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Caixa firma parceria com a Visa por dez anos

Acordo vai viabilizar o desenvolvimento e aprimoramento dos produtos do banco 

A CAIXA firmou, no último dia 12, acordo com a Visa para emissão preferencial dos cartões de crédito e débito pelo período de 10 anos. A parceria vai orientar a estratégia de meios de pagamento do banco, facilitando o desenvolvimento e aprimoramento dos produtos.

 Para o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, “esse acordo permitirá obter melhor retorno no recebimento de incentivos, assegurando a rentabilidade econômica dos meios de pagamento e a oferta de produtos mais atrativos aos nossos mais de 100 milhões de clientes”.  

 “Estamos preparados para oferecer inovação, segurança e soluções para os milhões de clientes da Caixa, ajudando o banco a impulsionar os seus negócios", explica Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil.

 Em maio de 2019, foi aprovada a estratégia de emissão preferencial com bandeira de atuação global para comercialização de cartões. Entre julho e setembro do mesmo ano, foi realizado processo seletivo, com chamamento ao mercado, em que a Visa foi selecionada por apresentar a melhor proposta comercial. Atualmente, a CAIXA já atua nesse mesmo modelo com a ELO, empresa na qual o banco tem participação societária. 

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Plataforma de big data melhora o desempenho na análise de crédito

Startup Klooks alerta que mesmo com o uso da tecnologia é preciso ter estratégias para a análise de crédito eficaz

No Brasil, as empresas com contas em atraso ultrapassaram a 6,1 milhões em dezembro de 2019, encerrando o ano com um recorde na série histórica. O aumento foi de 9,5% com relação ao mesmo período do ano anterior, com cada empresa tendo, em média, 9 dívidas. Para 2020 - em meio a pandemia causada pelo coronavírus - especialistas explicam que essa inadimplência deve crescer e muitas optarão por crédito para tentar manter seus negócios. 

 A Klooks (www.klooks.com.br) – plataforma de big data especializada em inteligência financeira corporativa -, por exemplo, é uma tecnologia que tem ajudado e pode melhorar o desempenho nessa análise, uma vez que a startup é especializada em encontrar demonstrativos financeiros de empresas de capital fechado disponíveis em fontes públicas, otimizando processos e diminuindo erros. Essas informações são indispensáveis para análise de crédito que, na maioria das vezes, precisa ser solicitada ao cliente.“O retorno do cliente nem sempre é rápido e, quando chega, as equipes de análise ainda têm que tabular as informações. Além do trabalho manual ser mais demorado, está sujeito a erros e inconsistências”, explica Alexandre Abu-Jamra, CEO e fundador da Klooks. 

 Mesmo com o uso da tecnologia é preciso ter estratégias para uma análise de crédito eficaz. Conheça 3 dicas que podem ajudar nisso:

1 - Conheça o seu cliente 

Ter o nome limpo não significa que o cliente é bom pagador. É preciso que comprove se terá realmente condições financeiras para pagar o que está solicitando. Analisar bancos de dados públicos, scoring de crédito e registros financeiros é uma alternativa para saber quem está abrindo uma linha de crédito na empresa.

 2- Tenha uma política de crédito

Concessão de crédito impacta na entrada de recursos da empresa, por isso é fundamental criar uma política de crédito adequada para sua empresa e seu cliente. Não é viável conceder grandes linhas de crédito se for uma micro ou pequena empresa.

 3 - Monitore e Controle as regras 

Dificilmente o empresário criará uma política de crédito eficaz na sua primeira tentativa, isso leva tempo e inúmeras tentativas até chegar o resultado esperado. Por isso, é preciso testar essa política para reduzir o nível de inadimplência de seus clientes.

 

 

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Injetar R$ 650 bi em instituições bancárias é fortalecer pilares econômicos, diz especialista

Medida do CMN integra pacote de fortalecimento financeiro para que a crise gerada pela pandemia não impacte outros setores, avalia José Luiz Rodrigues

 

Anunciada na última quarta-feira, 1º de abril, a edição da Resolução 4.795, do Conselho Monetário Nacional (CMN), permitirá a injeção de novos recursos ao mercado financeiro. A medida autoriza o Banco Central a conceder empréstimos às instituições bancárias, tendo como garantia as carteiras de crédito dessas organizações, via emissão de letra financeira. O regulador estima que, ao todo, haverá uma movimentação de R$ 650 bilhões desta forma.

"Esta é uma medida que acompanha o mercado internacional e, principalmente, é espelhada nos Bancos Centrais das principais potências econômicas do mundo", analisa o especialista em regulação José Luiz Rodrigues, sócio da JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados .

"O que o nosso Banco Central tem feito? Ele está articulando diferentes medidas para manter a estabilidade das instituições bancárias e, consequentemente, de todos que dependem dela. Se eu injeto valores nos bancos, eu estou injetando no microempreendedor, no produtor rural, nas grandes indústrias, entre outros", completa.

Intitulada Linha Temporária Especial de Liquidez Para a Aquisição de Letra Financeira com Garantia em Ativos Financeiros ou Valores Mobiliários (LTEL-LFG), esta medida tem como objetivo oferecer a liquidez necessária para que o Sistema Financeiro Nacional possa se manter estável.

"Hoje, há um aumento significativo da demanda de crédito, uma consequência deste período de crise iniciado na saúde, com a propagação da covid-19. Entretanto, a economia sofre seus impactos de forma imediata. Atualmente, o Banco Central tem duas principais frentes. Ele precisa garantir os recursos para que a economia se mantenha nos dias de hoje, ao mesmo tempo em que articula medidas para que o impacto econômico pós-coronavírus seja o menor possível", analisa.

José Luiz conclui que as ações são importantes e necessárias, e cabe à população confiar nos atores econômicos. "Precisamos lembrar que o Banco Central possui um histórico positivo no enfrentamento de crises do País. Na recessão de 2008, por exemplo, foram as medidas do regulador que garantiram que o Sistema Financeiro seguisse preservado. Nós temos um importante pilar para a manutenção da economia brasileira, que vem acompanhando, com responsabilidade e agilidade, as demandas atípicas oriundas deste período de crise, e as ações positivas realizadas no âmbito internacional", conclui.

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Coronavírus faz com que investidores busquem segurança na renda fixa

Investimentos estão se concentrando mais em CDBs e no Tesouro Direto, segundo levantamento do Yubb

 

Um levantamento realizado pelo Yubb (http://yubb.com.br/), um buscador de investimentos, apontou que, com a pandemia de coronavírus no Brasil e a instabilidade econômica intensificada com a continuidade de circuit breakers na Bolsa neste mês de março, os investidores estão procurando oportunidades mais seguras, com foco em renda fixa, na comparação com o mesmo período do ano passado.

O comparativo (ver tabela abaixo) mostrou um crescimento das aplicações em CDBs, investimentos em renda fixa oferecidos por bancos. A maior mudança ocorreu com os fundos de ações e robôs, que desceram no ranking, caindo das 1ª e 5ª posições para as 4ª e 10ª posições, respectivamente.

"Embora muitas corretoras estejam reportando um aumento nas buscas por ações, fundos de ações ou renda variável, a maior parte da população está se afastando desses investimentos pela alta volatilidade", explica Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb.

Com três anos de funcionamento, o Yubb é um buscador online e gratuito, conhecido como o "buscapé dos investimentos", pois mapeia todos os investimentos do país e recebe mais de oito milhões de buscas por mês.

Confira na íntegra os rankings de investimentos mais buscados por período:

Março/2020

1º - CDBs; 2º - Tesouro Direto; 3º - Fundos imobiliários (FIIs); 4º - Fundos de ações; 5º - Fundos multimercado; 6º - Fundos cambiais; 7º - Fundos de índice (ETF); 8º - LC/RDB; 9º - LCI/LCA; 10º - Robôs de investimento

Março/2019 1º - Fundos de ações; 2º - CDB; 3º - Tesouro Direto; 4º - Fundos multimercado; 5º - Robôs de investimento; 6º - RDB; 7º - LC; 8º - LCI/LCA; 9º - Fundos DI; 10º - Fundos imobiliários (FIIs)

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B3 divulga a primeira prévia do Ibovespa e demais índices

Entraram no fechamento do pregão de 31 de março de 2020 a CPFL Energia ON (CPFE3), Energisa UNT (ENGI11) e Minerva ON (BEEF3)

 A B3 divulga a primeira prévia da nova carteira do Índice Bovespa que vai vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, com base no fechamento do pregão de 31 de março de 2020. A prévia do Ibovespa registra a entrada de CPFL Energia ON (CPFE3), Energisa UNT (ENGI11), Minerva ON (BEEF3), totalizando 76 ativos de 73 empresas.

Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (10,835%), Itauunibanco PN (8,327%), Bradesco PN (6,127%), B3 ON (5,500%) e Petrobras PN (4,815%).

Para efeitos de comparação, os ativos que apresentaram o maior peso na composição da carteira anterior do índice válida de 06 de janeiro de 2020 a 30 de março de 2020 foram: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

A B3 divulga regularmente três prévias das novas composições dos índices: a 1ª prévia, no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira em vigor; a 2ª prévia, no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira em vigor e a 3ª prévia, no penúltimo pregão de vigência da carteira em vigor.

 

A B3 também divulga as carteiras dos outros índices calculados.

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Sompo anuncia cobertura de casos de COVID-19 nos seguros de vida

Apólices contratadas a partir de 7 de abril de 2020 passam a contar com carência de 90 dias

A Sompo Seguros dará plena cobertura no caso de Morte, Funeral e Diárias de Internação Hospitalar relacionados a casos de COVID-19 para apólices vigentes de Seguro de Vida Individual ou Coletivo, Prestamista, bem como a cobertura de Vida incluída no Seguro de Condomínio.

 Apólices contratadas a partir de 07 de abril de 2020 passam a contar com carência de 90 (noventa) dias para cobertura de sinistros relacionados ao COVID-19.

 A Sompo Seguros reitera sua política de transparência e respeito ao consumidor e às normas determinadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão que regulamenta o segmento no Brasil. Da mesma forma, a companhia ressalta seu compromisso em contribuir com o papel social do Seguro de Vida de garantir tranquilidade e proteção financeira aos beneficiários.

  Para mais informações, acesse a página Orientações sobre os processos Sompo por meio do link: bit.ly/SompoOP

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Brasil é o terceiro país que mais instala aplicativos financeiros no mundo

Segundo estudo da AppsFlyer, 70% dos apps financeiros no País são de bancos tradicionais e digitais. 15% são de investimentos e outros 15% de serviços financeiros em geral

 

A AppsFlyer, empresa global de atribuição e análise de dados de aplicativos, acaba de lançar, nesta quinta, dia 9, o estudo inédito State of Finance App Marketing Brazil (Mercado do Marketing de Apps de Finanças). O levantamento mostra que aplicativos financeiros são a estrela em ascensão do mobile em todo o mundo, aumentando sua participação no mercado de instalação em quase 80% em 2019, o dobro da taxa de crescimento de 2018.

Quase 5 em cada 100 aplicativos baixados no mundo em 2019 foram do setor financeiro. "Hoje é a segunda categoria mais alta em termos de número de aplicativos e a sexta maior em termos de total de instalações", apresenta Daniel Simões, diretor da AppsFlyer no Brasil.

No Brasil, 70% dos aplicativos financeiros são de bancos tradicionais e digitais (com pouca ou nenhuma presença física). 15% são apps de investimentos e outros 15% são serviços financeiros.

O Brasil é o terceiro país que mais instala apps financeiros, atrás da Índia e Indonésia. De 2017 até 2019, aumentou o número de downloads em 4,5 vezes no país. 8,5% de todas as instalações no Brasil são aplicativos financeiros, mais que o dobro da taxa global.

Os bancos digitais dominam o mercado quando se trata de presença nos apps, com 33% de todas as instalações. Mesmo com um número maior de clientes já fidelizados com seus produtos, os bancos tradicionais são responsáveis por apenas 28% do número de downloads.

Afinal, os bancos digitais são soluções bancárias atraentes para os 45 milhões de “sem banco” ou “sub-banco” no país, oferecendo taxas baixas, menos burocracia e atendendo um público de idade média jovem (32 anos), mais familiarizado com a tecnologia, com alta adoção de smartphones com conexão à Internet.

Open Banking deve impulsionar fintechs

"Espera-se um crescimento robusto em um futuro próximo, graças à iniciativa Open Banking. Esse esforço do governo facilitará a regulamentação, permitindo que as empresas Fintech concedam crédito sem o envolvimento de bancos tradicionais. Isso deve entrar em vigor no segundo semestre de 2020", avalia Daniel.

O estudo também mostra que os bancos digitais investem mais em publicidade para aquisição de usuários, uma vez que 49% das instalações de apps dessa categoria não são orgânicas, ou seja, são advindas de anúncios. Por conta da alta concorrência, a mídia está ficando mais cara (pagava-se US﹩1,09 por clique em janeiro de 2019, chegando a US﹩2,46 por clique em dezembro).

"O objetivo do State of Finance App Marketing é oferecer aos profissionais de marketing de aplicativos financeiros insights práticos acionáveis para expandir seus negócios", conclui Daniel Simões. O estudo completo pode ser visto aqui:

http://www.appsflyer.com/br/resources/finance-app-marketing-brazil/

Para essas medições regionais do Brasil, a AppsFlyer avaliou 800 milhões de instalações, 150 milhões de abertura de apps e 60 milhões de usuários ativos diariamente. Os números globais saíram da avaliação de 4,6 bilhões de instalações de aplicativos financeiros, 2 bilhões de instalações não-orgânicas (advindas de publicidade) e 3 mil aplicativos com no mínimo mil downloads por mês, nas categorias que vão desde apps de bancos digitais, até apps de bancos tradicionais, serviços, cartão de crédito, investimentos e empréstimos.

 

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