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Startup Cata Company é a PME que mais cresce no país

Victor Levy, CEO e co-fundador da Cata Company Victor Levy, CEO e co-fundador da Cata Company Foto de Kenn Robert

Empresa expande operações na AL, EUA, Europa e Oceania, e firma parcerias com as transportadoras de valores Protege e a Preserve

A startup catarinense Cata Company é a pequena/média empresa que mais cresce no país, segundo o ranking realizado pela Deloitte, em parceria com a Exame. Com um crescimento de mais de 4.500% entre os anos de 2014 e 2016, a empresa se consolidou no primeiro lugar na pesquisa. O levantamento "As PMEs que Mais Crescem no Brasil" é organizado anualmente e tem como objetivo apontar as organizações que mais expandiram seus negócios ao longo dos últimos três anos completos e identificar os principais determinantes para o seu crescimento. 

Na Cata Company, tudo começou com o desafio de resolver um problema antigo dos comerciantes brasileiros: a falta de troco. Assim foi criada a primeira tecnologia: o equipamento CataMoeda. Do projeto piloto, testado em uma rede de supermercados do Paraná, em outubro de 2013, a máquina já está presente em cerca de 400 lojas de mais de 140 varejistas de 21 estados brasileiros e do Distrito Federal. No último ano, a startup continuou a inovar, desenvolveu novos produtos para o varejo e o setor financeiro tanto no país, com novas parcerias estratégicas, quanto no exterior. 

Além da parceria já consolidada com a Prosegur, empresa de transporte de valor no país, a startup passa a fornecer soluções tecnológicas para outras empresas do segmento e com destaque no mercado: a Protege, presente em 14 estados e no Distrito Federal e com mais de 17 mil funcionários, e a Preserve, que tem mais de 10 mil colaboradores, uma frota de mais de 300 veículos e com forte atuação no nordeste brasileiro. “Continuamos fortes parceiros da Prosegur e estamos em conversas adiantadas com outras empresas do segmento para ampliar e consolidar as soluções da Cata Company no mercado nacional“, comenta Flávio Freitas, diretor comercial da startup. 

Apesar de olhar para o mercado interno brasileiro, a Cata Company continua focada em expandir as soluções para outros países. O CataCoin, versão internacional do CataMoeda, já é exportado para Estados Unidos, Peru, Austrália e Espanha. Os cofres da linha CataCash já estão sendo comercializados nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Espanha. “Estamos com produtos em fase de testes em diversos lugares e otimistas com o futuro. Acreditamos que mais de 15% do faturamento estimado para este ano venha da exportação”, completa Victor Levy, CEO e co-fundador da empresa. 

Canal para distribuidores no Brasil 

Outra novidade foi a abertura de um canal exclusivo para operar diretamente com os distribuidores no país, em locais em que as transportadoras de valores ainda não estão presentes. “Estamos com uma demanda maior nos Estados de Minas Gerais, Paraná e alguns da região Nordeste e, por isso, decidimos criar esse canal de relacionamento com os interessados”, afirma Flávio Camargo. 

Desde 2016, a empresa desenvolve - além do equipamento que troca moedas por vale-compras, cédulas e recargas de celular - os cofres inteligentes compactos CataCash One, que podem ser utilizados por pequenos comerciantes e o CataCash Mille para os médios e grandes varejistas. 

O Super Armário, é a grande aposta da companhia para este final de ano. Idealizado para resolver o problema das invasões às empresas de transportes de valores e bancos, ele possui mecanismos que destroem, em menos de quatro minutos, 40% da face do dinheiro armazenado no equipamento. “Dessa forma, a empresa pode conseguir o valor das notas que foram cortadas via o Banco Central”, explica o diretor.

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