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Hospital Santa Cruz adquire sistema robótico da Zeiss

Koshiro Nishikuni (à esquerda), neurocirurgião, e o Leonel Fernandes, superintendente do Hospital Santa Cruz Koshiro Nishikuni (à esquerda), neurocirurgião, e o Leonel Fernandes, superintendente do Hospital Santa Cruz

Em funcionamento desde junho, o Kinevo 900 oferece mais segurança e eficiência nos procedimentos cirúrgicos

Em junho, entrou em operação o Sistema de Visualização Robótica Kinevo 900, da marca alemã Zeiss, no Hospital Santa Cruz, em São Paulo.

Com tecnologia de ponta, o equipamento é indicado, principalmente, para cirurgias cranianas e de coluna, em neurocirurgia, e para aplicações nos nervos auditivos e base craniana, em otorrinolaringologia, em cirurgia traumática, plástica reconstrutiva e bucomaxilofacial, proporcionando processos cirúrgicos menos invasivos.

O cirurgião pode manusear o equipamento em sistema convencional de microscopia (binocular) ou via robótica com sistema de vídeo 3D, para visualização do campo cirúrgico, permitindo visão tridimensional com noção de profundidade, sem a necessidade do olho estar acoplado ao microscópio e permitindo melhor acesso à área afetada.

Outro recurso é a ferramenta de microinspeção QEVO, um endoscópio com visualização das regiões de difícil acesso, conectado diretamente ao aparelho, permitindo um fluxo de trabalho contínuo.

A tecnologia possui ainda o sistema PositionMemory, que permite ao cirurgião retornar às áreas exatas de atenção sem precisar reposicionar o equipamento ou mapeá-las novamente.

De acordo com o Koshiro Nishikuni, neurocirurgião do Hospital Santa Cruz, o novo equipamento oferece mais segurança e eficiência nas cirurgias.

“O sistema robótico Kinevo 900 proporciona total controle em sistema manual ou intraoperatório, por meio do painel no pedal de comando (foot control), permitindo que o cirurgião trabalhe com as mãos livres, o que ajuda a reduzir movimentos, tempo de cirurgia e, consequentemente, o desgaste físico do profissional em procedimentos neurológicos de longa duração e alta complexidade”, destaca.

Por meio do sistema de fluorescência intraoperatória, o cirurgião é capaz de identificar a origem do fluxo sanguíneo, hemorragias, microvasos sanguíneos, distinguir o tecido tumoral do tecido saudável, podendo assim, tomar decisões assertivas e rápidas durante a cirurgia, além de eliminar com segurança todo o tecido comprometido sem afetar áreas funcionais ou saudáveis.

“A fluorescência intraoperatória, com a aplicação defluoresceína, permite que se faça uma angiografia em tempo real nas cirurgias de aneurisma, para evitar uma isquemia cerebral, por exemplo, e realizar as correções necessárias”, complementa.

Todas as funções do equipamento, acessórios e configurações específicas são operadas pela tela touchscreen que aparece no monitor do equipamento.

O Kinevo 900 permite também gravar a cirurgia em alta ou baixa resolução, integrando as imagens ao prontuário eletrônico do paciente.

 

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