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Brasileiros estão dispostos a pagar mais para ter internet 5G, revela Deloitte

Tema frequente e muito debatido pelos especialistas e apaixonados por tecnologia, o 5G está cada vez mais provocando curiosidade e ansiedade ao redor do mundo. E no mercado brasileiro não é diferente - o desejo pela internet mais rápida é destaque da edição deste ano da Global Mobile Consumer Survey Brasil. Realizada com 2 mil usuários de telefonia móvel no país, o objetivo é identificar as tendências para o setor de telecomunicações nacional, por meio de análise de hábitos, expectativas e oportunidades de usuários e do mercado global.

 Apontado por dois terços dos respondentes, a internet 5G dez vezes mais rápida do que a 4G é considerada muito importante para os usuários. Cerca de 69% dos participantes estão dispostos a pagar mais caro pela tecnologia e 45% consideram migrar para a rede assim que ela estiver disponível.

 “As novas tecnologias chegaram para proporcionar aos modelos de empresas tradicionais, por meio de plataformas e ecossistemas digitais, uma ‘nova ordem’ do processo de globalização. O 5G entra em cena para habilitar o uso dessas novas tecnologias que possibilitarão as transformações das empresas. Esta será a oportunidade para o Brasil se inserir no bloco dos países líderes da Economia Digital.”, declara Márcia Ogawa, sócia-líder de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Deloitte.

 O interesse das empresas em adotar o 5G é grande, contudo, é imprescindível ao mercado fazer uma avaliação dos benefícios que a rede trará a população, que vão além da velocidade. Outro ponto importante é a análise do impacto dos custos de implementação sobre o preço ao consumidor.

  Smartphones na liderança da corrida tecnológica

 Os smartphones seguem como os dispositivos eletrônicos utilizados com maior frequência pelos entrevistados. Do total de respondentes, 95% haviam utilizado o aparelho nas últimas 24h anteriores à pesquisa, bem à frente de desktop (70%) e notebook (66%). Isso indica a consolidação do smartphone como fonte de comunicação e pesquisa principal.

 Segundo a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, as atividades de compras são as mais realizadas pelos usuários no celular: 89% afirmam usar o dispositivo para pesquisar sobre produtos e serviços, seguido de navegar em sites/apps de compras (87%), ler avaliações sobre produtos/serviços (82%) e comprar online (80%). Entre os principais motivos para a escolha de um aplicativo de compra online estão a rapidez (34%), o baixo custo da entrega (27%) e a garantia de segurança (23%).

 Produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são os que os entrevistados adquirem com maior frequência pelo celular (34% afirmaram que compram mensalmente pelo dispositivo). Esses dados refletem o aumento da confiança do consumidor no ambiente online e a ascensão de novas plataformas de pagamento, e-commerce e entrega.

 Trabalho x Lazer

 Em um momento onde os modelos de negócios exigem agilidade e conectividade dos dados, os smartphones se tornam, cada vez mais, prioritários na comunicação profissional. A pesquisa aponta que existe um equilíbrio entre as atividades profissionais exercidas nos momentos de folga e as atividades pessoais durante expediente de trabalho. Cerca de 44% dos entrevistados assumem se distrair com o celular durante o trabalho e mais de dois terços utilizam o aparelho durante o expediente para fins pessoais. Ambas situações ocorrem com alguma ou muita frequência. Do outro lado, 90% afirmam o uso para fins profissionais fora do horário de expediente.

 Smart TVs ganham força

 Em resultado ao papel dos smartphones como hub de controle de outros dispositivos conectados, a smart TV se tornou o equipamento de entretenimento doméstico mais utilizado pelos brasileiros, de acordo com 59% dos respondentes. A transmissão de vídeos para a televisão é a atividade mais realizada por meio de site ou aplicativo no celular (47%). Em segundo lugar, na lista dos aparelhos, estão os videogames (33%) e o streaming de vídeo (25%). É importante ressaltar que a frequência do uso dos celulares aplicados aos carros conectados também é significativa (71% dos usuários que possuem o sistema o utilizam) e isso torna o celular um grande aliado na busca por mobilidade.

 Uso dos aplicativos de comunicação

 O WhatsApp é apontado pela pesquisa como aplicativo de comunicação mais utilizado. Oito em cada dez respondentes indicaram utilizá-lo pelo menos uma vez por hora. Em seguida, encontram-se Facebook, e-mail pessoal e Instagram. Os aplicativos de namoro e encontros são os menos utilizados, seguidos por Snapchat e Skype.

 Dados seguros

 A preocupação com a segurança de dados está cada vez mais consolidada entre os brasileiros. Mais de 70% dos respondentes se preocupam com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais. Porém, 54% indicaram aceitar os termos e condições sempre ou quase sempre sem lê-los e apenas 9% responderam não seguir adiante sem lê-los.

 “Esse cenário amplifica ainda mais a preocupação e responsabilidade das empresas sobre a governança dos dados pessoais de seus clientes”, finaliza Ogawa.

 

 

De acordo com a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, 69% dos entrevistados estão dispostos a investir mais na quinta geração de telefonia

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Bancos são os que mais investem em presença digital móvel no Brasil

Pelo 2° ano consecutivo, setor está no topo da pesquisa Mobility Index 2019, da consultoria Pontomobi, que avalia grau de maturidade digital das empresas e dos setores mais importantes da Economia

Pelo segundo ano consecutivo, o setor bancário é o mais que investe em presença digital móvel no Brasil, segundo resultado da pesquisa "Mobility Index" 2019, que a consultoria de negócios em mobile Pontomobi divulga anualmente. O "Mindex", como também é chamado o estudo, avalia o grau de desenvolvimento e maturidade em presença digital das 325 empresas mais valiosas da Economia brasileira, em 42 dos setores mais estratégicos. Entre outras condicionantes, são avaliados quatro tipos de canais de interação móvel: mobile web; aplicativos; plataformas conversacionais; e plataformas sociais. O estudo está na sexta edição e possui recorte único no País.


 O "Mindex" classificou as empresas que foram avaliadas no levantamento em ordem crescente, como "mobile beginner", "mobile basic", "mobile ready" e "mobile expert", considerando critérios como otimização, design responsivo e conteúdo. A partir dessa classificação, por meio do estudo foram identificadas as 20 marcas mais "mobile experts" do Brasil.
 

O bom desempenho do setor bancário foi impulsionado especialmente pelo Itaú, que está no topo da lista dessas TOP 20 pelo segundo ano consecutivo, pelo Bradesco, que ocupa a terceira posição, e Santander a sexta posição.
 

Os setores de Telecomunicações, Cias. Aéreas, Tecnologia e Benefícios também se destacaram este ano, muito embora, no caso do último setor, tenham caído de posição em comparação aos resultados dos últimos anos. Este ano, um dos destaques mais notórios é também a presença de empresas de varejo entre as TOP 20.
 

"De maneira geral, houve uma melhora na nota média das marcas para mobile sites, principalmente na otimização dos sites para o ambiente móvel e das plataformas de mensageira devido a abertura do WhatsApp Enterprise. Um dos motivos para o fato dos bancos, telecomunicações e companhias aéreas terem se destacado no estudo é o esforço que esses segmentos realizam para escalar a capacidade de atendimento dos seus clientes em deslocamento", afirma Léo Xavier, CEO da Pontomobi e Professor da USP, FGV e Insper.
 

Ainda de acordo com o CEO da Pontomobi, a presença das empresas no mundo mobile está além dos aplicativos, pois o Brasil apresenta um bom cenário para testar e investir em diferentes tendências digitais.
 

"O ‘Mobility Index’ é como um ‘farol’ que ajuda as marcas brasileiras a se posicionarem no universo digital. É possível entender se o seu setor está entre os mais avançados em tecnologia ou não e, a partir das análises, identificar quais soluções tecnológicas podem alavancar e/ou manter o seu negócio no mercado brasileiro, que está cada vez mais aberto ao desenvolvimento de soluções móveis", comenta.
 

Mensageria é a grande tendência de negócios; Whatsapp é maior expoente
 

O estudo também revela as tendências em tecnologias móveis que devem viralizar como soluções e ferramentas de negócios nos próximos anos.
 

Uma delas é a mensageria. De acordo com o estudo, Facebook Messenger é o canal mais utilizado pelas marcas, e o WhatsApp entrou neste ano no ranking, devido, principalmente, à abertura do WhatsApp Enterprise.
 

"WhatsApp é um canal muito forte para marcas interagir com os clientes. Certamente, surgirão muitas empresas exclusivas nessa plataforma. Outro aplicativo que possui vocação transacional incrível é o Instagram, que promete engajar, muito além de relacionamento, novos negócios", comenta Léo Xavier.
 

 

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Ataques de phishing aumentaram 28% em 2019, revela pesquisa

O Brasil aparece no levantamento como o segundo país de origem favorito dos fraudadores, perdendo apenas para os Estados Unidos

Embora as instituições financeiras estejam cada vez mais preocupadas em neutralizar as ameaças digitais, as táticas dos fraudadores evoluem constantemente e de maneira acelerada, aumentando os ataques. De acordo com o relatório The Fraud Beat 2019, elaborado pela Cyxtera, provedora líder de segurança digital focada na detecção e prevenção total de fraudes eletrônicas, o número total de ataques de phishing cresceu 28% neste ano - só a empresa detectou 25% mais e-mails do gênero em 2019. O Brasil aparece no levantamento como o segundo país de origem favorito dos fraudadores, perdendo apenas para os Estados Unidos, onde as campanhas lançadas originam dez vezes mais ataques do tipo.

De acordo com o estudo, o e-mail é o principal vetor das investidas. No primeiro trimestre deste ano, foram detectados 180.768 sites de phishing e 112.393 relatos de phishing associados a e-mails. A pesquisa apontou ainda que os incidentes com ransomware - software malicioso que infecta o computador e exige pagamento para o retorno do sistema -  aumentaram 500% em 2018. A previsão é de que, até o final de 2019, ocorra um ataque de ransomware a cada 14 segundos, resultando em perdas anuais de US$ 11,5 bilhões.

Nesse cenário, 100% das instituições financeiras decidiram aumentar ou manter seus orçamentos de prevenção de fraudes em 2019. “Estratégias antiquadas podem até ser capazes de aguentar os ataques cibernéticos mais modernos, mas, sem entender o cenário atual de ameaças, não é possível avaliar a resiliência das soluções de proteção implementadas”, indica David Lopez, vice-presidente da Cyxtera para América Latina.

Como resultado das medidas de segurança tomadas pelas empresas, de 2018 para 2019, a quantidade de malwares detectados em aplicativos móveis diminuiu 43%, e o total de ataques caiu mais de 31%. “A chave para uma segurança efetiva está justamente em compreender profundamente o ambiente de fraude. Somente assim as organizações podem fazer investimentos inteligentes, otimizar pontos fortes e corrigir vulnerabilidades em suas defesas”, finaliza Lopez. 



 

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Três plataformas que ajudam os futuros empreendedores

A Loja Integrada é uma plataforma gratuita que oferece recursos para a criação de lojas virtuais

Hoje em dia, ser empreendedor é um sonho de muitas pessoas. Nada como ter seu próprio negócio, possivelmente ganhar mais dinheiro, ter autonomia, flexibilidade e mais independência. Além de ter uma empresa com seu nome e fazer as coisas do seu jeito. Segundo pesquisa da GEM, o Brasil chegou a 38% na taxa de empreendedorismo total - o número mostra que em torno de 52 milhões de brasileiros possuem seu próprio negócio.    

Apesar de parecer uma tarefa fácil, abrir o seu próprio negócio requer muito estudo e dedicação. Pensando nisso, listamos três plataformas que vão ajudar quem quer se tornar um empreendedor. Veja abaixo.

eNotas

Todo empreendedor deve se preocupar com a prestação de serviços e a emissão de notas fiscais. Pensando nisso, tem a plataforma eNotas - que consegue identificar todos os serviços prestados pela empresa por meio de um sistema de comunicação com os principais meios de pagamento. Assim, pode automatizar o processo e garantir a regularidade e crescimento da empresa.   

 SimplicPara quem precisa de dinheiro rápido para começar a vender online ou abrir uma loja física, mas precisa de uma “grana” inicial para o estoque de produtos, o crédito online é uma boa opção. A Simplic é a primeira fintech no Brasil a oferecer empréstimo 100% online para pessoas físicas com valores que variam de R$ 500 a R$ 3.500. De acordo com dados da empresa, em 2019, mais de 100 mil brasileiros solicitaram e receberam um empréstimo online com o objetivo de abrir o próprio negócio. 

 O processo fácil: o cliente faz a simulação de crédito no site pelo computador ou celular. Depois da análise de crédito ter sido feita e seu empréstimo aprovado. O dinheiro cairá na conta em até um dia útil. 

 Loja Integrada 

Para quem busca abrir um e-commerce, sugerimos a  Loja Integrada. Ela é a única plataforma gratuita do mercado que oferece recursos para a criação de lojas virtuais - de maneira prática e intuitiva. Quem começa no plano grátis, por exemplo, pode “subir” no site 50 produtos e já começar a vender. Não é preciso ter conhecimentos técnicos sobre e-commerce. É uma opção para quem quer empreendedor online, completar renda e até mesmo driblar o desemprego. A Loja Integrada já possui mais de 1 milhão de lojas criadas e já são mais de 8 milhões de produtos vendidos - com faturamento total dos lojistas de mais de 500 milhões de reais.

 

 

 

 

 

 

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HSBC constrói o banco do futuro com MuleSoft

Com o Anypoint API Community Manager da MuleSoft, o HSBC está criando colaborativamente novas experiências de cliente com um ecossistema mais amplo de desenvolvedores e parceiros da economia das API

A MuleSoft, fornecedora da plataforma líder para construção de redes de aplicativos, anuncia que o HSBC está utilizando a plataforma Anypoint da MuleSoft para criar uma plataforma bancária digital visando impulsionar o banco do futuro. Como uma das maiores organizações de serviços bancários e financeiros do mundo, o HSBC está aproveitando o open banking, ou sistema bancário aberto, para gerar novas experiências conectadas para seus mais de 38 milhões de clientes em todo o mundo. Com a MuleSoft e seu Anypoint API Community Manager, o HSBC está criando APIs que desbloqueiam com segurança o acesso aos principais produtos bancários para permitir a colaboração com parceiros, acelerar a inovação e abrir novos canais de receita.

O aumento dos requisitos do PSD2 e o sistema bancário aberto exigem que as instituições financeiras compartilhem dados de clientes com desenvolvedores de terceiros por meio de APIs. As experiências dos clientes conectados são agora o novo campo de batalha. Os bancos estão passando por uma revolução na qual precisam passar de transações para interações personalizadas e serviços digitais para os clientes. O HSBC está aproveitando uma estratégia de API para desenvolver uma plataforma digital e criar conjuntamente novas experiências com um ecossistema mais amplo de desenvolvedores e parceiros.

“O HSBC está impulsionando inovações incríveis na era do sistema bancário aberto por meio da conectividade baseada em APIs”, disse Dinesh Keswani, CTO do grupo e CIO de serviços bancários digitais de varejo do HSBC. “Estamos mudando para atender clientes em vários canais online e offline. Com o MuleSoft, o HSBC criou milhares de APIs em uma rede de aplicativos e as implantou em vários ambientes para oferecer experiências novas e consistentes. Conseguimos reduzir em 75% o tempo de desenvolvimento de aplicativos e liberar novas funcionalidades para os consumidores a cada duas semanas, em vez de uma vez a cada trimestre”.

Construindo uma plataforma bancária digital
O HSBC percebeu que o banco do futuro será uma plataforma digital alimentada por uma coleção de APIs que permitem experiências multicanais verdadeiramente conectadas. O banco escolheu a MuleSoft e sua abordagem baseada em APIs para conectividade para desenvolver uma plataforma de serviços compartilhados visando uma reutilização segura de ativos e o autoatendimento comercial. O HSBC conseguiu transformar em APIs seus principais produtos bancários, incluindo cartões de crédito, hipotecas e pagamentos, em uma rede de aplicativos que pode ser fácil e rapidamente montada para criar novas experiências.

Por exemplo, o HSBC pode extrair dados de sistemas legados usando APIs para habilitar novos recursos, como dar aos clientes uma visão geral de seus gastos em todas as suas contas bancárias.

Criando APIs com o MuleSoft, o HSBC pode desbloquear seus sistemas de back-end e conectá-los a terceiros confiáveis para desenvolver uma variedade de outros novos serviços voltados para o cliente. Ao permitir que um ecossistema de API inove em sua plataforma bancária central, o HSBC pode impulsionar velocidade, agilidade e inovação em escala para oferecer mais valor aos seus clientes.

Aproveitando a economia das APIs
Da mesma maneira que as APIs aceleraram a inovação interna, as APIs externas apresentam a oportunidade para o HSBC colaborar com parceiros e criar novos canais de receita. Nesta nova economia das APIs, os desenvolvedores são os novos clientes do HSBC e os portais de desenvolvedores são a nova loja de clientes. Para envolver e evangelizar suas APIs para desenvolvedores, o HSBC está aproveitando o API Community Manager desenvolvido no Salesforce Community Cloud e no Salesforce Service Cloud para fornecer um portal de desenvolvedores internos e externos que abrangerá mais de 30 mercados e três empresas globais.

O API Community Manager combina de maneira única um portal de APIs com todos os recursos e capacidades de experiência digital líderes do setor, transformando a maneira como as equipes colaboram em todo o ciclo de vida de um programa de API. Com o API Community Manager, o HSBC pode criar e envolver facilmente ecossistemas de API para promover novas parcerias, possibilitando oferecer valor comercial conjunto e inovar mais rapidamente. Por exemplo, a API de hipotecas do HSBC pode ser aplicada a sites de compra de residências, para que os consumidores possam filtrar os imóveis para os quais estão pré-aprovados.

“Com a MuleSoft dando suporte ao nosso programa de API, o HSBC lidera a inovação em um ecossistema de terceiros altamente competitivo, orientado a desenvolvedores”, disse Keswani. “Usando a Anypoint Platform, podemos nos integrar facilmente a novos aplicativos internos e externos e criar novos recursos digitais que proporcionem experiências personalizadas”.

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Eletronet vai oferecer Inteligência de Mercado aos provedores

Serviço será gratuito aos clientes como solução para projetos de expansão geográfica, novos negócios e indicador para tomada de decisões

A Eletronet, fornecedora de serviços de alta velocidade em circuitos de longa distância por rede de fibra óptica, firmou parceria com a Cognatis, empresa fundada em 2003 e um dos líderes no mercado de Geomarketing, Analytics e Big Data. O objetivo do contrato assinado entre as empresas é de oferecer de forma gratuita aos clientes Eletronet acesso à plataforma SaaS de geomarketing NETtool®, para que possam analisar e visualizar facilmente seus mercados, clientes e operações, o que será de grande valor para suas gestões estratégicas.

Sempre atenta às demandas do mercado de provedores, a Eletronet identificou oportunidades em termos de novos negócios em regiões ainda pouco exploradas. Para trabalhar em conjunto com seus clientes, a empresa solicitou a Cognatis uma solução de geomarketing para entregar aos parceiros indicadores de expansão, prospecção, rentabilização e otimização de territórios.

“A Eletronet se posiciona pelo sucesso do nosso cliente, acreditamos no crescimento conjunto. A Cognatis é uma empresa sólida, com mais de quinze anos de experiência no vasto território brasileiro. Nós queremos ajudar nosso cliente nas tomadas de decisões estratégicas para expansão do seu negócio”, diz Cássio Lehmann, diretor de Vendas e Marketing da Eletronet.

Lehmann também explica que todo o projeto será realizado com a Cognatis para entregar aos provedores clientes mapas personalizados de oportunidades com características mercadológicas e sócio demográficas de cada microrregião de interesse. Ainda, será possível localizar concorrentes, otimizar o território de vendas, levando em consideração o volume de negócios, potencial de expansão e recursos disponíveis.

“A Eletronet possui atuação em 18 Estados Brasileiros com uma rede que corta o Brasil de norte a sul. Nós vemos inúmeras possibilidades para os clientes da Eletronet que por muitas vezes não são identificadas e acabam sendo perdidas. Nossa solução irá trazer visibilidade a estas oportunidades em regiões de expansão ao trazer ao levar informações estratégicas aos provedores, que poderão assim tomar ações mais seguras e embasadas em dados estatísticos”, diz Reinaldo Gregori, CEO da Cognatis.

A solução de geomarketing estará disponível em breve. Consulte seu gerente de negócios.

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Estudo mostra que 60% das empresas brasileiras já usam Data & Analytics

Segundo o levantamento da MicroeStrategy, em parceria com a Hall & Partners, 2020 deverá marcar o início de uma nova era para Data & Analytics

No Brasil, 60% das empresas já usam Data & Analytics para orientar estratégias e mudanças necessárias nos negócios. Desenvolvimento de novos produtos, gestão de riscos, análise de força de trabalho e melhoria da eficiência de custos, destacam-se como os cinco principais usos destas tecnologias no mercado brasileiro. Os dados foram extraídos da pesquisa Global State of Enterprise Analytics 2019¸ iniciativa da MicroStrategy em parceria com a consultoria global de pesquisa Hall & Partners,  que busca traçar um panorama global e intersetorial sobre o estado atual e o uso futuro de dados e análises corporativas.  Pelo segundo ano consecutivo, foram entrevistados cerca de 500 profissionais de todo o mundo que tomam decisões estratégicas baseados nas tecnologias de business intelligence e analytics. Os participantes foram questionados a respeito dos benefícios, desafios, investimentos e prioridades - e o mais importante, foram convidados a avaliar se suas inciativas estão avançando no sentido de possibilitar a adoção de uma cultura orientada a dados em suas empresas.

Segundo o levantamento, 2020 deverá marcar o início de uma nova era para Data & Analytics, com grandes promessas de inovação e promoção de experiências intuitivas que finalmente ajudarão a tornar as empresas mais inteligentes.  É unânime, tanto no Brasil como globalmente, a convicção da enorme relevância  dos dados e das soluções de analytics no processo de transformação digital: 94% dos entrevistados avaliam que são componentes cruciais em suas estratégias e esforços rumo à transformação digital.  

Por aqui, quem participou da pesquisa está bastante seguro com o seu nível de maturidade no uso do Data & Analytics. Quase um terço (32%) dos brasileiros ouvidos posiciona-se à frente de seus pares no que diz respeito à prática de tomar decisões baseadas em dados -  a média global é de 26%.  Outro ponto interessante é que, ao contrário do cenário global em que Cloud Computing é a tendência que está no topo entre as que mais impactam a adoção do Analytics, no Brasil, essa tecnologia é a apenas a terceira entre as três mais citadas (17%), precedida por Inteligência Artificial e Machine Learning (17%) e Internet of Things (18%).

Sobre as barreiras e medos que impedem a adesão ao Data & Analytics, aparecem em primeiro lugar privacidade e segurança de dados (52%). São também citados aspectos como: acesso limitado a dados e análise em toda a organização (28%) e o fato das ferramentas não serem intuitivas (27%). Segundo os respondentes, são três os principais pontos que poderiam favorecer a implementação: incorporação do Data & Analytics às ferramentas como e-mail, SharePoint, navegador web (52%) e aos aplicativos comerciais mais populares, como Salesforce, Slack (50%); além da disponibilidade de ferramentas ou treinamentos mais intuitivos e convenientes (49%).

Outros destaques revelados sobre uso do Data & Analytics globalmente

- Governança de dados: apenas 15% das companhias afirmam ter mais de 75% dos seus dados governados;

- Uso avançado de Data & Analytics: 59% estão somente agora trabalhando para construir aplicações avançadas e preditivas;

- Mobilidade: 85% das empresas consideram esse tipo de estratégia importante para o sucesso dos seus negócios;

- Cloud: 40% planejam a mudança no próximo ano e 31% estão considerando migrar nos próximos cinco anos para aplicações cloud based BI;

- Investimentos: Para o próximo ano 65% das empresas ouvidas pela Pesquisa têm planos de investir mais em suas iniciativas de Data & Analytics e 65% também pretende investir em aquisições de novos talentos.

O estudo de Data & Analytics conclui que à medida que esta nova década movida pela inovação aproxima-se, uma porcentagem menor de líderes se sentem confiantes com o progresso de suas estratégias. Com a disrupção digital surpreendendo e até mesmo provocando a extinção de grandes marcas, as organizações estão sendo alertadas de que essa é a hora de mudar. E para isso, serão necessários novos insights que as capacitem a avançarem cada vez mais. Enquanto algumas dessas empresas optaram por apertar o "pause" e a transformação digital dos seus negócios, outras já estão na direção de promover essas mudanças a partir de 2020, cenário este exigirá experiências e respostas baseadas em informações, em tempo real. A maioria das organizações, no entanto, fica em algum lugar no meio desse caminho. 

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TecBan anuncia parceria para promover startups e a inclusão financeira

Empresa é mantenedora da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e também conta com uma nova plataforma de ingresso para fintechs, acelerando a inovação tecnológica no país

A TecBan irá apoiar o crescente ecossistema de startups no Brasil como mantenedora da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). A instituição sem fins lucrativos tem como objetivo incentivar novos negócios e soluções para o desenvolvimento do mercado. Os mantenedores são empresas apoiadoras dessa iniciativa, interessadas em interagir e se conectar às startups para a troca de conhecimentos. O lançamento da parceria aconteceu nesta semana durante o maior evento de startups da América Latina, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

 Para Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas da TecBan, o potencial de inovação das startups é fundamental no novo mercado. “A TecBan pretende, ao se tornar mantenedora da ABStartups, ser um agente de mudanças, trabalhar em conjunto para promover inovação tecnológica e contribuir para a criação de soluções transformadoras. A companhia está no mercado há 37 anos e sempre teve como objetivo o uso da tecnologia para tornar o setor financeiro mais eficiente. O futuro está na transformação digital e somos parte disso”, diz.

 “O mercado financeiro está passando por uma grande mudança e precisamos de empresas como a TecBan para incentivar novas fintechs a se desenvolver em um ambiente adequado, com comunidades e mais mobilização”, diz Amure Pinho, presidente da ABStartups. Ele acrescenta que o objetivo da associação é criar uma rede de conexões para aprendizado, fomento das startups e geração de oportunidades para os associados. “Hoje, o problema das startups não é mais falta de difusão sobre o tema, como era anos atrás. É preciso mais educação empreendedora e um ecossistema conectado disposto a se ajudar e dar exemplos”, completa.

 Hub Digital

A TecBan também acaba de lançar um novo modelo de ingresso no Banco24Horas para acelerar a entrada de fintechs e instituições digitais. A plataforma Hub Digital torna mais ágil e digital todos os processos de ingresso, incluindo a conexão por meio de novas tecnologias como APIs e o envio de numerário (dinheiro físico) eletronicamente. O produto foi desenvolvido para atender a maturidade do ecossistema de startups e a alta demanda pelos serviços do Banco24Horas por parte dos clientes de contas digitais. A partir de agora, o produto permitirá que mais clientes de contas digitais possam consultar saldo, extrato e efetuar saques nos mais de 23 mil caixas eletrônicos distribuídos no país.

 Com a parceria e o lançamento do Hub Digital, a empresa reafirma o seu posicionamento no mercado como um hub de inovação e conexão entre o mundo físico e digital. Nos últimos cinco anos, a companhia investiu mais de R$ 2,2 bilhões para oferecer produtos inovadores aos clientes. Em 2019, a empresa está investindo R$ 350 milhões no lançamento de produtos como o Mídia Banco24Horas, solução inédita de mídia out-of-home (OOH), e o Saque Digital, tecnologia que permite sacar dinheiro nos caixas eletrônicos com o auxílio do smartphone, sem a necessidade de cartão.

 

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