-de-89-no-lucro-liquido-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6244-banco-inter-registra-aumento-de-89-no-lucro-liquido-em-2017 João Vitor Menin, presidente do Banco Inter

Resultado é recorde na história da instituição, com volume de R$ 48,2 milhões

O Banco Inter, instituição financeira que oferece conta corrente totalmente gratuita na modalidade digital, encerrou o ano de 2017 com lucro líquido recorde em sua história de R$ 48,2 milhões, um crescimento de 89,1% em relação ao ano anterior. Além disso, o banco chegou aos 379,2 mil correntistas, o que representa um volume quase cinco vezes maior que o fechamento do ano de 2016.

No ano passado, o número de transações realizadas via celular e Internet banking totalizou 13,9 milhões, o equivalente a aumento de 1.252% em relação ao ano anterior. Em 2017, o montante transacionado também teve grande crescimento: chegou aos R$ 12,1 bilhões, um incremento de 128% quando comparado a 2016. Outro destaque positivo foi o volume de cartões de crédito, que teve um aumento de 94,7%, totalizando 88,8 mil usuários.

O saldo total de recursos investidos por meio do Banco Inter chegou a R$ 5,6 bilhões ao final de 2017, representando uma variação anual positiva de 24%. Tal aumento é atribuído, principalmente, à evolução do saldo na gestão, distribuição e custódia dos recursos, que cresceram 32,5%, 599,8% e 29,2%, respectivamente, ao longo do ano.

Os ativos totais do banco somaram R$ 3,6 bilhões ao final de 2017, uma evolução de 12,4% em relação a 2016. A carteira de crédito é de R$ 2,5 bilhões, com o crédito imobiliário atingindo um montante de R$ 1,3 bilhão, expansão de 9,5% ao longo de 12 meses. Em destaque estiveram os produtos CredCasa e CredFlex, com crescimento de 8,5% e 11,6% em um ano, respectivamente.

"Em 2017, o Banco Inter alcançou um lucro recorde em sua história e se consolidou como o maior banco 100% digital do País. Resultados positivos como este em meio a um cenário econômico desafiador nos asseguram que estamos no caminho certo, levando serviços financeiros por meio digital a consumidores e empresas, sem tarifa e de maneira descomplicada", afirma João Vitor Menin, presidente do Banco Inter.

A instituição fechou 2017 com patrimônio líquido de R$ 383,1 milhões. O Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio (ROAE) fechou o ano em 13,3%. Já, o Índice de Eficiência foi de 63,7% no ano de 2017, aumento de 8,4 p.p. ante o ano anterior. O elevado índice apresentado, em 2017, reflete a consolidação da estratégia do banco por meio de investimentos realizados em sua estrutura administrativa, operacional e de pessoal.

Essas ações visam a ampliar as atividades do banco em todo o Brasil, aumentar a quantidade e diversidade de produtos e serviços ofertados, manter o nível de segurança das informações, dentre outros aspectos. O banco segue com excelente nível de capitalização, com Índice de Basileia de 17,2%.

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Finanças Mon, 29 Jan 2018 00:00:00 +0000
Fitch eleva perspectiva do rating do Banco Inter de estável para positiva http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6178-fitch-eleva-perspectiva-do-rating-do-banco-inter-de-estavel-para-positiva http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6178-fitch-eleva-perspectiva-do-rating-do-banco-inter-de-estavel-para-positiva Fitch eleva perspectiva do rating do Banco Inter de estável para positiva

Segundo a agência, resultados têm sido influenciados favoravelmente pelo contínuo desenvolvimento do banco digital

A agência de classificação de risco Fitch Ratings revisou de estável para positiva a perspectiva de rating do Banco Inter e reafirmou o rating de crédito corporativo "BBB(bra)", na escala nacional de longo prazo, e "F3 (bra)", na escala de curto prazo.

De acordo com o relatório da Fitch, a revisão reflete a confortável posição de liquidez e capitalização do banco, os benefícios de sua expertise em seu principal produto de crédito (imobiliário) e a qualidade da gestão, com desafios sendo bem administrados e mitigados pela atual posição de caixa e pelo crescimento na base de investidores.

Conforme o relatório, os resultados têm sido positivamente influenciados pelo contínuo desenvolvimento do banco digital, o que tem possibilitado ao Banco Inter se beneficiar da estratégia de venda cruzada de diversos produtos oferecidos, elevando as receitas de serviço e sua capilaridade entre investidores, além de reduzir a dependência de terceiros na distribuição de seus produtos de captação.

O Banco Inter possui mais de 23 anos de mercado e atuação em todo o território nacional. A fim de inovar e democratizar o acesso ao sistema bancário no país, em 2014 criou a Conta Digital Inter, que oferece todos os serviços por meio digital, incluindo a abertura, sem nenhuma cobrança de tarifa.

Atualmente, a instituição conta com uma carteira de crédito de mais de R$ 2,4 bilhões e responde por mais de 1% do segmento de crédito imobiliário no Brasil. Seu patrimônio líquido é de R$ 370 milhões e os ativos totais ultrapassam R$ 3,6 bilhões.

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Finanças Tue, 05 Dec 2017 00:00:00 +0000
Capgemini ganha destaque por suas soluções de finanças e contabilidade http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6153-capgemini-ganha-destaque-por-suas-solucoes-de-financas-e-contabilidade http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6153-capgemini-ganha-destaque-por-suas-solucoes-de-financas-e-contabilidade Capgemini ganha destaque por suas soluções de finanças e contabilidade

Empresa é posicionada no “Winners Circle” do HfS Blueprint Report: Finance & Accounting-as-a-Service

A Capgemini anunciou que está classificada no “Winners Circle” (“Círculo dos Vencedores”, em português) do 2017 HfS Blueprint Report: Finance & Accounting-as-a-Service (“Finanças e Contabilidade como Serviço”). A HfS avaliou 19 provedores de serviços sob os critérios de inovação e execução, nos quais a solução [1]Finance-as-a-stack, da Capgemini, foi reconhecida – plataforma que inclui agora suportes para centralização e planejamento financeiro & análises (FP&A) e controladoria. 

O portfólio foi reconhecido por ser baseado em plataforma e projetado para se integrar à cultura e à abordagem dos clientes, de modo a auxiliá-los a alcançar um modelo ideal de "F&A virtual". A Capgemini também foi reconhecida por seu progresso na definição de uma abordagem mais clara e colaborativa ao incorporar a automação robótica e cognitiva às finanças das empresas usuárias. 

Aruna Jayanthi, líder de Serviços Corporativos e Membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini, afirmou: "Estamos muito encantados por estarmos classificados para o Winners Circle, pela nossa capacidade de oferecer serviços de finanças e contabilidade de nível mundial aos nossos clientes globais. A ampla gama de ofertas de finanças e contabilidade da Capgemini incorpora uma mistura única de inovação alimentada por automação inteligente, para enfrentar os complexos desafios lançados por um ambiente de negócios em constante evolução".

A Capgemini é hoje um dos principais fornecedores de serviços de F&A, suportando jornadas de transformação de clientes em todo o mundo. A oferta de Financing-as-Stack, da Capgemini, combina os principais recursos de BPO-as-a-Service (BPaaS) com expertise em aplicações, infraestrutura e consultoria, o que contribui para aumentar a eficiência do negócio e otimizar processos, para assim alcançar uma real vantagem competitiva no mercado. 

Saiba mais sobre a Capgemini no ranking Winners’ Circle da HfS aqui

 

 

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Finanças Mon, 27 Nov 2017 00:00:00 +0000
B3: volume de operações de notas comerciais triplica em um ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6152-b3-volume-de-operacoes-de-notas-comerciais-triplica-em-um-ano http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6152-b3-volume-de-operacoes-de-notas-comerciais-triplica-em-um-ano B3: volume de operações de notas comerciais triplica em um ano

Soma movimentada atingiu R$ 20 bilhões até outubro, contra R$ 6 bilhões em igual período do ano passado

Em 2017, o volume de operações de notas comerciais na B3 atingiu R$ 20 bilhões até outubro, soma mais do que três vezes maior do que no mesmo período de 2016, quando registrava R$ 6 bilhões. 

A nota comercial - também conhecida como nota promissória - é um título emitido por companhias como forma de captação de recursos junto a investidores, que possuem o direito de crédito contra ela. 

Uma das características do título é sua emissão como “empréstimo ponte”, forma de a companhia captar recursos entre rodadas de captação de maior prazo. 

Para mitigar o risco de necessidade de caixa, as companhias emitem as notas comerciais, tendo como vantagem a maior rapidez de estruturação deste tipo de operação. 

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Finanças Mon, 27 Nov 2017 00:00:00 +0000
BB cria Unidade de Comércio Exterior para fortalecer atuação no setor http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6127-bb-cria-unidade-de-comercio-exterior-para-fortalecer-atuacao-no-setor http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6127-bb-cria-unidade-de-comercio-exterior-para-fortalecer-atuacao-no-setor Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil

O executivo Thompson Cesar vai comandar a nova unidade, que será formada com base em remanejamentos internos

O Banco do Brasil anuncia a criação de sua Unidade de Comércio Exterior, com o objetivo de aproveitar a experiência no segmento para incrementar negócios e serviços de assessoria às empresas que atuam no mercado internacional.

Na avaliação do BB, a retomada do crescimento econômico passa pelo comércio exterior. E, com a tradição que tem na área, o Banco do Brasil é uma peça importante para fortalecer as empresas brasileiras e estimular as relações comerciais com outros países. Isso contribui para gerar maior dinamismo para toda a economia brasileira e oportunidades negociais.

“Historicamente, sempre tivemos a vocação do comércio exterior. Estamos dando foco ainda maior para esta nossa vocação e avançando no apoio ao setor produtivo, num momento importante para retomada da economia”, afirma o presidente Paulo Caffarelli.

Para comandar a Unidade de Comércio Exterior, foi nomeado Thompson Cesar, que anteriormente ocupava o cargo de superintendente Private Banking do BB e também já foi gerente geral no exterior. O executivo é formado em economia, com especialização em gestão empresarial.

A criação da nova área não representa custos adicionais ao BB. A área será composta por remanejamentos internos.

A Unidade ficará responsável pelas estratégias de negócios internacionais, pelas soluções de produtos e serviços de câmbio e pela consultoria a importadores e exportadores. Também fará a gestão de toda a rede externa de agências do Banco do Brasil.

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Finanças Fri, 17 Nov 2017 00:00:00 +0000
Banrisul alcança lucro líquido de R$ 536,7 milhões até setembro http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6117-banrisul-alcanca-lucro-liquido-de-r-5367-milhoes-ate-setembro http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6117-banrisul-alcanca-lucro-liquido-de-r-5367-milhoes-ate-setembro Banrisul alcança lucro líquido de R$ 536,7 milhões até setembro

Patrimônio líquido atingiu R$ 6,7 bilhões e os ativos totais apresentaram saldo de R$ 71,3 bilhões

O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 536,7 milhões nos nove meses de 2017. O resultado recorrente, que exclui as despesas do Plano de Aposentadoria Voluntária e os efeitos fiscais, totalizou R$ 587,9 milhões, 18,9% acima do apurado no mesmo período de 2016. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio foi de 12,1%.

O desempenho nos noves meses de 2017, frente ao mesmo período do ano anterior, reflete o menor fluxo de despesas de provisão para crédito; a estabilidade da margem financeira; o crescimento, ainda que moderado, das receitas de tarifas e serviços e a elevação das despesas administrativas – estas,  decorrentes do custo variável representado pelo volume de operações da rede de adquirência e da produção de crédito consignado através da promotora de vendas, não constituindo custo fixo, estando relacionadas ao incremento de negócios.

O patrimônio líquido atingiu R$ 6,7 bilhões em setembro de 2017, expansão de R$ 259,0 milhões ou 4,0% em um ano. Os ativos totais apresentaram saldo de R$ 71,3 bilhões em setembro de 2017, crescimento de 5,1% em relação a setembro de 2016, ampliação proveniente, especialmente, do aumento dos depósitos.

Em setembro de 2017, o total de recursos captados e administrados registrou saldo de R$ 60,7 bilhões. Os depósitos totais alcançaram R$ 45,4 bilhões no período, com incremento de 11,2% ou R$ 4,6 bilhões em 12 meses.

O saldo das operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 30,5 bilhões em setembro de 2017, com expansão de 1,1% ou R$ 345,3 milhões nos 12 meses. A carteira de crédito comercial às pessoas físicas, refletindo a estratégia de negócios do Banrisul, apresentou crescimento de R$ 2,5 bilhões ou 18,9% nos 12 meses, alcançando saldo de R$ 15,5 bilhões em setembro de 2017. A evolução foi impactada, especialmente, pelo aumento do crédito consignado.

Rede multibandeira Vero

A Vero, rede multibandeira do Banrisul, encerrou o mês de setembro de 2017 com 130,8 mil unidades de equipamentos POS e Mobile instalados e aptos a receber pagamento eletrônico por meio dos cartões Visa, MasterCard, VerdeCard, Banricompras e BanriCard, e 106,4 mil estabelecimentos credenciados ativos, 8,1% e 4,0%, respectivamente, superiores aos apurados em setembro de 2016.

Nos nove meses de 2017, foram capturadas 194,7 milhões de transações. O volume financeiro transacionado totalizou R$ 16,2 bilhões.

Seguros, previdência e capitalização

A comercialização dos produtos de seguros, títulos de capitalização e previdência privada, registrou um faturamento, nos nove meses de 2017, de R$ 756,4 milhões, crescimento de 26,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. As receitas totais alcançaram R$ 174,7 milhões de janeiro a setembro de 2017.

As operações ativas de seguridade atingiram 2,2 milhões de contratos em setembro de 2017, com incremento de 6,0% em relação a setembro de 2016.

Canais digitais

Nos canais digitais foram efetuadas 183,1 milhões de transações e movimentados R$ 195,3 bilhões, nos nove meses de 2017. Em relação ao mesmo período de 2016, a quantidade de transações apresentou crescimento de 18,8% e o valor movimentado expandiu 2,1%.

Os aplicativos de dispositivos móveis foram destaque no período, com aumento de 86,6% no volume transacionado, resultado da ampliação no uso desses aparelhos, da ênfase em divulgação e da facilidade de operação nos canais digitais.

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Finanças Mon, 13 Nov 2017 00:00:00 +0000
Lucro ajustado do BB cresce 45% até setembro e bate em R$ 7,8 bi http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6108-lucro-ajustado-do-bb-cresce-45-ate-setembro-e-bate-em-r-78-bi http://executivosfinanceiros.com.br/financas/6108-lucro-ajustado-do-bb-cresce-45-ate-setembro-e-bate-em-r-78-bi Lucro ajustado do BB cresce 45% até setembro e bate em R$ 7,8 bi

No terceiro trimestre, banco lucrou R$ 2,7 bilhões, uma alta de 15,9% frente a igual período do ano passado

O Banco do Brasil divulgou nesta quinta-feira (dia 9) o resultado do terceiro trimestre de 2017, quando obteve lucro líquido ajustado de R$ 2,708 bilhões, valor 15,9% acima daquele registrado no terceiro trimestre de 2016 e 2,2% maior em relação ao segundo trimestre deste ano.

O BB atingiu lucro líquido ajustado de R$ 7,872 bilhões nos primeiros noves meses de 2017, desempenho 45,1% superior a igual período do ano passado, quando o Banco havia registrado lucro líquido ajustado de R$ 5,424 bilhões. O crescimento neste último ciclo foi motivado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

As rendas de tarifas registraram R$ 19,2 bilhões, crescimento de 9,9% em relação aos nove meses de 2016, com destaque para as transações de conta corrente e a administração de ativos.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) foi de 12,3% nos primeiros nove meses do ano. O BB fechou o trimestre com índice de Basileia em 19,15%. Já o capital principal atingiu 10,04% no final do período, ante 9,18% no trimestre anterior.

O banco permanece acima dos níveis mínimos exigidos pela regulação e dá sequência à sua estratégia de reforçar a base de capital elegível para Basileia III, com meta de capital principal de pelo menos 9,5%, a partir de janeiro de 2019. 

Despesas menores

O BB adotou ainda rígido controle das suas despesas administrativas, que acumulam o valor de R$ 23,6 bilhões entre janeiro a setembro deste ano, número 2,7% inferior a igual período de 2016, abaixo da inflação do período e sob controle.

O desempenho das despesas administrativas foi influenciado pela queda de 5,7% na linha de despesas com pessoal, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

A gestão das despesas administrativas permitiu ao BB alcançar índice de eficiência de 38,5% no terceiro trimestre de 2017, ante 38,9% no trimestre encerrado em junho deste ano e 39,7% no terceiro trimestre de 2016. O índice de eficiência mensura quanto o Banco gasta para gerar receita. Por isso, quanto menor o número, melhor o desempenho da instituição financeira.

A linha de despesas com provisão apresentou queda pelo terceiro trimestre consecutivo. No terceiro trimestre deste ano, o BB gerou fluxo de provisão de R$ 6,26 bilhões, número inferior aos R$ 7,48 bilhões do último trimestre de 2016. 

Cartões e consórcios reforçam resultado

Com um patrimônio líquido de R$ 852,3 bilhões e participação de mercado de 22,9%, a BB Gestão de Recursos (BB DTVM) segue na liderança da indústria de fundos de investimentos ao registrar crescimento nominal de R$ 14,4 bilhões em relação ao trimestre anterior. A captação líquida atingiu R$ 57,6 bilhões no acumulado ao ano, com destaque para as categorias renda fixa, previdência e multimercados.

No segmento tradicional de cartões, o volume faturado alcançou R$ 168,3 bilhões, 7,7% superior aos nove meses de 2016. O faturamento total do Banco do Brasil com o negócio cartão alcançou R$ 69,3 bilhões no terceiro trimestre de 2017, resultado 3,5% maior que o mesmo período do ano anterior.

A BB Consórcios fechou os primeiros nove meses deste ano com volume comercializado de R$ 6,6 bilhões, crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas de prestação de serviços com consórcios alcançaram R$ 526,7 milhões em nove meses, crescimento de 33,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento é atribuído à demanda dos clientes por produtos que auxiliem o planejamento financeiro, pelas vendas em canais alternativos, com destaque para negócios realizados via aplicativo para celular, funcionalidade lançada no final de maio deste ano. Também contribuiu para a performance da BB Consórcios a criação de produtos para segmentos.específicos, como clientes alta renda ou produtores rurais. 

Recuo no índice de inadimplência total

A inadimplência das operações acima de 90 dias caiu de 4,11% no segundo trimestre de 2017 para 3,94% no terceiro trimestre deste ano, em movimento que interrompe a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2016.

A carteira de crédito ampliada do BB chegou a R$ 677 bilhões no trimestre, recuo de 2,7% em relação ao período imediatamente anterior. As operações com pessoa física somavam R$ 187,5 bilhões ao final do mês de setembro, alta de 0,9% no comparativo com o trimestre passado. A carteira de crédito da pessoa jurídica atingiu R$ 267,7 bilhões no terceiro trimestre deste ano, volume 3,4% menor em relação ao final do segundo trimestre do ano. 

Crédito ao agronegócio vai a R$ 181 bilhões

O financiamento ao agronegócio encerrou setembro de 2017 com saldo R$ 181 bilhões na carteira ampliada. O montante é 0,6% maior em relação a setembro de 2016.

Destaque para o saldo carteira de crédito rural ampliada, que apresentou crescimento de 5,0% em relação ao trimestre encerrado em setembro de 2016, alcançando R$ 156,5 bilhões.

O Banco mantém-se, historicamente, como principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detinha 60,1% de participação nos financiamentos destinados ao setor em setembro de 2017. 

Recorde nas transações via mobile e internet

As transações via mobile e internet foram responsáveis por 72,1% do total de transações, maior percentual da história. Destaque para o total de 13,1 milhões de usuários do Mobile banking, fruto do aprofundamento da estratégia digital do BB. A meta é chegar a 15 milhões de usuários nesse canal ao final de 2017.

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Finanças Thu, 09 Nov 2017 00:00:00 +0000