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Receiv está entre as três startups com melhor desempenho no SAP Innovation Unleashed

Programa da SAP Labs Latin America selecionou 10 startups, de um total de 160 inscritas, para capacitá-las a se tornarem futuros parceiros de negócios da SAP

 A Receiv, fintech especializada na oferta de CRM inteligente de gerenciamento e recuperação de recebíveis, está entre as três startups com melhor desempenho na primeira edição do SAP Innovation Unleashed, projeto criado pela SAP Labs Latin America para fomentar a inovação no ecossistema da SAP. Com seis meses de duração, o programa teve início em setembro de 2019, quando selecionou 10 startups, de um total de 160 inscritas. A ação consiste em prestar mentoria aos empreendedores, integrando-os à rede de clientes e às ferramentas da SAP, para gerar inovações e oportunidades de negócio.

 De acordo com Matheus Portela Souza, Líder de Inovação da SAP Labs Latin America, a Receiv superou o criterioso processo de seleção, com destaque em três quesitos: proposta da solução; engajamento e expertise da equipe; e afinidade do CRM com os produtos de gestão contábil e financeira da SAP.

 “No Brasil, gestão de recebíveis é um desafio para muitas empresas, por isso uma solução tecnológica capaz de tratar a inadimplência com inteligência é muito importante para a operação. Além disso, a equipe da Receiv tem sólido conhecimento no setor financeiro e demonstrou comprometimento, seriedade e profissionalismo desde o processo de seleção”, destaca Souza.

 Com o uso de inteligência artificial, o CRM da Receiv viabiliza a redução da inadimplência no departamento financeiro ao gerenciar todo o processo de cobrança em uma única plataforma SaaS (Software as a Service). O sistema auxilia o gestor na criação de estratégias individualizadas de relacionamento, proporcionando a melhor experiência para o cliente na jornada da cobrança e recuperação de créditos. Assim, a plataforma Receiv se posiciona como um importante complemento de sistemas ERP, como o da SAP.

 “O programa com a SAP vai ampliar nossa proximidade com os clientes no processo de implementação, algo que é muito importante para o sucesso do projeto, pois é quando conseguimos mapear com profundidade as atividades do departamento para o redesenho operacional eficiente”, explica Pedro Bono, co-founder e CEO da Receiv.

 O SAP Innovation Unleashed está programado para ser concluído em março de 2020, e segundo o líder de inovação da SAP Labs, a Receiv já avançou 70% na jornada, que inclui o entendimento das dores dos clientes SAP, bem como a funcionalidade da tecnologia e do portfólio da companhia, requisitos fundamentais para que haja uma correta integração entre as soluções das startups selecionadas e uma futura homologação como parceira oficial SAP.

 “Esta é uma fase prematura a uma eventual homologação. Neste processo, a Receiv vem sendo capacitada para, de maneira autônoma, conseguir integrar sua solução ao sistema SAP. Vemos o SAP Innovation Unleashed como um investimento no ecossistema de tecnologia do País e do mundo, possibilitando que mais pessoas inovem”, explica Souza.

 O programa SAP Innovation Unleashed tem foco na compreensão dos modelos de negócios da SAP e as tecnologias necessárias para execução. Cada startup recebe consultoria de Big Data, IoT (Internet of Things), Inteligência Artificial e Analytics para o planejamento, desenvolvimento e comercialização das soluções.

 

 

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Fintech Receiv dá início ao processo de internacionalização

Desenvolvedora do CRM Inteligente para gerenciar e recuperar recebíveis, empresa registrou em 2019 crescimento de 170% em relação ao ano anterior

 Como parte da sua estratégia de crescimento, a Receiv, startup de tecnologia financeira que oferece o CRM Inteligente de gerenciamento e recuperação de recebíveis, dá início ao processo de internacionalização da companhia e prevê crescimento de 100% em suas receitas em 2020.

Fundada há cinco anos, a startup registrou em 2019 um crescimento de 170% em relação a 2018. A expectativa da empresa é manter o forte crescimento em 2020 e receber nova rodada de investimento ainda no primeiro semestre do ano.

A jornada da Receiv até o desempenho atual conta com a aceleração da Darwin Startups em 2018, eleita pela Startup Awards a melhor aceleradora do Brasil por dois anos consecutivos, permitindo o crescimento expressivo e o aperfeiçoamento da solução de gestão orientada para grandes empresas, bancos digitais e fintechs de crédito. Além disso, a empresa conquistou novas parcerias em 2019 que estão impulsionando a estratégia de internacionalização. Há projetos que estão começando no Brasil, mas que serão replicados para outros países de atuação dos novos parceiros.

“Estamos otimistas com o crescimento da economia em 2020, pois desde o ano passado o apetite das empresas por soluções inovadoras de gestão vem ganhando força, demonstrando que estão dispostas a dialogar com o ecossistema de Startups e contar com novas tecnologias para criar ou transformar o ambiente de negócios.  Além disso, observamos a forte expansão do mercado de crédito pelas mãos das fintechs de crédito e bancos digitais, que encontram a eficiência financeira necessária em nossa solução”, destaca Pedro Bono, CEO da Receiv e doutor em Finanças.

O desempenho da Receiv segue em linha com o crescimento do mercado brasileiro de Fintechs. Segundo a Pesquisa Fintech Deep Dive 2019, divulgada pela PWC e ABFintechs, quase metade das Fintechs brasileiras dobrou de tamanho e 42% delas já atingiu o break-even, destacando o momento propício para nova fase de captação de recursos e grande crescimento, cenário encontrado na Receiv.

 

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Santander abre inscrições para o 2º The Code Force - Hackathon

Equipes com desenvolvedores, designers e especialistas de negócios desenvolverão soluções para três empresas do ecossistema do banco: emDia, Pi e SIM.

O Santander Brasil abre as inscrições para a segunda edição do The Code Force – Hackathon. A maratona visa estimular a criação de novas soluções tecnológicas, atendendo aos desafios propostos de três empresas do ecossistema Santander: a emDia, de negociação online de dívidas; a Pi, plataforma digital de investimentos; e SIM, que concede crédito com garantia.

Podem participar desenvolvedores, designers e especialistas de negócios de qualquer lugar do País, e as inscrições deverão ser realizadas no site www.thecodeforce.com.br. O prazo de envio dos dados dos interessados vai até 10 de março.

“Estamos disseminando cada vez mais a cultura de inovação no banco. Queremos ser uma plataforma financeira que une o tech e o humano na busca da eficiência, agilidade e a melhor experiência para os clientes”, afirma Geraldo Rodrigues, diretor de Negócios Digitais do Santander Brasil. Além disso, segundo o executivo, por meio do The Code Force, o banco quer engajar seus próprios talentos e atrair os que estão no mercado.

No último dia de inscrições para o 2º The Code Force, 10 de março, será realizado um evento de warm-up (aquecimento), aberto ao público (inscritos ou não). Na ocasião, serão apresentados com mais detalhes os objetivos e os desafios do Hackathon, bem como as eventuais interfaces de programação de aplicações (APIs, na sigla em inglês) - que serão disponibilizadas para as equipes criarem suas soluções. O warm-up será feito no 8º andar do Farol Santander, no centro de São Paulo, das 19h às 22h, e os interessados em participar também deverão se inscrever no site www.thecodeforce.com.br.

Cronograma do hackathon

O The Code Force – Hackathon terá início às 8h do dia 21 (sábado) e terminará às 20h de 22 de março (domingo), em dois andares do Farol Santander (8º e 9º). Até 80 participantes serão selecionados e agrupados em equipes multidisciplinares, cada uma com cinco membros: dois desenvolvedores, dois designers e um especialista de negócios. Mentores auxiliarão os participantes durante a maratona nas fases de ideação, prototipação e apresentação de pitches.

Os desafios propostos são:

emDia: como podemos ajudar os 61 milhões de brasileiros inadimplentes a negociarem suas dívidas, de forma simples, humanizada e digital?

Pi: como facilitar a jornada do usuário na escolha do investimento ideal, de acordo com o seu perfil e o seu momento de vida?

SIM: como ajudar o cliente a entender, com mais profundidade, sua situação de crédito no mercado e/ou estimulá-lo a pagar em dia seus compromissos? 

As equipes serão avaliadas por um júri composto por executivos do Santander de acordo com os seguintes critérios: protótipo funcional; usabilidade e design; criatividade e grau de inovação; adesão ao desafio proposto; impacto no negócio; impacto social e fator “WOW” da solução. As três equipes mais bem avaliadas serão premiadas com drones, robôs inteligentes-aspiradores de pó e assistentes virtuais inteligentes.

Farol Santander

“O Farol Santander, além de ser um centro de empreendedorismo, cultura e lazer, é a sede de empresas do ecossistema Santander e do nosso espaço de Inovação, o Lab 033. Acreditamos que todo esse movimento traz vida ao centro de São Paulo, estimulando negócios na região”, explica Tomás Mariotto, superintendente do Lab 033 do Santander Brasil. “Faremos um hackathon sustentável, com o compromisso de termos o menor impacto ambiental possível, com emissão zero de carbono. O conceito de #Desplastifique, usado em todo o banco, também estará inserido no evento”, completa.

A primeira edição do The Code Force do Santander Brasil ocorreu em 2016/17 e registrou mais de 700 inscrições. Na ocasião, os desafios foram pagamentos e frictionless; blockchain e digital assets; POS 3.0 e merchant e IoT & machine learning.

Os finalistas foram a Bankbox, que criou uma solução para auxiliar os pais na educação financeira dos seus filhos, utilizando gamification; a UMhelp, que usou de machine learning, big data e chatbot para resolver problemas de cartão de crédito, evitando inadimplência e churn; a Partiu, que criou uma melhor experiência de pagamento em restaurantes para usuários, permitindo ao consumidor fazer um pedido, rachar conta, sem pegar fila ou esperar o garçom; e a Piggy, que desenvolveu o “porquinho-cofre” 100% digital, que colabora com o consumidor para poupar dinheiro por meio de microtransações, ao arredondar pagamentos para cima.

Os cinco grupos finalistas receberam R$ 5 mil e foi escolhido somente um vencedor, a Piggy, que recebeu R$ 25 mil. 

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