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Capgemini realiza com sucesso plano de participação acionária dos funcionários

De acordo com os termos do ESOP publicado em 19 de setembro de 2019, 2.750.000 novas ações, ou seja, o número máximo de ações ofertadas, foram subscritas ao preço unitário de € 92,27

A Capgemini anunciou que obteve uma significativa subscrição em seu sexto plano de participação acionária dos funcionários, que totalizou 2,75 milhões de ações, o que representa aproximadamente 1,6% do capital social do Grupo.

O sexto plano acionário de empregados, destinado a associar seus funcionários ao desenvolvimento e desempenho do Grupo, foi um grande sucesso, com uma taxa de inscrição superior a 160%. Mais de 33,7 mil funcionários nos 25 países participantes assinaram o plano, o que significa 16% do quadro de colaboradores elegíveis do Grupo. Este novo plano de participação acionária dos funcionários (Employee Share Ownership Plan -- ESOP) ajudará a manter a participação acionária dos funcionários acima de 5% do capital.

Para Paul Hermelin, presidente e CEO do Grupo Capgemini: “Este sexto plano, como os anteriores, provou ser uma iniciativa muito popular entre nossos funcionários. Esse sucesso demonstra o compromisso deles com a empresa. Também reforça minha convicção da importância da participação acionária dos funcionários em um grupo como o nosso”.

De acordo com os termos do ESOP publicado em 19 de setembro de 2019, 2.750.000 novas ações, ou seja, o número máximo de ações ofertadas, foram subscritas ao preço unitário de € 92,27. Um aumento de capital que corresponde aos 253,7 milhões de euros previstos para o dia 18 de dezembro de 2019.

 

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Especialista aponta melhores investimentos para 2020

Para aqueles que buscam uma rentabilidade um pouco maior, terão que assumir um pouco mais de risco, passando para produtos mais arrojados, ou seja, bolsa de valores 

Segundo o Indicador de Reserva Financeira, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 65% dos brasileiros aplicam seu dinheiro na poupança, 20% deixam os recursos parados na conta corrente, 8% escolhem a previdência privada e 7% decidem pelos títulos do tesouro direto. Nos últimos anos, os brasileiros têm percebido bons resultados ao aplicarem seu dinheiro em investimentos seguros, pois contribuem para a manutenção de uma vida financeira mais estável.

Para Uesley Lima, educador financeiro e fundador do Grupo The One, empresa criada com o objetivo de capacitar e treinar qualquer pessoa a operar na Bolsa de Valores e oferecer diversas opções em renda fixa, o investimento certo é aquele que se encaixa nos planos e na vida das pessoas. “Primeiro eu economizo, em seguida eu invisto naquilo que eu consigo e só depois, com mais conhecimento e experiência, eu procuro melhores rentabilidades, partindo para a renda variável”, explica ele.

Ainda de acordo com o levantamento, 28% dos brasileiros preferem guardar dinheiro em um lugar onde possam sacar com facilidade, outros 28% afirmam não ter sobras suficientes para investirem em aplicações mais arrojadas, 20% disseram estar acostumados com as modalidades tradicionais e 17% afirmaram ter medo de perder dinheiro.

Para Uesley, esse perfil conservador de investir foi criado pelas altas taxas de juros. Em 2017, por exemplo, o Sistema Especial de Liquidação de Custódia (SELIC) chegou a 14,25%, o que fazia com que o dinheiro investido na poupança, mesmo parado, rendesse consideravelmente. Mas isso está mudando, pois nos últimos meses essa taxa sofreu cortes, chegando a 5,5%, menor resultado desde sua criação.

“Isso faz com que olhemos de maneira diferente para nossos investimos. A renda fixa ainda será um bom investimento, mas renderá menos. Para aqueles que buscam uma rentabilidade um pouco maior, terão que assumir um pouco mais de risco, passando para produtos mais arrojados, ou seja, bolsa de valores”, analisa Lima.

Além de afirmar que bolsa de valores será o melhor investimento para 2020, Uesley Lima dá dicas para quem deseja essa forma de investimento, mas ainda não tem muito conhecimento. “Sem sombra de dúvidas a bolsa será um ótimo investimento. Para quem quer iniciar, indico o fundo de ações e o fundo multimercados. Esses serão a porta de entrada para o mundo dos investimentos, pois é necessário pouco capital inicial e é possível realizar aportes mensais, que te ajudarão a ganhar habilidades de investimento e futuramente alcançar sua independência financeira”.

De maneira ampla, as reformas estruturais da economia animam os consumidores e empresários. Consequentemente as projeções de lucros aumentam ao passo que o investimento na indústria também sobe. Assim, as ações passam a se valorar devido à demanda dos investidores, tornando os dividendos e lucros gerados pelas empresas mais atraentes, favorecendo as ações.

 

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Receita de títulos de capitalização supera R$ 17 bilhões

Arrecadação avança 12,1% e ultrapassa, em setembro, o percentual de crescimento projetado para 2019

Os Títulos de Capitalização são produtos que reúnem soluções de negócios com sorteios. De acordo com a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre os meses de janeiro e setembro, as empresas do segmento registraram receita acumulada de R$ 17,4 bilhões, avanço de 12,1% em relação ao mesmo período do ano anterior,  batendo, em setembro, o percentual de crescimento projetado para 2019.  

Os números divulgados pela FenaCap mostram, ainda, que as empresas do setor distribuíram R$ 870 milhões em sorteios para clientes contemplados de todo o país. O valor representa um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período de 2018 e ao pagamento de R$ 4,6 milhões de prêmios em dinheiro por dia útil, até setembro. Os resgates finais e antecipados ultrapassaram R$ 13,7 bilhões, registrando um crescimento de 4,4%. E o volume das reservas técnicas, constituídas pelos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos, cresceu 3,9%, fechando o período em R$ 30,5 bilhões.

O mercado de Capitalização tem 17 milhões de clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. “Mesmo que o cenário permaneça desafiador, as empresas estão empenhadas em oferecer soluções para facilitar a formação de reservas e proteger conquistas, assim como proporcionar melhores experiências de consumo”, assinala Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.  

Conheça as modalidades de títulos de capitalização existentes

Instrumento de Garantia - Substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e serve de garantia para operações financeiras e  contratos de qualquer natureza.
Filantropia Premiável - O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e participa de sorteios.
Popular - Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível com direito ao resgate de até 50% do valor pago e concorra a muitos prêmios ao longo da vigência.
Tradicional - O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito a participar de sorteios e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de vigência.
Incentivo - Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios.
Compra Programada - Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

 

 

Arrecadação avança 12,1% e ultrapassa, em setembro, o percentual de crescimento projetado para 2019

 

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