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GPA inclui novas funcionalidades nos apps do Extra e Pão de Açúcar

Mais da metade das compras feitas nos sites das duas marcas são pagas pelo celular

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) implementou novas funcionalidades nos aplicativos de varejo alimentar Clube Extra e Pão de Açúcar Mais.
A reformulação foi motivada pela importância que os aplicativos adquiriram nas operações das redes Extra e Pão de Açúcar, ambas controladas pelo GPA.
Juntos, representam mais de 12 milhões de downloads. Além disso, o GPA registra uma média superior a 15 milhões de visitas por mês aos dois aplicativos.
Atualmente, metade das compras realizadas através do comércio eletrônico das marcas Extra e Pão de Açúcar são pagas diretamente pelo celular.
“Identificamos um crescimento da ordem de dois dígitos no número de downloads dos apps, e maior ainda em relação ao volume de vendas realizado, na comparação com o período anterior à pandemia, o que demonstra uma demanda crescente", explica Teodoro Ornelas, diretor de Customer Experience do GPA.
As atualizações foram realizadas para permitir uma navegação mais rápida e intuitiva. O processo incluiu a integração e revitalização de serviços.
Na primeira tela dos dois aplicativos, foram incorporados três principais temas: Meu Desconto, Meus Prêmios e o e-commerce. As demais funcionalidades migraram para o Menu.
O Meu Desconto oferece descontos em diversas categorias de acordo com o comportamento de compra dos clientes. É uma das funcionalidades mais utilizadas para ativar ofertas.
Na nova versão dos aplicativos, os descontos estão organizados por categorias de produtos, facilitando a jornada do cliente por aquilo que ele realmente precisa.
O GPA estima que, em três anos, a economia gerada pela funcionalidade seja da ordem de meio bilhão de reais, economia gerada para os mais de 12 milhões de clientes que já fizeram o download dos aplicativos.
Já a funcionalidade Meus Prêmios consiste em um mecanismo de fidelização através da troca de estrelas por produtos ou vale-compras de acordo com o desafio de consumo mensal.
Todos os meses, o cliente recebe um desafio e, ao conquistá-lo, ganha estrelas que valem prêmios na hora, direto nos aplicativos. O cliente encontra três tipos de prêmios: vale-compras, produtos grátis nas lojas e vouchers de diversas empresas parceiras.
Na nova versão dos aplicativos, essa divisão está ainda mais clara e objetiva e, para acompanhar mais de perto o desempenho mensal, a funcionalidade está mais em evidência.
Em tempos de isolamento social, as compras on-line ganharam relevância por oferecer a praticidade de adquirir produtos sem sair de casa.
Por esse motivo, a plataforma e-commerce foi adaptada para o acesso via app, tornando a navegação mais fácil e garantindo uma boa experiência de compra on-line.
As três funcionalidades - Meu Desconto, Meus Prêmios e o e-commerce - estão conectadas para tornar a jornada do cliente ainda mais completa no ambiente digital.
"O cliente busca uma compra segura, prática e econômica para fazer o dinheiro render mais e, por isso, nessa atualização trouxemos o que é mais relevante para o primeiro plano dos aplicativos, além de permitir uma maior usabilidade e velocidade na navegação”, ressalta Ornelas.

 

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Isolamento social melhorou o desempenho do comércio eletrônico

As vendas em abril quase que dobraram em relação ao mesmo mês de 2019

O comércio eletrônico registrou números expressivos no mês de abril, tanto em volume de vendas quanto em faturamento, revela a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).
As vendas no mês foram 98,74% superiores às realizadas em abril de 2019. Já o faturamento cresceu 81,64% na comparação entre os dois períodos.
Esse bom desempenho é atribuído ao isolamento social, imposto para conter o avanço do novo coronavírus.
"O e-commerce tornou-se no mês de abril o principal (ou único) canal de vendas para muitos varejistas", afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.
Em relação ao mês de março deste ano, as vendas no comércio varejista apresentaram alta de 37,14% em abril. No acumulado do ano, a variação foi de 43,34%.
A região Sudeste apresentou os melhores resultados para o comércio eletrônico, com alta de 104,97% nas vendas em abril deste ano em relação ao mesmo mês de 2019.
O Nordeste registrou crescimento de 96,36%, a região Centro-Oeste apurou alta 94,80%, o Sul teve incremento de 79,71% e no Norte as vendas foram 66,68% superiores.
No acumulado do ano a composição muda. Em primeiro ficou o Nordeste (51,87%), seguido por Centro-Oeste (50,74%), Norte (41,97%), Sudeste (41,84%) e Sul (41,04%).
O índice de faturamento do setor acompanhou as boas movimentações das vendas. Em abril, ante o mês de março de 2020, a ascensão foi de 28,86%. No acumulado do ano, a variação positiva foi de 36,07%.
No mês de março, o comércio eletrônico representou 7,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção).
No acumulado dos últimos 12 meses, a participação do comércio eletrônico no comércio varejista corresponde a 6,1%.
No primeiro trimestre deste ano, 12,3% consumidores realizaram ao menos uma compra pela internet.
O índice representa uma queda de 1,4p.p. em relação ao trimestre anterior (13,7%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 2,1p.p.
Os números dessa pesquisa fazem parte do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da camara-e.net em parceria com o Movimento Compre & Confie.

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Hábitos de consumo adquiridos na pandemia devem permanecer no pós-Covid

Estudo realizado pela SBVC revela mudança de comportamento dos brasileiros durante a quarentena, com aumento da digitalização do consumo

O comportamento dos consumidores precisou ser alterado durante a quarentena. Sem opção de lojas físicas na maioria das categorias, os brasileiros aumentaram suas compras online e passaram a usar mais meios digitais de pagamentos. Na saída da crise, muitos desses hábitos serão mantidos, gerando mudanças definitivas no comportamento de consumo.

De acordo com o estudo “Novos hábitos digitais em tempos de Covid-19”, realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) em parceria com a Toluna, a crise do coronavírus fez com que a transformação digital do varejo se tornasse prioridade para poder manter os negócios em operação. O consumidor, por sua vez, rapidamente mudou seus hábitos e abraçou ferramentas digitais. “Os consumidores estão cientes do risco de contaminação ao sair de casa e por isso, ainda que saiam às ruas para comprar itens essenciais, têm apresentado um comportamento mais digital, usando apps para compra e pagamento, por exemplo”, analisa Eduardo Terra, presidente da SBVC.

O estudo mostra que 61% dos clientes que compraram online durante a quarentena aumentaram o volume de compras online devido ao isolamento social. Em 46% dos casos, esse aumento de compras foi superior a 50%. O grande destaque foi a compra de alimentos/bebidas para consumo imediato (por delivery), que cresceu para 79% dos entrevistados.

Com o aumento da demanda no e-commerce, os prazos de entrega aumentaram. O estudo mostra que 69% dos consumidores notaram prazos mais elásticos, mas 57% consideram aceitável esse aumento. Somente 11% dos consumidores deixaram de comprar online devido ao prazo de entrega. “Nesta quarentena, as compras de muitas categorias passaram a ser mais planejadas e, com isso, um prazo de entrega mais alongado se tornou aceitável. A satisfação dos clientes, na faixa de 80%, mostra que o e-commerce vem conseguindo absorver bem o aumento de demanda”, analisa Terra.

Ao experimentar o e-commerce em diversas categorias, os brasileiros estão efetivamente mudando seu comportamento de consumo. Mais da metade (52%) dos entrevistados está comprando mais em sites e aplicativos durante a quarentena e 70% pretendem continuar comprando mais online do que faziam antes do Covid-19. “Está havendo uma mudança real de comportamento e empresas que conseguirem se relacionar bem com os clientes neste momento terão uma grande vantagem no pós-crise”, avalia o presidente da SBVC.

Metodologia

O estudo entrevistou 1.000 consumidores em todo o País para entender novos hábitos de consumo e como os consumidores estão comprando no período de quarentena devido ao Covid-19, além de avaliar a satisfação de compra no ambiente online nesse período. Dos respondentes, maioria são mulheres (54%), casados(as) (47%), possuem em média 30 anos de idade e possuem atividade remunerada (76%). Pouco mais da metade (54%) reside na região Sudeste do Brasil, concentrando-se no Estado de São Paulo (34%).

 

O estudo está disponível na íntegra para download em nosso site: http://sbvc.com.br/novos-habitos-digitais-em-tempos-de-covid-19/

 

 

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