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Vivo eleva investimento e registra lucro líquido de R$ 5 bilhões em 2019

Christian Gebara, presidente da Vivo Christian Gebara, presidente da Vivo

Total investido no ano alcançou R$ 8,8 bilhões, um aumento de 7,9%. Recursos foram concentrados na expansão da rede de fibra e nas tecnologias 4G e 4.5G

 

A Telefônica Brasil (Vivo) divulgou hoje, dia 19, o balanço financeiro e operacional de 2019. No ano, a empresa aumentou seus investimentos, que se aproximaram dos R$ 9 bilhões, um aumento de 7,9% quando comparado ao ano anterior, representando 20% da receita operacional. Aporte essencialmente direcionado à expansão do uso das tecnologias de conexão móvel e fixa.

A Vivo realizou em 2019 a maior expansão da história de sua rede de fibra, levando a tecnologia para 43 novas cidades, encerrando o ano em 164 municípios, com 11 milhões de domicílios cobertos. Na área móvel, a empresa fechou o ano em mais de 3,2 mil cidades com a rede 4G, cobrindo 89% da população, e 1,2 mil municípios com o 4.5G disponível para 66% dos brasileiros.

“A demanda da sociedade é por conectividade de qualidade. E, como líderes de mercado, elevamos nossos investimentos ao maior patamar da história da Vivo, para oferecer aos nossos 100 milhões de acessos uma infraestrutura diferenciada, com mais cobertura 4,5G e fibra”, afirma o presidente da Vivo, Christian Gebara. “Manteremos os investimentos em alta e ao final de 2020 completaremos o plano trienal anunciado há dois anos, com um montante de R$ 26,5 bilhões investidos”, explica.

No quarto trimestre, a receita operacional líquida cresceu 2,6% -- quando comparado ao igual período anterior -- um dos maiores crescimentos dos últimos quatro anos, por sólido desempenho das receitas de pós-pago, aparelhos e fibra. No ano, a receita operacional líquida cresceu 1,9%.

Os custos operacionais recorrentes, excluindo gastos com depreciação e amortização, subiram 1% no último trimestre, motivados, principalmente, pelos maiores custos com vendas de aparelhos, em um período em que a inflação foi de 4,3% (IPCA - 12M). No ano, os custos operacionais recorrentes cresceram apenas 1,2% devido às eficiências geradas pelo constante processo de digitalização. Neste sentido, a proporção de clientes que recebem faturas online chegou a 73% e através do incentivo ao uso do Meu Vivo, a empresa reduziu em 25% as chamadas recebidas no call center.

Com isso, o EBITDA recorrente (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 5,4% no trimestre, totalizando R$ 4,3 bilhões, com margem de 38,2% (a maior da história da empresa), refletindo sua estratégia em focar em negócios de maior valor com planos pós-pagos e expansão da rede de fibra, além dos esforços de simplificação, digitalização e disciplina financeira. No ano, o EBITDA recorrente chegou a R$ 16 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2018, com margem de 36,2%.

O lucro líquido do trimestre chegou a R$ 1,3 bilhão, contribuindo para o acumulado de 2019 de R$ 5 bilhões. O resultado é menor em relação a 2018 pois, naquele ano, o lucro foi positivamente impactado por efeitos não recorrentes referentes ao trânsito em julgado, no Superior Tribunal de Justiça, de dois processos judiciais que reconheceram o direito da exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições ao PIS e COFINS. Quando excluídos os efeitos não recorrentes, o lucro líquido de 2019 atingiu R$ 5,4 bilhões com crescimento anual de 2,5%.

O fluxo de caixa livre da atividade de negócio apresentou crescimento de 28,4% no quarto trimestre, atingindo R$ 2,6 bilhões, impulsionado, principalmente, pela expansão do EBITDA. No acumulado de 2019, o valor atingiu expressivos R$ 8,2 bilhões, representando um aumento de 19,0% em comparação com 2018.

Consistência nos resultados

“Em um ano marcado por uma retomada ainda gradual da economia, apresentamos um resultado financeiro consistente combinando investimentos e crescimento acelerado em segmentos de clientes chaves, eficiência em custos e a maior geração de caixa de nossa história, atingindo R$ 8,2 bilhões no ano”, pontua o vice-presidente de Finanças da Vivo, David Melcon,

A receita líquida móvel cresceu 5,7% durante o quarto trimestre, influenciada por atividades comerciais dentro do segmento, como a expansão de 5,8% da receita de dados e serviços digitais -- que já representa 82,3% do total --, e maior receita de aparelhos, que subiu 40,7% no ano, após expandir-se 46,2% no quarto trimestre, impulsionada pelas campanhas de vendas de Black Friday e Natal. No acumulado de 2019, a receita líquida móvel cresceu 4,8%.

O resultado se deve à estratégia da empresa de acelerar e ganhar participação em um mercado relevante por meio do poder da marca Vivo e dos canais de venda da empresa, que vêm atraindo consumidores de alto valor tanto para as lojas virtuais quanto físicas. Esse movimento também é reflexo da atenção e da experiência digital que a Vivo oferece aos seus clientes, seja pelo atendimento via aplicativo ou nas lojas da empresa, projetadas para oferecer ao consumidor um ambiente altamente conectado.

“Nossas lojas são verdadeiros pontos tecnológicos com um ambiente consultivo e participativo. Nelas, nossos clientes podem encontrar todo tipo de device, como aparelhos, câmeras, sensores, lâmpadas inteligentes, acessórios e até drones”, afirma Gebara. “Somos uma empresa de tecnologia voltada para todas as necessidades dos nossos clientes, entregando os serviços digitais mais desejados do mercado por meio de parcerias com grandes players, como Amazon Prime Video, Tidal, Spotify, Rappi e Netflix”, explica. 

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