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Fake News sobre coronavírus são disseminadas nas redes sociais

Uma das notícias falsas trata da infecção de Covid-19 por estourar plástico bolja vindo da China

A futurista americana Amy Webb incluiu a pandemia do coronavírus como um dos tópicos do ‘Report Tech Trends 2020’ para entendermos como operam as diferentes engrenagens da sociedade: a cadeia de suprimentos global, sistema de saúde e campanhas de desinformação. Sobre a última, a STILINGUE, ferramenta de IA que varre as redes sociais brasileiras, fez um levantamento entre os dias 11 e 18 de março. 

 No período, a média de posts relacionados ao coronavírus foi superior a 130 mil. Delas, 15 mil representam as três fake news mais disseminadas: 

 ·         Infecção de Covid-19 por estourar plástico bolha vindos da China; 

·         Consumo de chás e uísque para evitar a doença; 

·         Desenvolvimento de uma vacina por médicos cubanos. 

 

Para combater as fake news, o Instagram reprimiu efeitos de Realidade Aumentada nos filtros da plataforma para coronavírus. Essa tecnologia se torna mais útil e prática em testes de maquiagem, visualizações de arquitetura e experiência em games, por exemplo.

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WhatsApp lança hub de informações sobre coronavírus

Rede doa US$ 1 milhão à Rede Internacional de Verificação de Fatos para #CoronaVirusFacts Alliance

O WhatsApp anuncia hoje o lançamento de duas iniciativas de apoio à luta global contra a pandemia de coronavírus: o lançamento global do Hub de Informações sobre o Coronavírus do WhatsApp em parceria com a Organização Mundial da Saúde, Unicef e PNUD, e uma doação de US$ 1 milhão à Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) do Instituto Poynter.

 O Hub de Informações sobre o Coronavírus do WhatsApp foi lançado hoje no endereço whatsapp.com/coronavirus para fornecer orientações simples e úteis para profissionais da saúde, educadores, líderes comunitários, organizações sem fins lucrativos, governos e empresas locais. O site também oferece diversas dicas e recursos para usuários de todo o mundo a fim de diminuir a disseminação de rumores e disponibilizar informações oficiais de saúde.

 Enquanto as pessoas precisarem passar um tempo isoladas, o WhatsApp continuará a fornecer uma maneira simples, confiável e segura para as pessoas se comunicarem. As recomendações sugerem orientações rápidas, por exemplo como pequenos grupos podem aproveitar ao máximo os recursos do WhatsApp, e serão distribuídas pela OMS, PNUD e UNICEF como práticas recomendadas para aqueles que usam o WhatsApp para coordenar esforços locais. Além disso, o WhatsApp está trabalhando com a OMS e o UNICEF para fornecer linhas diretas de mensagens para pessoas de todo o mundo usarem diretamente. Essas linhas diretas fornecerão informações confiáveis e serão listadas no Hub de informações sobre o Coronavirus do WhatsApp.

 Até o momento, o WhatsApp trabalhou com vários ministérios da saúde e ONGs nacionais para fornecer informações factuais aos usuários via texto em países como Cingapura, Israel, África do Sul, Brasil e Indonésia. À medida que esses esforços continuem, os recursos do hub serão atualizados.   

 O subsídio de US$ 1 milhão do WhatsApp para a IFCN apoiará diretamente a verificação de fatos da #CoronaVirusFacts Alliance, que abrange mais de 100 organizações locais em pelo menos 45 países. Durante o ano passado, o WhatsApp trabalhou para incorporar organizações de verificação de fatos diretamente para o WhatsApp, para que eles possam disponibilizar e reportar sobre rumores que podem estar circulando em vários serviços de mensagens, incluindo WhatsApp ou SMS. A concessão apoiará o treinamento para usar os recursos avançados do WhatsApp Business, incluindo a API do WhatsApp Business. A expansão da presença dessas organizações de verificação de fatos certificadas pela IFCN ajudará a garantir que as comunidades locais estejam cientes e desmintam possíveis rumores prejudiciais. 

 "Sabemos que nossos usuários estão usando o WhatsApp mais do que nunca neste momento de crise, seja para se conectar a amigos e entes queridos, médicos e pacientes ou professores e estudantes. Queríamos fornecer um recurso simples que possa ajudar a conectar pessoas no momento”, declarou Will Cathcart, CEO do WhatsApp. 

 

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76% dos brasileiros interagem com marcas via WhatsApp, mostra pesquisa

Estudo “Panorama de Mensageria” também indica que mais usuários querem realizar pagamentos pelo aplicativo. O lançamento do WhatsApp Payments, previsto para este ano, visa a atender esse público.

 

Um universo de 76% dos brasileiros já interagem com marcas via WhatsApp, aplicativo presente em 99% dos celulares no País. É o que a aponta a pesquisa "Panorama de Mensageria", realizada pela Opinion Box e pelo portal Mobile Time, com patrocínio da Infobip, provedora global de serviços de comunicação.

"O WhatsApp é o aplicativo de mensageria mais popular do Brasil", comenta Marcelo Ramos, Regional Manager South LATAM da Infobip. "A abertura da API deles chamou a atenção de muitas marcas, que passaram a utilizar o WhatsApp em campanhas de marketing ou como canal de suporte ao cliente." A própria Infobip, como um dos brokers homologados pelo aplicativo no mundo, já aplicou a solução em empresas como Unilever e Reclame Aqui.

No Brasil, 77% dos usuários do WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo com objetivo para tirar dúvidas e pedir informações. Outros 65% querem receber suporte técnico, e 61% desejam receber promoções. Ressalte-se que é proibido o uso do WhatsApp para disparo de mensagens em massa para fins promocionais.

Além disso, o levantamento indica que 61% dos usuários do app querem usá-lo para realizar pagamentos e transferência de dinheiro. Desses, 47% preferem gerenciar o dinheiro por meio de uma conta bancária virtual criada no próprio WhatsApp, 30% preferem transferir de suas contas tradicionais, e 23% optam pelo cartão de crédito. O lançamento do WhatsApp Payments, previsto para este ano, visa a atender esse público.

Demais aplicativos

Além do WhatsApp, o “Panorama de Mensageria” também avaliou o desempenho do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram no mercado brasileiro. O Messenger, por exemplo, está presente em 79% dos smartphones brasileiros, mas apenas 59% de sua base de usuários acessa o aplicativo todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, cresceu o uso do Messenger para a publicação de stories - de 23% para 37% em seis meses. Essa é uma funcionalidade destacada tanto pelo aplicativo quanto pelo próprio Facebook, que a posiciona no topo da tela.

Além disso, os stories são uma funcionalidade bem conhecida do Instagram, que está presente em 76% dos smartphones brasileiros. Desses, 58% usam o app para trocar mensagens privadas, e, dentro desse grupo, dois em cada três entrevistados afirmam se comunicar com marcas por meio desse canal. Para 84%, as mensagens diretas no Instagram servem para tirar dúvidas sobre produtos e serviços; 75% gostam de receber promoções pelo canal e 69% compram produtos ali.

O Telegram, por sua vez, aumentou sua base de usuários. O aplicativo está presente em 27% dos celulares - 8% a mais do que em agosto do ano passado, quando foi realizado o último “Panorama de Mensageria” no Brasil. Por outro lado, a fidelização dos usuários não acompanhou o aumento da base: apenas 53% abrem o Telegram todos os dias.

SMS sobrevive

Ao contrário do que muitos previam, o SMS não foi extinto com a abertura da API do WhatsApp para uso corporativo. A pesquisa indica que o SMS é um canal que apresenta certa sazonalidade - sua frequência de uso aumenta em janeiro, mas cai em agosto. "O SMS ainda é muito utilizado pelos setores financeiro e varejista para envio de notificações aos consumidores. Por ser um canal barato e universal, o SMS acaba tendo um custo-benefício interessante", analisa Ramos.

E mais: o que pode "salvar" o canal de vez é o Rich Communication Services (RCS), que funciona como um SMS mais moderno, capaz de carregar até mesmo imagens e vídeos. No Brasil, nem todas as operadoras adotaram o RCS, e ainda falta um modelo de negócios claro. Mesmo assim, as perspectivas são otimistas, de acordo com executivo.

Conclusões

Soberano no Brasil, o WhatsApp caminha para se tornar um superaplicativo, ainda mais se conseguir emplacar o WhatsApp Payments. "A única desvantagem que o WhatsApp tem em relação aos concorrentes é uma interface mais básica. A experiência do usuário no Facebook Messenger e no RCS é mais rica", comenta Ramos. "Entretanto, essa pode ser uma estratégia do Facebook para diferenciar os dois canais."

O fortalecimento de aplicativos de pagamento móvel, porém, pode dificultar a penetração do WhatsApp Payments no País, principalmente se a funcionalidade for implementada depois que o Banco Central regulamentar a questão dos pagamentos instantâneos. Mas, se chegar antes, é bem capaz que o WhatsApp tenha muito impacto no mercado por conta de sua enorme base de usuários ativos.

 

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