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TOTVS anuncia aquisição da Supplier por R$ 455,2 milhões

Com a compra, a TOTVS passa a oferecer crédito B2B, especialmente na relação entre clientes e fornecedores

A TOTVS - líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão - anuncia a aquisição da Supplier, empresa focada em crédito B2B, entre clientes e fornecedores. A compra, no valor de R$ 455,2 milhões, vai permitir que a empresa acelere a estratégia de criar Novos Mercados, em particular em Techfin. Mauro Wulkan e Eduardo Wagner, fundadores da companhia adquirida, seguem como gestores e acionistas, com 11,2% do capital.

 Trata-se da primeira aquisição realizada pela TOTVS após a captação de mais de R$ 1 bilhão com o follow-on (oferta subsequente de ações primárias), realizado em maio deste ano. Na compra anunciada hoje, foram adquiridas ações que representam 88,8% do capital social da Supplier.
 "A partir da compra da Supplier vamos avançar ainda mais na estratégia de criação de Novos Mercados. Desde o início do ano construímos uma estrutura de Techfin, que começou a operar em pagamentos, através da parceria com a Rede. A partir dessa aquisição, passaremos também a oferecer crédito B2B, com foco nas pequenas e médias, em especial nas relações entre clientes e fornecedores. Esta é uma relação recorrente. Portanto, mais estável e previsível. Desta forma, o custo desta modalidade é estruturalmente mais eficiente, permitindo a ampliação, a simplificação e o barateamento do acesso ao crédito pelas empresas. É um formato único e inovador", afirma Dennis Herszkowicz, presidente da TOTVS. "Vale destacar que a Supplier tem bastante sinergia de negócios com a TOTVS, uma vez em que já atua em setores da economia onde temos forte presença, como manufatura, logística, agro e distribuição.

A Supplier vem reforçar a estratégia de Techfin da TOTVS, criada com o objetivo de simplificar, ampliar e baratear o acesso dos clientes a crédito e a demais serviços financeiros. Ao longo dos próximos meses, a TOTVS e a Supplier irão desenvolver uma plataforma tecnológica que irá permitir uma integração total com os sistemas de gestão das empresas, visando uma jornada sem atritos para clientes e fornecedores. Esta plataforma também permitirá o uso de big data, buscando melhorar de maneira contínua os algoritmos de aprovação de crédito.

*A aquisição depende da aprovação das autoridades concorrenciais brasileiras e da verificação de outras condições usuais para esse tipo de negócio.

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Negócios acima de R$ 1 bilhão são recorde entre fusões e aquisições no primeiro semestre

No período, 55 operações envolvendo empresas brasileiras somam R$ 108,6 bilhões, resultado 20% superior aos seis primeiros meses do ano passado

Os anúncios de fusões e aquisições, incluindo aquisições de controle, incorporações e vendas de participações minoritárias, somaram R$ 108,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, volume 20% maior que o registrado no mesmo período de 2018, de R$ 90,6 bilhões. O destaque é para as operações que movimentaram mais de R$ 1 bilhão, cuja participação foi recorde da série histórica da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), iniciada em 2009. Do total, 36,3% das transações foram superiores a esse valor, sendo que 5,5% passaram de R$ 10 bilhões.

“Estamos em um momento de otimismo na economia, com o encaminhamento de reformas estruturais importantes, como a da previdência. Isso tem refletido nos resultados de fusões e aquisições e também no mercado de capitais em geral, tanto em operações de ações quanto de dívida”, afirma Dimas Megna, coordenador do Grupo de Trabalho de Fusões e Aquisições da Anbima. “O mercado mais aquecido favorece a tomada de decisão das companhias”, completa.

Ainda que o número de operações tenha sido ligeiramente mais baixo do que nos seis primeiros meses do ano passado (55 contra 58), a alta no volume em 2019 foi influenciada pelo tamanho maior das transações realizadas: os dez maiores anúncios representaram 78% do montante total. Lideram a lista a venda da TAG (Transportadora Associada de Gás) pela Petrobras, por R$ 34,2 bilhões; a aquisição da Avon pela Natura, por R$ 14,9 bilhões; e o negócio entre a Petronas e a Petrobras no Campo Tartaruga Verde, por R$ 10,3 bilhões.

O setor de petróleo e gás concentrou a maior parte do volume movimentado no primeiro semestre (44,6%), influenciado pelas transações envolvendo a Petrobras. Cinco operações no segmento somaram R$ 48,4 bilhões. Na sequência, aparece comércio atacadista e varejista, com fatia de 14% (R$ 15,2 bilhões e quatro operações), resultado puxado pela compra da Avon pela Natura. Os setores de transporte e logística e de TI e telecomunicações ocupam a terceira e a quarta colocação, respectivamente, com R$ 8,1 bilhões em cinco negócios e R$ 7,9 bilhões e seis transações.

A aquisição de controle segue como a principal finalidade dos negócios, movimentando R$ 102,7 bilhões, seguida pela participação minoritária, com R$ 5,9 bilhões. No primeiro semestre do ano passado, a proporção foi similar, com R$ 86,9 bilhões em aquisição de controle e R$ 3,7 bilhões em participação minoritária.

 

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Embraer fecha negócio de US$1,4 bilhão com a Flexjet

Com esse acordo, a Flexjet se torna o primeiro cliente frotista dos jatos Praetor

A Embraer anunciou no último dia 21 de outubro um acordo de compra com a empresa norte-americana Flexjet, uma das líderes globais no mercado de transporte via jatos particulares. O negócio inclui uma frota de jatos executivos da Embraer, como os jatos Praetor, recentemente homologados, e o Phenom 300. O anúncio ocorreu durante uma coletiva de imprensa na edição 2019 da NBAA-BACE (National Business Aviation Association’s Business Aviation Conference and Exhibition), convenção e exposição da aviação executiva sendo realizada até hoje, em Las Vegas, no estado de Nevada, nos EUA.

 Com valor total de até US$1,4 bilhão, conforme os preços de lista atuais, o acordo foi incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019. Com esse acordo, a Flexjet se torna o primeiro cliente frotista dos jatos Praetor.

 “Somos muito gratos pelo compromisso renovado da Flexjet com a Embraer por meio desse acordo, que reflete o crescimento e a força da nossa parceria ao longo dos últimos 16 anos e simboliza nosso apoio à Flexjet na nossa jornada adiante”, disse Michael Amalfitano, presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “Clientes da Flexjet irão apreciar e se beneficiar de uma experiência elevada em aeronaves que lideram o mercado, incluindo os jatos Praetor, recém-certificados, que são projetos diferenciados e disruptivos.”

A parceria entre a Embraer e a Flexjet teve início em 2003, quando a Flight Options, empresa que passou a fazer parte do grupo Flexjet em 2015, se tornou a primeira empresa de propriedade compartilhada a introduzir o jato Legacy Executive na sua frota. Oferecendo aos seus clientes uma experiência de voo em cabine grande a um preço da categoria abaixo permitiu que a Flight Options atendesse mais clientes ainda melhor, viabilizando o crescimento da empresa por meio de aeronaves com projeto de alta utilização da Embraer, que permitem alta disponibilidade operacional da frota.

 “Temos orgulho em introduzir os jatos Praetor no mercado de propriedade compartilhada e oferecer aeronaves tecnologicamente avançadas das categorias supermédio e médio aos nossos clientes”, disse Michael Silvestro, CEO da Flexjet. “Esse acordo representa a confiança de longa data que temos na Embraer e no seu compromisso fortalecido de assegurar suporte ao crescimento dos nossos programas e da nossa parceria por meio de jatos executivos que lideram a o mercado.”

 A Flight Options introduziu o Phenom 300 na sua frota em 2010 e recebeu o 100o Phenom 300 em 2012, o ano em que o jato se tornou o jato executivo da categoria leve mais vendido. Pelo sétimo ano consecutivo, o Phenom 300 tem sido o jato executivo leve mais entregue, de acordo com a Associação de Fabricantes da Aviação Geral (GAMA, do inglês “General Aviation Manufacturers Association”). Também de acordo com dados da GAMA, o Phenom 300 foi o único jato executivo a alcançar a marca de 500 entregas na última década.

 A Flexjet se tornou o primeiro provedor de propriedade compartilhada a oferecer o Legacy 500, em setembro de 2015. A Flexjet também foi o cliente que recebeu o 1.000o jato executivo da Embraer, um Legacy 500, em abril de 2016. O Legacy 450 se juntou ao Legacy 500 na frota Red Label, programa para clientes diferenciados da Flexjet, e ambos os jatos foram os primeiros da frota da Flexjet com a tecnologia fly-by-wire da Embraer, oferecendo desempenho e capacidade de aeronaves maiores com custos de jatos médios.

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