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CEOs brasileiros se unem contra o coronavírus

Mais de 600 empresas nacionais, com destaque para as startups, já aderiram ao movimento internacional #stopthespread para barrar o avanço do vírus no país

 

Para conter o avanço da Covid-19 pelo Brasil, mais de 600 empresas nacionais aderiram ao #stopthespread, movimento internacional que convida o setor privado a implementar medidas para reduzir a propagação da doença. Criada nos EUA por Rachel Romer Carlson, cofundadora e CEO da Guild Education, unicórnio de tecnologia educacional, a iniciativa já conta com a adesão de mais de 850 CEOs e investidores estadunidenses.

Ao aderirem ao movimento #stopthespread, os empreendedores assumem o compromisso de tomar medidas como adotar o trabalho remoto, sugerir aos funcionários que parem de realizar ou de participar de eventos públicos sociais, oferecer apoio a socorristas e profissionais de saúde (que estão na linha frente no combate à doença) e auxiliar fornecedores e prestadores de serviço autônomos que não podem trabalhar remotamente, pagando por seus serviços, mesmo que eles sejam prestados depois.

Uma das empresas brasileiras participantes do movimento de cooperação é a Track, startup que monitora e gerencia indicadores de experiência de clientes em tempo real, por meio de canais digitais. "Estamos em um momento de resguardo e o melhor a ser feito agora é colocar em prática ações que zelem pela saúde dos nossos colaboradores e incentivá-los a fazer o mesmo, criando uma corrente do bem que beneficie o coletivo", analisa Tomás Duarte, CEO da startup.

Além de Duarte, também aderiram à iniciativa os empreendedores Eduardo L’Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas, Rafael Carvalho, COO da HeroSpark, Patrick Negri, CEO da iugu, Rafael Moura, CEO da I wanna sleep, e Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy. 

Poder de liderança e influência 

"Acho importante os empreendedores usarem o seu poder de liderança e a influência para incentivar mais empresários a fazerem o mesmo", explica Junqueira. Além de adotar o modelo de trabalho remoto, a Gama também adaptou todas as aulas presenciais para propiciar o acesso online.

Segundo Patrick Negri, CEO da iugu, o Brasil vive uma fase delicada e o melhor a se fazer no momento é buscar soluções que reduzam o impacto da doença no país. "Além do home office, adotamos ferramentas que otimizam a realização do trabalho em casa e fornecemos instruções de isolamento e higienização a todos os nossos colaboradores", afirma. "Acreditamos que o autocuidado e o pensamento em prol do bem coletivo são os pontos cruciais para conseguirmos superar esse momento crítico", finaliza.

 

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Febraban orienta clientes a empregarem canais alternativos para acessar serviços bancários

Nota da entidade menciona medidas para reduzir o trânsito e a concentração de pessoas nas agências, o cancelamento de eventos públicos e internos, além de procedimentos gerais de higienização

 

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou ontem, dia 18, uma nota com a posição oficial da entidade a respeito da pandemia de coronavírus, orientando os clientes das instituições financeiras a darem prioridade para o uso de canais alternativos, em vez de recorrerem às agências bancárias para realizarem suas transações. A seguir, a íntegra da nota:

“A Febraban e seus bancos associados compartilham dos esforços no país para conter a disseminação do novo coronavírus e têm discutido com os sindicatos do setor quais as medidas mais apropriadas para amenizar os efeitos negativos da pandemia identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A Febraban recomenda ao público, sempre que possível, evitar o comparecimento nas agências e dar preferência aos canais eletrônicos.

“Os bancos determinaram o reforço nas medidas de higienização pessoal e das instalações bancárias, inclusive agências e caixas eletrônicos.

“Medidas para reduzir o trânsito e a concentração de pessoas nas agências também estão sendo tomadas, conforme as particularidades de cada banco, assim como o cancelamento de eventos públicos e internos, e a adoção de regras de afastamento para funcionários em situação de risco.

“O setor entende que se trata de um choque profundo, mas de natureza transitória, e que, com a colaboração de todos, o país será capaz de enfrentar esse problema e reduzir seus efeitos negativos sobre a população.

“A Febraban lembra que o setor tem investido, anualmente, em torno de R﹩20 bilhões em tecnologia, atendendo à demanda crescente dos clientes por canais de atendimento eletrônico, que permitem aos usuários o acesso remoto aos serviços financeiros, com comodidade e segurança, de qualquer parte do país.”

 

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