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KPMG : investimento global em venture capital cresceu 13,2% no quarto trimestre de 2019

No Brasil, as inversões chegaram a US$ 526,2 milhões no período. Negócios no País foram liderados pelas fintechs, com acordos fechados por empresas como EBANX, VTEX (US$ 140 milhões) e Neon (US$ 94 milhões).

O investimento global em venture capital cresceu US$ 7,4 bilhões, ou 13,2%, no quarto trimestre de 2019, se comparado ao período imediatamente anterior. Foram US$ 63,1 bilhões em transações desse tipo, distribuídos por 4.289 negócios fechados, contra US$ 55,7 bilhões no terceiro trimestre. Os dados são do estudo da KPMG “Venture Pulse”, relatório trimestral que analisa as tendências mundiais desse mercado.

Na comparação anual, o total de investimentos realizados nesse segmento em 2019 permaneceu alto, com US$ 257 bilhões investidos por todo o globo. O resultado é o segundo maior já registrado pelo estudo, atrás apenas do recorde de mais de US$ 300 bilhões, em 2018.

Dentre as transações realizadas pelo mercado de venture capital no quarto trimestre de 2019, os Estados Unidos representaram mais da metade dos investimentos concretizados no mundo, com US$ 34,2 bilhões, distribuídos por 2.215 negócios. Ainda no que se refere à divisão regional, as Américas lideraram o último trimestre do ano passado, com US$ 36,2 bilhões investidos, em 2.400 negócios. A Ásia veio em seguida, com US$ 18,7 bilhões, em 1.021 transações, enquanto a Europa recebeu US$ 9 bilhões, distribuídos por 804 negócios.

Para o sócio-líder de Private Equity da KPMG na América do Sul, Ricardo Anhesini, apesar das incertezas políticas e econômicas globais, o resultado foi positivo. "Embora na comparação anual o resultado tenha sido de queda em relação ao recorde conquistado em 2018, os investimentos continuaram altos no último ano, mostrando a consistência e a relevância do mercado de venture capital em todo mundo", afirma, salientando: “A expectativa é de que o ritmo continue acelerado em 2020, com grandes investimentos para o segmento e um número ainda maior de negócios concretizados".

Investimentos crescentes na América do Sul

Entre a região das Américas, o Continente Sul-Americano também se destacou no mercado de venture capital no último ano. No Brasil, os investimentos nesse segmento chegaram a US$ 526,2 milhões no quarto trimestre de 2019. As negociações foram lideradas pelas fintechs, startups do setor financeiro, com grandes negócios fechados por empresas como EBANX, VTEX (US$ 140 milhões) e Neon (US$ 94 milhões).

O sócio-diretor de Data & Analytics para Deal Advisory da KPMG no Brasil, Raphael Vianna, avalia que 2019 apresentou um crescimento significativo nos investimentos de venture capital no País e a expectativa é de que 2020 seja ainda melhor. “No ano passado, o Brasil teve um forte crescimento no número de negócios concretizados nesse mercado, com transações ainda maiores e vários novos fundos de venture capital criados. As fintechs dominaram o segmento e a expectativa é de que em 2020 os resultados sejam positivos, com o crescimento de setores como saúde, educação e agronegócio”, observa.

Na Argentina, a fintech Ualá arrecadou US$ 150 milhões em um acordo com as empresas Tencent e Softbank, com sede na Ásia. O Brasil também aumentou sua importância na região das Américas com um nascimento recorde de unicórnios em 2019.

“O caso da Argentina, em particular, destaca a importância crescente que os investidores asiáticos estão dando à América do Sul. Os resultados obtidos em 2019 mostram um cenário cada vez mais maduro, com forte crescimento das startups e aumento de interesse dos investidores globais. No Brasil, as reformas governamentais e as baixas taxas de juros fomentaram o crescimento do mercado ", analisa o sócio Ricardo Anhesini.

O conteúdo está disponível na íntegra no link http://home.kpmg/br/pt/home/insights/2020/01/analise-venture-capital.html

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Katz abre captação para edifício residencial em plataforma de investimento coletivo

A partir do dia 11 de fevereiro, qualquer pessoa física ou jurídica poderá, com poucos cliques, adquirir títulos do empreendimento residencial Buenos Aires, localizado no Sion, região centro-sul da capital mineira

 Sempre em busca de inovação e atenta às novidades e tecnologias, a Katz Construções, que atua no segmento de alto padrão, acaba de fechar uma parceria com a Investor, para a captação de investimentos para o edifício residencial Buenos Aires, por meio da plataforma de investimento coletivo, Vangardi. Trata-se do primeiro crowdfunding imobiliário, modalidade de investimento que conecta investidores a empreendimentos, oferecido pela construtora.

Localizado no bairro Sion, na região centro-sul da capital mineira, o prédio surge com um novo conceito de moradia, que prioriza a sustentabilidade, a economia inteligente e o bem-estar. Serão nove apartamentos, todos com terraços privativos amplos, que oferecem luz natural, ventilação cruzada e a sensação de morar em uma casa com quintal. A previsão de inauguração do empreendimento, que possui 70% das suas unidades já vendidas, é para o segundo trimestre de 2021.

“Essa modalidade de investimento abre uma série de possibilidades para as pessoas que desejam adquirir um imóvel de alto padrão. Acompanhar essas novidades e outras que surgem para gerar valor, e compartilhar tudo isso com nossos clientes é essencial para nós”, destaca Daniel Katz, presidente da Katz Construções.

Para os interessados em para adquirir títulos do edifício Buenos Aires, a captação da Vangardi começa na terça-feira, 11 de fevereiro. O valor para investir parte de R$ 1mil. A expectativa de retorno do investimento é de 13% ao ano com ganho de capital.

“Esse novo modelo de investimento em imóveis oferece, além de um retorno atrativo, a oportunidade de pequenos investidores também participarem desse mercado, que antes era mais restrito. O investimento mínimo em incorporação imobiliária no formato tradicional, por exemplo, é alto e o investidor ainda precisa ter uma relação próxima com o incorporador, o que impede que os pequenos participem diretamente desse mercado”, avalia Daniel.

Requinte e tecnologia

Dinâmica e moderna, a Katz Construções, que é referência em bom gosto, sofisticação e padrão de qualidade, une o luxo ao que há de mais novo no mercado tecnológico. Além da adesão ao crowdfunding imobiliário, a construtora também aceita bitcoin como forma de pagamento na compra de qualquer empreendimento da sua carteira, que inclusive, podem ser visualizados com por meio de realidade virtual. A Katz ainda usa uma impressora 3D, para permitir que o comprador sinta em suas mãos uma versão reduzida e detalhada do imóvel que pretende adquirir.

 

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Fintech Hurst lança carteira de investimento baseada em precatórios

A carteira Prec Hurst permite que, por meio de um único aporte, o investidor obtenha ganhos envolvendo três ativos originados em precatórios

Utilizando o conceito de 'diversificação dentro da diversificação', a fintech Hurst, que opera por meio de uma plataforma tecnológica baseada em robôs de investimentos, acaba de lançar a Carteira Prec Hurst.

O instrumento permite que, por meio de um único aporte, o investidor obtenha ganhos envolvendo três ativos originados em precatórios. A rentabilidade estimada é de 16,53% ao ano, o que significa uma rentabilidade estimada 3,6 maior do que a dos investimentos ligados à Selic. O primeiro pagamento, definido em um terço do investimento mais a rentabilidade, está previsto para acontecer já durante o primeiro semestre de 2020.

Os ativos em questão se referem a um precatório federal, um do Rio de Janeiro e outro de São Paulo. ""É um tipo de ativo que sofre correções que protegem do IPCA, ou seja, da inflação. Isto somado à rentabilidade estimada acima da média e ao risco controlado desse tipo de ativo justifica o aumento demanda na procura que nossa plataforma tem recebido", afirma o CEO da Hurst, Arthur Farache.

Segundo ele, esta é a melhor forma de experimentar o investimento em precatórios. "É uma terceira via para quem não se contenta com o rendimento pífio dos produtos de renda fixa e não quer ficar à mercê do sobe e desce da Bolsa", diz.

Outra vantagem oferecida pela carteira é relacionada ao valor da aplicação mínima. Isto porque no caso de a pessoa optar por aplicações individuais em um dos três precatórios ela teria que desembolsar um valor de R$ 10 mil em cada uma, o que somaria um total de R$ 30 mil para aproveitar as três ofertas. Enquanto isso, ao optar pela Carteira Prec Hurst, ele pode investir R$ 15 mil e participar das três operações ao mesmo tempo.

"Estamos fazendo de tudo para sempre ter novidades nas nossas prateleiras de investimentos e essa carteira de precatórios permite o investidor diversificar com um único aporte dentro da categoria dos ativos reais que, por si só, já representa outra diversificação", conclui.

Todo o investimento pode ser feito online através da  plataforma da Hurst.

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