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Público desbancarizado está no radar da Bancoin

Público desbancarizado está no radar da Bancoin

A fintech promove inclusão bancária com serviços acessíveis a quem está fora do sistema bancário

A Bancoin anuncia o lançamento do INclusômetro, uma referência mercadológica que pode ser acompanhada, em sua plataforma, por todo o mercado para criar a percepção do quanto projetos que impactam financeira e socialmente os brasileiros fomentam o crescimento econômico e aceleram o desenvolvimento.

A fintech surgiu com a proposta de promover a inclusão financeira e social da população excluída, por meio de uma relação consciente entre a oferta de serviços e o impacto na sociedade.

Nesse sentido, está de olho no universo de 43 milhões de desbancarizados, segundo a proScore, birô digital de crédito especializado em inteligência de dados e motor de decisão.

Esse número representa boa parte da população do país e movimenta mais de R$ 650 bilhões ao ano, ou seja, essas pessoas têm dinheiro, mas não estão inseridas no sistema bancário.

Segundo Mellissa Penteado, CEO da Bancoin, o INclusômetro serve como estímulo à confiança mercadológica e de exemplo a outros empreendedores que ainda tenham suas dúvidas em se envolver nessas frentes.

Sabendo que o Brasil tem o maior spread bancário do mundo, o Bancoin reduziu os juros abusivos, promovendo o acesso a produtos financeiros de uma parcela importante da população, e indo na contramão dos bancos tradicionais.

“Não liberamos um crédito maior do que o bolso do nosso cliente. Praticamos juros que se moldam de acordo com o comportamento do usuário, então quanto melhor sua relação com o mercado, melhores serão as taxas praticadas”, ressalta Melissa.

De acordo com a executiva diz que o valor de solicitações de empréstimos realizados na plataforma da Bacoin nos últimos seis meses foi de R$ 712 mil reais.

A maior parte das pessoas que solicitaram crédito são solteiras (59%), moram em São Paulo (39%), tem entre 30 e 39 anos (39%) e 32% delas possuem renda entre R$ 1 mil a R$ 2 mil reais.

Boa parte das solicitações (72%) foi realizada através de smartphones. Entre as profissões, 31% são pessoas autônomas, que trabalham por conta própria ou são empreendedores informais.

Para Melissa, o público desbancarizado é negligenciado pela rede bancária tradicional, já que a maioria deles não consegue comprovar renda e a maior parte de seus negócios são informais.

“Aqui realizamos a inclusão financeira e social da população excluída do país, através de uma relação consciente entre a oferta de nossos serviços e o impacto na sociedade”, afirma.

A executiva reforça que, mais do que dar crédito ou abertura de conta, é necessário fazer um acompanhamento sustentável do uso desse recurso com educação financeira assertiva e personalizada, até que haja um engajamento mais maduro dessas pessoas com o dinheiro e a tecnologia.

 

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