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Nova plataforma de startup curitibana opera no conceito de vendas 4.0

Solução mescla conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence

Imagine uma startup com pouco mais de um ano e meio movimentar R$ 100 milhões em negócios por mês, com crescimento na ordem de 20% a cada 30 dias. Este é o caso da Gear Up, fundada em janeiro de 2018, na cidade de Curitiba (PR), que desenvolveu uma plataforma que mescla tecnologias desde o mapeamento de potenciais clientes até o pós-venda, trabalhando no conceito de vendas 4.0. A empresa opera com o propósito de levar tecnologias inovadoras e dar subsídios para conduzir os times de vendas para potencializar resultados.

 “Nós somos vendedores que criaram uma ferramenta para vendedores. Percebemos as startups crescendo muito rápido, enquanto as empresas, as indústrias em especial, crescem mais devagar, sem novas ferramentas acopladas. Nosso foco é oferecer uma plataforma especializada em potencializar vendas”, diz o fundador e CEO da Gear Up, Leon Le Senechal. Neste ano, a indústria atingiu a menor fatia de participação no Produto Interno Bruto (PIB) desde a década de 1940: 11,3% da atividade econômica. Na década de 1980, chegou a 30% do PIB.

 Ao mesclar conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence, a plataforma é usada pela empresa desde a prospecção, fazendo com que se tenha um único fornecedor em toda a jornada comercial. “Estamos desenvolvendo tecnologia no Brasil para posicionar a indústria brasileira no mesmo patamar de qualquer multinacional. Queremos oferecer uma nova vantagem competitiva para esses negócios”, esclarece o também fundador Igor Lachowski, diretor de Atendimento a Clientes.

 Na avaliação de Le Senechal, a indústria brasileira investiu forte em software nos últimos anos, buscando se aproximar mais do conceito da indústria 4.0. Ainda há, contudo, a necessidade de dar o próximo passo, integrando essas tecnologias ao marketing e à venda. “A maior dor da indústria brasileira está na dependência de distribuidores e canais de vendas. Com o Big Data, a indústria consegue chegar ao ponto de venda sem a figura do intermediário e já existem transportadoras escoando mais por menos”, diz. “Trata-se de uma reinvenção para dar mais resultados a partir de um núcleo de inteligência, que pode ser usado até mesmo para impulsionar os distribuidores”, ressalta.

 Digital e físico

 Uma das novidades da plataforma está em aproximar os meios digital e físico, com o propósito em ampliar os resultados. Por meio da integração com canais de entradas, como site, landing pages e redes sociais, e outros softwares usados pelas empresas, é possível qualificar e nutrir os leads, de modo que avancem de forma mais rápida dentro do funil de vendas. Em outras palavras, deixando de ser um prospect para, de fato, se tornar um cliente. “A união do inbound e do outbound – este último atacando os mercados que interessam – gera uma máquina de vendas”, explica Le Senechal.

 

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TecBan se destaca com tecnologia para transações bancárias em blockchain

IBM foi escolhida para o desenvolvimento da solução que proporciona redução de até 15% na logística do dinheiro

A TecBan anuncia o lançamento de uma solução inédita que utiliza blockchain para transações interbancárias. A tecnologia possibilita que instituições financeiras compartilhem e consumam serviços hospedados em uma rede compartilhada digital, otimizando a disponibilidade de dinheiro em suas agências espalhadas pelo Brasil e melhorando o acesso à moeda pelos cidadãos.

Especializada na gestão do ciclo do dinheiro por meio de soluções de autoatendimento e compartilhamento bancário, com uma forte cultura voltada para a inovação, a TecBan, que direcionou nos últimos cinco anos R$ 2,2 bilhões para novas soluções, pretende continuar evoluindo com o uso de blockchain, uma plataforma que funciona como um livro de registro imutável, que registra transações e permite segurança na troca de informações.

“O projeto tem como objetivo ajudar nas transações de transferência de dinheiro entre todo o setor bancário no Brasil”, afirma Robert Baumgartner, diretor de TI da TecBan. “Se antes cada banco tinha a necessidade de ter seu numerário em cada local, agora a rede blockchain permite uma necessidade única de dinheiro em espécie por localização, independentemente de qual seja o banco, processando cada transação na rede blockchain e hospedando essas transações em uma única rede empresarial. Com menos numerário distribuído, há menos risco e mais eficiência para o sistema bancário”, conclui.

À medida que as instituições financeiras trabalham cada vez mais para implementar novas tecnologias em suas operações, os mercados financeiros ficam saturados com vários sistemas executando as mesmas funções de negócios e com dados em silos que exigem processos de reconciliação caros. Com este projeto da TecBan, os funcionários das instituições financeiras que realizam as atividades de forma manual para as movimentações de numerário, passaram a ter uma aplicação confiável e segura para realizarem suas operações.

Como o sistema interbancário prevê a otimização intra e entre custódias de valores através do uso da IBM Blockchain Platform em IBM Cloud, muitas vezes já não é necessário transportar o numerário. Apenas com uma transferência da custódia, a necessidade é atendida e a operação é concluída.

"Tecnologias disruptivas como blockchain e cloud têm o potencial de transformar os processos de negócio em qualquer indústria, especialmente quando temos ambientes de múltiplas partes interessadas e que a confiança nas atividades deve ser extremamente alta, tais como as dos serviços financeiros", comentou Fabio Marras, CTO da IBM Brasil. “A rede da TecBan, baseada na IBM Blockchain Platform e na IBM Cloud coloca o setor bancário brasileiro no próximo nível de transparência e segurança e estabelece um precedente transformador no mercado financeiro, não apenas no Brasil, mas em toda a região e no mundo".

A solução está localizada no IBM Blockchain Solutions Hub em São Paulo, projetado para ajudar os clientes a criar uma nova geração de aplicativos blockchain em IBM Cloud.

 

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Empresa usa inteligência artificial para montar carteiras de ações que superam o Ibovespa

Com as informações de fechamento do pregão diário, após o "aftermarket", são selecionadas ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista

A carteira SABE Invest obteve rentabilidade que superou o Ibovespa em 607 pontos em outubro deste ano. O ganho de 722% no longo prazo (dezembro de 2014 a outubro de 2019), marcado por juros baixos e volatilidade do índice de ações, foi obtido por meio do uso do algoritmo SABE Score ©, baseado em análise fundamentalista.

Por meio do SABE Intelligence, um relatório para apoio à tomada de decisões de investimentos, baseado em Inteligência Artificial, a empresa monta uma carteira de ações com empresas que apresentaram desempenho destacado. A estratégia tem se mostrado acertada. Nos últimos 12 meses, a taxa de acertos da carteira SABE Invest foi de 77%, o que equivale a dizer que de cada 10 companhias selecionadas pelo algoritmo, mais de 7 superaram o índice no longo prazo. Os algoritmos da SABE mapeiam as ações de acordo com seus scores, elaborados com base na análise fundamentalista de diversos indicadores de desempenho e dados financeiros dos balanços dos últimos cinco anos. O Big Data da empresa conta com mais de 120 mil demonstrativos financeiros de todas as companhias listadas na B3.

"Com as informações de fechamento do pregão diário, após o "aftermarket", selecionamos as ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista. Seguindo uma ótica fundamentalista, calculamos, para cada companhia selecionada, com suporte de Inteligência Artificial, vários indicadores com informações diárias de mercado", explica o CEO da SABE Invest, Luiz Guilherme Dias. Os cálculos dos indicadores são compostos com as informações dos balanços dos últimos 5 anos mais o último período trimestral corrente, extraídas do Big Data SABE.

A SABE faz o acompanhamento constante das ações e organiza rankings diários e mensal com as "campeãs" e as "lanternas" da bolsa, enviando relatório informativo todos os dias para seus clientes, investidores pessoas físicas, gestores de assets, fundos e bancos de investimentos. Também oferece relatórios setoriais e serviços focados em estratégias de investimento específicas, como small caps e empresas sustentáveis.

"Aliando a tecnologia desenvolvida à experiência, sensibilidade e visão de especialistas em mercado de capitais, constantemente, a SABE Invest elabora relatórios de perfis distintos, com o objetivo de iluminar as rotas, sinalizar perigos e obstáculos, para indicar rumos mais seguros e rentáveis aos clientes", afirma Dias. "Nosso objetivo é apoiar instituições do mercado, desde os gestores profissionais até os investidores individuais, de diferentes níveis de formação e experiência, a constituir e expandir patrimônio no longo prazo, por meio do investimento em ações de empresas de desempenho destacado", complementa.

Este ano, o número de investidores pessoa física no mercado de renda variável quase dobrou. Até outubro, a B3 contabilizava mais de 1,53 milhão de CPFs cadastrados. Em 2018, os investidores pessoa física eram cerca de 813 mil. Para Dias, isso aponta uma tendência de popularização da bolsa, o que demandará a difusão de conhecimento de qualidade em torno do mercado de capitais brasileiro. "O atual cenário macroeconômico, com taxa de juros no menor patamar histórico, e poupança com rendimento real quase nulo, tem levado o investidor pessoa física a buscar oportunidades mais rentáveis, recorrendo a instrumentos financeiros diversificados", explica.

É neste segmento, carente de informações de qualidade e de fácil compreensão, que a SABE Invest tem focado sua estratégia de crescimento, mirando a educação financeira do investidor. "Nosso foco ampliou-se nos últimos anos para as instituições de ensino superior, buscando auxiliar professores e alunos, em especial na área de pós-graduação, no aprendizado e no apoio às pesquisas acadêmicas e estudos de caso, facilitados pelo acesso aos dados reais de empresas brasileiras disponíveis no Banco de Dados SABE", ressalta Dias.

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Um a cada dez consumidores já realiza compras usando assistentes de voz nos EUA

Levantamento da PYMNTS, com a colaboração da Visa, aponta tendências sobre o comércio na era dos dispositivos conectados

Um a cada dez consumidores americanos (9,6%) já usa dispositivos ativados por voz para fazer uma compra – um aumento de 25% em relação ao ano anterior. Esse dado faz parte do estudo anual da PYMNTS 'How We Will Pay', em colaboração com a Visa, que acompanha a evolução de como os meios digitais estão mudando nossos hábitos e preferências, examinando o uso crescente de dispositivos conectados e seu papel na facilitação do dia a dia da jornada de compras. O estudo, focado no público americano, também aborda tendências baseadas nos comportamentos atuais que podem ser replicados em outras regiões.

Os principais destaques da pesquisa incluem:

A voz tem se tornando essencial para o comércio. Os consumidores têm interagido com dispositivos habilitados para voz cada vez mais: três em cada 10 pessoas já possuem assistentes de voz. Essas interações vão além de checar a temperatura ou fazer uma chamada telefônica, muitos consumidores já usam tanto os dispositivos habilitados para voz em smartphones quanto em alto-falantes para fazer compras. Usam recursos de voz ao longo de toda sua jornada de compra, desde a pesquisa e comparação de características ou preços, até para adicionar produtos aos seus carrinhos virtuais. O recurso tem facilitado as experiências no momento do checkout, contribuindo para a realização efetiva da venda. O apetite dos consumidores por experiências de compras ativadas por voz está crescendo a cada dia.

Quase tudo pode se transformar em um ponto de venda. Objetos regulares, como TVs, espelhos e carros, transformaram-se em sistemas POS – tornando possível fazer compras de qualquer lugar a qualquer momento. De acordo com o estudo, um em cinco consumidores fez compras usando dispositivos conectados enquanto assistia TV (20%). Aproximadamente 76% dos entrevistados disseram que fazem pelo menos uma compra enquanto realizam outra atividade. Especificamente, 27% dos entrevistados dizem comprar enquanto jantam ou até mesmo durante o trabalho (19%).

Sobre o estudo

Em uma colaboração entre PYMNTS e Visa, o estudo “How We Will Pay” foi realizado com aproximadamente 5.050 usuários com 18 anos ou mais, nos Estados Unidos. Nesta segunda edição, as descobertas do ano anterior foram aproveitadas, mapeando a evolução dos hábitos de consumo do consumidor conectado. Os consumidores responderam a uma variedade de perguntas sobre padrões comportamentais específicos, hábitos de compra e preferências relacionadas ao comércio conectado. A ideia é trazer um recorte de cinco personalidades de usuários distintos, com base na idade, preferências de compra e conectividade, fornecendo uma análise aprofundada dos hábitos de compras online de cada grupo.

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Deloitte e Google Cloud anunciam expansão de parceria

O acordo entre as duas empresas inclui soluções de Inteligência Artificial, Machine Leaning, Big Data e Analytics

A Deloitte e o Google Cloud anunciam a expansão de sua parceria no Brasil com o objetivo de trazer ao mercado nacional uma série de soluções integradas para empresas de diversos setores, ajudando-as a enfrentar seus principais desafios no ciclo de transformação digital. No país, o foco inicial será nas frentes da Google Cloud relacionadas à Analytics, Machine Learning, SAP e segurança, e em metodologias e conhecimentos especializados de profissionais da Deloitte, a maior organização de consultoria e auditoria do mundo.

 “Nossos clientes poderão experimentar todo o potencial da nuvem e da inteligência artificial a partir desta valiosa parceria - uma das principais apostas da Deloitte para este ano dentro de nossa atuação no ambiente de transformação digital. Nossa proposta é criar o futuro em tempo real, com muita inteligência. Ou seja, ajudar o cliente a explorar novas possibilidades dinâmicas, alinhar seus objetivos virtuais com resultados reais e fornecer soluções e experiências específicas do setor para obter vantagens competitivas. Como parceiro principal do Google Cloud, conseguimos oferecer capacidades de reação ágeis às mudanças nos negócios”, declara Jefferson Denti, sócio-líder em Analytics, AI Cognitive e Transformação Digital da Deloitte responsável pela aliança com a Google Cloud.

 “Dentro do nosso ecossistema de parceiros, estamos sempre em busca de sinergia com empresas que nos ajudarão a aprimorar soluções em benefício de nossos clientes”, afirma João Bolonha, diretor de Google Cloud para o Brasil. “Acreditamos que a parceria com a Deloitte poderá nos ajudar a estar ainda mais próximos das empresas e apoiá-las em seus esforços de transformação digital.”

 A parceria entre a Deloitte e a Google Cloud inclui soluções como:

Artificial Intelligence e Machine Learning​| Automação ​​Inteligente –​Os algoritmos e APIs do Google são usados para alavancar a prática de AI & Cognitive da Deloitte e fornecer aos clientes recursos avançados de IoT, Machine Learning e inteligência de negócios.

Big Data & Analytics| Insights com relevância –​A Deloitte resolve problemas complexos de negócios utilizando ferramentas de Big Data e Analytics do Google, gerando insights relevantes para as diversas dimensões de negócio, bem como, na formação dos Centros de Excelência em Analytics.

 Marketing & Engajamento Digital| Engajamento com significado –​Com a crescente necessidade de campanhas digitais mais efetivas, além de uma experiência de cliente relevante, a Deloitte tem ajudado diversos clientes na conexão com seus clientes utilizando Google Cloud for Marketing.

 Cloud| Estratégia PaaS e IaaS, implementação e além –​À medida que nossos clientes utilizam cada vez mais os serviços nativos da nuvem para modernizar seus portfólios de aplicativos existentes e criar produtos e serviços inovadores para seus clientes, eles podem contar com nossa expertise para ajudar a gerar maior valor por meio do Google Cloud.

 SAP on Google Cloud | Empresa Eficiente –​​Por​meio de nossa parceria com a SAP, a Deloitte pode trazer pessoas, conhecimento e experiência para ajudar as empresas a utilizarem todo o potencial transformador do SAP aliado à rapidez e confiabilidade da plataforma global Google.

 Segurança | Velocidade com controle - A​infraestrutura da Google Cloud é projetada, construída e operada com uma atenção rigorosa à segurança. A Deloitte passou décadas ajudando os clientes a proteger seus negócios contra ameaças à segurança. Juntos, podemos ajudá-lo a se mover com segurança para a nuvem.

 Para saber mais sobre a dimensão da parceria global entre a Deloitte e a Google, confira o post​​no blog oficial de Google Cloud.

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Corretora dá dicas sobre como investir em criptomoedas via mobile

O usuário deve ter uma senha forte e usar mecanismos de 2FA, que é a autenticação de dois fatores, em que o usuário deve apresentar dois ou mais elementos que provam a veracidade de sua identidade

Em um mercado volumoso como o de criptomoedas, que chega a movimentar cerca de US$ 20 bilhões por dia apenas em Bitcoin, segundo dados divulgados pelo casa de análise Coinmetrics.io, é fundamental ter agilidade para acompanhar o movimento de sobe e desce dos ativos e aproveitar as oportunidades de investimento. Por meio de aplicativos é possível checar cotações em tempo real e negociar moedas digitais com a ajuda de uma interface altamente intuitiva e segura. Para começar a utilizar, os usuários devem se cadastrar e fornecer seus dados pessoais, que serão analisados para evitar o uso da plataforma para fins ilícitos e ações maliciosas.

“A ideia de operar pelo celular é facilitar a entrada de investidores interessados nesse mercado. Entretanto, é preciso escolher uma exchange que preze por parâmetros de segurança”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, empresa especializada no mercado brasileiro de criptomoedas.

De acordo com o especialista há uma sombra no mercado de criptomoedas que faz com que muitas pessoas pensem que não é seguro. Mas, ao contrário disso, o segmento, que tem a expectativa de dobrar de faturamento em 2019, conta com diversas empresas que proporcionam transações protegidas.

Entre as dicas para fortalecer a segurança em operações por aparelhos móveis, Coquieri ressalta que é importante o usuário ter uma senha forte e usar mecanismos de 2FA, que é a autenticação de dois fatores, em que o usuário deve apresentar dois ou mais elementos que provam a veracidade de sua identidade. “O aplicativo também traz agilidade para operar a qualquer hora do dia e de qualquer lugar do mundo, em um esquema de 24x7.”

Em 2 anos de atuação, a empresa já acumula mais de 250 mil usuários cadastrados e mais de 50 mil downloads. “Ao oferecer a melhor experiência ao cliente, estamos apoiando o amadurecimento do mercado de criptoativos no Brasil e ajudando a transformar a maneira com que entendemos e lidamos com o dinheiro no dia a dia”, conclui Coquieri

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Fornecedores e bancos discutem em evento o futuro do blockchain

A tecnologia somente faz sentido quando existirem partes que precisem se relacionar e que incluam itens de valores tangíveis e intangíveis, bem como garantias e patentes

Em sua quarta edição, a conferência Blockchain, promovida anualmente pela RTM, maior provedora de serviços para integração do mercado financeiro, acaba de reunir em São Paulo mais de 120 pessoas, entre gestores de TI e Telecom, autoridades e parceiros. Participaram como palestrantes especialistas na tecnologia de Bradesco, Itaú, CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos), IBM e Wipro. Ao final, Guilherme Horn, um dos maiores empreendedores do país, mediou um debate com participação da plateia.

 Promover o debate acerca de tendências e tecnologias é uma das iniciativas do programa de inovação aberta Conecta, que tem por objetivo criar um ambiente colaborativo para fomentar novas ideias, gerando soluções aos clientes.

 Blockchain avança, mas entender aplicações e governança é fundamental

 Seria blockchain uma solução em busca de um problema? A indagação do especialista em inovação Guilherme Horn ao abrir o debate da IV Conferência Blockchain reforçou a tese de que o caso de uso deve ser muito bem estudado antes de blockchain ser implantado. “A questão é como colocar os principais players dentro da tecnologia e como se provar o business case”, apontou.

 As aplicações de blockchain vêm evoluindo em nichos e a questão que se faz, indagou Horn, é se está sendo criada uma nova fonte de legados a cada solução. “Quando se começa a construir uma nova plataforma, ela vai se tornar um novo legado. O que vai fazer isto, sendo legado ou não, deixar de ser um problema é garantir a interoperabilidade das aplicações”, destacou Renato Lopes, do Itaú Unibanco. Na IBM, conforme contou Alberto Miyazaki, quando uma solução entra em produção, ela já é legado. “Hoje, o censo comum é criar camadas ou APIs”, disse.

 A substituição de tecnologias antigas por novas deve ser vista como algo natural da evolução. Contudo, para que todo o ambiente trabalhe em harmonia, deve haver governança, conforme pontuou Gracianne de Moura Santos, da Wipro. Uma orientação é criar camadas para abstrair o que está embaixo e, assim, extrair a informação mais facilmente e substituir as tecnologias de maneira mais simples. “O ideal é desenhar uma arquitetura de forma que se possam plugar as coisas de forma natural”, George Marcel M. A. Smetana, do Bradesco.

 A governança ainda é um desafio para implantação de blockchain, mas ela tem sido endereçada, principalmente, pelas ações da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), que lançou, no meio do ano, a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN). “Se o mercado precisar de estrutura central para interoperar as estruturas descentralizadas, teremos de estar na frente. Historicamente, os serviços da CIP passaram por autorregulação”, disse Leonardo Ribeiro, da CIP.

 Para Marcel, do Bradesco, a governança depende muito do ecossistema que se vai criar e de como estará montado. “A governança muda se, por exemplo, é um ecossistema entre concorrentes, entre banco e seus clientes ou com os fornecedores. Se monto uma rede com meus concorrentes, a governança pode ser um problema”, defendeu.

 Já a redução de custos vai depender do caso de uso — é, por exemplo, mais fácil obter esta diminuição em aplicações para transacionar remessas para o exterior do que para rastrear boletos. Onde a ineficiência é maior, há mais chances de se reduzir o custo adotando blockchain. Além de resultados monetários, Miyazaki, da IBM, ressaltou os benefícios de imagem. Ele citou como exemplo o consórcio lançado e liderado pelo Wal-Mart com base no IBM Food Trust, uma rede colaborativa de produtores, processadores, atacadistas, distribuidores, fabricantes e varejistas.

 Eficiência do processo, tempo da transação, custo, valor adquirido — não é só o monetário, como de marca também — são itens que ajudam a aprovar o caso de negócio. Os tipos de solução vão depender das eficiências e ineficiências que se quer atacar. “A interoperabilidade entre as redes será fundamental. É muito mais fácil para grandes empresas aderirem a consórcios construídos em cima de redes permissionadas, mas entendo que com a maturidade da plataforma isto possa evoluir para redes públicas”, ponderou Lopes, do Itaú Unibanco.

 Alberto Miyazaki | IBM

 Casos reais apontam futuro do blockchain

 A tecnologia não vale a pena ser adotada, se não entregar benefícios de negócios. No caso de blockchain, ele faz sentido quando existirem partes que precisem se relacionar e que incluam itens de valores tangíveis e intangíveis, bem como garantias e patentes. Para Alberto Miyazaki, Diretor de tecnologia para serviços financeiros da IBM, os relacionamentos em blockchain são construídos baseados em quatro pilares: ledger compartilhado, contratos inteligentes (smart contracts), privacidade e provas.  

“A IBM foi evoluindo em relação ao blockchain. Tivemos a nossa primeira versão, que nasceu no laboratório da IBM, mas, por perceber que a tecnologia por si só não faz sentido, doamos a tecnologia. Hoje não somos mais dono, mas fazemos parte do consórcio Hyperledger Fabric. Já temos mais de 500 projetos desenvolvidos com clientes”, explicou Miyazaki.

Há exemplos de adoção de blockchain nos setores financeiro, público, varejista, de seguros e produção. Em sua apresentação, o executivo falou sobre alguns dos projetos. Entre os exemplos brasileiros, a startup GrowthTech faz a gestão do ciclo de incorporação imobiliária, tendo, inclusive, caso de transação de venda de apartamento e registro de certidão de nascimento com base em blockchain. A IBM também suportou a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) na Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN).

 A plataforma global de pagamentos em tempo real para instituições financeiras regulamentadas IBM Blockchain World Wire já integra 44 instituições financeiras de 72 países que transacionam 47 moedas distintas. No Brasil, o Banco Bradesco assinou carta de intenção para integrar a rede. Outro exemplo é o consórcio lançado e liderado pelo Wal-Mart IBM Food Trust, que montou uma rede colaborativa de produtores, processadores, atacadistas, distribuidores, fabricantes e varejistas. “Rastrear um iogurte levava seis dias, 18 horas e 26 minutos e passou para 2,2 segundos. Com isto, se pode fazer recall rapidamente e recolher apenas o que precisa”, detalhou.

Miyazaki disse acreditar que, no futuro, as diversas redes de blockchain e de setores distintos vão se juntar. “Hoje, cada uma nasce buscando um propósito, mas no futuro, independentemente da tecnologia, teremos interoperabilidade e elas vão se falar.”

Gracianne Santos | Wipro

Blockchain tem amplo espectro de utilização

 “Blockchain é muito mais que redes de blocos e tem um amplo espectro para o qual pode ser utilizado”, destacou Gracianne de Moura Santos, Gerente de Transformação Digital da Wipro, ao falar sobre as estratégias para liderar a transformação dos negócios com blockchain. A inovação disruptiva obtida por meio de blockchain e da computação distribuída vem da criação de um modelo de negócios baseado em redes da próxima geração descentralizadas de blockchain. “Façam um estudo na empresa de vocês para saberem como podem usar blockchain; este é o principal ponto de partida”, alertou, completando que a Wipro tem mais de cem iniciativas que já foram go live.

A construção de um forte portfólio de soluções, plataformas e patentes, com base em pesquisa em novos protocolos de blockchain, de uma comunidade de blockchain e talentos, de ecossistemas incluindo consórcios e fornecedores e o posicionamento de marca são facilitadores no processo de planejamento para adoção da tecnologia. “Uso blockchain por usar ou para fazer algo diferente e que não tinha empresa com objetivo de ser líder no mercado?”, questionou a executiva.  

 A Wipro tem iniciativas mundiais com diversos clientes que vão desde plataforma de fornecimento de energia, moeda digital e gestão da cadeia de ativos de hardware a rastreamento da cadeia de suprimentos, para conhecer melhor o cliente — do inglês, know your customer — e, assim, evitar fraudes. “No sistema financeiro, usamos blockchain para ativos monetários, para ativos em si (protocolos, propriedade intelectual, contratos, rastreabilidade) e também para registro de dados financeiros, registros públicos, etc.”, acrescentou Gracianne de Moura Santos.

 Ao citar casos de clientes no Brasil, a especialista falou sobre a tokenização em uma instituição com objetivo de rastrear quem estava pedindo empréstimos e saber se a destinação dos recursos está indo para o devido fim. “Fizemos um registro unificado para os tomadores de empréstimos para ter maior visibilidade dos clientes. Isto gerou grande redução de custos para eles, porque consegue rastrear para saber onde o dinheiro está sendo usado e, com menos fraudes, se tem mais dinheiro disponível para outros projetos”, detalhou.

 A empresa também trabalhou na criação de uma moeda digital interbancária e com uma estrutura única, reduzindo, assim, os custos das operações, fazendo liquidação de pagamentos interbancários em tempo real e com sistema resiliente a fraudes. Outro case foi de plataforma para pagamentos transfronteiriços para instituições financeiras globais.

 Leonardo Ribeiro | CIP

 Bancos já têm rede de blockchain

 Lançada no Ciab deste ano, a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN) é vista como um guarda-chuva para usos de blockchain em projetos com a participação de diferentes instituições financeiras. Administrada pela Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), a RBSFN surgiu depois de anos de discussões sobre qual seria o melhor caso de uso para blockchain. “Os times estavam querendo provar que a tecnologia funcionava e a decisão do que iria se colocar era muito importante”, contou Leonardo Ribeiro, superintendente de serviços financeiros na CIP. As principais preocupações giraram em torno de governança, padrões, interoperabilidade e integração.

 O primeiro caso de uso da rede é o device ID, que usa blockchain para compartilhar identificações de dispositivos móveis. A partir dessas identificações, as instituições financeiras poderão enriquecer seus sistemas antifraude para verificar se um dispositivo específico é confiável ao avaliar, por exemplo, se se trata de um aparelho perdido, furtado ou roubado. O device ID foi elaborado usando a plataforma Hyperledger Fabric, da IBM, e conta com a participação de bancos como Banrisul, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Itaú, JP Morgan, Original, Santander e Sicoob.

 As informações sobre os aparelhos celulares são alimentadas na plataforma blockchain pelos bancos, e são eles quem apontam se o dispositivo pode ou não estar 'contaminado', deixando de ser seguro. A informação é compartilhada com os demais bancos que integram a rede, os quais, de posse dessa informação, tomam as devidas precauções e providências.

 A governança da rede está baseada na autor-regulação definida em convenção e assinada pela Febraban e CIP. “A autorregulação está estruturada; o device ID tem especificações rodando e, hoje, grupos ligados à segurança se reúnem para evoluir a solução”, disse Ribeiro. “Depois que lançamos este projeto, representantes de outros setores nos procuraram, o que mostra que ela tem aderência, por mais que seja simples”, completou.

 A CIP se coloca como habilitadora, com importante papel para viabilizar a entrada de instituições, tanto as que operam nó na rede como as que só se conectam à rede por meio de protocolos. “Só não podemos excluir”, ressaltou. Agora, revelou Ribeiro, a CIP está avançando com outras soluções usando, inclusive, Corda, da R3, para futuros desenvolvimentos de aplicações, como uso de apelidos para transações financeiras.

 

Blockchain não é para tudo; tem de saber usar

 Cauteloso, George Marcel M. A. Smetana, especialista de inovação do Bradesco e responsável por blockchain no banco, entende que blockchain ou distributed ledger não é solução para todo e qualquer problema; em alguns casos, não faz o menor sentido, em muitos, é uma das opções e, em certos caos, pode ser a melhor opção de solução.

 “Blockchain é uma tecnologia de registro distribuído de informação assinadas e encadeadas criptograficamente”, definiu, acrescentando que se trata de nova forma de se obter imutabilidade, registro e rastreabilidade, com benefícios de ser como um “carimbo de tempo” e prova de anterioridade, promover a autoconciliação (consenso com relação à versão atual e corrente das informações), entregar resiliência e resistência à censura, fazer a prevenção a double spend e ter a execução de aplicação da rede.

 É preciso, alertou o especialista, entender o que blockchain faz para não se frustrar depois. “Blockchain é um trusted party distribuído e ele pode desintermediar trusted parties centralizados. Mas nem todos os modelos de negócios comportam trusted parties distribuídos, seja por causa dos requisitos funcionais, seja por causa de requisitos não-funcionais”, disse.

Marcel defendeu que blockchain é uma forma de uniformizar um ecossistema, e seus casos de uso são diversos, como para controle de ciclo de vida de criptoativos e tokenização de ativos, registros de hashes, compartilhamento de informações entre duas ou mais partes e workflows descentralizados. “Blockchain é complexo, as plataformas ainda estão em evolução, pode-se ainda ficar preso a um fornecedor — vendor lock-in, então, se tiver outra solução, escolha”, orientou Marcel.

 Para saber se o uso do blockchain é realmente necessário, ele recomendou averiguar se o problema pode ser resolvido com APIs ou certificados digitais; entender quais seriam os nós das redes e quem faria parte do ecossistema; se o problema de negócio precisa de um trusted party e se o custo total da operação com blockchain ficaria menor, igual ou maior que o custo atual. O Bradesco tem projetos tanto apenas do banco, como junto com a Febraban e com outros parceiros como seguradoras.

Renato Lopes | Itaú

 A jornada blockchain no Itaú

A jornada rumo à adoção de blockchain no Banco Itaú Unibanco começou em 2015 com a criação de criação de um centro de excelência. Ao longo dos anos, a instituição fez aliança com R3, passou por fase colaborativa junto ao grupo de trabalho na Febraban, quando participou de provas de conceito — entre elas o os projetos Fingerprint e DNA —, fez bootcamp de blockchain com a Universidade de São Paulo (USP) e testou o Ripple. Mas para Renato Lopes, gerente de arquitetura enterprise do Itaú, o grande marco no ecossistema de blockchain no Brasil é a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN). “Ela resolveu questão importante de governança”, afirmou.

 Lopes aproveitou sua apresentação no evento para indagar o que é o blockchain, além do hype. “Ele foi modinha em 2016, com todos querendo usar. Entendemos que existe um processo acelerado de seleção natural”, disse. Ainda que desafios tenham sido superados ou estejam bem encaminhados — como a visão de aliança, a robustez, a latência e o medo que governo e reguladores tinham da tecnologia —, há desafios importantes a vencer. A questão jurídica, como estar em conformidade com leis, como a LGPD, questões concorrenciais na formação de consórcios, a governança e a capacitação ainda precisam ser endereçadas. “A CIP resolveu um problema complicado de governança, quando ela fica com o gerenciamento da rede”, disse.  

 Além disso, o debate acerca de redes permissionadas e redes públicas merece atenção.  “Hoje, as redes permissionadas permitem que incumbentes possam participar dos consórcios, já que as empresas não vão colocar dados de clientes, mesmo que criptografados, na rede de forma pública”, apontou.

 Ao avaliar a trajetória e o aprendizado com blockchain, o executivo ressaltou que não faz sentido usar a tecnologia se não for para ter parceiros, e é preciso envolver as áreas de negócios desde o início. “Tem de entender qual é a dor que será resolvida pela tecnologia. Blockchain pode ser uma ótima solução, mas tem de avaliar se é a melhor para o problema”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Populos opera com uma visão no futuro do trabalho

Empresa desenvolve projetos de transformação que habilitam pessoas, dados e aplicações que estejam disponíveis e acessíveis de uma forma simples, segura e unificada

Como será o futuro do trabalho? Seja nos escritórios, fábricas ou outros ambientes, as expectativas das mudanças trazidas pela transformação digital são gigantescas. Todos serão impactados - não importa a função que se desempenhe. Para ajudar organizações a equilibrar as necessidades de hoje com uma visão no futuro do trabalho nasceu em 2016 a Populos, empresa focada em soluções de tecnologia voltadas ao usuário final.

Especializada na integração de ferramentas de grandes players do mercado como Citrix, Google Cloud e Nutanix, a empresa inclui em seu portfólio soluções voltadas a Digital Workspace, Endpoint Management, Networking, Cloud Computing, Content Collaboration e Hyperconverged Infrastructure.

Na prática, a Populos desenvolve projetos de transformação que habilitam pessoas, dados e aplicações que estejam disponíveis e acessíveis de uma forma simples, segura e unificada. Tudo para garantir liberdade para se trabalhar e inovar sem limitações de local, tempo ou contexto.

"Nossas soluções tornam realidade para as organizações o trabalho sem amarras com controle flexibilidade e segurança, ajudando na jornada de transformação da maneira como as pessoas desempenham suas funções. Habilitamos hoje o futuro, principalmente às empresas que querem oferecer flexibilidade e aumentar a produtividade dos seus colaboradores", explica Gustavo Santos, sócio-fundador da Populos.

Para garantir a entrega de mais de 50 projetos em grandes empresas de verticais como Varejo, Indústria, Energia, e Finanças entre outros, a empresa conta com um time técnico formado por 40 profissionais. Competente e certificada, a equipe tem grande vivência prática e está pronta para desenhar e executar projetos com sucesso.

Com um crescimento médio de 300% no YoY dos últimos 24 meses, os planos para o futuro são arrojados. Gustavo Santos conta que a meta para 2020 é "triplicar o faturamento de 2019 e dobrar o número de colaboradores, além de repetir o sucesso que temos com a Citrix com outros dois importantes parceiros de negócios; Google Cloud e Nutanix." Em 2017 e 2018 a empresa conquistou importantes prêmios da Citrix como principal parceiro na América Latina.

POPULOS escolheu o Gartner IT Symposium/Xpo 2019 como local para lançar uma oferta inovadora, o Intelligent Digital Workspace. Além do novo portfólio de produtos, que será apresentado em seu estande, a empresa também fará a palestra "Future of Work is Now", que vai acontecer no dia 30 de outubro às 12h30.

"Institucionalmente nós acreditamos que é muito importante ter nossa marca junto aos grandes players da área de tecnologia. Para nós, será uma excelente oportunidade para estreitar o relacionamento com clientes e fechar bons negócios", diz Paulo Asano, sócio-fundador da empresa.

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Executivo da NEC debate em evento a sociedade superinteligente

A empresa estará representada em seis painéis, sendo dois deles premium e um internacional

Como líder mundial na integração de tecnologias da informação e redes, além de ser proprietária das plataformas mais avançadas de biometria digital e inteligência artificial do mercado global, a NEC ocupa lugar de destaque na programação do Congresso Futurecom 2019. A head global dos Negócios de Provedores de Serviços da NEC Corporation, Mayuko Tatewaki, vem do Japão para o Brasil para participar do evento. No debate ‘Sociedade Superinteligente: Posicionando o ser humano no centro da inovação e transformação tecnológica’, que acontece no dia 31 de outubro (quinta-feira), das 11h30 às 12h40, a executiva terá a oportunidade de compartilhar com o público sua experiência de 20 anos no segmento de telecomunicações e sistemas de TI em todo o mundo, uma vez que liderou diversos projetos em mais de 40 países.

 No dia 30 de outubro (quarta-feira), das 16h20 às 18h, o vice-presidente da NEC no Brasil, Angelo Guerra, profissional com mais de 20 anos de carreira, a maior parte dela internacional, na área de tecnologia, compõe o painel premium ‘Telco Transformation: As oportunidades da era digital e seus impactos sobre as estratégias e Modelos de Negócios’, ao lado dos executivos das principais operadoras do país e de alguns dos maiores fornecedores desse setor. O debate se destaca por ser tradicionalmente o que mais atrai público no congresso todos os anos.

 O vice-presidente de Segurança da NEC no Brasil, Rogério Reis, um dos maiores especialistas em cibersegurança em âmbito nacional, com a experiência de ter liderado o projeto de segurança das eleições brasileiras e da entrega de imposto de renda via Internet, será um dos participantes do painel premium ‘A vida das pessoas em um impactante ambiente digital cada vez mais influenciado pela Inteligência Artificial’, no dia 29 de outubro (terça-feira), das 16h30 às 18h. O debate destacará a importância da segurança dos dados em tempos de tamanho acesso à Internet, por meio de diversos tipos de dispositivos.

 No dia 29 de outubro, das 14h20 às 15h40, a NEC estará representada em mais dois painéis distintos, sendo eles: ‘vRAN / oRAN: Infraestrutura aberta como chave para desbloquear o potencial 5G’, com Roberto Murakami, diretor de engenharia e soluções da NEC no Brasil, e ‘Transformando os modelos de negócios para melhor explorar as oportunidades em IoT’, com Eduardo Ribeiro, head de parcerias da NEC no Brasil. Na mesma data, porém no horário das 16h20 às 17h40, Leandro Galante, head de Portfólio de Parceiros da NEC no Brasil, estará no debate ‘Uma nova gestão de redes: O papel SD-WAN no aumento da produtividade e competitividade de redes corporativas’.

 

 

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Seal mostra na Futurecom soluções de IA e realidade aumentada

Visitantes do evento poderão conhecer e experimentar todas as soluções no estande da Integradora

A Seal Telecom - multinacional brasileira de engenharia de projetos que agrega tecnologias inovadoras para o desenvolvimento de projetos eficientes e economicamente competitivos - apresentará soluções inéditas com diversos parceiros durante a Futurecom 2019. O evento ocorre de 29 a 31 de outubro, no São Paulo Expo Imigrantes (SP).

“O grande diferencial que apresentaremos neste ano é a possibilidade de mapear a invasão de drones em locais indevidos por meio de nossos sistemas de segurança. Com a popularização desse equipamento, os ambientes aéreos tornaram-se muito mais vulneráveis, afinal, um drone pode causar acidentes aéreos, incêndios, carregar materiais perigosos, transportar drogas, espionar áreas e até colocar vidas em risco. Por meio de um sistema da parceira Techshield é possível fazer a detecção, rastreamento e neutralização do drone, gerando alertas e informações que podem ser utilizadas por sistemas de gestão de segurança para mobilizar os recursos de segurança com os procedimentos pré-definidos para prevenir as atividades criminosas”, destaca Cristiano Felicíssimo, diretor de Pré-Vendas da Seal Telecom. 

A solução permite integração com outros sistemas de segurança fornecidos e integrados pela Seal Telecom, tais como radiocomunicação, vídeo analítico, controle de acesso, gestão de incidentes, entre outros, que ampliam ainda mais os recursos e benefícios do sistema, inclusive permitindo a localização do piloto do drone invasor. 

Ainda no setor de segurança, a multinacional segue investindo em tecnologias que garantem produtividade, com baixo custo de implementação. Ao lado de sua parceria Avigilon, a Seal Telecom apresenta uma solução de segurança integrada de videomonitoramento, com um sofisticado mecanismo de busca que utiliza inteligência artificial de aprendizagem profunda. “A ferramenta agiliza a localização de uma pessoa ou veículo específico ao vasculhar horas de gravação com muito mais rapidez e agilidade”, explica Felicíssimo.

Realidade aumentada

A Seal Telecom também apresentará, ao lado da fabricante Schneider Electric, especialista global em gerenciamento e automação de energia, o Vijeo 360, um inovador software de realidade aumentada para dispositivos móveis que usa a câmera do dispositivo para reconhecer e sobrepor dados e objetos virtuais em tempo real.

Com essa solução é possível analisar o conteúdo de um quadro de luz sem a necessidade abri-lo, por exemplo. Além disso, com o sistema de realidade aumentada, é possível fazer a leitura de temperatura, níveis de pressão ou do status de qualquer maquinário.

“O Vijeo 360 é extremamente flexível, permitindo o acesso a informações direto no tablet ou celular otimizando custos nas áreas de design e engenharia, além de reduzir o tempo e o perigo nas operações de manutenção”, avalia o executivo.

O estande da Seal Telecom ainda terá a participação de parceiros como a Crestron, com sistemas de controle e automação para salas de reunião; Starleaf, que apresenta sistemas de videoconferência na nuvem de alta definição para salas de reunião, desktops e dispositivos móveis; Shure, fabricante de microfones para aplicações ao vivo e em estúdio; e Edge-Core, com soluções para conectividade de rede. 



 

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