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PIX do Banco Central vai materializar o dinheiro no mundo digital

Dínamo Networks oferece soluções para garantir a segurança nas transações feitas com o Sistema de Pagamento Instantâneo

O Sistema de Pagamento Instantâneo (PIX) do Banco Central vai revolucionar o mercado financeiro, por permitir que as transferências de valores, para pessoas físicas e jurídicas, sejam feitas em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana, e em apenas 10 segundos.  O centralizador das operações será o próprio BC e não mais as bandeiras dos cartões. “Previsto para entrar em produção em novembro deste ano, o PIX vai materializar o dinheiro em espécie no mundo digital, fazendo com que se use cada vez menos os cartões de débito”, assinala Marco Zanini, especialista em segurança e CEO da Dínamo Networks, empresa voltada para soluções de identidade digital e criptografia.  

Segundo Zanini, o PIX não substituirá os cartões de crédito, que praticam ainda taxas exorbitantes. “Com certeza, o pagamento instantâneo vai obrigar as bandeiras a serem mais criativas e a oferecerem mais vantagens para os consumidores, como limites diferentes e um maior número de parcelas nas compras”, argumenta..

O Sistema de Pagamento Instantâneo chega para impulsionar a competitividade dos bancos e para obrigá-los a diminuir as taxas de transações, como DOC e TED, explica Zanini. “Se não tivessem receio da concorrência com as fintechs, os bancos não concordariam em implantar o PIX, porque, com certeza, vão perder dinheiro”, comenta o CEO da Dínamo.    

De acordo com Zanini, o uso do PIX vai exigir dos bancos uma adaptação em sua infraestrutura de TI, fortemente baseada na nuvem. “Isso  não será tão desafiador  porque as instituições financeiras já têm know how para tocar projetos deste tipo. No entanto, os bancos tradicionais terão de investir entre R$ 5 a RS$ 10 milhões na implantação do PIX e gastar cerca de R$ 200 mil mensais para manter o sistema em funcionamento”, revela. 

Soluções garantem segurança do PIX

Para garantir a segurança das transações do PIX, a Dínamo Networks disponibiliza um hardware, o Hardware Security Module (HSM), e a solução de segurança SPI, lançada recentemente. O hardware, equipamento de segurança criptográfico, venceu a licitação do Banco Central e foi escolhido para integrar a infraestrutura interna do BC. “O Banco Central adquiriu oito equipamentos HSM e deve comprar mais 16”, enfatiza Zanini.

Embutido no HSM, o novo módulo da Dínamo destina-se armazenamento de chaves para assinatura das operações do PIX, dentro do cofre digital (HSM), e está em conformidade com a ISO internacional 20.022. Esse padrão internacional de transferência de fundos foi adotado pelo Banco Central com o intuito de o PIX fazer transferências para outros países e será obrigatório para as transações.

 

A primeira onda do PIX atingirá as instituições financeiras. Já a segunda onda, prevista para entrar em operação em 2022, contemplará os grandes varejistas e empresas de e-commerce, que vão querer montar suas carteiras digitais.

 

 

 

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Rapyd lança plataforma global de serviços financeiros

Infraestrutura integrada para recebimento e envio de fundos permite que empresas locais e baseadas fora do Brasil possam expandir negócios no país ao diversificar oferta de meios de pagamentos 

 A fintech global Rapyd anuncia hoje o lançamento da sua solução full-stack no Brasil. A empresa já conta com parcerias com os principais provedores locais de pagamentos, incluindo a Dock, empresa de tecnologia com foco em serviços financeiros, e o Banco Rendimento, entre outros parceiros locais. O lançamento visa oferecer infraestrutura completa e integrada de serviços fintech e de pagamentos como transferências bancárias ou boletos, pagamento em espécie, carteiras digitais, pagamentos de contas, além de emissão e transações com cartões de débito e crédito para o mercado brasileiro. Com o lançamento da plataforma integrada, empresas locais e globais podem utilizar a solução para ampliar a oferta de meios de pagamento sem a necessidade de criar infraestruturas complexas.

O Brasil representa a maior economia da América Latina e apresenta grande potencial de crescimento no segmento de e-commerce, tanto local quanto internacional. Mais de 60% da população faz compras online1, das quais 44% realiza transações internacionais2. No entanto, a maioria dos cartões emitidos no Brasil permite realizar compras apenas em estabelecimentos nacionais e quase 55 milhões de brasileiros não têm conta bancária3 -- fatores que geram grande demanda por métodos de pagamento alternativos, como carteiras digitais e pagamentos em dinheiro. A Rapyd busca suprir essa demanda por meio de sua rede Global de Pagamentos, que aglomera em uma única ferramenta todas as formas de pagamento utilizadas pelos consumidores. 

"Acreditamos que o Brasil é um país em crescimento acelerado com grandes oportunidades para o fornecimento de serviços financeiros diversos, incluindo a aceitação e envio de todos os tipos de pagamentos (tanto local quanto fora do país ) e emissão de cartões -- recursos que suportam uma variedade de funcionalidades de comércio eletrônico, marketplaces, economia compartilhada, bens digitais, fintechs e mercados B2B.", avalia Arik Shtilman, CEO da Rapyd. " Nossa plataforma completa de Fintech-as-a-Service fornece às empresas nacionais e internacionais que estão fazendo negócios no Brasil uma maneira de alcançar um grupo muito maior de clientes que usam métodos de pagamento locais alternativos. -- público até então sub-servido pelas instituições financeiras tradicionais", finaliza o executivo.

Por meio dos serviços oferecidos, a Rapyd procura apoiar a expansão do sistema brasileiro de fintechs e comércio, tanto nacional quanto internacionalmente. Com isso, comerciantes brasileiros, bem como empresas internacionais, poderão oferecer os principais métodos de pagamentos utilizados pelos consumidores no Brasil sem a necessidade de executar diversas integrações técnicas. "O Brasil continua a oferecer excelentes oportunidades de crescimento para quem investe em inovação no segmento de fintechs. É um privilégio para nós trabalharmos em parceria com a Rapyd no fornecimento de tecnologia financeira e de pagamentos, tanto para empresas locais quanto para empresas do exterior que buscam entrar no mercado brasileiro de forma rápida e eficiente", afirmou Fred Amaral, diretor geral da Dock.

"A Rapyd tem parcerias com as principais empresas globais de e-commerce e economia compartilhada (gigeconomy), então vemos uma sinergia natural em oferecer os mesmos recursos e serviços para esses tipos de empresas também no Brasil", avalia Helcio Nobre, Chief Product Officer da Rapyd. "Empresas líderes globais escolhem trabalhar conosco porque conseguimos acelerar sua entrada no mercado e integrar serviços de tecnologia financeira aos seus sistemas rapidamente, além de poupá-los das complexidades de gerenciamento de produto, regulamentação e operações", afirma Nobre. 

Recursos oferecidos pela Rapyd no Brasil:

·         Métodos de pagamento:

o    Envio e recebimento de transferências interbancárias por meio de TED e transferências internas junto aos maiores bancos de varejo, como Itaú, bradesco, Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e Banrisul

o    Cobrança via Boleto Bancário, Lotéricas e principais bancos de varejo

o    Pagamento de concessionárias, tributos e recargas de celular para os principais fornecedores de serviços no país

o    Gift Cards Eletrônicos para provedores de serviços como Uber, Xbox,  GooglePlay, entre outros

o    Saques sem cartão em caixas eletrônicos da rede Banco 24 horas. 


·         Emissão de cartões:

o    Carteiras locais com direito a cartões emitidos localmente para pessoas físicas e jurídicas. 

·         Carteiras digitais e contas de pagamento:

o    Emissão de carteiras white-label com valores pré-pagos e contas de pagamento.


O primeiro país a receber as soluções full-stack da Rapyd foi Cingapura, em 2019, e a companhia planeja outros anúncios na Ásia, Europa e nas Américas em 2020. Considerada um Instituição de Pagamento no Brasil, a Rapyd conta com funcionários baseados no Brasil que prestam suporte a clientes locais e internacionais com os serviços de recebimentos e pagamentos.

 

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BC lança sistema de pagamento instantâneo PIX

Substituto do dinheiro, cartões, boletos e cheques, o novo sistema da instituição permite transferências de valores em apenas 10 segundos

O Banco Central lançou na última quarta-feira o sistema de pagamento instantâneo PIX, que permitirá a transferência de valores entre Pessoas Físicas  Pessoas Jurídicas e governo 24 horas por dia, até mesmo em feriados e fins de semana, e em apenas 10 segundos. As transações desse meio de pagamento serão viabilizadas por QR Codes estáticos ou dinâmicos, visualizados em smartphones, ou por intermédio do fornecimento de dados pessoais do usuário, como CPF, CNPJ, número do celular ou e-mail.  

Outra forma de pagamento pelo PIX é o pagamento por aproximação, em que o celular do pagador se aproxima do recebedor para efetivar uma transação. O novo sistema do BC, que chega para substituir cartões, boletos, cheques e dinheiro em espécie, estará disponível em 16 de novembro deste ano.

Além de um smartphone, será necessário para usar o PIX que os usuários disponham de uma conta, que não precisa ser corrente, em uma instituição financeira e sejam cadastrados na base de dados de um provedor de serviços. Bancos com mais de 500 mil contas serão obrigados a oferecer o novo sistema de pagamento instantâneo do BC.

 “O PIX é um de nossos projetos mais importantes desse ano. Ele será o embrião de uma transformação total da intermediação financeira futura do País”, declara Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. Segundo o executivo o sistema destaca-se por ser interoperável e instantâneo. Ao contrário dos DOCs e TEDs o dinheiro cai na conta do recebedor em real time. “Esse projeto aporta para um conjunto de inovações que está por vir no sistema financeiro”, salienta o executivo.

De acordo com João Manoel Pinho de Mello, diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do BC, o PIX norteia-se por quatro objetivos: aumentar a competição no mercado, incluir as pessoas no sistema de pagamento brasileiro, maior facilidade nas transações e menor custo para os usuários pagadores, empresas, lojistas e governo. “O sistema funciona num ambiente aberto e seguro”, enfatiza.

Mello explica que o PIX foi concebido para ser fácil de ser usado, da mesma forma que um bate-papo de um chat. “Com ele, será possível pagar um serviço, compras simples e complexas, serviços públicos, como transporte, e compras online, além de fatura das contas de luz ou água”, exemplifica.

 

 

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