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Fintech curitibana Juno prepara lançamento de cartão pré-pago

Cartão vai permitir transferir recursos recebidos para diversos fins, entre eles a realização de compras do dia a dia com a bandeira Visa

Depois de abandonar o nome BoletoBancário.com e apostar em diversas outras soluções para facilitar pagamentos, reduzir a burocracia e democratizar serviços financeiros, a fintech curitibana Juno prepara o lançamento de seu cartão pré-pago exclusivo, que chegará ao mercado até o final do ano. Dessa forma, os usuários que contam com os serviços oferecidos pela startup, como cobrança via cartão de crédito e boleto bancário, transferência de valores via conta virtual, personalização e automação dos processos, d e modo a reduzir a inadimplência e otimizar o tempo, podem usar o novo produto para efetivar saques em caixas eletrônicos, fazer compras online e para uso do dia a dia com a bandeira Visa. Sendo assim, os clientes da Juno não precisam mais fazer transferências bancárias para outras instituições.

 Não à toa, a expectativa da companhia com a mudança é positiva. Após a transformação da marca – de BoletoBancário.com para Juno –, a fintech experimentou um crescimento de 7,5 mil clientes em 2017 para 21 mil ao fim do primeiro semestre deste ano. Para 2020, a projeção é ainda mais elevada: aproximar-se de 100 mil clientes ativos. “Estamos trabalhando agora em nosso planejamento estratégico. Já sabemos que queremos nos aproximar de 100 mil clientes ativos em 2020. Além disso, temos outros meios de atingir as nossas expectativas de resultados, como aumentar o mix de produtos de cada cliente”, explica o gestor de área de planejamento da Juno, Henrique Foryta. 

Inicialmente, a Juno servia apenas como uma espécie de intermediadora para realizar cobranças. Os recursos obtidos ficavam na Conta Juno, e os clientes precisavam transferir para o sistema bancário tradicional, seja em um banco ou em outra fintech. “Agora, o Cartão pré-pago Juno, que está em fase de pré-lançamento, com lista de espera no site, poderá ser usado em estabelecimentos. Dessa forma, vamos conseguir dar mais praticidade e reter ainda mais o cliente, já que as micro e pequenas não são muito beneficiadas pelos bancos em termos de taxas e vantagens”, analisa. De acordo com Foryta, a ideia, no futuro, é que a Juno seja capaz de atender todas as necessidades financeiras de seus clientes.

 A expectativa da Juno é de se tornar uma referência para os empresários a partir do atendimento ofertado e de um aumento da relação de confiança com os clientes. Uma pesquisa realizada pela Ernst & Young, a Global Consumer Banking Survey, mostrou que 63% dos brasileiros usavam serviços financeiros não-bancários 100% digitais, enquanto a média global é de 42%. Além disso, a presença digital é mais valorizada pelos brasileiros (83%) do que a média global (65%). A pesquisa ouviu 55 mil pessoas em todo o mundo, sendo pouco mais de 2 mil no Brasil.

 Médios e grandes clientes

 Embora o foco do crescimento venha das micro e pequenas empresas e autônomos, Foryta ressalta que a companhia está buscando novos negócios em companhias de grande e médio porte: “Conseguimos agregar todos os nossos produtos de forma integrada ao ERP [sistema de gestão]”. As novidades existem sem afetar o que foi o negócio inicial da fintech: a cobrança, seja via boletos ou cartões, de forma automatizada, por diferentes plataformas – como o Whatsapp – e com lembretes de pagamento e possibilidade de anexar documentos, como notas fiscais.

 Para solicitar o cartão pré-pago Juno, que será aceito em compras nacionais e internacionais, basta acessar cartao.juno.com.br. Mais informações no site www.juno.com.br.

 

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Digisystem lança solução de análise de risco de crédito baseada em IA

Desenvolvida para atender os mercados de varejo, educação, utilities e financeiro, a nova tecnologia aumenta a capilaridade das empresas por meio do atendimento cognitivo para consulta de crédito

A Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, acaba de anunciar o lançamento da nova solução de negócio Análise de Risco de Crédito e Negociação de Débitos. A tecnologia, desenvolvida para atender à necessidade das empresas de melhor classificação de aprovação de crédito e inadimplência, deve representar um incremento de 15% na receita de soluções de negócios da companhia.

 De acordo com o diretor executivo da Digisystem, Alexandro Croce, segmentos como varejo, educação, finanças, além do e-commerce, por exemplo, têm sofrido perdas decorrentes da inadimplência e buscado novas formas de reduzir os riscos da falta de pagamento. 

 A pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que o Brasil encerrou o ano de 2018 com 62,6 milhões de inadimplentes. "A análise de risco de crédito tornou-se um processo crítico dentro das empresas. Esse dado só reflete que a concessão de crédito precisa ser, cada vez mais, acompanhada de cuidados para identificar os clientes capazes de honrar os compromissos assumidos", explica o executivo.

 Análise de risco de crédito e negociação de débito inteligente

 A solução de análise de risco de crédito da Digisystem possui recursos inovadores de inteligência artificial que permitem uma avaliação mais rápida, padronizada e assertiva do cliente/usuário, facilitando a negociação entre as partes. Desenvolvida por um time de especialistas, a nova solução de negócio da companhia garante uma redução significativa na inadimplência, e do custo com a equipe de cobrança, além de aumentar as vendas pela aprovação de crédito.

 Os usuários também são beneficiados pela solução, já que passam a ter um acesso mais fácil e rápido às informações de produtos e para tirar dúvidas referentes aos serviços consultados. Além de garantir uma avaliação objetiva, criteriosa e segura para as empresas, o processo fica menos invasivo para o usuário no momento da negociação de suas dívidas.

 "Criamos uma solução de atendimento baseado em motor de regras e inteligência artificial para que o cliente possa realizar todo o processo de maneira ágil e simples, escolhendo a melhor condição oferecida e efetuando o pagamento na interface que mais atenda sua necessidade, como o próprio site da empresa, via aplicativo, WhatsApp, URA, ou outros tipos de canais de atendimento", ressalta Croce.

 Ferramenta integrada

 Para lidar com o alto custo de pessoal para viabilizar a cobrança, a grande quantidade de tempo despendido para a realização das análises, a falta de agilidade na conclusão dos processos e a desaprovação de créditos elegíveis de aprovação, a nova solução de negócio da Digisystem utiliza ferramentas de integração de sistemas, inteligência de análise de dados e motor de regras para administrar, avaliar e direcionar condições de pagamento e adimplência/inadimplência do cliente.

Por meio da ferramenta de barramento de integração, a solução de negócio de análise de risco de crédito consegue consultar demais sistemas financeiros da empresa e dados históricos do cliente para criar cenários e oferecer uma visão de score de crédito com base em probabilidade e estatísticas reais. "Nosso objetivo era prover uma solução com uma interface amigável, que pudesse ser configurada em linguagem natural pelo usuário. Criamos tabelas e frases de lógica para que o usuário possa configurar as condições e regras de forma independente da área de TI", finaliza Croce.

      

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Fundos de pensão buscam diversificação de ativos

Com a queda dos juros, fundos miram no Private Equity e Venture Capital

O novo cenário de queda de juros apresenta uma janela de oportunidades para os fundos de pensão investirem em Private Equity e Venture Capital.  A avaliação foi feita em 2 de dezembro passado por Luis Ricardo Martins, presidente da Abrapp (associação que reúne os fundos de pensão), durante o workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups, na Fundação Getúlio Vargas.

 Martins afirma que os fundos terão que correr mais risco e diversificar o portfólio, tendo em vista a queda dos juros, e que este é o momento para o sistema retomar a confiança nessas classes de ativos. “Temos espaço para investir e administrarmos bem. É fato que o sistema sofreu com decisões de investimentos em Private Equity, mas foram casos pontuais, que ficaram no passado”.

 De acordo com Martins, o sistema vem se aprimorando com programas de integridade que preveem a profissionalização e certificação dos gestores e autorregulação das entidades. “O nosso sistema é sólido e robusto, e nesse sentido, como aprendizado destaco o Código de Autorregulação em Governança da Abrapp, que tem como propósito auxiliar o processo decisório de investimentos e a blindagem da estrutura de governança das entidades. Estamos prontos e a hora de buscarmos o crescimento é agora” afirma.

 O sistema de previdência complementar fechada reúne cerca de 270 fundos de pensão e gera quase R$ 1 trilhão de ativos. Segundo os dados estatísticos da Abrapp, o sistema paga anualmente R$ 60 bilhões em benefícios a 860 mil aposentados.

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Capgemini realiza com sucesso plano de participação acionária dos funcionários

De acordo com os termos do ESOP publicado em 19 de setembro de 2019, 2.750.000 novas ações, ou seja, o número máximo de ações ofertadas, foram subscritas ao preço unitário de € 92,27

A Capgemini anunciou que obteve uma significativa subscrição em seu sexto plano de participação acionária dos funcionários, que totalizou 2,75 milhões de ações, o que representa aproximadamente 1,6% do capital social do Grupo.

O sexto plano acionário de empregados, destinado a associar seus funcionários ao desenvolvimento e desempenho do Grupo, foi um grande sucesso, com uma taxa de inscrição superior a 160%. Mais de 33,7 mil funcionários nos 25 países participantes assinaram o plano, o que significa 16% do quadro de colaboradores elegíveis do Grupo. Este novo plano de participação acionária dos funcionários (Employee Share Ownership Plan -- ESOP) ajudará a manter a participação acionária dos funcionários acima de 5% do capital.

Para Paul Hermelin, presidente e CEO do Grupo Capgemini: “Este sexto plano, como os anteriores, provou ser uma iniciativa muito popular entre nossos funcionários. Esse sucesso demonstra o compromisso deles com a empresa. Também reforça minha convicção da importância da participação acionária dos funcionários em um grupo como o nosso”.

De acordo com os termos do ESOP publicado em 19 de setembro de 2019, 2.750.000 novas ações, ou seja, o número máximo de ações ofertadas, foram subscritas ao preço unitário de € 92,27. Um aumento de capital que corresponde aos 253,7 milhões de euros previstos para o dia 18 de dezembro de 2019.

 

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Mercado de capitais já representa 34% dos recursos destinados para investimentos no Brasil

As debêntures são destaque em 2019 e são responsáveis por 15% dos investimentos do país

Os recursos levantados pelas empresas no mercado de capitais já representam 34% dos investimentos no Brasil neste ano, de acordo com a A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais(Anbima), a partir do relatório do PIB divulgado hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Entre janeiro e setembro de 2019, foram emitidos R$ 282,0 bilhões via instrumentos do mercado de capitais, enquanto o investimento total no país chegou a R$ 833,8 bilhões. Na comparação ao mesmo período do ano passado, a participação das operações domésticas entre os recursos para investimentos avançou nove pontos base, e sobre 2017, quando houve o início do processo de redução dos subsídios do BNDES às companhias privadas, o crescimento foi de 15 pontos base. Considerando a série histórica da Anbima, iniciada em 2002, o resultado de 2019 só perde para 2010, quando foi registrada participação de 34,9% (naquele ano, o PIB avançou 7,5%).

As debêntures são destaque em 2019. As emissões desse papel representam 15% dos investimentos do país, mantendo patamar atingido no ano anterior. As ações ainda têm participação menor, com 7% entre IPOs e follow-ons. “Ainda há um longo caminho a ser percorrido. A construção civil, por exemplo, está retomando suas atividades de forma mais sustentada, o que vai refletir em breve nos ativos com lastro neste segmento. O ideal é que a taxa de investimento cresça em maior ritmo nos próximos anos. Com esse novo mix de política econômica, certamente o mercado de capitais acompanhará a trajetória”, diz José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima.

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Insurtech Youse oferece seguro para carros híbridos e elétricos

A novidade é voltada para veículos que custam até 150 mil reais conforme a tabela Fipe

Os carros híbridos e elétricos estão ganhando espaço rapidamente. Mais de 11 mil veículos híbridos e elétricos já estão circulando no país, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). As projeções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que teremos cerca de 2 milhões de automóveis elétricos em 2030, e de acordo com a consultoria Mckinsey, entre 15% e 30% dos veículos vendidos no Brasil será híbrida ou totalmente elétrica em 2030.

Para atender a esse mercado, a Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, passou a oferecer cobertura para carros híbridos e elétricos em seu Seguro Auto. A novidade é voltada para veículos que custam até 150 mil reais conforme a tabela Fipe, como os modelos híbridos Ford Fusion,Toyota Prius e o elétrico Renault Zoe.

“Mantivemos as opções do nosso Seguro Auto, com coberturas e assistências que podem ser personalizadas de acordo com as necessidades do cliente”, conta José Luiz de Oliveira, especialista de Seguros. Além de qualidade e atendimento humanizado, os serviços que poderão ser acionados, em casos de sinistros ou emergências, são os mesmos dos carros convencionais. Para o risco de descarregamento ou pane da bateria – uma das maiores preocupações sobre o modelo elétrico – a Youse já se preparou para o atendimento. “Faremos o que for mais conveniente e ágil para o cliente. Poderemos tanto levar o veículo a um posto de recarga ou realizá-la no local”, afirma Oliveira.

Diferenciais Youse

Na Youse, fazer seguro é simples, rápido e fácil, além de ser personalizado e direto do aplicativo. Os clientes que contratarem o Seguro Auto Youse para um carro híbrido ou elétrico contarão com todos os diferenciais da insurtech. O seguro pode ser personalizado e alterado de forma 100% digital, conforme as necessidades dos usuários. O cliente escolhe só as coberturas e assistências que realmente deseja, paga mensalmente pelo seguro, podendo mudar suas coberturas ou até mesmo cancelar via aplicativo a qualquer momento, sem multa por descontinuar o contrato.  

Oliveira explica que não haverá diferenciais de valores especificamente entre carros híbridos e elétricos, mas que pode haver se comparado ao carro comum. “Esses veículos são mais caros e o valor do bem interfere na mensalidade do seguro”, explica José Luiz. São modelos que exigem oficinas especializadas e profissionais mais capacitados, por outro lado, possuem menos demandas de manutenção e oferecem menos riscos. “Todas essas questões podem influenciar no preço final que leva em consideração, principalmente, as escolhas de coberturas e assistências, e também fatores de risco do segurado”, enfatiza.

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Mastercard acelera a adoção de tokenização em toda a América Latina e Caribe

A empresa anunciou que mais da metade do seu volume de operações na região já está pronta para ser “tokenizada”

À medida que os pagamentos digitais se tornam mais predominantes na América Latina e Caribe (LAC), a Mastercard continua trabalhando com seus parceiros para criar um ecossistema de comércio eletrônico mais conectado e seguro. Hoje, a empresa anunciou que mais da metade do seu volume de operações na região já está pronta para ser “tokenizada”, ajudando a tornar a oferta de pagamentos digitais simples, integrada e segura para os consumidores da região. A notícia vem na esteira de novos acordos assinados com players importantes, como Adyen, Braspag e ProCredit Ecuador, além de outros, que agora integrarão as soluções de tokenização da Mastercard para tokenizar as credenciais de pagamento em arquivo com milhares de varejistas pelo Brasil, México, Porto Rico e Equador. Bancos emissores em mais mercados em toda a região também estão se preparando para o lançamento neste ano.

Mastercard Digital Enablement Service – também conhecido como “MDES” – é a solução de tokenização da Mastercard que auxilia o novo ecossistema digital em que vivemos hoje. Está sendo adotada por bancos, comerciantes e provedores de serviços de pagamento em toda a América Latina como parte do Roteiro de Segurança Digital da Mastercard, uma iniciativa centrada em melhorar a segurança e experiência dos usuários dos pagamentos digitais.

Com os serviços de token, os consumidores podem armazenar as credenciais do cartão no seu dispositivo conectado, carteira móvel ou comerciante on-line sem o risco de expor os dados reais da conta do cartão, o que adiciona outra camada de segurança às operações on-line sem abrir mão da conveniência. A tecnologia protege as informações do cartão do consumidor substituindo o número de 16 dígitos original do cartão por um número alternativo único, ou “token”, que é associado àquele dispositivo específico, carteira digital ou comerciante digital e que não pode ser usado em nenhum outro lugar. Em caso de tentativa de fraude, os dados tokenizados do cartão são completamente inúteis para o cibercriminoso. A tokenização também evita interrupções de serviço com os comerciantes favoritos de um consumidor, atualizando automaticamente as credenciais do cartão caso este perca a validade ou precise de substituição.

“Observamos uma resposta fantástica ao MDES, tanto de bancos quanto de comerciantes, e vemos esses acordos como outro desenvolvimento positivo na adoção contínua do produto”, disse Walter Pimenta, Vice-Presidente Sênior de Pagamentos Digitais para a Mastercard LAC. “Com essas credenciais do cartão digitalizadas e tokenizadas disponíveis para nós e nossos parceiros, estamos desenvolvendo formas valiosas, inovadoras, convincentes e seguras de pagamento em todos os canais e dispositivos, redefinindo o comércio globalmente”, acrescentou.

“A Braspag acredita que a segurança no processo de pagamento beneficia toda a cadeia de compras, do titular do cartão aos comerciantes, passando pelos emissores e bandeiras de cartão de crédito”, explica José Carlos Vianna (Zeca), diretor da Braspag. “Combinar segurança, conveniência e simplicidade com inovação é nossa missão e essa é outra forma de trazer isso ao mercado de comércio eletrônico. Ainda há muitas oportunidades para alavancar os negócios digitais no Brasil e em todo o mundo, e a Braspag com certeza continuará contribuindo para o crescimento desse setor”, diz.

“A parceria com a Mastercard para oferecer operações tokenizadas é um passo a mais para a Adyen promover experiências de pagamento seguras e integradas”, diz Jean Christian Mies, presidente da Adyen para a América Latina. “A ampla adoção desse produto cria um ecossistema de comércio eletrônico mais seguro, e a Adyen estará sempre um passo à frente para oferecer novas tecnologias aos nossos clientes e parceiros”, acrescentou.

“O ProCredit considera a segurança um dos mais valiosos ativos comerciais e de reputação. Nesse sentido, todo investimento e esforço para garantir uma experiência segura e integrada de serviços digitais aos nossos clientes é um sucesso para nossa instituição e uma certeza de que proporcionamos segurança em cada operação”, diz Gustavo Urquieta, Chefe de Segurança e Membro da Equipe de Inovação do ProCredit Bank. “Na busca contínua para oferecer as melhores experiências digitais para nossos clientes, a implementação de operações tokenizadas é outro marco na nossa história como pioneiros da tecnologia de ponta no Equador e na região, com o acompanhamento da Mastercard”.

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