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Fintech Simplic facilita aprovação de crédito para autônomos

A empresa é uma boa opção para quem não consegue aprovação em bancos tradicionais

O trabalhador autônomo é aquele que exerce uma atividade profissional por conta própria, ou seja, sem vínculo empregatício. Quando o assunto é empréstimo, fica mais delicado. Por eles não terem comprovação de renda mensal, a aprovação é mais difícil do que o normal. Segundo dados da Nova Fronteira do Crédito no Brasil, os trabalhadores autônomos (MEIS), micro e pequenas empresas representam 72% das contas jur&iacu te;dicas das fintechs de crédito no Brasil, os popularmente conhecidos bancos digitais. Em 2018, 276 mil pessoas jurídicas solicitaram crédito - aconteceu um aumento de 6,5 vezes em relação a 2017.  

Mas, hoje em dia, com o avanço da tecnologia, já existem algumas opções de serviços que podem ajudá-los. É o caso das fintechs, que oferecem crédito rápido e seguro. A Simplic (www.simplic.com.br) - é primeira fintech no Brasil a oferecer empréstimo 100% online a pessoas físicas -, por exemplo, ajuda os autônomos que necessitam de dinheiro.

 “A fintech é uma boa opção para quem não consegue aprovação em bancos tradicionais. Na Simplic, o nosso objetivo é possibilitar crédito sem sair de casa e com segurança. Caso seja solicitado, o autônomo também deverá comprovar a sua renda. Lembrando que emprestamos dinheiro apenas para pessoas físicas” comenta Rogério Cardozo, diretor-executivo da Simplic no Brasil.

Na Simplic o processo é bem fácil: o cliente faz a simulação de crédito no site pelo computador ou celular. O cadastro é rápido e não leva nem 5 minutos e ele fica sabendo na mesma hora se está pré-aprovado e pode receber o dinheiro na conta em menos de 24 horas. A fintech oferece uma avaliação diferenciada, o que permite atender clientes que não conseguem obter crédito em instituições financeiras tradicionais. 

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Fintech open banking inicia processo de internacionalização

Há menos de três anos no mercado, a empresa cresce 15% ao mês e já movimenta mais de R$ 55 milhões em sua plataforma de validação bancária

A Transfeera, startup open banking especializada em automação para pagamentos e validação bancária, está ampliando sua área de atuação e expandindo para América Latina. Há menos de três anos no mercado de fintechs, a empresa cresce 15% ao mês e já movimenta mais de R$ 55 milhões em sua plataforma. A startup possui clientes como Rappi, iFood, Unilever e Ebanx. 

 A internacionalização vem como um movimento natural para empresa, que decidiu que começaria a dar os primeiros passos durante um processo de capacitação. “Nós estamos participando da segunda turma do programa de aceleração da Visa e durante a aceleração tivemos uma imersão no Vale do Silício. Com o constante contato com empresas globais, que ultrapassaram o mercado local, nós percebemos que esse deveria ser o próximo passo para nossa equipe”,  explica Guilherme Verdasca, CEO da Transfeera. 

 Para esse processo, a startup irá contar com o apoio de alguns clientes. “Temos clientes que atuam na América Latina e nos apoiam nessa expansão. O produto que vamos internacionalizar é a solução de validação bancária, já usada por alguns de nossos clientes aqui no Brasil. A solução checa os estabelecimentos e evita fraudes em suas transações”, conta Guilherme. 

 A validação bancária da Transfeera utiliza uma API para verificar de maneira automatizada os dados dos estabelecimentos que recebem dinheiro de clientes como a Rappi e iFood. No processo é checado o histórico dos empreendedores do local, se a empresa existe mesmo, ou se é apenas uma fachada, se possui alguma pendência na Justiça, se a conta é verdadeira e está vinculada a uma CNPJ e não a um laranja. Tudo para garantir que o dinheiro está indo para o local que deveria ir e evitar fraudes e desvios.  

 Desde a sua fundação, a empresa já movimentou mais de R$ 1 bilhão, sendo mais de R$ 40 milhões por mês em novos pagamentos. A startup possui mais de 150 clientes e já passou por diversos programas, como o de capacitação Startup SC, da aceleradora InovAtiva Brasil, pela incubadora Softville e, no momento, fazem parte da turma da segunda edição do programa de aceleração Visa 2019. A empresa está localizada no Centro de Desenvolvimento de Tecnologia de Joinville (CDTEC) e possui 13 colaboradores.

 

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Programa de aceleração Visa ajuda startups a crescer

Podem inscrever-se no programa empresas que tenham receita, base de clientes e que estejam em fase de crescimento

O número de startups cresce a cada dia no mercado brasileiro. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), a quantidade de startups cadastradas dobrou entre 2012 e 2017, para 5100. Hoje, de acordo com a Startupbase, esse número já ultrapassa 12 mil empresas que seguem este modelo de negócio, a maioria na área de educação e finanças.

Para que possam impulsionar seus ganhos e se destacarem em um mercado cada vez mais competitivo, muitas empresas procuram programas de aceleração, que oferecem mentorias e as ajudam em seu desenvolvimento, aprimorando seus negócios para conquistar outros clientes e mercados de forma mais sistêmica e organizada.

Pensando em contribuir com esse ecossistema de inovação, há três anos, a Visa promove um programa de aceleração de startups para desenvolver o empreendedorismo e novas soluções. Podem se inscrever empresas que, por exemplo, tenham receita, base de clientes e que estejam em fase de crescimento. Após selecionadas, recebem mentorias de executivos da Visa e do mercado para desenhar uma estratégia de crescimento e verificar oportunidades de negócios e de investimentos. As startups também ganham a oportunidade de ir ao Vale do Silício para revisar sua estratégia de negócio, fazer benchmark, estreitar relacionamento com venture capitals, além de validar se a solução criada por eles pode ser internacionalizada.

Só no ano passado, 43% das startups do 1º batch e 29% do 2º batch fecharam contratos com a Visa e/ou clientes e parceiros, totalizando 15 negócios fechados até o momento. Outras 15 oportunidades comerciais ainda estão em discussão e devem ser concretizadas nos próximos meses.

Cerca de 70 empresas já participaram do programa da Visa e puderam colocar em prática esses novos conhecimentos, o que promoveu o crescimento de todas elas. A Neomode, por exemplo, é uma das startups que participou em 2018. A empresa automatiza processos de vendas do varejo e unifica a loja física com canais online de venda em apenas um lugar. Segundo Fabíola Paes, co-fundadora da empresa, os aprendizados trouxeram maturidade para o grupo de empreendedores, o que refletiu diretamente nos negócios.

“A vivência e orientações que tivemos no Vale foram muito importantes. O contato direto com Kristin Link, profissional de coaching e oratória foi sensacional e nos deu conselhos valiosos que nos auxiliou no nosso dia a dia. Também aprendemos sobre melhores práticas de investimento e pudemos trabalhar em uma nova tecnologia, que nos fez aprimorar nossa ferramenta e se diferenciar do mercado”, afirma Fabíola. Com mais conhecimento a Neomode conquistou novos clientes e um aporte de mais de dois milhões de reais fora do programa da Visa, que foram investidos em novas tecnologias e expansão da empresa.

Outra startup que participou do programa foi a Ripio, plataforma de compra e venda de bitcoins. Além do networking, a empresa conquistou conhecimento para desenvolver novos produtos e as mentorias ajudaram a organizar seus processos. "A Ripio deu um grande salto com o Programa de Aceleração Visa. Além de implementar novos serviços e tecnologias para o mercado nacional, fortaleceu os processos internos de compliance e prevenção a fraudes com o apoio e expertise da Visa – que é uma referência nestes temas. Além disso, não podemos deixar de ressaltar os contatos que fizemos durante a aceleração. Esse networking e a vivência com executivos e mentores agregaram muito ao negócio", afirma o Country Manager no Brasil, Ricardo Da Ros.

A Medicinae, plataforma de pagamentos para consultórios e clínicas médicas, participa do 2º batch deste ano e já passou por mudanças concretas. Com a mentoria e treinamentos que tem recebido, estão melhorando a proposta de valor e a interação com seus clientes. “Crescemos cerca de 30% no último mês, e nossa meta é expandir para o Brasil todo. Mudamos nossa pesquisa e olhar de negócio. Hoje buscamos entender o contexto, a clínica como um todo, não apenas a questão financeira do nosso público-alvo. Realmente o programa de aceleração da Visa mudou nossa visão e agora estamos no caminho certo”, afirma Rafael Coda, CEO e co-fundador da Medicinae.

 

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