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Alelo testa cartão único de benefícios

Companhia anuncia projeto piloto com o Alelo Multi, que passa a ter várias funcionalidades em um só cartão

 

A Alelo, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas, anuncia um projeto piloto interno para testar o Alelo Multi, um único cartão que inclui as funcionalidades dos cartões Refeição (usado em restaurantes) e Alimentação (aceito em supermercados). O piloto é realizado com alguns colaboradores internos e a intenção é lançar ao mercado ainda no primeiro semestre deste ano.

Primeira empresa, entre os grandes players do setor no Brasil, a testar um cartão com mais de uma aplicação, a Alelo aposta na inovação para atendimento aos seus usuários e sustentabilidade de seu negócio.

Uma das principais vantagens do Alelo Multi será a possibilidade de oferecer ao usuário do cartão uma melhor experiência e uma jornada simplificada.

“A ideia é que o portador receba em um único cartão os benefícios de alimentação e refeição fornecidos pelo empregador, com a segregação dos saldos, além da possibilidade de conferir no app Meu Alelo o extrato detalhado de cada um dos benefícios separadamente”, explica André Turquetto, diretor de Marketing e Produtos da Alelo.

O diretor ressalta que esse é o primeiro piloto para testar a unificação de serviços, mas a intenção, de acordo com os resultados iniciais, será evoluir essa integração também com outros produtos do portfólio para tornar a experiência ainda mais completa.

Atualmente, a Alelo atende 100 mil empresas, oito milhões de usuários e com a maior rede de estabelecimentos comerciais afiliados do Brasil. Entre os produtos e serviços oferecidos, estão Alelo Refeição, Alelo Alimentação, Alelo Natal, Alelo Multibeneficios, Alelo Mobilidade, Alelo Auto, Alelo Gestão de VT, Alelo Cultura, Alelo Despesas, Alelo Pagamentos, Alelo Premiação e Veloe.

 

 

 

 

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Banco do Brasil reduz juros para várias linhas de crédito

Taxas menores irão beneficiar o varejo das pessoas física e jurídica, além da área imobiliária

O Banco do Brasil anunciou que vai reduzir as taxas de juros em linhas de crédito para o varejo das pessoas física e jurídica, além do crédito imobiliário. A decisão está em sintonia com o anúncio de redução da taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual feito pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira, dia 5. 

O BB realiza realinhamentos técnicos de suas taxas periodicamente, como forma de ajustar seus preços à prática concorrencial. As novas condições entram em vigor a partir de hoje, dia 10, e estarão disponíveis para todos os canais de relacionamento do Banco (app, Internet banking, caixas eletrônicos e agências). 

A redução das taxas, segundo a instituição, reforça o posicionamento do BB em sempre oferecer a melhor relação custo-benefício para seus clientes. 

As linhas de Home Equity (BB Crédito Imóvel Próprio) e Crédito Estruturado (com garantias de recursos internalizados) passarão a ter taxas mínimas a partir de 0,94% ao mês e de 1,20% ao mês, ante 1,30 % e 1,38% ao mês cobradas anteriormente no menor patamar, respectivamente. 

O BB também realiza ampla reavaliação nas taxas de suas linhas para o segmento pessoas jurídicas. As linhas Desconto de Cheques, Desconto de Títulos e Antecipação de Crédito ao Lojista (ACL) passarão a contar com taxas a partir de 1,19%, 0,93% e 0,88% ao mês, respectivamente. As taxas atuais eram de 1,23% (Desconto de Cheques), 1,04% (Desconto de Títulos) e 0,94% (ACL). 

Já para as linhas de capital de giro a taxa mínima passará de 1,22% ao mês para 1,12% ao mês, no patamar mínimo. Alteração também vale para a Conta Garantida, que passará a ter taxa mínima de 2,27% ao mês (ante os atuais 2,36%). 

A aquisição de imóveis nas linhas Carteira Hipotecária e Sistema Financeiro da Habitação (SFH) terá juros reduzidos de 7,20% ao ano para taxas a partir de 6,99% ao ano. As novas condições flutuam de acordo com o prazo da operação e o perfil do cliente. 

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Pix é o nome do sistema de pagamentos instantâneos do BC

Novo sistema deverá ser lançado até o fim deste ano, possibilitando operações de pagamentos e transferências em tempo real, no regime 24 por 7

 

O novo sistema de transferências e pagamentos instantâneos, que deverá provocar profundas transformações na indústria de meios de pagamentos no Brasil, vai se chamar Pix. A informação foi dada pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em entrevista à imprensa.

O executivo revelou que o nome foi escolhido muito recentemente e que o plano é lançar o novo sistema até o fim de 2020, já com marca e identidade visual.

O Pix possibilitará pagamentos e transferências de valores em regime 24 por 7, o que inclui finais de semana e feriados. Este é um avanço expressivo se for observado que as modalidades atuais, o TED e o DOC, funcionam apenas em dias úteis.

Os TEDs são a alternativa existente mais rápida, por serem processados ainda no mesmo dia, mas não se trata de uma operação instantânea. Já as transações com DOCs só são concluídas após um dia útil.

A mesma agilidade se verificará com respeito ao boleto bancário, cuja compensação atualmente pode levar até três dias úteis. O novo sistema de pagamentos possibilitará que a quitação seja imediata.

Pagamentos instantâneos via QR Code deverão ser liberados no Pix já em 2020, provavelmente junto com o lançamento do sistema. Em 2021, o sistema permitirá transferências de dinheiro por meio deste recurso. Para o mesmo ano, é esperado que o Pix suporte transações via aproximação (tecnologias NFC e MST).

O Banco Central não pretende limitar o Pix aos bancos, mas também dar acesso ao sistema às fintechs, com o intuito de incentivar o surgimento de novos players e a competitividade no setor.

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KPMG : investimento global em venture capital cresceu 13,2% no quarto trimestre de 2019

No Brasil, as inversões chegaram a US$ 526,2 milhões no período. Negócios no País foram liderados pelas fintechs, com acordos fechados por empresas como EBANX, VTEX (US$ 140 milhões) e Neon (US$ 94 milhões).

O investimento global em venture capital cresceu US$ 7,4 bilhões, ou 13,2%, no quarto trimestre de 2019, se comparado ao período imediatamente anterior. Foram US$ 63,1 bilhões em transações desse tipo, distribuídos por 4.289 negócios fechados, contra US$ 55,7 bilhões no terceiro trimestre. Os dados são do estudo da KPMG “Venture Pulse”, relatório trimestral que analisa as tendências mundiais desse mercado.

Na comparação anual, o total de investimentos realizados nesse segmento em 2019 permaneceu alto, com US$ 257 bilhões investidos por todo o globo. O resultado é o segundo maior já registrado pelo estudo, atrás apenas do recorde de mais de US$ 300 bilhões, em 2018.

Dentre as transações realizadas pelo mercado de venture capital no quarto trimestre de 2019, os Estados Unidos representaram mais da metade dos investimentos concretizados no mundo, com US$ 34,2 bilhões, distribuídos por 2.215 negócios. Ainda no que se refere à divisão regional, as Américas lideraram o último trimestre do ano passado, com US$ 36,2 bilhões investidos, em 2.400 negócios. A Ásia veio em seguida, com US$ 18,7 bilhões, em 1.021 transações, enquanto a Europa recebeu US$ 9 bilhões, distribuídos por 804 negócios.

Para o sócio-líder de Private Equity da KPMG na América do Sul, Ricardo Anhesini, apesar das incertezas políticas e econômicas globais, o resultado foi positivo. "Embora na comparação anual o resultado tenha sido de queda em relação ao recorde conquistado em 2018, os investimentos continuaram altos no último ano, mostrando a consistência e a relevância do mercado de venture capital em todo mundo", afirma, salientando: “A expectativa é de que o ritmo continue acelerado em 2020, com grandes investimentos para o segmento e um número ainda maior de negócios concretizados".

Investimentos crescentes na América do Sul

Entre a região das Américas, o Continente Sul-Americano também se destacou no mercado de venture capital no último ano. No Brasil, os investimentos nesse segmento chegaram a US$ 526,2 milhões no quarto trimestre de 2019. As negociações foram lideradas pelas fintechs, startups do setor financeiro, com grandes negócios fechados por empresas como EBANX, VTEX (US$ 140 milhões) e Neon (US$ 94 milhões).

O sócio-diretor de Data & Analytics para Deal Advisory da KPMG no Brasil, Raphael Vianna, avalia que 2019 apresentou um crescimento significativo nos investimentos de venture capital no País e a expectativa é de que 2020 seja ainda melhor. “No ano passado, o Brasil teve um forte crescimento no número de negócios concretizados nesse mercado, com transações ainda maiores e vários novos fundos de venture capital criados. As fintechs dominaram o segmento e a expectativa é de que em 2020 os resultados sejam positivos, com o crescimento de setores como saúde, educação e agronegócio”, observa.

Na Argentina, a fintech Ualá arrecadou US$ 150 milhões em um acordo com as empresas Tencent e Softbank, com sede na Ásia. O Brasil também aumentou sua importância na região das Américas com um nascimento recorde de unicórnios em 2019.

“O caso da Argentina, em particular, destaca a importância crescente que os investidores asiáticos estão dando à América do Sul. Os resultados obtidos em 2019 mostram um cenário cada vez mais maduro, com forte crescimento das startups e aumento de interesse dos investidores globais. No Brasil, as reformas governamentais e as baixas taxas de juros fomentaram o crescimento do mercado ", analisa o sócio Ricardo Anhesini.

O conteúdo está disponível na íntegra no link http://home.kpmg/br/pt/home/insights/2020/01/analise-venture-capital.html

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Volume de debêntures negociado no mercado secundário cresce 174% em dois anos

Levantamento da Anbima mostra ainda que avançou 77% o montante de papéis passíveis de negociação nesse ambiente

O volume de debêntures negociado no mercado secundário avançou 174% em dois anos. De acordo com levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais(Anbima), o montante passou de R$ 36,1 bilhões, de janeiro a novembro de 2017, para R$ 99 bilhões no mesmo período de 2019.

 O crescimento resulta da mudança do perfil de negociação desses papéis, estimulada pela baixa taxa de juros e pela demanda maior dos investidores por instrumentos de crédito privado.  Esse movimento contribuiu para que o volume de debêntures passíveis de negociação no mercado secundário, ou seja, aquelas que não estão encarteiradas pelos bancos coordenadores das ofertas públicas, passasse de R$ 180 bilhões, em novembro de 2017, para R$ 319 bilhões, em novembro de 2019, um avanço de 77%. A quantidade de papéis também cresceu 33% no período, de 742 para 1.005 ativos.

 “De 2017 para cá, as debêntures ganharam fôlego por uma série de motivos, como os sucessivos cortes na Selic desde o fim de 2016, que incentivaram os investidores a buscar mais rentabilidade em outros produtos. Também vale destacar a menor atuação do BNDES no financiamento de empresas, o que aumentou a demanda das companhias de se financiarem via mercado de capitais. Além disto, foi ampliada a base de investidores com a maior oferta de debêntures incentivadas emitidas pela Lei 12.431”, explica José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima.

 Com o boom das debêntures, os fundos de investimento passaram a ter maior participação na distribuição das ofertas públicas destes produtos, uma vez que começaram a focar em estratégias dedicadas aos ativos de crédito privado. Até novembro de 2019, os fundos absorveram 52% do montante total das ofertas, enquanto as instituições ligadas aos emissores ficaram com 37% do volume dos papéis. Em 2017 (ano completo), essa relação era similar, de 55% contra 35%, e em 2015 (ano completo) o cenário era o oposto: a maior parte das ofertas (63%) foi direcionada às instituições coordenadoras e a menor (23%) para os fundos de investimentos.

 “No passado, os investidores queriam comprar, mas não tinha papel no mercado. E quando tinha, havia a preocupação de não conseguir vendê-lo no secundário. A queda na participação dos intermediários nas ofertas propicia mais ativos elegíveis à negociação, o que impulsiona o crescimento de operações e, consequentemente, traz maior liquidez”, afirma Laloni.

 O giro, ou seja, a relação de volume negociado sobre o estoque em mercado, também mostrou elevação, especialmente nas debêntures incentivadas. Estes papéis registraram giro de 48% em 2019 (novembro) contra 33%, entre janeiro e novembro de 2017; seguidos das debêntures remuneradas pelo DI (27%) e das indexadas ao IPCA e sem isenção (24%).

 Iniciativas da Anbima

A Anbima tem uma série de iniciativas com objetivo de fomentar o mercado secundário de crédito privado. Umas delas é a divulgação diária de preços de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), que começou em setembro deste ano. “Essa divulgação auxilia na formação de preços e impacta a liquidez deste mercado, a exemplo do que aconteceu com as debêntures”, explica Laloni.

 

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Insurtech Pier tem rápida expansão e ultrapassa 12 mil clientes

Startup aumenta sua receita em 12 vezes em 2019, amplia atuação para mais de 800 cidades e se destaca pela agilidade nos reembolsos

 

Assim como acontece em diversos setores da economia, as startups chegaram ao mercado de seguros para simplificar e personalizar as vendas, propondo novas formas de cobertura e oferecendo uma flexibilidade maior. Foi indo ao encontro dessa transformação que os empreendedores Igor Mascarenhas, Lucas Prado e Rafael Oliveira criaram a Pier, uma empresa de tecnologia que oferece proteção diferente da convencional para o segmento. A insurtech começou a operar em 2018 ofertando seguros para aparelhos da marca Apple e hoje a cobertura se estende para mais de 50 modelos das linhas Samsung Galaxy J, A, S e Note.

No último ano, a insurtech ultrapassou barreiras geográficas e conquistou consumidores em todos os Estados brasileiros, crescendo 12 vezes sua receita e atuando em mais de 800 cidades do país. Além disso, a base de clientes registrou crescimento contínuo de 20% ao mês durante o período e hoje são mais de 12 mil membros ativos.

“Ultrapassar os 10 mil membros foi um marco importante, pois mostrou que por trás do seguro da cobertura inteligente, relações de honestidade e busca por levar uma experiência sensacional, esteve sempre o nosso desejo de fazer o melhor para nossos membros, de fazer sempre o que é certo”, conta Lucas Prado, cofundador da Pier.

A plataforma funciona como uma comunidade, onde só entra quem é convidado. Uma vez aprovado, o segurado paga mensalidades a partir de R$ 6,50 pelo seguro. “Como não temos intermediários, conseguimos ter uma relação transparente com nossos membros e explicamos exatamente o que cobrimos e como funciona”, afirma o empreendedor.

Modelo de contratação

O CEO Igor Mascarenhas ressalta que um grande diferencial da insurtech é o modelo de contratação, realizado online e no qual o usuário pode contratar o plano pelo período que quiser, além de escolher o tipo de cobertura desejada: “Se quiser contratar apenas para o período de férias, por exemplo, é possível fazer. Além disso, deixamos o segurado escolher a porcentagem de cobertura, que varia de 100% a 80% do valor de um aparelho seminovo”.

Outro diferencial é a rapidez no tempo de reembolso, que costuma ser seis vezes menor que o limite estabelecido pela Susep. “Na Pier, 80% dos reembolsos são pagos em até cinco dias. Recentemente batemos o nosso recorde, que até então era de cinco minutos, reembolsando um membro em apenas três minutos”, conta ele.

 

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Pagamentos por aproximação devem atingir 14,7 milhões de usuários em 2020, no Brasil

A popularização desse método deve ocorrer com os pagamentos instantâneos, um sistema que está sendo desenvolvido pelo Banco Central

O uso do dinheiro em espécie nas transações comerciais deverá diminuir drasticamente no País. Algumas tecnologias que começam a decolar no Brasil vêm colaborando para isso. É o caso dos pagamentos mobile por aproximação, realizados via Near Field Communication (NFC), técnica que permite a troca de informações sem fio entre dois dispositivos próximos um do outro. Na prática essa tecnologia já funciona nas estações de metrô do Rio de Janeiro e em algumas linhas de ônibus de São Paulo.

De acordo com relatório do eMarketer sobre pagamentos mobile na América Latina, o número de usuários de pagamento mobile por aproximação deverá atingir 14,7 milhões em 2020, no Brasil. Outro dado do documento é que 14,5% da população brasileira que possui smartphones já realizou algum pagamento mobile por aproximação, empatando com a Argentina, onde a penetração também alcança 14,5%. No entanto, é importante salientar que o Brasil é o único na América Latina onde Samsung Pay, Google Pay e Apple Pay estão todos presentes.

Segundo Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil, fintech especializada no processamento de pagamentos para lojas de e-commerce, muitas máquinas de cartão de crédito já aceitam essas funcionalidades e trabalham no aprimoramento tanto das tecnologias NFC quanto de QR Code. A segunda nada mais é do que um código de barras bidimensional, que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. “Boa parte das máquinas da Rede, por exemplo, já contam com NFC. A Cielo, por sua vez, já oferece pagamentos com QR Code para alguns bancos e aplicativos, como o Agibank, Banco Original, PicPay, entre outros”, exemplificao executivo.

A China é o país com maior número de usuários de pagamento por QR code, onde os aplicativos Alipay e WeChat Pay dominam o mercado. Além disso, de acordo com o relatório global sobre pagamentos mobile do eMarketer, enquanto a penetração dos pagamentos mobile na China é de aproximadamente 80% - e deve alcançar 83,6% até 2023 – no restante do mundo é de 19,5%. A expectativa é chegar a 26,4% até 2023.

Na opinião de Tom Canabarro, CEO da Konduto, o que vem impulsionando o uso dos pagamentos por aproximação é o fato de ele ter virado o “queridinho” de gigantes do setor, como Mastercard e Visa. Mesmo concorrentes, essas bandeiras já fizeram até campanhas juntas para promover a novidade. “Todos os novos cartões de bancos tradicionais, como Itaú, Bradesco e BB, e de fintechs, entre elas Nubank e Banco Inter, já estão vindo com essa tecnologia de um ano e meio para cá”, salienta.

 

Segurança e popularização

 

A popularização desse método de pagamento deve ocorrer com os pagamentos instantâneos, um sistema que está sendo desenvolvido pelo Banco Central que permitirá que as transações ocorram em tempo real entre instituições financeiras. Em 2021, na segunda fase do projeto, o Banco Central deve liberar os pagamentos instantâneos via NFC. Isso permitirá maior adesão de usuários, já que muitos cartões não são aceitos pelas principais carteiras digitais. Além disso, o QR Code também deve se popularizar com os pagamentos instantâneos, pelo fato de as transações não estarem limitadas somente entre usuários da mesma carteira digital.

 Os especialistas no assunto consideram os pagamentos por aproximação via RFC e QR Code muitos seguros.  No caso do NFC, a tecnologia usa um sistema de criptografia que muda a cada transação. Como a transmissão de dados é feita em mão única, o aparelho receptor não tem acesso a informações confidenciais, como senhas.  No QR Code o valor é exibido na tela do smartphone e confirmado pelo usuário – muitas vezes por meio da impressão digital, nos aparelhos que têm a função habilitada. Além de prático, esse método evita pagamentos duplicados e reduz o risco de fraude.

 

No entanto, nenhum meio de pagamento está totalmente livre de golpes, alertam os especialistas.  “Recentemente vimos fraudes com os cartões contactless, onde fraudadores aproximavam máquinas de cartão das carteiras das vítimas para efetuar um pagamento fraudulento. Como compras abaixo de R$ 50,00 não precisam de senha, a transação era confirmada imediatamente”, argumenta o CEO da PagBrasil.

 

Segundo Tom Canabarro as fraudes envolvendo o NFC vão das mais simples, como aproximar um servidor da carteira da vítima sem que ela perceba, até as mais engenhosas, como uma que consegue “simular” o criptograma do cartão digital em um segundo dispositivo. No Reino Unido, descobriram uma forma de burlar o limite estabelecido pelas bandeiras para compras por aproximação sem senha. Lá é 100 libras.

 

As tecnologias NFC e QR Code deverão trazer vantagens tanto para os usuários quanto para os lojistas, por reduzirem os custos nas transações e permitir confirmações imediatas. “Um ambulante que vende sorvete na praia e recebe o pagamento com um QR Code no seu celular pode aumentar suas vendas, sem depender necessariamente das máquinas de cartão, que possuem taxas de transação”, cita o executivo da PagBrasil

 

 

 

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