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BRQ amplia plano de contingência e pretende adotar de vez o home office

Empresa cria estratégia para manter engajados mais de 2.500 colaboradores trabalhando remotamente, além de ampliar contratações


Segundo estudo feito pelo Sebrae, 30% das empresas já demitiram os funcionários ou cogitam dessa hipótese. Porém, na contramão desses números, a BRQ Digital Solutions, provedora de soluções de TI, anuncia a abertura de vagas e cria um plano de contingência priorizando o time para garantir boas condições de trabalho em home office durante o período da quarentena.

Como os colaboradores já trabalhavam ao menos um dia da semana remotamente, o processo de colocar todos os funcionários da empresa em home office, em apenas sete dias, foi facilitado, mas não deixa de ter seus desafios.

"Este isolamento social nos possibilitou um grande mergulho no digital e, quanto mais tempo confinados, mais temos aprendido nesse lockdown. Trabalhar com toda a operação em home office foi uma quebra de paradigma, mas que tem dado muito certo, tanto que nosso objetivo é adotar o trabalho 100% home office de vez" explica o CEO e fundador da empresa, Benjamin Quadros.

Com o lema #juntosdigitalmente, utilizados nas ferramentas de comunicação interna da empresa, a BRQ tem procurado valorizar seus talentos "Cada um dos nossos profissionais é protagonista da história da BRQ e não podemos deixá-los desamparados nesse momento de crise. Adequamos todas as nossas ações internas para estarmos mais engajados neste período de isolamento. Queremos fortalecer o sentimento de pertencimento neste momento, principalmente nas ações de saúde, bem-estar e qualidade de vida, para que todos se sintam parte de uma empresa de tecnologia humana e que valoriza cada profissional", comenta a gerente de Marketing e Endomarketing, Ligia Marcondes.

Para manter o cuidado com as equipes, a BRQ dividiu o plano de contingência em algumas ações específicas: a) Saúde física (telemedicina, dentista online, campanha de vacinação e aulas de ginástica); b) Saúde mental (café com colegas em videoconferência, happy hour digital, meetups online com psicólogos); c) Incentivo ao comércio local, com uma ferramenta para indicar profissionais em determinadas regiões em que estão os colaboradores.

 

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GFT Brasil cresce 55% no primeiro trimestre com projetos de transformação digital

Em nível global, a receita de todo o Grupo avançou 6%, puxada pelos projetos com cloud computing e pelo desenvolvimento de novos negócios

 

A GFT Technologies SE (GFT) teve um bom início de exercício financeiro em 2020. No primeiro trimestre deste ano, a receita no Brasil teve expansão de 55%. Em todo o globo, ela aumentou 6%, com um avanço orgânico de 5%.

Desconsiderando os resultados decorrentes do atendimento aos principais clientes da multinacional, Deutsche Bank e Barclays, o crescimento no exterior atingiu 22%. Esta tendência foi impulsionada pelos contratos com cloud computing e pelo desenvolvimento de novos negócios nas regiões de atuação.

"Encerramos o primeiro trimestre com um crescimento orgânico significativo das receitas em ambos os segmentos. A tendência para a digitalização é inexorável e nossa atuação na área de nuvens está se tornando cada vez mais importante", afirma Marika Lulay, CEO da GFT Technologies SE.

"A GFT está em excelente posição para atender à forte demanda por jornadas de transformação envolvendo cloud em todos os setores - isso é comprovado pelos prêmios recebidos de nossos parceiros neste segmento. O forte posicionamento da empresa no campo das novas tecnologias já está dando seus frutos", complementa.
Marco Santos, presidente da GFT para a América Latina, acrescenta que a expansão na receita da subsidiária brasileira, de 55% no primeiro trimestre comparado com o ano anterior, “contribuiu fortemente para os resultados do Grupo no primeiro trimestre, com aumento de 11% da receita global”.

Na avaliação do executivo, este cenário deveu-se ao forte crescimento de projetos de transformação digital para os clientes, incluindo iniciativas de Mobilidade, Customer Experience, Back-office Digital, Big Data, APIs, Cloud, Salesforce e Agile, além da conquista de contas estratégicas.

“Nosso propósito é ajudar a disrupção dos negócios de nossos clientes, aplicando tecnologias exponenciais e valorizando o trabalho virtual, agilidade, aprendizagem continuada, diversidade e o crescimento do mercado de TI brasileiro”, completa.
No primeiro trimestre, o número de colaboradores da GFT no Brasil aumentou 44%, totalizando atualmente 1.127 pessoas.

 

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Uma ilha na pandemia: setor de TI é pouco afetado pela crise e amplia contratações

Levantamento feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd) aponta que 14,5% das empresas tende a ampliar oferta de vagas de trabalho

 

Enquanto a maior parte dos setores da economia brasileira amarga retração na atividade e no mercado de trabalho, o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) não só está contratando como sofre com a falta de profissionais qualificados.

"Ao invés de paralisar o setor, a pandemia está ampliando a utilização de sistemas digitais pelas empresas e pelas pessoas. Essa tendência deve ser mantida no pós-crise e as empresas estão se preparando para isso", afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo (Sindpd), Antonio Neto.

A área de TIC representa aproximadamente 7% do Produto Interno Bruto do Brasil (2018) e emprega mais de 1 milhão de profissionais (entre celetistas e PJs), sendo 42% concentrados no Estado de São Paulo.

O Sindpd consultou 150 empresas do setor de tecnologia no Estado de São Paulo, das quais 14,5% responderam que possuem planos de contratação e ampliação das plantas; 56,4% não irão demitir; 5,6% irão demitir por conta da pandemia; 23,42% irão demitir em virtude de finalização de projetos. Somente em São Paulo, mais de 7,8 mil empresas atuam no segmento de TI.

"É claro que a ampliação dos efeitos de isolamento social e a queda acentuada da economia do País poderão alterar esse quadro. Nesse sentido, a política de combater o isolamento e ir contra todas as práticas internacionais por parte do Governo Federal poderá promover um segundo solavanco na saúde e na economia do País que não permitirá a sobrevivência de ninguém. E o risco de isso acontecer é alto", ressaltou Neto

Alguns ramos da área de TI estão tendo dificuldades por conta da inadimplência dos clientes ou pela redução acentuada das atividades dos tomadores de serviço, como é caso da área de exploração de petróleo, mas os demais estão com demanda em alta. De acordo com o Sindpd, até o dia 5 de maio, 87 acordos coletivos para redução de jornada foram firmados e cerca de 140 estão em negociação, abarcando um universo de 20 mil trabalhadores.

Estabilidade e salários

"A maioria dos acordos firmados pelo sindicato garantiram estabilidade de 120 dias a 180 dias, além de assegurar de modo praticamente integral o salário nominal dos profissionais. Por outro lado, observamos a ampliação acentuada do trabalho em home office, que já representava aproximadamente 8% de toda a contratação celetista do setor. A pandemia tenderá a aumentar o trabalho remoto em todas as áreas e no setor de TI será ainda mais acentuado, podendo superar mais de 20% de todo o setor", afirmou Neto.

De acordo com o dirigente, além dos aplicativos de recrutamento de profissionais, as empresas enviam semanalmente para o sindicato oferta de vagas para suprir uma demanda de profissionais especializados. "Já existia um déficit da ordem de 80 mil profissionais no setor, a maioria em São Paulo antes da pandemia e esse número aumentará sem dúvida".

A mudança na relação do próprio sindicato com as empresas e com os trabalhadores também está se modificando de forma positiva nesse período. "Hoje estamos realizando assembleias até então impossíveis. Recentemente realizamos duas assembleias com mais de 300 trabalhadores que operam nos Estados do Paraná, São Paulo e em outros Estados. Fizemos uma com uma empresa que tem base no interior de São Paulo e seus profissionais trabalham embarcados em plataformas da Petrobras. Jamais conseguiríamos conversar com todos juntos numa assembleia e hoje isso se torna possível", disse.

Planos de contratação e demissão das empresas:

Pretendem contratar: 14,5%

Não pretendem demitir: 56,4%

Pretendem demitir por conta da pandemia: 5,6%

Pretendem demitir sem influência da pandemia: 23,4%

Acordos com o sindicato

Acordos finalizados: 87

Acordos em negociação: 140

Trabalhadores abrangidos: 20 mil

 

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