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WOW Aceleradora abre inscrições para nova turma de startups

As selecionadas no estágio Early Stage recebem aporte de R$ 80 mil, enquanto as do modelo Growth Stage garantem aporte de R$ 200 mil

Maior aceleradora independente do Brasil, a WOW Aceleradora mantém visão otimista mesmo no cenário de pandemia e abre as inscrições para a nova turma de aceleradas, que escolherá startups para passar pelo seu processo de aceleração. “As startups serão uma das principais alavancas da retomada da economia quando superarmos a fase mais aguda da atual crise”, revela André Ghignatti, CEO da WOW Aceleradora, que reúne mais de 200 investidores e 80 startups investidas.

As empresas podem se inscrever nos modelos Early Stage, para empresas em início de validação e alto potencial, e Growth Stage, para startups já com clientes pagantes e com curva de crescimento de receita.

As selecionadas no estágio Early Stage recebem aporte de R$ 80 mil, enquanto as do modelo Growth Stage garantem aporte de R$ 200 mil. Em ambos os casos, o investimento corresponde uma participação de 8% no capital das empresas. Startups de todo o Brasil e setores do mercado podem se inscrever, desde que sejam baseadas em tecnologia. Nesta fase, são exigidos apenas dados básicos, como nome, e-mail e cidade.

As startups interessadas podem se inscrever no endereço https://www.wow.ac/inscricao-batch17/. “Muitos hábitos vão mudar, o olhar e a energia de empreendedores criativos e inovadores serão mais importantes do que nunca, trazendo soluções mais acessíveis, baratas e com impacto social positivo. Por isto, redobramos nossa energia”, diz Ghignatti.

 

 

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Sete dicas para o MEI sobreviver à crise

Fintech de gestão financeira para o microempreendedor reuniu as principais dúvidas levantadas por este público

 

A crise bateu à porta e os trabalhadores informais, aqueles que não têm renda fixa, não terão entrada de dinheiro para cobrir os custos do mês seguinte se não começar agir agora. Ainda que recebam o coronavoucher - como está sendo conhecido o benefício do governo de R$600 para quem está na informalidade  - é preciso se reinventar para manter o negócio ativo. 

Por isso, especialista do Hybank - fintech de gestão financeira para o microempreendedor - traz sete dicas para os MEIs sobreviverem a este momento crítico. 

A fintech reuniu as principais dúvidas levantadas por este público na campanha #tamojunto (iniciativa da empresa para apoiar o microempreendedor)  e faz aqui um resumo: 

1 - Aceite a crise

Entenda exatamente como a crise vai afetar o seu negócio. Trabalhe assumindo que as receitas vão cair e a entrada de capital não vai estar disponível nos próximos meses. O ideal é utilizar ferramentas e plataformas que facilitem esse processo desde a entrada e saída do dinheiro, evitando que alguns valores se percam. 

2 - Adapte

Comece buscar novas formas de adaptação do seu produto ou serviço que encaixe à nova realidade. Sua empresa está na Internet? Se não, esse é o momento de aproveitar as mídias sociais, como Facebook e Instagram, para promover sua marca e apresentar seu “catálogo”. Busque uma ferramenta de vendas online que se adeque ao seu negócio. 

3 - Volte ao dia 1

Planeje um novo modelo de vendas; assuma que está iniciando o seu negócio agora e se baseie na realidade atual.  Analise seu cliente de novo, entenda quais as novas necessidades e problemas que ele tem e descubra como você pode ajudá-lo. Já construa tudo isso se baseando na realidade de distanciamento social.

4 - Tenha um planejamento financeiro claro

Se tem um momento mais importante para organizar suas finanças, é hoje. Compreenda como vai entrar dinheiro e como vai sair. Procure saber quanto de lucro vai ter no final do mês e faça projeções futuras conservadoras. 

5 - Tampe os furos

Corte todos os custos que não são completamente essenciais para operar. Pague apenas o que é fundamental para gerar receita. O Governo prorrogou o pagamento do Simples Nacional em seis meses. Revise todos os acordos de parceria com os fornecedores e os negocie um melhor prazo para cumprir seus pagamentos e ajuste os preços.

6 - Torne-se Digital

Se dedicar ao universo digital é fundamental para seu negócio se manter nesse período de quarentena e para o futuro. Busque saber com o seus clientes que necessidades surgiram com o distanciamento social e como você pode ajudá-los de longa distância. Considere vídeo conferências, vendas online, utilização de aplicativos gratuitos, delivery e até entregas semanais para garantir o fluxo de entrada. 

“Existe um número considerável de microempreendedores que precisam do contato humano para vender. Infelizmente, entramos em uma realidade que não o permite, e por isso é fundamental que busquem se adaptar ao digital. Mesmo que temporário, não sabemos quanto tempo de distanciamento social temos pela frente.”, reforça o CEO do Hybank, Alberto Hamoui. 

7 - Cuidado com os empréstimos!

Neste momento, muitas pessoas se questionam se é o momento de buscar um empréstimo para saldar dívidas e mesmo para as compras básicas do dia a dia. Vale um alerta: empréstimo é dívida. Se você realmente precisa utilizar este recurso, lembre-se de encará-lo como uma dívida e inclua-o em sua programação financeira de despesas e antes de sair atrás de crédito, estude suas finanças, as entradas e saídas e saiba exatamente quanto você tira no final do mês. E depois responda: cabe o pagamento desta parcela como despesa adicional? 

“O empréstimo tem que ajudar e não atrapalhar ainda mais a vida de quem busca por este recurso. E deve ser o último recurso a ser procurado pelo microempreendedor”, reforça Alberto. 

O administrador de empresas e CEO do Hybank ainda reforça que o valor do empréstimo não deve ultrapassar de 10% a 15% da renda mensal. 

 

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Número de unicórnios cresce no Brasil, diz estudo da KPMG

Contando com nove startups bilionárias, país ganha destaque no mercado global. As entrantes, juntas, captaram mais de US$ 1 bilhão em rodadas de Venture Capital só em 2019.

 

O Brasil já conta com nove unicórnios, com três surgidos em 2018, cinco em 2019 e um em 2020. Os cinco novos unicórnios nacionais surgidos no ano passado colocaram o país, pela primeira vez, entre os três que mais criaram startups bilionárias no ano, segundo o relatório "Corrida dos Unicórnios", produzido pela Distrito com apoio da KPMG.

Outro dado relevante é que juntos, os unicórnios brasileiros captaram mais de US$ 1 bilhão em rodadas de Venture Capital só em 2019, uma média de mais de US$ 100 milhões por empresa. Na verdade, 2019 foi um ano recorde em todos os sentidos neste mercado: 27 países já contam com unicórnios.

"Para uma startup de tecnologia de capital fechado atingir valor de mercado de US$ 1 bilhão, e ser considerada unicórnio, é preciso receber expressivas injeções de capital. As taxas de juros mais baixas em vários países do mundo tornaram investimentos tradicionais menos atrativos e incentivaram a tomada de riscos maiores, o que ajuda a explicar a disponibilidade crescente de investidores", afirma Robson Del Fiol, sócio-diretor Head of Emerging Giants da KPMG no Brasil.

De acordo com a pesquisa, nunca houve tanto investimento no mercado de inovação, startups e venture capital como hoje no Brasil. Os casos de sucesso são cada vez mais comuns e os empreendedores surgem com capacidade crescente ofertando produtos e serviços usados diariamente por milhões de brasileiros.

Decacórnio brasileiro

A maioria das startups brasileiras é B2B, mas os unicórnios são primariamente B2C. Entre os brasileiros, já há o caso de um decacórnio, título reservado apenas às startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões.

Nesta categoria, só há outros 22 casos no mundo. Na média, os unicórnios brasileiros levaram seis anos para atingir esta marca, mas há o caso de uma startup que precisou de menos de um ano e meio de operação para chegar no valor de mercado bilionário.

O relatório destacou ainda que, em âmbito global, se apenas três novos unicórnios surgiram em 2013, em 2019 foram 127. A evolução do volume investido em venture capital também impressiona, passando de US$ 36 bilhões em 2009 para US$ 287 bilhões em 2019.

Apesar disso, menos de 1% das startups que recebem investimentos de venture capital chegam ao valor de mercado bilionário, e várias quebram mesmo depois disso. De acordo com o relatório, quase metade (50%) dos unicórnios estão nos Estados Unidos e um quarto (25%) estão na China.

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