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Nova plataforma de startup curitibana opera no conceito de vendas 4.0

Solução mescla conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence

Imagine uma startup com pouco mais de um ano e meio movimentar R$ 100 milhões em negócios por mês, com crescimento na ordem de 20% a cada 30 dias. Este é o caso da Gear Up, fundada em janeiro de 2018, na cidade de Curitiba (PR), que desenvolveu uma plataforma que mescla tecnologias desde o mapeamento de potenciais clientes até o pós-venda, trabalhando no conceito de vendas 4.0. A empresa opera com o propósito de levar tecnologias inovadoras e dar subsídios para conduzir os times de vendas para potencializar resultados.

 “Nós somos vendedores que criaram uma ferramenta para vendedores. Percebemos as startups crescendo muito rápido, enquanto as empresas, as indústrias em especial, crescem mais devagar, sem novas ferramentas acopladas. Nosso foco é oferecer uma plataforma especializada em potencializar vendas”, diz o fundador e CEO da Gear Up, Leon Le Senechal. Neste ano, a indústria atingiu a menor fatia de participação no Produto Interno Bruto (PIB) desde a década de 1940: 11,3% da atividade econômica. Na década de 1980, chegou a 30% do PIB.

 Ao mesclar conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence, a plataforma é usada pela empresa desde a prospecção, fazendo com que se tenha um único fornecedor em toda a jornada comercial. “Estamos desenvolvendo tecnologia no Brasil para posicionar a indústria brasileira no mesmo patamar de qualquer multinacional. Queremos oferecer uma nova vantagem competitiva para esses negócios”, esclarece o também fundador Igor Lachowski, diretor de Atendimento a Clientes.

 Na avaliação de Le Senechal, a indústria brasileira investiu forte em software nos últimos anos, buscando se aproximar mais do conceito da indústria 4.0. Ainda há, contudo, a necessidade de dar o próximo passo, integrando essas tecnologias ao marketing e à venda. “A maior dor da indústria brasileira está na dependência de distribuidores e canais de vendas. Com o Big Data, a indústria consegue chegar ao ponto de venda sem a figura do intermediário e já existem transportadoras escoando mais por menos”, diz. “Trata-se de uma reinvenção para dar mais resultados a partir de um núcleo de inteligência, que pode ser usado até mesmo para impulsionar os distribuidores”, ressalta.

 Digital e físico

 Uma das novidades da plataforma está em aproximar os meios digital e físico, com o propósito em ampliar os resultados. Por meio da integração com canais de entradas, como site, landing pages e redes sociais, e outros softwares usados pelas empresas, é possível qualificar e nutrir os leads, de modo que avancem de forma mais rápida dentro do funil de vendas. Em outras palavras, deixando de ser um prospect para, de fato, se tornar um cliente. “A união do inbound e do outbound – este último atacando os mercados que interessam – gera uma máquina de vendas”, explica Le Senechal.

 

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Um a cada dez consumidores já realiza compras usando assistentes de voz nos EUA

Levantamento da PYMNTS, com a colaboração da Visa, aponta tendências sobre o comércio na era dos dispositivos conectados

Um a cada dez consumidores americanos (9,6%) já usa dispositivos ativados por voz para fazer uma compra – um aumento de 25% em relação ao ano anterior. Esse dado faz parte do estudo anual da PYMNTS 'How We Will Pay', em colaboração com a Visa, que acompanha a evolução de como os meios digitais estão mudando nossos hábitos e preferências, examinando o uso crescente de dispositivos conectados e seu papel na facilitação do dia a dia da jornada de compras. O estudo, focado no público americano, também aborda tendências baseadas nos comportamentos atuais que podem ser replicados em outras regiões.

Os principais destaques da pesquisa incluem:

A voz tem se tornando essencial para o comércio. Os consumidores têm interagido com dispositivos habilitados para voz cada vez mais: três em cada 10 pessoas já possuem assistentes de voz. Essas interações vão além de checar a temperatura ou fazer uma chamada telefônica, muitos consumidores já usam tanto os dispositivos habilitados para voz em smartphones quanto em alto-falantes para fazer compras. Usam recursos de voz ao longo de toda sua jornada de compra, desde a pesquisa e comparação de características ou preços, até para adicionar produtos aos seus carrinhos virtuais. O recurso tem facilitado as experiências no momento do checkout, contribuindo para a realização efetiva da venda. O apetite dos consumidores por experiências de compras ativadas por voz está crescendo a cada dia.

Quase tudo pode se transformar em um ponto de venda. Objetos regulares, como TVs, espelhos e carros, transformaram-se em sistemas POS – tornando possível fazer compras de qualquer lugar a qualquer momento. De acordo com o estudo, um em cinco consumidores fez compras usando dispositivos conectados enquanto assistia TV (20%). Aproximadamente 76% dos entrevistados disseram que fazem pelo menos uma compra enquanto realizam outra atividade. Especificamente, 27% dos entrevistados dizem comprar enquanto jantam ou até mesmo durante o trabalho (19%).

Sobre o estudo

Em uma colaboração entre PYMNTS e Visa, o estudo “How We Will Pay” foi realizado com aproximadamente 5.050 usuários com 18 anos ou mais, nos Estados Unidos. Nesta segunda edição, as descobertas do ano anterior foram aproveitadas, mapeando a evolução dos hábitos de consumo do consumidor conectado. Os consumidores responderam a uma variedade de perguntas sobre padrões comportamentais específicos, hábitos de compra e preferências relacionadas ao comércio conectado. A ideia é trazer um recorte de cinco personalidades de usuários distintos, com base na idade, preferências de compra e conectividade, fornecendo uma análise aprofundada dos hábitos de compras online de cada grupo.

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Deloitte e Google Cloud anunciam expansão de parceria

O acordo entre as duas empresas inclui soluções de Inteligência Artificial, Machine Leaning, Big Data e Analytics

A Deloitte e o Google Cloud anunciam a expansão de sua parceria no Brasil com o objetivo de trazer ao mercado nacional uma série de soluções integradas para empresas de diversos setores, ajudando-as a enfrentar seus principais desafios no ciclo de transformação digital. No país, o foco inicial será nas frentes da Google Cloud relacionadas à Analytics, Machine Learning, SAP e segurança, e em metodologias e conhecimentos especializados de profissionais da Deloitte, a maior organização de consultoria e auditoria do mundo.

 “Nossos clientes poderão experimentar todo o potencial da nuvem e da inteligência artificial a partir desta valiosa parceria - uma das principais apostas da Deloitte para este ano dentro de nossa atuação no ambiente de transformação digital. Nossa proposta é criar o futuro em tempo real, com muita inteligência. Ou seja, ajudar o cliente a explorar novas possibilidades dinâmicas, alinhar seus objetivos virtuais com resultados reais e fornecer soluções e experiências específicas do setor para obter vantagens competitivas. Como parceiro principal do Google Cloud, conseguimos oferecer capacidades de reação ágeis às mudanças nos negócios”, declara Jefferson Denti, sócio-líder em Analytics, AI Cognitive e Transformação Digital da Deloitte responsável pela aliança com a Google Cloud.

 “Dentro do nosso ecossistema de parceiros, estamos sempre em busca de sinergia com empresas que nos ajudarão a aprimorar soluções em benefício de nossos clientes”, afirma João Bolonha, diretor de Google Cloud para o Brasil. “Acreditamos que a parceria com a Deloitte poderá nos ajudar a estar ainda mais próximos das empresas e apoiá-las em seus esforços de transformação digital.”

 A parceria entre a Deloitte e a Google Cloud inclui soluções como:

Artificial Intelligence e Machine Learning​| Automação ​​Inteligente –​Os algoritmos e APIs do Google são usados para alavancar a prática de AI & Cognitive da Deloitte e fornecer aos clientes recursos avançados de IoT, Machine Learning e inteligência de negócios.

Big Data & Analytics| Insights com relevância –​A Deloitte resolve problemas complexos de negócios utilizando ferramentas de Big Data e Analytics do Google, gerando insights relevantes para as diversas dimensões de negócio, bem como, na formação dos Centros de Excelência em Analytics.

 Marketing & Engajamento Digital| Engajamento com significado –​Com a crescente necessidade de campanhas digitais mais efetivas, além de uma experiência de cliente relevante, a Deloitte tem ajudado diversos clientes na conexão com seus clientes utilizando Google Cloud for Marketing.

 Cloud| Estratégia PaaS e IaaS, implementação e além –​À medida que nossos clientes utilizam cada vez mais os serviços nativos da nuvem para modernizar seus portfólios de aplicativos existentes e criar produtos e serviços inovadores para seus clientes, eles podem contar com nossa expertise para ajudar a gerar maior valor por meio do Google Cloud.

 SAP on Google Cloud | Empresa Eficiente –​​Por​meio de nossa parceria com a SAP, a Deloitte pode trazer pessoas, conhecimento e experiência para ajudar as empresas a utilizarem todo o potencial transformador do SAP aliado à rapidez e confiabilidade da plataforma global Google.

 Segurança | Velocidade com controle - A​infraestrutura da Google Cloud é projetada, construída e operada com uma atenção rigorosa à segurança. A Deloitte passou décadas ajudando os clientes a proteger seus negócios contra ameaças à segurança. Juntos, podemos ajudá-lo a se mover com segurança para a nuvem.

 Para saber mais sobre a dimensão da parceria global entre a Deloitte e a Google, confira o post​​no blog oficial de Google Cloud.

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