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Indicador da FGV sinaliza permanência de ritmo forte da taxa de desemprego

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 3,1 pontos em novembro, para 96,1 pontos, mais de dez pontos acima do nível médio da série histórica

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas subiu 2,6 pontos em novembro para 88,4 pontos, o maior nível desde abril (92,5 pontos). Em média móvel trimestral, o indicador segue em trajetória positiva ao aumentar 0,5 ponto em relação ao mês anterior.

"O Indicador Antecedente de Emprego voltou a avançar em novembro recuperando a queda observada em outubro. Contudo, a virtual estabilidade do indicador em médias móveis trimestrais, pelo segundo mês consecutivo, reforça o cenário de dificuldades de avanços mais expressivos do mercado de trabalho, sugerindo continuidade da recuperação em ritmo gradual" afirma Rodolpho Tobler, economista da FGV IBRE.

Indicador Coincidente de Desemprego

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 3,1 pontos em novembro, para 96,1 pontos, mais de dez pontos acima do nível médio da série histórica, iniciada em 2005 (84,2 pontos). O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto maior o número, pior o resultado. Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,9 ponto.

"Depois de cinco meses, o ICD voltou a ficar acima dos 95 pontos. O patamar elevado do indicador e a piora observada em novembro sugerem que ainda há um longo caminho para reduções em ritmo mais forte da taxa de desemprego", continua Rodolpho Tobler.

Destaques do IAEmp e ICD

Em novembro, seis dos sete indicadores contribuíram positivamente para o resultado do IAEmp, com destaque para a Tendência dos Negócios da Indústria, que subiu 6,4 pontos na margem.

No mesmo período, o aumento do ICD foi influenciado por duas das quatro classes de renda familiar: ambas intermediárias, com renda mensal entre R﹩ 2.100.00 e R﹩ 4.800.00 e entre R﹩ 4.800.00 e R﹩ 9.600.00, cujo Indicadores de Emprego (invertidos) variaram 7,4 e 6,0 pontos, respectivamente.



 

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Inflação pelo IPC-S avança na primeira semana de dezembro

A maior contribuição partiu do Grupo Alimentação, com destaque para a carne bovina, cuja taxa passou de 8,00% para 11,84%

O IPC-S de 07 de dezembro de 2019 subiu 0,74%, ficando 0,25 ponto percentual (p.p) acima da taxa registrada na última divulgação.

 Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (0,42% para 1,34%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item carnes bovinas, cuja taxa passou de 8,00% para 11,84%.

 Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Despesas Diversas (3,14% para 5,11%), Educação, Leitura e Recreação (0,59% para 0,86%), Transportes (0,33% para 0,50%), Comunicação (0,14% para 0,24%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,26% para 0,27%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: jogo lotérico (26,16% para 35,18%), passagem aérea (12,35% para 18,56%), gasolina (0,99% para 1,54%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,56% para 0,96%) e aparelhos médico-odontológicos (-0,40% para 0,18%).

 Em contrapartida, os grupos Habitação (0,50% para 0,18%) e Vestuário (0,26% para 0,09%) apresentaram recuo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: tarifa de eletricidade residencial (2,52% para 0,61%) e calçados (0,18% para -0,27%).

 A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 15.12.2019 será divulgado no dia 16.12.2019

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Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos aumenta

A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 3,61%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) de novembro subiu 0,56%, ficando 0,68 ponto percentual (p.p.) acima de outubro quando o índice registrou taxa de -0,12%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,64% no ano e 3,98% nos últimos 12 meses.

Em novembro o IPC-BR variou 0,49%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 3,61%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Nesta apuração, sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação: Habitação (-0,47% para 0,70%), Alimentação (-0,18% para 0,60%), Despesas Diversas (0,45% para 2,48%), Educação, Leitura e Recreação (0,09% para 0,59%), Vestuário (0,07% para 0,32%), Comunicação (-0,03% para 0,14%) e Transportes (0,14% para 0,19%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-3,26% para 2,85%), carnes bovinas (1,05% para 7,56%), jogo lotérico (0,00% para 26,16%), passagem aérea (-4,14% para 15,08%), calçados (-0,24% para 0,45%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,00% para 0,75%) e gasolina (0,86% para 1,11%).

Em contrapartida, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,20% para 0,11%) apresentou recuo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale citar o item produtos farmacêuticos (0,73% para 0,35%).

  A próxima divulgação do IPC-C1 acontecerá no dia 06/01/2020.

 

 

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