Hardware - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Sun, 17 Feb 2019 07:07:05 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Vendas globais de scanner Fujitsu ultrapassa marca de dez milhões http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5988-vendas-globais-de-scanner-fujitsu-ultrapassa-marca-de-dez-milhoes http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5988-vendas-globais-de-scanner-fujitsu-ultrapassa-marca-de-dez-milhoes Vendas globais de scanner Fujitsu ultrapassa marca de dez milhões

O primeiro scanner comercializado pela PFU, um flatbed U4301A, foi lançado em 1983, época em que a subsidiária ainda operava com o nome de USAC Electronic Industrial Co

A PFU, subsidiária da Fujitsu global responsável pela venda do portfólio de scanners da marca, anuncia a venda de mais de dez milhões de equipamentos até julho de 20171. O primeiro scanner comercializado pela PFU, um flatbed U4301A, foi lançado em 1983, época em que a subsidiária ainda operava com o nome de USAC Electronic Industrial Co. Desde então, a empresa segue atendendo as necessidades individuais de cada cliente e mantém a expansão da Série fi*2 composta por modelos de scanners mais ágeis para digitalização de imagens e equipados com ADF (alimentador automático de documentos).

O software original que acompanha os scanners da Série fi, melhora a experiência do usuário e aumenta a eficiência nas operações, facilitando o pré e o pós digitalização e oferecendo alta qualidade de imagem e interface simples. Já a Série ScanSnap permitiu, em 2001, a digitalização em apenas um toque e iniciou uma nova fase para a PFU. Na ocasião, a empresa lançou os modelos iX, compatíveis com Wi-Fi*3 e o SV600, um scanner suspenso que digitaliza sem contato. 

Após 34 anos do lançamento do primeiro scanner da PFU, além dos equipamentos Fujitsu serem utilizados em escritórios e residências em mais de 100 países, a Série fi alcançou o primeiro lugar na participação de mercado global*4.


“Queremos agradecer nossos clientes e parceiros. Nossos scanners evoluíram graças a eles, que caminham sempre ao nosso lado. A marca de 10 milhões é importante para a PFU, mas o principal é que continuaremos com a estratégia de facilitar a vida dos nossos clientes por meio de inovações contínuas em tecnologia”, afirma Kiyoshi Hasegawa, presidente da PFU Limited.


A PFU lançou um site em homenagem à sua marca de dez milhões de unidades vendidas. Com o mote “Good quality has 10 million reasons (Boa qualidade tem 10 milhões de razões, em tradução livre) o website agrupa depoimentos e mensagens com as razões pelas quais os clientes compraram os scanners, informações de campanhas realizadas em todo o mundo, além de contar a história dos scanners da PFU.

http://www.fujitsu.com/global/microsite/scanner-campaign/10Machievement/

 

Outro site, o “A história do nosso Scanner”, foi desenvolvido para compartilhar a perspectiva de desenvolvimento e produção dos scanners, detalhando a qualidade e a tecnologia oferecidas aos clientes através dos seus produtos.

http://www.fujitsu.com/global/microsite/scanner/quality/

 

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Hardware Mon, 18 Sep 2017 00:00:00 +0000
Remessas mundiais de PCs caem 4,3% no segundo trimestre de 2017, diz o Gartner http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5849-remessas-mundiais-de-pcs-caem-43-no-segundo-trimestre-de-2017-diz-o-gartner http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5849-remessas-mundiais-de-pcs-caem-43-no-segundo-trimestre-de-2017-diz-o-gartner Remessas mundiais de PCs caem 4,3% no segundo trimestre de 2017, diz o Gartner

É o 11º trimestre consecutivo de queda. Foram movimentados 61,1 milhões de unidades.

 

O Gartner, Inc., empresa global de pesquisa e aconselhamento em tecnologia, aponta que as remessas globais de PCs totalizaram 61,1 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, uma queda de 4,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. A indústria de computadores está no meio de uma recessão de cinco anos e esse é o 11º trimestre consecutivo de declínio. As remessas do segundo trimestre deste ano foram as menores em volume desde 2007.

"Os preços mais elevados dos PCs devido à escassez de componentes para DRAM (um tipo de memória RAM), unidades de estado sólido (dispositivos para armazenamento não volátil de dados digitais) e telas LCD tiveram um impacto negativo acentuado na demanda por desktops no segundo trimestre de 2017", diz Mikako Kitagawa, analista do Gartner: "A abordagem em relação aos maiores custos de componentes variou de fornecedor para fornecedor. Alguns decidiram absorver o aumento dos preços das peças sem elevar o preço final de seus dispositivos, enquanto outros transferiram os custos para o valor para o usuário final”.

No entanto, no segmento de negócios, “os fornecedores não aumentaram o preço tão rapidamente, especialmente em grandes empresas em que o valor normalmente é fixado com base em contrato, que muitas vezes é mantido durante o trimestre ou mesmo durante o ano", afirma Mikako. “No mercado de consumo, a elevação de preços tem um impacto maior à medida que os hábitos de compra são mais sensíveis aos aumentos. Muitos consumidores estão dispostos a adiar suas aquisições até que a pressão sobre os preços diminua”, acrescenta.

A HP Inc. recuperou sua posição frente à Lenovo no mercado mundial de PCs no segundo trimestre de 2017. A empresa alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento ano a ano. As remessas cresceram na maior parte das regiões, especialmente no mercado norte-americano, no qual o aumento das remessas excedeu a média regional.

As remessas globais da Lenovo diminuíram 8,4% de abril a junho de 2017, após dois trimestres de crescimento. A empresa registrou queda de remessa ano a ano em todas as regiões-chave. Mikako diz que os resultados do trimestre poderiam refletir a mudança estratégica da Lenovo de ganhos por compartilhamento de unidades para proteção de margem. O equilíbrio estratégico entre ganho de participação e rentabilidade é um desafio para todos os fornecedores de PCs.

A Dell alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento anual de remessas, com aumento de 1,4% no segundo trimestre de 2017. A empresa colocou alta prioridade em PCs como negócio estratégico. Entre os três principais fornecedores, a Dell é o único que pode suprir as necessidades integradas de TI para as empresas da Dell Technologies.

Nos EUA, as remessas de PCs totalizaram 14 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 5,7% em relação ao mesmo período de 2016. O mercado norte-americano diminuiu devido à fraca demanda no consumo de PCs. O segmento de negócios mostrou um crescimento consistente, enquanto os primeiros indicadores sugerem que as despesas no setor público estavam no caminho certo com a sazonalidade normal, já que o segundo trimestre geralmente é a pior temporada de compras dos equipamentos. No entanto, o mercado de educação estava sob pressão de uma forte demanda do Chromebook.

O segmento de Chromebook vem crescendo muito mais rápido do que o mercado geral de PCs. O Gartner não inclui as remessas desse equipamento no número geral, mas ele está afetando razoavelmente o mercado de computadores. As remessas mundiais do Chromebook cresceram 38% em 2016, enquanto o mercado geral de PCs diminuiu 6%.

"O Chromebook não é uma substituição ao PC desde já, mas poderia ser potencialmente transformado em uma troca se algumas poucas condições forem atendidas", diz Mikako. "Por exemplo, a infraestrutura de conectividade geral precisa melhorar, a conectividade de dados móveis precisa se tornar mais acessível e é necessário ter mais capacidade off-line”, ilustra. 

Europa, Oriente Médio e África 

As remessas de PCs na região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) totalizaram 17 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 3,5% ano a ano. Houve resultados variados entre os diversos países. A incerteza em torno das eleições no Reino Unido indicou que algumas empresas britânicas atrasaram as compras, especialmente no setor público.

Na França, a confiança dos consumidores aumentou mais do que o esperado depois que Emmanuel Macron foi eleito presidente. No entanto, os gastos com PCs permanecem tímidos. As remessas de computadores aumentaram na Alemanha à medida que as empresas investem em novo hardware com base no Windows 10 e o mercado russo continuou a mostrar melhorias impulsionadas pela estabilização econômica.

Na Ásia/Pacífico, as vendas de PCs superaram 21,5 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, 5,1% abaixo do mesmo período do ano passado. O mercado de computadores nessa região foi afetado principalmente pela dinâmica do mercado na Índia e na China. Na Índia, a demanda reprimida após a desmonetização esfriou depois do primeiro trimestre, juntamente com a ausência de um amplo contrato de compra em comparação com o ano anterior e preços mais elevados dos computadores, o que provocou um fraco crescimento do mercado. A China foi fortemente impactada pelo aumento dos preços dos PCs devido à falta de componentes.

Esses resultados são preliminares. As estatísticas finais estarão disponíveis em breve para clientes do programa Gartner's PC Quarterly Statistics Worldwide by Region. O relatório oferece uma visão abrangente e oportuna do mercado mundial de PCs, permitindo que o planejamento de produtos, a distribuição, o marketing e as vendas das organizações se mantenham a par das questões-chave e suas implicações futuras em todo o mundo.

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Hardware Mon, 07 Aug 2017 00:00:00 +0000
Mercado de servidores no Brasil cresceu 12% em receitas no primeiro trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5815-mercado-de-servidores-no-brasil-cresceu-12-em-receitas-no-primeiro-trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5815-mercado-de-servidores-no-brasil-cresceu-12-em-receitas-no-primeiro-trimestre Mercado de servidores no Brasil cresceu 12% em receitas no primeiro trimestre

Segundo a IDC, setor movimentou US$ 116 milhões no período.  Em unidades, o crescimento foi de 15% na comparação ano a ano.

Estudo realizado pela IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, revela que o mercado de servidores X86 cresceu 12% em receita nos três primeiros meses de 2017 e chegou à marca de US$ 116 milhões, contra US$ 104 milhões no mesmo período de 2016. Em unidades, houve um crescimento de 15% no primeiro trimestre deste ano, com 25.688 equipamentos comercializados.  

“As fabricantes de servidores x86 tiveram um comportamento mais agressivo no começo de 2017 e realizaram muitas campanhas promocionais. Além disso, ainda havia sobra de estoque de 2016, o que influenciou o aumento na receita e até no número de unidades comercializadas”,  diz Luis Altamirano, analista de pesquisas da IDC Brasil.  

Apesar do crescimento no primeiro trimestre, para 2017 a IDC Brasil prevê baixa de 14% na receita de servidores x86 mas, por outro lado, aumento de 6% em unidades vendidas. “Em 2016, a receita gerada foi de US$ 492 milhões, principalmente por conta dos grandes negócios globais que tiveram impacto no país”, acrescenta Altamirano.

Para este ano, a expectativa é de que isso não ocorra novamente e, consequentemente, o mercado chegue a US$ 425 milhões. “Em 2017, não teremos muitos investimentos em servidores de alta performance e os fabricantes devem focar em volume, principalmente de aparelhos em formato de torre”, finaliza. 

Acompanhe a IDC no Twitter: http://twitter.com/idcbrasil

 

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Hardware Mon, 31 Jul 2017 00:00:00 +0000
IBM lança primeiro mainframe que criptografa dados http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5731-ibm-lanca-primeiro-mainframe-que-criptografa-dados http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5731-ibm-lanca-primeiro-mainframe-que-criptografa-dados IBM lança primeiro mainframe que criptografa dados

IBM z14 é capaz de rodar mais de 12 bilhões de transações criptografadas por dia e possibilita, pela primeira vez ao mercado, criptografia de dados 24x7

A IBM apresenta o IBM z14, 14ª geração do mainframe mais potente do mercado, capaz de executar mais de 12 bilhões de transações criptografadas por dia, em tempo integral, garantindo máxima segurança a ambientes de TI. Trata-se do anúncio mais significativo da tecnologia mainframe em mais de uma década, que entra definitivamente na era da proteção de dados, com poder operacional 35% maior que seu antecessor. A capacidade criptográfica avançada do sistema agora também se estende aos dados, redes, dispositivos externos ou aplicativos inteiros e é capaz de operar transações criptografadas 18 vezes mais rápido que a maioria das plataformas x86, com apenas 5% do custo*.

As novas capacidades do IBM z14 foram desenvolvidas para atender a epidemia global de violações de dados gerada pelo cibercrime, que afetará cerca de USD 8 trilhões da economia global até 2022. Dos mais de 9 bilhões de registros de dados perdidos ou roubados desde 2013, apenas 4% foram criptografados, tornando a grande maioria dessas informações vulneráveis ​​aos cibercriminosos.

Segundo Anibal Strianese, diretor de systems hardware da IBM Brasil, a confiança gerada pelo uso da criptografia de dados é a nova moeda de troca da economia digital. “Hoje, sabemos que 90% das transações financeiras ao redor do mundo são realizadas em mainframes e tudo que reside nessas máquinas poderá ser encriptado, ou seja, se esse dado for roubado, se torna inútil pois está criptografado com uma chave”, afirma o executivo.

Atualmente, apenas 2% dos dados corporativos encontram-se criptografados, contra mais de 80% em dispositivos móveis*. Isso acontece porque as capacidades de criptografia em ambientes corporativos são complexas e difíceis de administrar para o cumprimento regulatório vigente, o que, consequentemente, afeta a experiência do usuário. Mas isso tende a mudar nos próximos anos. Com o z14, a IBM entrega um mecanismo com capacidade de atender de forma imediata a necessidade por segurança global dos dados.

Segurança e regulamentações


O IBM z14 também pretende ajudar as empresas a cumprirem com novos padrões de regulações, entre eles o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), da União Europeia, que aumentará os requisitos de conformidade de dados para organizações que fazem negócios na Europa a partir do próximo ano. O GDPR exigirá que as empresas denunciem violações de dados dentro de no máximo 72 horas ou poderão receber multas no valor de até 4% de sua receita anual, a menos que a organização possa demonstrar que os dados foram criptografados e as chaves protegidas.

“Estamos anunciando algumas funcionalidades para ter alta disponibilidade e continuar atendendo normas de hoje, mas também futuras que os órgãos estão criando para garantir uma disponibilidade do mercado financeiro como um todo.”, completa Strianese.

Modelo de cobrança

A IBM também anunciou um modelo inovador de precificação chamado Container Pricing. Com ele, os clientes terão acesso a preços de software simplificados com uma implementação flexível, ou seja, ao invés de pagar por uma infraestrutura inteira, será possível pagar pela transação realizada, no modelo as a service. E, caso o projeto ganhe escala, o z14 terá capacidade para se adaptar à demanda e manter a cobrança por transação. As opções de preços de container estão desenhadas para dar aos clientes a previsibilidade necessária para seus negócios. Os modelos de preços são escaláveis e oferecem capacidade de medição, limitação e faturamento ajustadas com o modelo de negócio.

Para auxiliar o mercado com esse novo modelo de precificação, o Banco IBM S.A., braço financeiro da IBM Global Financing, pode ajudar os clientes com qualificação de crédito ao adquirirem o novo z14, reduzindo seu custo total de propriedade e acelerando o retorno sobre o investimento. As ofertas do IBM Global Financing para soluções mainframe estão disponíveis por meio da IBM e seus parceiros de negócio, com termos e condições flexíveis que podem se adaptar para alinhar os custos com os benefícios dos projetos ou outras necessidades dos clientes. Para mais informações acesse http://www-03.ibm.com/financing/br/banco/ e cheque as condições financeiras e de crédito.

Por dentro da infraestrutura do z14

A 14ª geração da tecnologia mainframe tem o micro processador mais veloz da indústria [5.2GHz] e uma nova estrutura de sistema escalável que permite um aumento de 35% na capacidade de cargas de trabalho Linux em comparação com a geração anterior, o IBM z13. O sistema pode dar suporte a:

  • Mais de 12 bilhões de transações criptografadas por dia em um único sistema;
  • A maior instância do mundo de MongoDB com 2,5 vezes mais velocidade de desempenho NodeJS que as plataformas x86;
  • 2 milhões de Docker Containers;
  • 1000 bases de dados NoSQL concorrentes;
  • Três vezes mais memória que o sistema z13 para oferecer tempo de resposta mais rápido, maior produtividade e desempenho acelerado de análise. Com 32TB de memória, o z14 é o sistema com uma das maiores memória da indústria;
  • Triplo da velocidade I/O e processamento acelerado de transações, em comparação ao z13, para um maior crescimento em dados, maior produtividade de transações e menor tempo de resposta;
  • Capacidade de executar cargas de trabalho Java 50% mais rápido que as alternativas x86;
  • Tempo de resposta líder em Storage Area Network, com zHyperLink, o que representa uma latência 10 vezes menor, comparada com o z13, e uma redução do tempo de resposta de aplicativos pela metade;
  • Permite a realização de mais cargas de trabalho, como análise de dados em tempo real ou interação com dispositivos de Internet of Things(IoT) e aplicativos de nuvem dentro da mesma transação, sem mudar nenhuma linha de código de aplicativo.

 

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Hardware Wed, 19 Jul 2017 00:00:00 +0000
Dell EMC lança nova geração de servidores PowerEdge 14G http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5704-dell-emc-lanca-nova-geracao-de-servidores-poweredge-14g http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5704-dell-emc-lanca-nova-geracao-de-servidores-poweredge-14g Dell EMC lança nova geração de servidores PowerEdge 14G

Equipamentos são dotados de arquitetura escalável, apoiando processo de digitalização das empresas

A Dell EMC anuncia a chegada da 14ª geração de servidores Dell EMC PowerEdge que oferece uma plataforma de computação escalável, automatizada e segura para as aplicações baseadas nos processadores escaláveis Intel® Xeon®. A arquitetura escalável dos servidores Dell EMC PowerEdge 14G pemite aos os clientes atender atuais demandas do negócio, com desempenho superior para cargas de trabalho tradicional, virtualizadas ou nativas na nuvem em um datacenter definido por software.

“Com o lançamento, reforçamos nossa estratégia de oferecer a infraestrutura essencial para empresas, de todos os portes e perfis, atendendo às novas necessidades do negócio”, afirma Raymundo Peixoto, vice-presidente de vendas de soluções de servidores e networking da Dell EMC América Latina. “Temos hoje um portfólio único de soluções que ajuda as organizações a se adaptarem, de forma simples e rápida, a um ambiente de digitalização dos negócios.”

A nova linha de servidores blade e rack Dell EMC PowerEdge com processadores escaláveis Intel® Xeon® - que oferecem 27% mais CPU e 50% mais memória. A linha inclui o Dell EMC PowerEdge R640 voltada para computação e armazenamento de datacenter em escala densa em uma plataforma de 1U/2S.

Outro modelo é o Dell EMC PowerEdge R740, solução robusta para ambientes com alta demanda que garante o equilíbrio ideal no armazenamento. O R740 possibilita até 50% mais usuários de VDI por servidor e 50% mais aceleração para lógica analítica Hadoop. Já a solução PowerEdge R740XD destaca-se pelo desempenho de armazenamento e densidade para aplicações como storage definido por software.

Para cargas de trabalho altamente exigentes e de missão crítica, a opção é o Dell EMC PowerEdge R940, como ERP, comércio eletrônico e bancos de dados grandes. E a linha Dell EMC PowerEdge C6420 é ideal para computação de alto desempenho para maximizar a densidade, a escalabilidade e a eficiência no uso de energia por unidade em uma plataforma modular 2U/8S.

A linha será embarcada em appliances de storage, datacenter e hiperconvergência, assim como em plataformas de nuvem híbrida, pacotes e outras soluções da marca. A integração amplia o portfólio completo ao permitir que a camada de gestão do software execute dentro do hardware, visando melhorar o desempenho da solução como um todo, além de permitir testes e validações aprofundados de forma conjunta.

Em relação à segurança, a linha Dell EMC oferece soluções já embarcadas como a inicialização criptografada confiável que garante a proteção geral do datacenter. Também inclui recursos como a proteção Intel Boot Guard, o firmware assinado e a recuperação automática da BIOS e o novo OpenManage Enterprise como console virtual que oferece segurança aprimorada do servidor e flexibilidade operacional aos clientes.

A automação inteligente permite que os profissionais de TI se concentrem em tarefas críticas que geram retorno comercial e mais valor aos clientes. O OpenManage Enterprise, por exemplo, oferece ferramentas para automatizar a implementação, as atualizações, o monitoramento e a manutenção.

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Hardware Fri, 14 Jul 2017 00:00:00 +0000
Fábrica da Dell comemora 10 anos com a marca de 12 milhões de equipamentos produzidos http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5678-fabrica-da-dell-comemora-10-anos-com-a-marca-de-12-milhoes-de-equipamentos-produzidos http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5678-fabrica-da-dell-comemora-10-anos-com-a-marca-de-12-milhoes-de-equipamentos-produzidos Fábrica da Dell comemora 10 anos com a marca de 12 milhões de equipamentos produzidos

A unidade de Hortolândia atende todo o território nacional e foi pioneira no uso de IoT para aperfeiçoar o processo de controle de qualidade na fabricação de equipamentos

A Dell Technologies - família única de negócios que fornece a infraestrutura essencial para as organizações construírem o futuro digital e transformarem a TI - comemora os dez anos de sua fábrica localizada em Hortolândia (SP), com a conquista da marca de 12 milhões de equipamentos produzidos. Na planta, que atende todo o território nacional, são fabricados: computadores (desktops, notebooks, all-in-ones, workstations e equipamentos 2 em 1), servidores e soluções de armazenamento (storage).

 A Dell foi uma das primeiras fabricantes de computadores a investir em fabricação nacional. Em 1999, a empresa inaugurou uma unidade fabril na sede da companhia, em Eldorado do Sul (RS), e quase oito anos depois, em 2007, migrou toda a operação para a cidade de Hortolândia, onde hoje produz PCs, servidores e soluções de armazenamento para atender usuários domésticos e empresas de todo o território nacional.

 “Atingir a marca de 12 milhões de equipamentos produzidos no país reforça o compromisso da Dell com o mercado brasileiro, que é um dos principais mercados para a companhia no mundo”, afirma Claudionor Silva, diretor executivo de Operações da Dell Brasil. “Hoje, a produção da nossa fábrica consegue atender a todo o mercado interno. Graças à produção local em Hortolândia, temos agilidade e flexibilidade para atender o mercado nacional, o que representa uma importante vantagem competitiva”, completa.

 Projeto de IoT

 A fábrica da Dell de Hortolândia foi escolhida para implementação de um projeto pioneiro no mundo, baseado no uso de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), para melhorar o processo de controle de qualidade na produção de computadores. A iniciativa, que está em funcionamento desde dezembro de 2016, aumentou em 20% os índices de eficiência da área responsável pela auditoria dos equipamentos e servirá como modelo a ser replicado em outras unidades fabris da Dell ao redor do mundo.

 No projeto, câmeras de vídeo instaladas na linha de produção fazem a leitura, em tempo real, da etiqueta de identificação dos computadores e encaminham os dados para um gateway de Internet das Coisas, que consulta automaticamente as especificações técnicas das unidades produzidas no banco de dados da Dell e, por meio de scripts de análise, define quais unidades devem ser submetidas aos testes de qualidade. Em seguida, é enviado um comando para as esteiras de transporte, que desviam o equipamento para a área de auditoria de qualidade em tempo real, sem atraso na linha. O processo substituiu o método anterior, que era realizado de forma totalmente manual.

 “Hoje, a soma de tecnologias de última geração com profissionais capacitados garante que a fábrica de Hortolândia seja uma referência em termos de qualidade de produção”, ressalta Claudionor Silva. Ele lembra que essa capacidade local tem permitido que a planta fabril cresça para atender às novas necessidades da companhia, que hoje tem um portfólio completo de soluções computacionais e de infraestrutura de TI, que atendem desde usuários domésticos a empresas dos mais diversos portes, perfis e segmentos.

 

 

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Hardware Mon, 10 Jul 2017 00:00:00 +0000
Dell EMC impulsiona a transformação de TI com nova geração de servidores http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5321-dell-emc-impulsiona-a-transformacao-de-ti-com-nova-geracao-de-servidores http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5321-dell-emc-impulsiona-a-transformacao-de-ti-com-nova-geracao-de-servidores Dell EMC impulsiona a transformação de TI com nova geração de servidores

Os servidores PowerEdge de 14a geração serão incorporados às soluções de armazenamento e data center, appliances hiperconvergentes, racks, ready nodes, pacotes e outras soluções Dell 

A Dell EMC, fornecedora que reúne a oferta mais abrangente e inovadora de soluções corporativas de TI da indústria, apresentou durante o Dell EMC World – evento global da empresa, realizado nesta semana em Las Vegas (Estados Unidos) – uma prévia da 14ª geração de Servidores PowerEdge, com processadores dimensionáveis Intel Xeon, que ajudará os clientes a impulsionar a transformação da TI. A nova geração, que deve chegar ao mercado ainda neste ano, compõe uma plataforma de computação segura e dimensionável que é a base ideal para iniciativas de nuvem, análise de dados e iniciativas de data center definidos por software.

 Os servidores PowerEdge de 14a geração serão incorporados às soluções de armazenamento e data center, appliances hiperconvergentes, racks, ready nodes, pacotes e outras soluções Dell EMC líderes do setor.

 O novo portfólio traz inovações como arquitetura de negócios escalável, que permite potencializar os data centers para uma ampla variedade de novos requisitos de aplicações e automatização inteligente por meio da expansão dos APIs e do novo console OpenManage™ Enterprise, que permite aos funcionários de TI dedicarem mais tempo a trabalhos prioritários, além de segurança integrada que protege os negócios e os dados do cliente durante toda a vida útil do servidor.

 “Na economia digital, a tecnologia precisa se transformar na mesma velocidade dos negócios para desenvolver e implementar novos aplicativos, otimizar recursos e oferecer a experiência ideal ao cliente”, explica Ashley Gorakhpurwalla, presidente de Soluções de Servidores da Dell EMC. “Com a nossa liderança em inovações tecnológicas para servidores, a nova Geração de Servidores PowerEdge é a base do data center moderno”, completa.

 A nova arquitetura escalável dos servidores PowerEdge da Dell EMC possibilita que os clientes atendam às necessidades dinâmicas dos negócios, com desempenho aperfeiçoado para cargas de trabalho tradicionais e nativas da nuvem. O novo portfólio de Servidores Dell EMC PowerEdge foi aprimorado para melhorar o desempenho e o tempo de resposta de aplicativos através do armazenamento de baixa latência Non-Volatile Memory Express (NVMe) 19 vezes melhor que a geração anterior. A Dell EMC lidera o setor, orientando os padrões para NVMe via Express Flash.

 A Geração 14G possibilita obter resultados mais rápidos, com ajuste fácil e rápido na BIOS, que permite implementação ágil de muitas cargas de trabalho e de grande consumo de processamento. A melhoria na capacidade de armazenamento e flexibilidade permite aos clientes ajustar as configurações, conforme as necessidades específicas dos aplicativos e de acordo com a necessidade da operação. Isso é muito importante para ambientes de armazenamento definidos por software (SDS - Software-Defined Storage).

 Os recursos aprimorados de gerenciamento de sistemas incorporados ao portfólio Dell EMC PowerEdge automatizam a produtividade e simplificam o gerenciamento do ciclo de vida útil do servidor com novos recursos de gerenciamento como OpenManage Enterprise que unifica a experiência de gerenciamento do servidor e permite o monitoramento completo do data center. O ProSupport Plus com SupportAssist agiliza as correções, podendo reduzir o tempo necessário para resolver falhas e reposições em até 90%.  O resfriamento automático multi vetor melhora a eficiência energética e a densidade de computação e permite maior aceleração a partir das GPUs em uma configuração, aumentando em até 50% o número de usuários de VDI por servidor.

 O portfólio PowerEdge Dell EMC incorpora novos recursos de segurança no hardware e no sistema para proteger a infraestrutura com uma camada profunda de defesa, além de detecção rápida para que, em caso de violação, a recuperação aconteça em um local confiável. Os novos recursos incluem o System Lockdown, um recurso inovador da indústria, evita alterações de configuração que criem vulnerabilidades de segurança e exponham dados confidenciais. Recursos como o SecureBoot protegem o data center a partir de uma arquitetura com resiliência cibernética e inclui recursos de recuperação da BIOS, signed firmware e iDRAC RESTful API (em conformidade com os padrões Redfish). O System Erase apaga os dados do usuário dos drives de forma rápida e segura ou limpa todas as mídias não voláteis quando um servidor deixa de ser usado.

 

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Hardware Mon, 15 May 2017 00:00:00 +0000
Positivo diversifica negócios e muda o nome para Positivo Tecnologia http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5076-positivo-diversifica-negocios-e-muda-o-nome-para-positivo-tecnologia http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/5076-positivo-diversifica-negocios-e-muda-o-nome-para-positivo-tecnologia Positivo diversifica negócios e muda o nome para Positivo Tecnologia

Companhia hoje atua com um variado portfólio de marcas, segmentos de negócio e geografias

A Positivo Informática se prepara para a primeira alteração de sua nomenclatura. Com conceito mais amplo e atualizado, a nova denominação Positivo Tecnologia contempla o momento de diversificação dos negócios da companhia, que hoje atua com um variado portfólio de marcas, segmentos de negócio e geografias.

 “Adotamos um novo ‘sobrenome’ que reflete o movimento que iniciamos nos últimos anos de expansão para outros devices, além do PC, e vai abarcar as demais marcas debaixo do guarda-chuva da companhia, entre elas a própria Positivo – aqui como fabricante de dispositivos móveis –, a Quantum, a VAIO e a Hi Technologies. Entendemos que Positivo Tecnologia reflete o momento atual e o que vislumbramos como oportunidade para os próximos anos, com internet das coisas, big data e inteligência artificial ganhando cada vez mais importância no mercado, assim como em nosso radar”, ressalta Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia.

 A estratégia de expansão, que começou com a internacionalização da companhia para Argentina e Uruguai em 2011, proporcionou diversas conquistas. As mais recentes foram:

 ―      O recorde das vendas de celulares, que cresceram 149% em termos de receita em 2016 e representaram cerca de um terço do faturamento da companhia no ano.

―      A introdução da Quantum, nova marca de smartphones com a melhor relação entre preço e especificação do mercado brasileiro.

―      O licenciamento da VAIO, marca de notebooks premium que alia performance a designs exclusivos para os públicos mais exigentes no Brasil, na Argentina, no Uruguai e no Chile.

―      A expansão internacional com novos projetos educacionais de grande escala na África e operações já consolidadas na América Latina, sob a marca Positivo BGH.

―      A aquisição de 50% do capital da Hi Technologies, startup em preparativos finais para o lançamento de produtos disruptivos na área de tecnologia médica em 2017.

 A Positivo Tecnologia visa continuar aprofundando seu foco em inovação para oferecer constante atualização em dispositivos somados a softwares que melhorem a qualidade de vida de seus consumidores, no Brasil e no exterior. “A dobradinha PC e smartphones vai muito bem, e nosso objetivo é expandir para outros segmentos promissores, como é o de telemedicina. Assim como com o computador na década de 1980, queremos sair na frente com outros devices. Estamos ávidos por novidades e estaremos alinhados às novas tecnologias que estão surgindo e farão parte da rotina do brasileiro, em um futuro próximo”, finaliza Hélio. 

 

 

 

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Hardware Wed, 12 Apr 2017 00:00:00 +0000
Vendas de PCs no Brasil têm pior resultado dos últimos 13 anos http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/4859-vendas-de-pcs-no-brasil-tem-pior-resultado-dos-ultimos-13-anos http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/4859-vendas-de-pcs-no-brasil-tem-pior-resultado-dos-ultimos-13-anos Vendas de PCs no Brasil têm pior resultado dos últimos 13 anos

Segundo a IDC, no ano passado foram vendidos apenas 4,5 milhões de computadores no país, uma queda de 31,7%

Depois de um 2015 fraco em vendas, com 6,6 milhões de equipamentos comercializados, o mercado brasileiro de PCs voltou a cair e  fechou 2016 com 4,5 milhões de máquinas vendidas, o que representa uma queda de 31,7% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil. 

Do total de máquinas comercializadas, 2,8 milhões foram notebooks (recuo de 30% na comparação com 2015) e 1,7 milhão foram desktops (declínio de 35% na comparação com 2015). Ainda de acordo com o estudo, três milhões de computadores foram vendidos para o mercado doméstico e 1,5 milhão para o segmento corporativo. 

“A venda de computadores em 2016 ficou dentro das nossas expectativas. Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento, em geral. Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso à internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. 

Além da queda nas vendas, a receita com a venda de PCs também diminuiu  em 2016: o mercado todo faturou R$ 10,9 milhões ano passado, contra R$ 15,3 milhões em 2015. O tíquete médio dos computadores em 2016 foi de R$ 2.413, enquanto em 2015 foi de R$ 2.326 e, em 2014, foi de R$ 1.694. 

“A elevação nos preços deve-se a fatores como a alta do dólar e a chegada ao mercado de equipamentos mais robustos. Antes os fabricantes ‘brigavam’ para oferecer o menor preço, e hoje lutam por rentabilidade. O resultado é um mercado mais saudável e com equipamentos de melhor qualidade”, observa ele. 

4º trimestre de 2016

Ainda segundo o estudo da IDC Brasil, entre os meses de outubro e dezembro de 2016 foram vendidos 1,2 milhão de computadores no país, ou seja, contração de 11% em relação ao mesmo período de 2015. Do total de equipamentos, 450 mil foram desktops (queda de 15% na comparação com 2015) e 770 mil foram notebooks (recuo de 9% na comparação com 2015). 

Em relação ao terceiro trimestre de 2016, houve um crescimento de 17%, sendo que desktops tiveram um incremento de 21% e notebooks de 14%. Segundo o analista da IDC, o último trimestre foi o mais forte do ano, representando 27% do mercado total de 2016. “Muitos varejistas abasteceram seus estoques para a Black Friday e para o Natal”, lembra o analista. 

A tendência, segundo a IDC Brasil, é que o mercado se estabilize em 2017, mantendo os 4,5 milhões de computadores vendidos no ano passado. “Mesmo que a economia melhore, não devemos ter um incremento nas vendas este ano. O mercado de computadores é maduro e a vida útil das máquinas tem passado dos seis anos, já que a qualidade é melhor e o uso tem sido dividido com outros dispositivos. Para se destacar no mercado, os fabricantes precisam inovar e oferecer produtos com preços acessíveis”, finaliza Hagge. 

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Hardware Wed, 15 Mar 2017 00:00:00 +0000
Mercado de tablets caiu 32% em 2016, calcula IDC Brasil http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/4831-mercado-de-tablets-caiu-32-em-2016-calcula-idc-brasil http://executivosfinanceiros.com.br/hardware/4831-mercado-de-tablets-caiu-32-em-2016-calcula-idc-brasil Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

Foram comercializados cerca de quatro milhões de aparelhos no ano. Para 2017, consultoria prevê nova queda, porém de apenas 7%.

Pelo segundo ano consecutivo, o mercado brasileiro de tablets teve queda. Em 2016, foram vendidos aproximadamente quatro milhões de unidades, ou seja 32%  a menos do que em 2015, quando foram comercializados cerca de 5,8 milhões de dispositivos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q4, realizado pela IDC Brasil. Do total de tablets vendidos no ano passado, apenas 26,5 mil foram notebooks com telas destacáveis.

“Em 2016, passado o ‘boom’ de vendas de tablets, 80% do mercado ficou dominado por três empresas que resistiram ao período de crise e à canibalização destes dispositivos. Isso deixou o setor mais saudável e com produtos que oferecem melhor experiência de uso ao consumidor”, diz Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, os produtos colocados à venda em 2016 ficaram numa faixa de preço apenas 3% maior do que no ano anterior. “Em 2015, os tablets custavam, em média, R$ 500. No ano passado, os preços ficaram na faixa de R$ 513”, completa La Falce.  

Entre outubro e dezembro de 2016, foram comercializados 1,2 milhão de unidades, ou seja, 17% a mais do que no terceiro trimestre de 2016 e 11% a menos do que no mesmo período de 2015. “Como o tablet segue na lista de desejos do público infantil, o último trimestre de 2016 manteve o movimento aquecido dos anos anteriores por conta do Dia das Crianças, da Black Friday e do Natal”, finaliza o analista da IDC.  

A IDC Brasil estima que o mercado de tablets chegue à marca de 3,7 milhões de dispositivos vendidos em 2017, ou seja, apenas 7% a menos do que em 2016.

 

 

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Hardware Fri, 10 Mar 2017 00:00:00 +0000