Governança de TI - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Sat, 25 May 2019 13:31:13 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Ferramenta RISKID gerencia riscos de forma colaborativa http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6573-ferramenta-riskid-gerencia-riscos-de-forma-colaborativa http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6573-ferramenta-riskid-gerencia-riscos-de-forma-colaborativa Ferramenta RISKID gerencia riscos de forma colaborativa

Software da startup do mesmo nome ajudará as corporações a reduzir despesas, otimizar o tempo e simplificar o planejamento de ações preventivas

Em recente pesquisa realizada entre empresas brasileiras de diferentes setores, 70% afirmaram acreditar que a implementação de programas de gerenciamento de riscos pode melhorar as práticas de governança corporativa e a visibilidade, tanto internamente quanto ao mercado. No entanto, o mesmo estudo aponta que 65% das empresas mencionam que a ausência de uma cultura de gestão de riscos é o principal obstáculo à implementação de um programa eficiente para esse fim. Outra observação importante é que 80% das empresas entrevistadas acreditam que a tecnologia é fundamental para incorporar o gerenciamento de riscos no negócio, mas 72% afirmam que não existem ferramentas tecnológicas para esse fim em uso hoje (FONTE: KPMG, Maturidade Pesquisa de Gestão de Risco Processo no Brasil, 2018).

 Nesse cenário, a RISKID chega ao Brasil. Trata-se de uma ferramenta de gerenciamento de risco que se concentra na colaboração e facilidade de uso. O objetivo da ferramenta é ajudar organizações de todos os tipos e tamanhos na redução do tempo e dos recursos gastos em atividades de gerenciamento de riscos, usando tecnologia e serviços que simplificam os processos e facilitam a conscientização da equipe.

 O RISKID é um software de gerenciamento de riscos que ajudará as corporações a reduzir despesas, otimizar o tempo e simplificar o planejamento de ações preventivas e atividades de gerenciamento de riscos, podendo ser adotado por empresas de todos os portes e setores.

 As partes interessadas são convidadas para uma atividade online, em que cada um lista os riscos e as possíveis causas e efeitos. Em seguida, os participantes avaliam a probabilidade e o impacto dos riscos. O software processa esses dados e facilita a discussão com destaque para os riscos que não estão em consenso. Depois disso, as ações de prevenção são definidas e apresentadas para execução. O RISKID torna todo esse processo de análise de risco muito mais envolvente e alcança mais de 50% de economia de tempo em comparação com outros sistemas e métodos tradicionais. 

 As ferramentas disponíveis no mercado, até o momento, são muito complexas, comprometem um tempo maior de implementação e não são colaborativas. O RISKID propõe o envolvimento de todos os membros da equipe, minimizando possíveis falhas no planejamento de programas de prevenção de riscos. Além de oferecer suporte a workshops de risco colaborativo, a plataforma possui mecanismos para monitorar riscos, criar painéis, relatórios e planos de ação com apenas um clique. O RISKID é totalmente baseado na web, garantindo o acesso a qualquer momento ou em qualquer lugar. Também permite que o usuário receba alertas sobre as principais alterações nos riscos. 

 A RISKID iniciou suas atividades em 2009 como uma startup na Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda. A RISKID faz parte da empresa TeamSupport, Creating Together B.V., uma empresa inovadora e em crescimento no segmento de software de gerenciamento de risco na Holanda. Presente em diversos países como Holanda, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Malásia, China, Cingapura, Nigéria, Finlândia e Canadá, inicia suas operações no Brasil através de uma parceria com a Vicenzi Santiago Assessoria Empresarial. De acordo com Calvin Lee, cofundador e diretor de operações da RISKID, “nossa missão é tornar mais fácil e prático o software de gerenciamento de risco, ajudar as empresas no Brasil nesse sentido”. 

 Para Carlos Santiago, diretor da Vicenzi Santiago Assessoria Empresarial, parceira oficial da ferramenta no Brasil, “Acreditamos que a gestão eficaz de riscos só́ pode ser alcançada quando todas as partes interessadas são envolvidas, mas num processo mais simples, mais rápido”. E conclui, “o empresário brasileiro já enxugou o que pode com as múltiplas crises que atravessamos e simplesmente não pode mais assumir riscos que não consiga gerenciar; e é exatamente esse o nosso propósito, o de apoiar empresários na identificação e gerenciamento de riscos de forma eficiente e reduzir o custo total de gestão de risco”.

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Governança de TI Mon, 06 May 2019 00:00:00 +0000
Banpará adota solução de gestão de TI da Netscout http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6408-banpara-adota-solucao-de-gestao-de-ti-da-netscout http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6408-banpara-adota-solucao-de-gestao-de-ti-da-netscout Banpará adota solução de gestão de TI da Netscout

Plataforma nGeniusOne assegura disponibilidade de serviços e aplicações, contribuindo para a expansão dos negócios do banco

A Netscout Systems, Inc. (Nasdaq: NTCT), provedor de soluções para assegurar a continuidade e o desempenho dos serviços de TI, segurança cibernética e análise de dados em ambientes empresariais, anuncia que o Banpará, Banco do Estado do Pará, um dos cinco bancos estaduais existentes no Brasil e um dos mais conceituados bancos de varejo do país, adotou a nGeniusONE® Service Assurance Platform para garantir a disponibilidade de seus serviços num quadro de expansão de negócios e contínuo crescimento de sua infraestrutura. 

Fundado há 57 anos, o Banpará nos últimos sete de sua história cresceu mais do que nos primeiros 50. Com apenas 42 agências em 2011, o banco hoje está presente em todos os 144 municípios do Estado, além de oferecer serviços digitais a seus clientes.

A instituição precisou ampliar sua infraestrutura de TI para acompanhar essa expansão, visando a bancarização da população e o fomento de negócios, investindo, assim, em novas soluções que garantissem seu crescimento e um maior portfólio de serviços.

"A qualidade dos serviços que a Netscout vem oferecendo supera as expectativas do banco, e nos leva a fortalecer essa parceria. Temos certeza de que qualquer expansão que o banco faça em sua rede, em seus serviços, deverá contar com o monitoramento eficaz da Netscout. E esse monitoramento permite consolidar os serviços que o banco oferece", diz Eugênio Pessoa, diretor de tecnologia do Banpará.

Geraldo Guazzelli, diretor geral da Nescout no Brasil, afirma: "Temos consciência da responsabilidade de nosso papel junto ao Banpará no sentido de contribuir para a excelência de seus serviços e expansão dos seus negócios. E é com muito prazer que vemos os resultados de nosso trabalho". 

Disponibilidade dos serviços

O crescimento do banco e a realidade do mercado financeiro exigiam um controle tecnológico que ultrapassava em muito os recursos dos sistemas legados. Para manter a disponibilidade dos serviços do banco e a comunicação IP sem interrupções e segura era preciso atualizar sua infraestrutura.  

Assim, o Banpará viu a necessidade de monitorar o tráfego em toda sua rede. Buscava uma estrutura de monitoramento proativa, de modo a permitir a identificação de situações de degradação antes de ocorrer indisponibilidade da rede; e que, no caso de acontecer algum problema, pudesse facilitar a sua rápida correção. Com a tecnologia da Netscout, o banco pode solucionar problemas de maneira rápida e eficiente e garantir a entrega de serviços de alta qualidade a funcionários e clientes.

Depois de passar por provas de conceito, a Netscout foi escolhida como a melhor opção, pela capacidade de  oferecer visibilidade ao longo de toda a infraestrutura do Banpará e das aplicações que utiliza, permitindo ao banco monitorar questões relativas a desempenho ou anomalias no comportamento da rede e aplicativos. Por sua tecnologia e capacidade de dar ao banco o suporte necessário, o Banpará escolheu a plataforma nGeniusONE Service Assurance, adotando uma completa solução Netscout. 

Enquanto os dispositivos de agregação e TAPs garantiram visibilidade completa do tráfego da rede, as soluções analíticas fornecidas contribuíram para entregar ao banco uma visão abrangente do desempenho de serviços e aplicações, incluindo o monitoramento de todo o ambiente virtualizado por meio do vSTREAM, appliance virtual da Netscout que estende sua patenteada tecnologia Adaptive Service Intelligence® (ASI) à virtualização em nuvem pública e privada. Dessa forma, o Banpará conta com visibilidade em todo o seu ambiente híbrido.  

A plataforma nGeniusONE permite que as equipes de TI do Banpará identifiquem a causa dos problemas de desempenho afetando aplicativos em todo o ambiente do banco. Dessa forma, o pessoal técnico da instituição pode rapidamente fazer a triagem dessas questões, mesmo em ambientes complexos, com vários fornecedores - o que reduz, em última análise, o tempo médio de reparo (MTTR).  

A solução implantada propicia uma abordagem top-down eficiente para análise situacional, identificação e resolução de problemas. Utilizando um conjunto de fluxos de trabalho orientados a serviços, a plataforma nGeniusONE permite a transição contextual entre várias camadas de análise, facilitando, dessa forma, a transferência da tarefa de resposta a incidentes entre diferentes grupos de TI do Banpará - o que promove a colaboração e aprimora a capacidade de identificar e corrigir rapidamente eventos que venham a impactar a qualidade dos serviços para os clientes do banco.

Mais informações estão em vídeo disponível no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=szLtFlm7G94&feature=youtu.be         

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Governança de TI Wed, 30 Jan 2019 00:00:00 +0000
Banco Votorantim implanta projeto para monitorar infra de TI http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6401-banco-votorantim-implanta-projeto-para-monitorar-infra-de-ti http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6401-banco-votorantim-implanta-projeto-para-monitorar-infra-de-ti Banco Votorantim implanta projeto para monitorar infra de TI

Solução da Netscout permite analisar em tempo real o tráfego de dados, aprimorando o desempenho dos serviços e mitigando riscos operacionais

A NETSCOUT SYSTEMS, INC., (NASDAQ: NTCT), provedor de soluções para business assurance, segurança cibernética e análise de dados em ambientes empresariais, anuncia que o Banco Votorantim, o quinto maior banco privado do Brasil, voltado ao mercado corporativo e de crédito ao consumidor, escolheu a nGenius® Service Assurance Platform para monitorar e analisar em tempo real o tráfego de dados em sua infraestrutura de TI, aprimorando assim o desempenho de seus serviços e reduzindo os riscos a seus negócios. O banco optou também por uma solução fornecida pela Netscout para proteger sua rede de ataques de negação de serviço, mantendo sua total disponibilidade para clientes e funcionários.

"Ao mostrar o tráfego e o comportamento dos aplicativos de forma simples e não invasiva, a tecnologia Netscout® permite monitorar a real experiência do usuário e a qualidade dos serviços prestados por nossa TI. Assim, reduzimos o tempo gasto na identificação de problemas relacionados com a rede e com as aplicações que utilizamos, o que nos permite resolver incidentes rapidamente", observa Marcelo Maylinch, responsável pela infraestrutura de TI do Banco Votorantim.

"É gratificante saber que contribuímos para o sucesso do Banco Votorantim, que pode contar conosco para suas necessidades atuais e futuras no que diz respeito ao desempenho de sua rede e serviços digitais", disse Geraldo Guazzelli, diretor geral da Netscout no Brasil.

Como uma grande instituição financeira, o Banco Votorantim possui uma complexa rede corporativa no Brasil e no exterior. E os clientes se relacionam com o banco em suas filiais, eletronicamente via serviços da Web e por telefone, por meio das centrais de atendimento.

O crescimento da base de clientes do banco levou a equipe de TI a sentir necessidade de maior visibilidade dos serviços prestados pelas aplicações de voz e dados em sua rede, possibilitando uma análise mais detalhada e em tempo real desses serviços, assim como relatórios a serem utilizados por qualquer membro do time.

Além disso, em um segmento dinâmico e ágil como o de financiamento de consumo, por exemplo, não há espaço para atrasos ou indisponibilidade no momento da aprovação de um empréstimo. Desta forma, o Banco Votorantim buscava um provedor de serviço de anti-DDoS on premise e na nuvem.

Visibilidade e garantia de serviço

Diante desses requisitos, o Banco Votorantim selecionou a tecnologia Netscout® para assegurar visibilidade e garantia de serviço nos data centers e em todas as instalações do banco. O nGenius Packet Flow Switch direciona o tráfego da rede desde os datacenters até os vários dispositivos InfiniStreamNG, transformando simples dados em smart data, para análise pela solução nGeniusONE Service Assurance.

É essa plataforma que monitora os aplicativos do banco, de modo a garantir o desempenho de serviços essenciais, incluindo os voltados para clientes – como serviços bancários on-line, gerenciamento e autorização de cartões de crédito, empréstimos para automóveis e gestão de patrimônio – além dos aplicativos utilizados pelos funcionários.

Para garantir a disponibilidade e a segurança em relação aos diferentes tipos de ameaças DDoS, a proteção oferecida pela combinação do Arbor APS e do Arbor Cloud veio oferecer uma visão completa das atividades da rede, possibilitando o bloqueio rápido e automático de ameaças antes de elas afetarem aplicações e serviços críticos.

A escolha do Arbor Cloud se deveu ao fato de ser fornecido independentemente de operadoras (ISP), visto que grandes ataques volumétricos podem tirar do ar até mesmo um provedor de serviços. A opção Arbor Cloud conta com presença global, e capacidade de “limpar” os ataques em pontos próximos de onde se originam.

O Banco Votorantim entendeu que não há limites para as complexidades que se verificam no desempenho de aplicativos e serviços. Por isso fez questão de uma visibilidade total, capaz de oferecer uma visão clara do desempenho do aplicativo, da experiência do usuário e das dependências dos serviços, incluindo a adaptação às políticas e estratégias de segurança da organização.

Com a parceria, a equipe de TI do Votorantim conta ainda com soluções complementares OptiView XG, TruView Live e nGeniusPulse, para testes de desempenho e gerenciamento de redes e aplicativos, garantindo o perfeito funcionamento do dia a dia em todas as unidades e escritórios do banco.

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Governança de TI Fri, 14 Dec 2018 00:00:00 +0000
Frameworks são aliados das empresas na transformação digital http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6374-frameworks-sao-aliados-das-empresas-na-transformacao-digital http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6374-frameworks-sao-aliados-das-empresas-na-transformacao-digital Frameworks são aliados das empresas na transformação digital

Metodologias ITIL®, COBIT, PRINCE2 e PMBoK ajudam organizações a gerenciar seu parque tecnológico, alinhando TI às necessidades de negócios

Os frameworks de gestão de TI são instrumentos indispensáveis para auxiliar as organizações na jornada da transformação digital. Pois a introdução de mudanças disruptivas exige, como pressuposto, que as empresas coloquem a “casa em ordem”. Para isso, elas precisam reestruturar processos, mudar a cultura interna e garantir o funcionamento adequado e seguro de toda sua infraestrutura tecnológica. As companhias podem, desse modo, ingressar na onda de digitalização dos negócios, melhorando a eficiência operacional, agilizando a gestão, aumentando a produtividade, reduzindo custos e gerenciando melhor os riscos.

A Information Technology Infrastructure Library (ITIL®), a Control Objectives for Information and Related Technologie (COBIT), a PRINCE2 e a PMBoK são algumas das metodologias que se destacam como pilares da boa governança tecnológica. Existe também a norma ISO/IEC 20000, a primeira norma da ISO (International Organization for Standardization) voltada exclusivamente para a governança e serviços de TI, importante recurso para uso dos gestores. Esses frameworks devem ser utilizados em sinergia, porque se complementam. A escolha dessas ferramentas, entretanto, tem que basear-se no tipo de negócio.

“Espinha dorsal para uma boa governança de TI ou corporativa, com vistas à transformação digital, esses frameworks têm a proposta básica de alinhar a área de TI com a área de negócios. Por isso, reúnem as melhores práticas para permitir a gestão ágil dos serviços de TI”, assinala Fábio Assaf, CEO da Assaf Consultoria, empresa especializada em gerenciamento de serviços de TI, que vem se dedicando à implantação do ITIL® e do COBIT no mercado.

A consultoria é a primeira empresa brasileira e a terceira da América Latina a receber o título de ACP – AXELOS Consulting Partner, o que a habilita a prestar serviços de consultoria ITIL®.

Melhores práticas na gestão de TI

A Information Technology Infrastructure Library (ITIL®) é um conjunto extenso de publicações com as melhores práticas para o gerenciamento dos serviços de TI. Lastreada em processos, encarrega-se de demonstrar às companhias como gerir e usar ativos, entre eles hardware, software e procedimentos, para se atingir o custo, a disponibilidade, a performance e a segurança requeridos na sustentação e bom andamento dos negócios.

Na lista dos benefícios da biblioteca estão o alinhamento de TI com o negócio, a visão holística dos processos de TI, a economia de custos para as empresas, com a introdução de processos mais dinâmicos, e a padronização dos serviços de TI. Desenvolvida no final dos anos 80, a metodologia é a mais adotada mundialmente.

De acordo com Fábio Assaf, a ITIL® possui sinergia com a ISO/IEC 20000, norma que deve ser utilizada como um complemento do framework, pelo fato de atestar que as melhores práticas em gestão de serviços de TI estão efetivamente implantadas.

A ISO/IEC 20000 é a primeira norma da ISO (International Organization for Standardization) voltada exclusivamente para a governança e serviços de TI. Baseada na BS 15000 (British Standard), garante também que os processos mínimos estão sendo aplicados e seguidos.

Outro aspecto importante é que a ISO/IEC 20000 oferece alguns complementos fundamentais para o ITIL®, como, por exemplo, a responsabilidade e o comprometimento da alta direção em relação a itens como qualidade de serviços de TI, competências, treinamentos e requisitos de documentação para a devida execução dos processos. Tudo isso é auditado quanto à sua eficácia.

Em sua quinta versão, a metodologia COBIT, por sua vez, baseia-se nas boas práticas para a governança de Tecnologia da Informação. Criada na década de 1990 pela Information Systems Audit and Control Association, abriga uma série de recursos que podem servir como um modelo de referência para governança da TI e do negócio. Entre eles estão um sumário executivo, framework, objetivos de controle, mapas de auditoria, ferramentas para a sua implementação e, principalmente, um guia com técnicas de gerenciamento.

Foco na mitigação de riscos

Ao contrário do ITIL®, que tem foco mais tático e operacional e é direcionado aos serviços de TI, o COBIT concentra-se no nível estratégico das organizações e é orientado a mitigação de riscos. “A metodologia pode ser empregada como ferramenta de organização, estruturação, autoavaliação, comunicação, auditoria e gestão de TI. Para isso, encarrega-se de atividades como validação e redesenho dos processos, métrica dos processos, métricas de desempenho e pontuação de riscos e oportunidades em TI”, argumenta Assaf.

Nas suas primeiras versões, o COBIT concentrava-se na necessidade de auditar os processos de TI, para averiguar os pontos que demandavam melhorias. Pouco a pouco, as auditorias foram incorporadas à necessidade de manter-se, também, um amplo controle sobre a infraestrutura.

O framework PRINCE2 é um dos melhores padrões de gerenciamento de projeto praticado no Reino Unido, sendo também amplamente utilizado na Holanda e Austrália. A metodologia espalhou-se a partir desses centros para mais de 150 países em todo o mundo. Para o PRINCE2, os projetos são meios pelos quais introduzimos mudanças, partindo da definição de que um projeto é uma organização temporária criada com o propósito de entregar um ou mais produtos de negócio, de acordo com um Business Case pré-acordado.

Outro framework para gerenciamento de projetos é o PMBoK. Editado pelo PMI (Project Management Institute), é um guia de boas práticas, que reúne processos, artefatos, ferramentas e técnicas, capazes de garantir o sucesso de um projeto. A metodologia conta ainda com uma base de vocabulário comum que facilita o desenvolvimento e intercâmbio de conhecimento e práticas na área de gerenciamento de projetos.

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Governança de TI Mon, 06 Aug 2018 00:00:00 +0000
Nova versão do framework ITIL® será lançada em 2019 http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6366-nova-versao-do-framework-itil-sera-lancada-em-2019 http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6366-nova-versao-do-framework-itil-sera-lancada-em-2019 Nova versão do framework ITIL® será lançada em 2019

O ITIL 4 irá interagir com práticas ágeis, como DevOps, Agile e Lean

O novo framework ITIL® chega ao mercado para ajudar as empresas a enfrentar a Quarta Revolução Industrial, conhecida como Indústria 4.0. Essa era é caracterizada pela transformação digital do nosso mundo e a inevitável interação entre os seres humanos, tecnologias digitais e ativos físicos.

Nesse ambiente complexo, as organizações precisam ser mais ágeis, mais bem equipadas para se adaptar aos novos desafios e capacitadas a adotar novas maneiras de trabalhar para ter sucesso. Estes requisitos pressupõem uma boa governança de TI, para a qual o ITIL desempenha um papel fundamental.

No total, o trabalho de atualização do framework, conduzido pela AXELOS, absorveu um grupo de mais de 2.000 membros, em sua maioria arquitetos de TI de empresas mundiais de tecnologia. A AXELOS é responsável por desenvolver, aprimorar e promover uma série de metodologias de melhores práticas, utilizadas globalmente por profissionais que trabalham principalmente em gerenciamento de projetos, programas e portfólios, gestão de serviços de TI e resiliência cibernética.

A Assaf Consultoria, especializada em gerenciamento de serviços de TI (ITSM), participa do desenvolvimento do ITIL 4. A empresa é a primeira companhia brasileira e a terceira da América Latina a receber o título de ACP – AXELOS Consulting Partner, o que a habilita a prestar serviços de consultoria ITIL®.

De acordo com Fábio Assaf, diretor da Assaf, a biblioteca, em sua nova versão, tornou-se mais ágil, flexível e colaborativa. Isso permitirá uma integração e adoção mais rápidas por parte das áreas de TI e de negócio. “Uma inovação importante do ITIL 4 é enxugar sua metodologia para fornecer orientações claras e assertivas na gestão de projetos de desenvolvimento de software, infraestrutura e gestão de processos”, argumenta ele.

A evolução do modelo:

  • 1989: ITIL® V1 – Com uma biblioteca 31 volumes, contava com inúmeras recomendações e melhores práticas de TI, sendo reconhecido como “padrão de fato” em GSTI.
  • 2000: ITIL® V2 – Para ser mais acessível, foi se consolidando logicamente em duas principais edições (Service Support e Service Delivery). O ITIL® V2 se tornou a base padrão para a norma BS 15000, transformando-se em um anexo da norma ISO 20000.
  • 2007: ITIL® V3 – A V3 teve os modelos de melhores práticas organizados em torno do conceito de ciclo de vida de serviço. As práticas foram agrupadas em 26 processos, compondo 5 volumes (Service Strategy, Service Design, Service Transition, Service Operation e Continual Service Improvement).
  • 2011: ITIL® V3 - A V3 foi atualizada novamente, trazendo melhores exemplos e conteúdo para modelo, adicionando processos de relacionamento com negócio e gestão de projetos (Coordenação de Desenho).
  • 2019: ITIL® V4 – Com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2019, a V4 irá interagir com práticas ágeis, desenvolvimento de sistemas e gerenciamento de negócio, como os modelos DevOps, Agile e Lean.
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Governança de TI Wed, 25 Jul 2018 00:00:00 +0000
Grupo Quality apresenta casos de sucesso de governança e gestão de riscos http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6350-grupo-quality-apresenta-casos-de-sucesso-de-governanca-e-gestao-de-riscos http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6350-grupo-quality-apresenta-casos-de-sucesso-de-governanca-e-gestao-de-riscos Grupo Quality apresenta casos de sucesso de governança e gestão de riscos

Integrity Forum 2018 exibirá projetos implantados em grandes empresas, como ArcelorMittal, Itaú, Cristal, Grupo Marista e Dotz

O Integrity Forum 2018, evento realizado pela Quality., empresa especialista em suporte de TI, negócios e auditoria em produtividade, acontece no dia 24 de maio, no Hotel Pullman, em São Paulo. O tema desta 13ª edição é “Governança: prepare-se para um futuro inteligente, muito além da inovação”.

Além do Web ativista, Gil Giardelli, difusor de conceitos e atividades ligados à sociedade em rede, colaboração humana, economia criativa e inovação, que abrirá o evento com o tema “Futuro inteligente além da inovação”, serão apresentados casos de sucesso de grandes empresas como ArcelorMital, Itaú, Cristal, Grupo Marista, Dotz, entre outras.  

Entre os destaques, a Cristal, a segunda maior produtora de pigmentos de Dióxido de Titânio (TiO2) do mundo, iniciou a implantação das soluções ACL GRC para gestão de riscos, ACL Analytics e a plataforma Risco Software para monitoramento e prevenção à lavagem de dinheiro, representada pela Tech Supply.

“Sem uma ferramenta como a ACL, que conhecemos por meio da Tech Supply em seu evento anual Integrity Forum, não teríamos condições de gerenciar, mapear, avaliar e monitorar todos os itens classificados com impacto crítico, médio ou baixo atrelados a uma gestão preventiva dos controles em áreas específicas da Cristal”, afirma Sandro Freitas Oliveira, líder de governança, riscos e controles internos da Cristal Brasil. 

O evento contará também com sala exclusiva para palestras técnicas com especialistas.

Agenda

24 de maio de 2018

Das 8h30 às 18h30

Hotel Pullmman

Rua Olímpiadas, 205

São Paulo - SP

Gratuito – Inscrições http://conteudo.premierit.com.br/integrity-forum

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Governança de TI Fri, 18 May 2018 00:00:00 +0000
Complexidade da TI na área financeira desafia gestão da performance http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6269-complexidade-da-ti-na-area-financeira-desafia-gestao-da-performance http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/6269-complexidade-da-ti-na-area-financeira-desafia-gestao-da-performance Complexidade da TI na área financeira desafia gestão da performance

Segundo pesquisa da Dynatrace, 75% dos CIOs do setor dizem que pode ser impossível gerenciar o desempenho digital

A Dynatrace, provedora mundial de soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente, realizada com 249 executivos de tecnologia (CIOs - Chief Information Officers) do setor de serviços financeiros. Segundo o levantamento, 75% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento da performance digital de maneira eficiente. O estudo também destaca que hoje essa complexidade está crescendo exponencialmente e que uma única transação pela Web ou por dispositivos móveis passa por uma média de 38 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 26 sistemas que eram utilizados cinco anos atrás.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 54% dos CIOs de finanças planejando implementar um número ainda maior de tecnologias no próximo ano. A pesquisa revela que entre as principais tecnologias a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (97%), Microsserviços (90%) e Contêineres (88%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI das empresas de serviços financeiros agora gastam uma média de 30% do seu tempo lidando com problemas de performance digital, gerando um custo de US$ 3,8 milhões por ano para cada empresa. À medida que buscam soluções para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs de finanças (84%) avaliam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 92% já possuem ou planejam implementar a Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

"As organizações de serviços financeiros estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre ligada e conectada, e constantemente com uma demanda por inovação", afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace.

"A experiência do cliente é o novo campo de batalha para as organizações de serviços financeiros, com reguladores e consumidores impulsionando essa inovação. Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs têm percebido que seus legados de aplicativos não foram desenvolvidos para os ecossistemas digitais atuais e, por isso, estão sendo alterado para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar a performance digital e gerenciar efetivamente a experiência do usuário".

A pesquisa também aponta os desafios que as organizações de serviços financeiros acham mais difíceis para superar a migração para os ecossistemas de Multi-Cloud e de arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

o 76% dos CIOs das organizações de serviços financeiros dizem que a Multi-Cloud torna especialmente difícil e demorado o monitoramento e entendimento do impacto que os serviços em Cloud têm na experiência do usuário;

o 75% estão frustrados com tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementar novos serviços;

o 75% dos CIOs de finanças dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

o 80% dos CIOs de organizações de serviços financeiros dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil entender o seu impacto na performance dos aplicativos;

o A manutenção e configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação de dependências e interações de serviços (52%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

Visibilidade de todas as transações

"Para que o ambiente de Cloud ofereça os benefícios esperados, as organizações financeiras devem ter visibilidade de ponta a ponta (end-to-end) de todas as transações", explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. "No entanto, isso tornou muito difícil, porque eles estão desenvolvendo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação do aplicativo", assinala.

"Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação nos serviços financeiros, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar dados. É preciso ser capaz de detectar e manipular os ambientes de TI dos serviços financeiros em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista do cliente", pondera Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI das organizações financeiras estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 76% dos CIOs de finanças dizem que a área de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais dos negócios e dos usuários finais.

79% dos gestores ressaltam que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder à quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 219 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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Governança de TI Thu, 15 Feb 2018 00:00:00 +0000
Veritas lidera no Quadrante Mágico em Recuperação e Backup de Centros de Dados http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5855-veritas-lidera-no-quadrante-magico-em-recuperacao-e-backup-de-centros-de-dados http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5855-veritas-lidera-no-quadrante-magico-em-recuperacao-e-backup-de-centros-de-dados Mike Palmer, vice-presidente executivo e diretor de Produto da Veritas

Visão abrangente, habilidades de execução e presença global forte são os critérios da classificação do Gartner

 

A Veritas Tecnologias, a provedora de gerenciamento de dados na multinuvem, anunciou hoje que foi eleita líder pelo Quadrante Mágico da Gartner 2017 para Soluções de Recuperação e Backup de Centros de Dados, do Gartner, Inc. 1. A Veritas tem sido eleita Líder desde o lançamento do relatório, em 1999.2 Clique aqui para baixar o relatório na íntegra.

Os critérios de avaliação do Gartner para vendedores incluem visão abrangente e habilidades de execução. Como o mercado de backup e recuperação possui centenas de vendedores, o relatório reduziu o seu foco para aqueles que têm uma presença global forte na faixa superior das empresas de médio porte e nos ambientes de empresas de grande porte.

“Mais uma vez, temos a honra de receber o título de Líder do Quadrante Mágico do Gartner 2017 para Soluções de Recuperação e Backup de Centros de Dados”, afirmou Mike Palmer, vice-presidente executivo e diretor de Produto da Veritas. “Conforme o volume de dados continua crescendo e se tornando cada vez mais fragmentado nos ambientes virtuais e de nuvem, as empresas precisam de alto desempenho com soluções de recuperação e backup integradas para ajudar a reduzir os riscos e impulsionar a produtividade, e ao mesmo tempo minimizar os custos de armazenamento. Essa conquista é evidência do nosso compromisso de oferecer um gerenciamento de dados corporativos integrado e abrangente – tanto in loco quanto na nuvem”, completou. 

Segundo a empresa, os diferenciais tecnológicos apresentados por ela são os seguintes: 

  • Gerenciamento de Dados em Multinuvem 360 – Através da integração direta entre o NetBackup e uma vasta gama de soluções de gerenciamento de dados, a Veritas oferece  o gerenciamento de dados para a multinuvem 360
  • Esta solução permite às empresas gerenciar com facilidade os seus dados em ambientes multinuvem complexos, com excelente visibilidade, resiliência previsível e recursos de gerenciamento eficiente dos dados de cópia que ajudarão a agilizar o desenvolvimento e as operações e reduzir os custos de armazenamento. 
  • Proteção de dados escalável no mundo multinuvem – O NetBackup é compatível com uma grande quantidade de  ambientes de nuvem através de seus conectores de nuvem integrados, além de  gerenciar e escalar a proteção de dados em nível global, independentemente de onde os dados estiverem armazenados. Os benefícios aos clientes incluem:
    • Maior flexibilidade e escolha para acessar mais de 33 provedores de armazenamento em nuvem públicos e privados no mundo todo.
    • Transferência rápida de workloads em qualquer ambiente multinuvem (público, privado ou híbrido).
    • Maior previsibilidade para operações de resiliência, incluindo recuperação e redirecionamento de desastres, proteção de dados e testes de recuperação sem transtornos às operações. 
  • Modelos de apreçamento flexíveis e modernos – Através da nova  Suite de Gerenciamento™ de Dados 360, a Veritas oferece aos clientes soluções mais flexíveis, que se adaptam às necessidades atuais e futuras dos clientes. Esta solução alavanca a NetBackup com apreçamento de subscrição para simplificar o acesso a uma gama maior de soluções de gerenciamento de dados da Veritas. 

Segundo o relatório, “os líderes combinam as habilidades de execução e visão abrangente. Além disso, possuem os portfólios de produtos mais abrangentes e escaláveis e um histórico comprovado de presença no mercado e desempenho financeiro sólido. Em termos de visão, são considerados pela indústria como líderes de pensamento, detentores de planos bem articulados para aprimorar os recursos de recuperação, melhorar a transferência e o gerenciamento dos dados e aumentar a sua escalabilidade e abrangência de produto". 

1 Fonte: Gartner, Inc., Magic Quadrant for Data Center Backup and Recovery Solutions, Dave Russell, Pushan Rinnen, Robert Rhame, July 31, 2017 

2Títulos anteriores incluem Magic Quadrant for Enterprise Backup Software and Integrated Appliances (2014-2015), Magic Quadrant for Enterprise Backup/Recovery Software (2011-2013), Enterprise Backup and Restore Magic Quadrant (2001-2005), Enterprise Backup Vendor Magic Quadrant (1999-2000). Em 2006 e 2008, a Veritas Technologies recebeu as avaliações Positiva e Muito Positiva do MarketScope for Enterprise Backup/ Software. De 2005 a 2015, a Veritas Technologies era conhecida como Symantec.

 

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Governança de TI Tue, 08 Aug 2017 00:00:00 +0000
Organizações mundiais temem os impactos negativos do não cumprimento da GDPR http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5188-organizacoes-mundiais-temem-os-impactos-negativos-do-nao-cumprimento-da-gdpr http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5188-organizacoes-mundiais-temem-os-impactos-negativos-do-nao-cumprimento-da-gdpr Organizações mundiais temem os impactos negativos do não cumprimento da GDPR

A pesquisa da Veritas também indicou que muitas empresas parecem estar enfrentando sérios desafios em relação aos dados que armazenam

 Segundo uma pesquisa global conduzida pela Veritas Technologies, a empresa líder em gerenciamento de informações, 86% das empresas globais temem que o não cumprimento da Regulamentação Geral de Proteção de Dados (GDPR) possa ter um impacto negativo nas suas operações. Quase 20% temem que a não conformidade possa resultar no encerramento de suas operações, em vista de multas por não conformidade de até US$21 milhões ou equivalentes a 4% da receita bruta anual – o valor aplicado será o maior dos dois.

 Com o objetivo de conciliar a governança de informações de indivíduos (“dados pessoais”) nos países-membros da União Europeia (UE), a GDPR exigirá um maior cuidado em relação a onde e como os dados pessoais (incluindo informações bancárias, de cartão de crédito e de saúde) são armazenados e transferidos, e como o acesso a essas informações é vigiado e auditado pelas empresas. A GDPR, que começa a vigorar em 25 de maio de 2018, não afetará somente empresas dentro da UE. A nova lei será de âmbito global e terá impacto sobre qualquer empresa que ofereça produtos e serviços aos residentes da UE ou que monitore o seu comportamento (como por exemplo, o rastreamento de hábitos de consumo). De acordo com o estudo, 47% das empresas globais têm dúvidas em relação ao cumprimento desse prazo de conformidade.

 Segundo o The Veritas 2017 GDPR Report, que entrevistou em 2017 mais de 900 tomadores de decisão seniores de várias empresas na Europa, nos EUA e na Ásia-Pacífico, mais de 20% (21%) estão preocupados com a possibilidade de demissões, pois a redução de pessoal será um dos resultados inevitáveis das multas aplicadas às empresas que não cumprirem os requisitos de conformidade da GDPR.

As empresas também estão preocupadas com o impacto da não conformidade na imagem de suas marcas, principalmente se e quando essa falta de conformidade tornar-se pública em vista das novas obrigações de notificação de violação de dados aos indivíduos afetados. Dezenove por cento das empresas entrevistadas temem que coberturas negativas na mídia e nas redes sociais possam causar a perda de clientes. Uma em dez empresas (12%) está muito preocupada com uma possível desvalorização de suas marcas devido à cobertura negativa.

A falta de tecnologia como obstáculo para a conformidade com a GDPR

pesquisa também indicou que muitas empresas parecem estar enfrentando desafios sérios com relação aos dados que elas armazenam, onde esses dados estão localizados e a sua relevância para os negócios – sendo que esse conhecimento é um dos primeiros e mais importantes estágios do processo de conformidade com a GDPR. Uma das principais descobertas feitas pela pesquisa é que muitas empresas estão tendo dificuldade em resolver estes desafios devido à falta de tecnologia adequada para o cumprimento dos regulamentos de conformidade. 

Quase um terço (32%) dos entrevistados teme que a sua atual tecnologia de empilhamento não consiga gerenciar os seus dados de maneira eficaz e que isso possa prejudicar a sua capacidade de buscar, identificar e revisar dados -três critérios essenciais para a conformidade com a GDPR.

Além disso, 39% dos entrevistados afirmaram que as suas empresas não conseguem identificar e localizar dados relevantes com precisão. Esta é outra competência essencial, pois a regulamentação exige que quando solicitado, as empresas devem fornecer cópias dos dados aos seus portadores ou deletá-los num prazo de 30 dias.

Há também uma preocupação generalizada em relação à retenção de dados. Mais de 40% (42%) das empresas admitiram a inexistência de um mecanismo para determinar quais dados devem ser salvos ou deletados com base no seu valor. Segundo a GDPR, as empresas podem reter dados pessoais contanto que os mesmos ainda sejam utilizados para o propósito informado ao portador no momento da coleta desses dados. Caso os dados pessoais não sejam mais utilizados para o propósito descrito, os mesmos deverão ser deletados.   

Investindo na conformidade com a GDPR

A pesquisa da Veritas verificou que menos de um terço (31%) dos entrevistados acredita que a sua empresa esteja pronta para a GDPR. Para aqueles que já estão trabalhando para cumprir os requisitos de conformidade, esse processo exige um investimento de sete dígitos. Segundo as estimativas, as empresas esperam gastar uma média de US$1,4 milhão em iniciativas de adequação à GDPR. 

 Possíveis desafios de conformidade no âmbito global

 Muitas empresas no mundo todo ainda têm um longo caminho a percorrer para se adequar às normas de conformidade da GDPR.

 

  • Falta de preparo para a GDPR: De acordo com a pesquisa, vários países estão bastante atrasados em relação ao preparo para a GDPR, sendo que Singapura, Japão e Coréia do Sul ficaram em último lugar na pesquisa nesse quesito. Cinquenta e seis por cento dos entrevistados em Singapura acreditam não estar prontos para cumprir os prazos regulatórios. A situação é ainda pior no Japão e na Coréia do Sul, onde a porcentagem excede 60%. 

 

  • Temor de encerrar as operações:Quando o assunto é o temor de encerrar as operações devido ao não cumprimento das normas de conformidade, os maiores índices de preocupação foram registrados nos EUA e na Austrália. Quase 25% dos entrevistados em ambos os países temem que a não conformidade possa ameaçar a existência de suas empresas.

 

  • Preocupações em relação a demissões:Os entrevistados nos Estados Unidos e na Austrália também demonstraram uma forte preocupação com o fato de que as multas por não conformidade com a GDPR poderão resultar em demissões nas empresas. Vinte e seis por cento dos entrevistados nos EUA expressaram essa preocupação, enquanto que na Austrália a porcentagem aumentou para quase 30%. Esta também foi a principal preocupação na Coréia do Sul, onde 23% dos entrevistados afirmaram que as demissões poderão ser uma possibilidade.

 

  • Preocupações em relação a danos à marca: Na Ásia Pacífico, as empresas parecem estar muito preocupadas com o impacto da falta de conformidade na reputação de suas marcas. Vinte por cento dos entrevistados em Singapura temem perder clientes devido a coberturas negativas na mídia e nas redes sociais. Esse número aumenta para 21% no Japão e na Coréia do Sul.  

“Embora falte pouco mais de um ano para que a GDPR comece a vigorar, muitas empresas ainda adotam a filosofia do “o que eu não vejo não me atinge”. Mesmo que a sua empresa não seja sediada na UE, se você faz negócios na região, essa regulamentação se aplica a você,” disse Mike Palmer, vice- presidente Executivo e diretor de Produto da Veritas. “A primeira coisa a fazer é contratar um serviço de consultoria para checar o nível de preparo da sua empresa e criar uma estratégia para garantir a adequação aos requisitos de conformidade. Se as empresas não começarem a se preparar a partir de agora, estarão colocando empregos, a reputação de suas marcas e a sua própria existência em jogo.”

 

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Governança de TI Wed, 26 Apr 2017 00:00:00 +0000
Workshop debate a governança da informação no mercado juridico http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5005-workshop-debate-a-governanca-da-informacao-no-mercado-juridico http://executivosfinanceiros.com.br/governanca-de-ti/5005-workshop-debate-a-governanca-da-informacao-no-mercado-juridico Workshop debate a governança da informação no mercado juridico

Evento contará com as presenças internacionais de Patrick di Domenico, autor do livro “Knowledge management dor lawers”, e do diretor jurídico da DHL Marlr Smolik

Um encontro inovador para o mercado jurídico vai discutir a governança da informação, as novas ferramentas de Analytics, a aplicação do Business Inteligence e a transformação digital que vai impactar os negócios jurídicos nos próximos anos.

Dia 11 de maio, em São Paulo, será realizado o workshop “Governança da Informação para o mercado jurídico”, com as presenças internacionais de Patrick di Domenico, autor do livro “Knowledge management dor lawers”,do diretor jurídico da DHL Marlr Smolik; diretores jurídicos da Cosa, Dataprev e Santander; e empresas de Lawtechs. O evento contará ainda com uma mesa redonda com as cinco principais bancas do Direito que vão discutir as perspectivas, efeitos na eficiência e produtividade com a utilização da Gestão de Informação.

“Tudo isso está impondo ao mercado jurídico inteiro (escritórios, departamentos jurídicos, até juízes e tribunais) uma mudança na forma de se olhar, entender, se comportar e principalmente de como gerenciar a profissão advocatícia. O profissional do Direito do futuro, que já se tornando presente, utilizará mais o cérebro e menos as mãos”, explica o organizador do evento, José Paulo Graciotti.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site - http://www.informagroup.com.br/Governanca/inscrevase/pt

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Governança de TI Mon, 03 Apr 2017 00:00:00 +0000