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Open Banking é alvo de fintechs nacionais

Open Banking é alvo de fintechs nacionais

Movimento deverá acelerar cooperação entre startups e as instituições financeiras

Com a revolução das fintechs a pleno vapor no Brasil, o movimento do Open Banking - a abertura pelos bancos de seus sistemas para conexão direta por terceiros - chega para acelerar ainda mais o potencial para cooperação entre fintechs e bancos. Neste cenário, o Open Banking é tratado como uma das principais tendências de impacto no mercado bancário.

Com isso, algumas fintechs têm mirado e desenvolvido suas soluções diretamente para este setor, como é o caso da Quanto. Trazendo uma solução plug-and-play de Open Banking para bancos e fintechs, a empresa possui uma plataforma na qual, entre outras funcionalidades, é possível movimentar contas em vários bancos por meio de um único Internet banking ou até mesmo contratar um financiamento imobiliário em poucos cliques.

A Quanto surgiu em outubro de 2015, após a aprovação na Europa de uma lei—a Payment Services Directive 2 (PSD2)—que obriga bancos a abrirem suas APIs para terceiros. "A lei está provocando um terremoto na competitividade do setor bancário europeu. Já no Brasil, com um mercado bancário muito mais concentrado, sabíamos que, mesmo sem a lei, quando a tendência chegasse aqui seu impacto poderia ser exponencialmente maior. Foi um longo período de gestação da tecnologia para o Brasil sem comprometer a segurança e privacidade do usuário final", afirma Ricardo Taveira, CEO da fintech.

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