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Fintech Receiv dá início ao processo de internacionalização

Desenvolvedora do CRM Inteligente para gerenciar e recuperar recebíveis, empresa registrou em 2019 crescimento de 170% em relação ao ano anterior

 Como parte da sua estratégia de crescimento, a Receiv, startup de tecnologia financeira que oferece o CRM Inteligente de gerenciamento e recuperação de recebíveis, dá início ao processo de internacionalização da companhia e prevê crescimento de 100% em suas receitas em 2020.

Fundada há cinco anos, a startup registrou em 2019 um crescimento de 170% em relação a 2018. A expectativa da empresa é manter o forte crescimento em 2020 e receber nova rodada de investimento ainda no primeiro semestre do ano.

A jornada da Receiv até o desempenho atual conta com a aceleração da Darwin Startups em 2018, eleita pela Startup Awards a melhor aceleradora do Brasil por dois anos consecutivos, permitindo o crescimento expressivo e o aperfeiçoamento da solução de gestão orientada para grandes empresas, bancos digitais e fintechs de crédito. Além disso, a empresa conquistou novas parcerias em 2019 que estão impulsionando a estratégia de internacionalização. Há projetos que estão começando no Brasil, mas que serão replicados para outros países de atuação dos novos parceiros.

“Estamos otimistas com o crescimento da economia em 2020, pois desde o ano passado o apetite das empresas por soluções inovadoras de gestão vem ganhando força, demonstrando que estão dispostas a dialogar com o ecossistema de Startups e contar com novas tecnologias para criar ou transformar o ambiente de negócios.  Além disso, observamos a forte expansão do mercado de crédito pelas mãos das fintechs de crédito e bancos digitais, que encontram a eficiência financeira necessária em nossa solução”, destaca Pedro Bono, CEO da Receiv e doutor em Finanças.

O desempenho da Receiv segue em linha com o crescimento do mercado brasileiro de Fintechs. Segundo a Pesquisa Fintech Deep Dive 2019, divulgada pela PWC e ABFintechs, quase metade das Fintechs brasileiras dobrou de tamanho e 42% delas já atingiu o break-even, destacando o momento propício para nova fase de captação de recursos e grande crescimento, cenário encontrado na Receiv.

 

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Santander abre inscrições para o 2º The Code Force - Hackathon

Equipes com desenvolvedores, designers e especialistas de negócios desenvolverão soluções para três empresas do ecossistema do banco: emDia, Pi e SIM.

O Santander Brasil abre as inscrições para a segunda edição do The Code Force – Hackathon. A maratona visa estimular a criação de novas soluções tecnológicas, atendendo aos desafios propostos de três empresas do ecossistema Santander: a emDia, de negociação online de dívidas; a Pi, plataforma digital de investimentos; e SIM, que concede crédito com garantia.

Podem participar desenvolvedores, designers e especialistas de negócios de qualquer lugar do País, e as inscrições deverão ser realizadas no site www.thecodeforce.com.br. O prazo de envio dos dados dos interessados vai até 10 de março.

“Estamos disseminando cada vez mais a cultura de inovação no banco. Queremos ser uma plataforma financeira que une o tech e o humano na busca da eficiência, agilidade e a melhor experiência para os clientes”, afirma Geraldo Rodrigues, diretor de Negócios Digitais do Santander Brasil. Além disso, segundo o executivo, por meio do The Code Force, o banco quer engajar seus próprios talentos e atrair os que estão no mercado.

No último dia de inscrições para o 2º The Code Force, 10 de março, será realizado um evento de warm-up (aquecimento), aberto ao público (inscritos ou não). Na ocasião, serão apresentados com mais detalhes os objetivos e os desafios do Hackathon, bem como as eventuais interfaces de programação de aplicações (APIs, na sigla em inglês) - que serão disponibilizadas para as equipes criarem suas soluções. O warm-up será feito no 8º andar do Farol Santander, no centro de São Paulo, das 19h às 22h, e os interessados em participar também deverão se inscrever no site www.thecodeforce.com.br.

Cronograma do hackathon

O The Code Force – Hackathon terá início às 8h do dia 21 (sábado) e terminará às 20h de 22 de março (domingo), em dois andares do Farol Santander (8º e 9º). Até 80 participantes serão selecionados e agrupados em equipes multidisciplinares, cada uma com cinco membros: dois desenvolvedores, dois designers e um especialista de negócios. Mentores auxiliarão os participantes durante a maratona nas fases de ideação, prototipação e apresentação de pitches.

Os desafios propostos são:

emDia: como podemos ajudar os 61 milhões de brasileiros inadimplentes a negociarem suas dívidas, de forma simples, humanizada e digital?

Pi: como facilitar a jornada do usuário na escolha do investimento ideal, de acordo com o seu perfil e o seu momento de vida?

SIM: como ajudar o cliente a entender, com mais profundidade, sua situação de crédito no mercado e/ou estimulá-lo a pagar em dia seus compromissos? 

As equipes serão avaliadas por um júri composto por executivos do Santander de acordo com os seguintes critérios: protótipo funcional; usabilidade e design; criatividade e grau de inovação; adesão ao desafio proposto; impacto no negócio; impacto social e fator “WOW” da solução. As três equipes mais bem avaliadas serão premiadas com drones, robôs inteligentes-aspiradores de pó e assistentes virtuais inteligentes.

Farol Santander

“O Farol Santander, além de ser um centro de empreendedorismo, cultura e lazer, é a sede de empresas do ecossistema Santander e do nosso espaço de Inovação, o Lab 033. Acreditamos que todo esse movimento traz vida ao centro de São Paulo, estimulando negócios na região”, explica Tomás Mariotto, superintendente do Lab 033 do Santander Brasil. “Faremos um hackathon sustentável, com o compromisso de termos o menor impacto ambiental possível, com emissão zero de carbono. O conceito de #Desplastifique, usado em todo o banco, também estará inserido no evento”, completa.

A primeira edição do The Code Force do Santander Brasil ocorreu em 2016/17 e registrou mais de 700 inscrições. Na ocasião, os desafios foram pagamentos e frictionless; blockchain e digital assets; POS 3.0 e merchant e IoT & machine learning.

Os finalistas foram a Bankbox, que criou uma solução para auxiliar os pais na educação financeira dos seus filhos, utilizando gamification; a UMhelp, que usou de machine learning, big data e chatbot para resolver problemas de cartão de crédito, evitando inadimplência e churn; a Partiu, que criou uma melhor experiência de pagamento em restaurantes para usuários, permitindo ao consumidor fazer um pedido, rachar conta, sem pegar fila ou esperar o garçom; e a Piggy, que desenvolveu o “porquinho-cofre” 100% digital, que colabora com o consumidor para poupar dinheiro por meio de microtransações, ao arredondar pagamentos para cima.

Os cinco grupos finalistas receberam R$ 5 mil e foi escolhido somente um vencedor, a Piggy, que recebeu R$ 25 mil. 

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Fintech brasileira que opera na Bolsa de Chicago cresce 20%

Companhia atua no mercado financeiro brasileiro e americano com contrato de mútuo e administra uma carteira de clientes com mais de seis mil investidores

O Grupo GR Discovery começou 2020 completando 11 anos de mercado e balanço de 2019 com crescimento na ordem de 20%, comparando com igual período do ano anterior. A companhia, que é brasileira e opera na Bolsa de Valores de Chicago desde a sua concepção, tornou-se referência como uma fintech multifacetada, com soluções financeiras integradas para atender as necessidades diversas dos clientes em prol do aporte monetário.

“Acabamos de completar 11 anos em janeiro com resultados que superaram as expectativas. Expandimos em torno de 2% ao mês em 2019 e, atualmente, estamos com uma fila de espera de quase 2 mil clientes”, revela o especialista em mercado financeiro Mateus Lucio, CEO do Grupo GR Discovery. Ativados, a empresa contabiliza seis mil clientes, de diversas localidades do Brasil.

O CEO do Grupo explica que as operações praticadas no mercado financeiro americano são concentradas em Contratos Futuros sobre o Índice Dow Jones, realizadas na Chicago Board of Trade, da qual Lucio é membro.

“A especialidade nesse mercado são Operações Estruturadas, em especial uma conhecida como Straddle. Esta é uma operação onde são montadas posições apostando simultaneamente na alta ou na queda do mercado, posições compradas e vendidas financeiramente equivalentes, seja em diferentes contas ou através de derivativos sobre o Índice Futuro. Ao passo que o mercado vai definindo uma direção, parte da posição comprada ou vendida é enviada da ponta perdedora para a vencedora. Operações de Volatilidade, como essa, não dependem de acertar a direção do mercado, mas o timing de início de evolução da volatilidade do ativo, pois a ponta vencedora sofre um acréscimo de valor em função do ‘delta’, pelo aumento da volatilidade, superior à perda da ponta perdedora”, complementa.

A empresa tem sede em São Paulo e possui escritório em Chicago, com atuação em todo mercado brasileiro e americano. Mais informações pelo site www.grdiscovery.com.br.

 

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