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Positivo Tecnologia reverte prejuízo com novos negócios

Empresa vendeu mais de 740 mil unidades de computadores, principalmente em dispositivos precificados até R$ 1.200,00

  A Positivo Tecnologia teve lucro líquido de R$ 20,8 milhões em 2019, reflexo do crescimento da demanda por dispositivos de tecnologia e melhoria dos indicadores de consumo no Brasil. O resultado reverte o prejuízo de cerca de R$ 500 mil registrado em 2018. Os indicadores obtidos em 2019 apontam o bom desempenho dos negócios principais e complementares da Companhia.

No ano passado, as vendas de celulares cresceram 41,2% em relação ao período anterior e alcançaram 1,6 milhão de aparelhos. Com relação a computadores, a empresa vendeu mais de 740 mil unidades, principalmente em dispositivos precificados até R$ 1.200,00.  Nessa faixa, em que a Positivo Tecnologia possui foco de vendas, a Companhia alcançou 89,1% de participação de mercado no último trimestre. O resultado aponta a liderança da Positivo Tecnologia no mercado de notebooks de entrada no Brasil.

 A Accept, fabricante de servidores que faz parte da Positivo Tecnologia desde 2018, também favoreceu os resultados. A empresa, que possui escritório em São Paulo (SP) e fábrica em Ilhéus (BA), faturou R$ 221,3 milhões. O valor é 36,5% maior do que o registrado em 2018. A área de tecnologias educacionais, voltada para escolas e redes de ensino públicas e particulares, registrou receita de R$ 47,5 milhões. O resultado é 36,5% maior do que no ano anterior. Outro destaque é a Positivo as a Service, unidade de negócios de locação e manutenção de computadores, celulares e servidores para o segmento corporativo. O faturamento foi de R$ 33,1 milhões, aumento de 93,6% em comparação com 2018.

A plataforma baseada em Internet das Coisas (IoT) para casas e escritórios inteligentes também registrou bom desempenho em 2019. A Positivo Casa Inteligente, lançada no fim de julho, teve boa aceitação no mercado, a partir da disponibilidade das soluções em cerca de 20 redes varejistas e 300 pontos de venda em todo Brasil.

“O ano de 2019 foi marcado por grandes desafios e iniciativas que fortaleceram nossos negócios. Mesmo com adversidades, tivemos bons resultados graças também à competência e dedicação dos nossos profissionais. Quando olhamos para frente, temos ainda mais razões para estarmos otimistas”, diz Hélio Rotenberg, CEO da Positivo Tecnologia.

 

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Adistec Brasil firma parceria com Riverbed

Distribuidora passa a trabalhar o portfólio completo de soluções de otimização e performance de redes e datacenters da multinacional americana

A Adistec, distribuidora de valor agregado com foco em infraestrutura para Data Centers e Segurança da Informação, consolida parceria com a Riverbed no Brasil. A empresa norte-americana, especializada no desenvolvimento de soluções focadas no desempenho digital, já mantém uma parceria global de longa data com a Adistec para impulsionar os negócios em outros países da América Latina e agora o Brasil entra para completar a atuação na região.

O acordo entre as duas companhias abrangerá todas as linhas de produtos da Riverbed, principalmente as soluções de Gerenciamento de Experiência Digital (DEM) e infraestrutura de próxima geração, incluindo rede definida por software (SD-WAN), que nos últimos anos tem se mostrado em crescimento no Brasil.

“A entrada da Riverbed no nosso portfólio significa ampliar resultados com novas frentes de negócios que poderão ser atendidas por uma vasta rede de canais espalhados pelo país que irão apoiar seus clientes a conquistar sucesso em suas estratégias digitais”, afirma o country manager da Adistec Brasil, José Roberto Rodrigues.

“Nosso objetivo continua a ser o mesmo que é impulsionar a expansão de novos clientes na região e apoiar os grandes clientes que já fazem parte da família Riverbed. Com o trabalho da Adistec, nosso propósito só aumenta porque estamos vendo um crescimento da demanda dos clientes por nossas ofertas de SaaS e assinaturas e estamos otimistas com esse acordo de distribuição com a Adistec”, reforça Milton Cartin, Regional Director da Riverbed LATAM.

A Riverbed Technology, Inc. é uma empresa americana de tecnologia da informação, com mais de 30 mil clientes globais. Seus produtos consistem em software e hardware focados no monitoramento de desempenho de rede, gerenciamento de desempenho de aplicativos e redes de área ampla, incluindo SD-WAN e otimização de WAN. No ano passado, a empresa anunciou uma reformulação na sua forma de atuação na América Latina, deixando de ter uma atuação local, passando a ser liderada por parceiros.

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Brasileiros estão dispostos a pagar mais para ter internet 5G, revela Deloitte

Tema frequente e muito debatido pelos especialistas e apaixonados por tecnologia, o 5G está cada vez mais provocando curiosidade e ansiedade ao redor do mundo. E no mercado brasileiro não é diferente - o desejo pela internet mais rápida é destaque da edição deste ano da Global Mobile Consumer Survey Brasil. Realizada com 2 mil usuários de telefonia móvel no país, o objetivo é identificar as tendências para o setor de telecomunicações nacional, por meio de análise de hábitos, expectativas e oportunidades de usuários e do mercado global.

 Apontado por dois terços dos respondentes, a internet 5G dez vezes mais rápida do que a 4G é considerada muito importante para os usuários. Cerca de 69% dos participantes estão dispostos a pagar mais caro pela tecnologia e 45% consideram migrar para a rede assim que ela estiver disponível.

 “As novas tecnologias chegaram para proporcionar aos modelos de empresas tradicionais, por meio de plataformas e ecossistemas digitais, uma ‘nova ordem’ do processo de globalização. O 5G entra em cena para habilitar o uso dessas novas tecnologias que possibilitarão as transformações das empresas. Esta será a oportunidade para o Brasil se inserir no bloco dos países líderes da Economia Digital.”, declara Márcia Ogawa, sócia-líder de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Deloitte.

 O interesse das empresas em adotar o 5G é grande, contudo, é imprescindível ao mercado fazer uma avaliação dos benefícios que a rede trará a população, que vão além da velocidade. Outro ponto importante é a análise do impacto dos custos de implementação sobre o preço ao consumidor.

  Smartphones na liderança da corrida tecnológica

 Os smartphones seguem como os dispositivos eletrônicos utilizados com maior frequência pelos entrevistados. Do total de respondentes, 95% haviam utilizado o aparelho nas últimas 24h anteriores à pesquisa, bem à frente de desktop (70%) e notebook (66%). Isso indica a consolidação do smartphone como fonte de comunicação e pesquisa principal.

 Segundo a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, as atividades de compras são as mais realizadas pelos usuários no celular: 89% afirmam usar o dispositivo para pesquisar sobre produtos e serviços, seguido de navegar em sites/apps de compras (87%), ler avaliações sobre produtos/serviços (82%) e comprar online (80%). Entre os principais motivos para a escolha de um aplicativo de compra online estão a rapidez (34%), o baixo custo da entrega (27%) e a garantia de segurança (23%).

 Produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são os que os entrevistados adquirem com maior frequência pelo celular (34% afirmaram que compram mensalmente pelo dispositivo). Esses dados refletem o aumento da confiança do consumidor no ambiente online e a ascensão de novas plataformas de pagamento, e-commerce e entrega.

 Trabalho x Lazer

 Em um momento onde os modelos de negócios exigem agilidade e conectividade dos dados, os smartphones se tornam, cada vez mais, prioritários na comunicação profissional. A pesquisa aponta que existe um equilíbrio entre as atividades profissionais exercidas nos momentos de folga e as atividades pessoais durante expediente de trabalho. Cerca de 44% dos entrevistados assumem se distrair com o celular durante o trabalho e mais de dois terços utilizam o aparelho durante o expediente para fins pessoais. Ambas situações ocorrem com alguma ou muita frequência. Do outro lado, 90% afirmam o uso para fins profissionais fora do horário de expediente.

 Smart TVs ganham força

 Em resultado ao papel dos smartphones como hub de controle de outros dispositivos conectados, a smart TV se tornou o equipamento de entretenimento doméstico mais utilizado pelos brasileiros, de acordo com 59% dos respondentes. A transmissão de vídeos para a televisão é a atividade mais realizada por meio de site ou aplicativo no celular (47%). Em segundo lugar, na lista dos aparelhos, estão os videogames (33%) e o streaming de vídeo (25%). É importante ressaltar que a frequência do uso dos celulares aplicados aos carros conectados também é significativa (71% dos usuários que possuem o sistema o utilizam) e isso torna o celular um grande aliado na busca por mobilidade.

 Uso dos aplicativos de comunicação

 O WhatsApp é apontado pela pesquisa como aplicativo de comunicação mais utilizado. Oito em cada dez respondentes indicaram utilizá-lo pelo menos uma vez por hora. Em seguida, encontram-se Facebook, e-mail pessoal e Instagram. Os aplicativos de namoro e encontros são os menos utilizados, seguidos por Snapchat e Skype.

 Dados seguros

 A preocupação com a segurança de dados está cada vez mais consolidada entre os brasileiros. Mais de 70% dos respondentes se preocupam com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais. Porém, 54% indicaram aceitar os termos e condições sempre ou quase sempre sem lê-los e apenas 9% responderam não seguir adiante sem lê-los.

 “Esse cenário amplifica ainda mais a preocupação e responsabilidade das empresas sobre a governança dos dados pessoais de seus clientes”, finaliza Ogawa.

 

 

De acordo com a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, 69% dos entrevistados estão dispostos a investir mais na quinta geração de telefonia

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Bancos são os que mais investem em presença digital móvel no Brasil

Pelo 2° ano consecutivo, setor está no topo da pesquisa Mobility Index 2019, da consultoria Pontomobi, que avalia grau de maturidade digital das empresas e dos setores mais importantes da Economia

Pelo segundo ano consecutivo, o setor bancário é o mais que investe em presença digital móvel no Brasil, segundo resultado da pesquisa "Mobility Index" 2019, que a consultoria de negócios em mobile Pontomobi divulga anualmente. O "Mindex", como também é chamado o estudo, avalia o grau de desenvolvimento e maturidade em presença digital das 325 empresas mais valiosas da Economia brasileira, em 42 dos setores mais estratégicos. Entre outras condicionantes, são avaliados quatro tipos de canais de interação móvel: mobile web; aplicativos; plataformas conversacionais; e plataformas sociais. O estudo está na sexta edição e possui recorte único no País.


 O "Mindex" classificou as empresas que foram avaliadas no levantamento em ordem crescente, como "mobile beginner", "mobile basic", "mobile ready" e "mobile expert", considerando critérios como otimização, design responsivo e conteúdo. A partir dessa classificação, por meio do estudo foram identificadas as 20 marcas mais "mobile experts" do Brasil.
 

O bom desempenho do setor bancário foi impulsionado especialmente pelo Itaú, que está no topo da lista dessas TOP 20 pelo segundo ano consecutivo, pelo Bradesco, que ocupa a terceira posição, e Santander a sexta posição.
 

Os setores de Telecomunicações, Cias. Aéreas, Tecnologia e Benefícios também se destacaram este ano, muito embora, no caso do último setor, tenham caído de posição em comparação aos resultados dos últimos anos. Este ano, um dos destaques mais notórios é também a presença de empresas de varejo entre as TOP 20.
 

"De maneira geral, houve uma melhora na nota média das marcas para mobile sites, principalmente na otimização dos sites para o ambiente móvel e das plataformas de mensageira devido a abertura do WhatsApp Enterprise. Um dos motivos para o fato dos bancos, telecomunicações e companhias aéreas terem se destacado no estudo é o esforço que esses segmentos realizam para escalar a capacidade de atendimento dos seus clientes em deslocamento", afirma Léo Xavier, CEO da Pontomobi e Professor da USP, FGV e Insper.
 

Ainda de acordo com o CEO da Pontomobi, a presença das empresas no mundo mobile está além dos aplicativos, pois o Brasil apresenta um bom cenário para testar e investir em diferentes tendências digitais.
 

"O ‘Mobility Index’ é como um ‘farol’ que ajuda as marcas brasileiras a se posicionarem no universo digital. É possível entender se o seu setor está entre os mais avançados em tecnologia ou não e, a partir das análises, identificar quais soluções tecnológicas podem alavancar e/ou manter o seu negócio no mercado brasileiro, que está cada vez mais aberto ao desenvolvimento de soluções móveis", comenta.
 

Mensageria é a grande tendência de negócios; Whatsapp é maior expoente
 

O estudo também revela as tendências em tecnologias móveis que devem viralizar como soluções e ferramentas de negócios nos próximos anos.
 

Uma delas é a mensageria. De acordo com o estudo, Facebook Messenger é o canal mais utilizado pelas marcas, e o WhatsApp entrou neste ano no ranking, devido, principalmente, à abertura do WhatsApp Enterprise.
 

"WhatsApp é um canal muito forte para marcas interagir com os clientes. Certamente, surgirão muitas empresas exclusivas nessa plataforma. Outro aplicativo que possui vocação transacional incrível é o Instagram, que promete engajar, muito além de relacionamento, novos negócios", comenta Léo Xavier.
 

 

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Sonda cria unidade de negócios de Serviços Financeiros

Mauro Borges Guaraciaba comandará no Brasil a nova vertical de negócios da empresa, que mantém contratos com os maiores bancos, além de corretoras, seguradoras, fintechs e insurtechs

 

A Sonda, provedora de serviços de TI com atuação em toda a América Latina, começa 2020 com a criação da unidade de negócios de Serviços Financeiros. A nova área é uma iniciativa regional da companhia para toda a América Latina. No Brasil, será conduzida por Mauro Borges Guaraciaba, recém-contratado pela companhia como diretor-executivo. 

A Sonda mantém contratos com os maiores bancos públicos e privados do País. Os serviços abrangem atendimento e suporte de TI, desenvolvimento e sustentação de aplicativos, outsourcing de impressão, além de soluções como gestão de risco, automação robótica e plataformas analíticas. 

“Estamos entre os maiores fornecedores de serviços de TI no mercado brasileiro, e em acelerado ritmo de crescimento. Nossa expansão possibilita direcionar investimentos em segmentos prioritários, como o setor financeiro, que demanda alta tecnologia, processos e recursos especializados para aumentar a eficiência, competitividade e abrangência de seus serviços para a sociedade”, explica Affonso Nina, CEO do Grupo Sonda Brasil. 

Em alinhamento com a organização global, a criação da nova unidade no Brasil inclui a contratação de profissionais especializados, além de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de soluções. A carteira de clientes da Sonda abrange diversos setores como bancos, corretoras, seguradoras, fintechs e insurtechs. 

Além do reporte local a Affonso Nina, Mauro Guaraciaba responderá a Christian Richter, vice-presidente Global de Serviços Financeiros, baseado no Chile. O novo diretor possui trajetória com mais de 27 anos de experiência, trabalhando para empresas de tecnologia como EDS, HP e DXC Technology, conduzindo negócios no setor financeiro em diversos segmentos, como bancos de varejo e de investimentos, seguradoras, corretoras, empresas de meios de pagamentos, entre outras, tanto no Brasil como no exterior. 

“A Sonda reúne todas as condições e diferenciais competitivos necessários para apoiar os clientes em sua jornada de transformação, na busca por serviços financeiros cada vez mais inteligentes e desenvolvidos a partir da ótica de seus consumidores. Estamos ampliando práticas e levando soluções inovadoras ao mercado juntamente com nossos parceiros”, comenta Guaraciaba.

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Boston Consulting: empresas devem reforçar medidas de segurança no home office

Com a pandemia, consultoria estima que mais de 300 milhões de pessoas no mundo estejam trabalhando remotamente e indica ações para gerenciar os riscos cibernéticos neste cenário

 

O Boston Consulting Group (BCG), em conjunto com Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos, estima que mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo estejam trabalhando remotamente devido à pandemia da Covid-19. Porém o grande volume de dados em operação e a mudança de comportamento da força de trabalho em larga escala podem gerar implicações indesejadas na cibersegurança das empresas.

Entre os riscos associados a esse novo momento, o BCG aponta, por exemplo, os reflexos de ataques de cibercriminosos por meio, por exemplo, de anúncios ou anexos de e-mail com promessa de medicamento contra a Covid-19, muitas vezes aparentemente endereçados por organizações legítimas, como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e a Organização Mundial de Saúde.

Os ataques também se valem de técnicas de engenharia social para direcionar os funcionários para malwares que podem ser usados para coletar senhas de acesso a sistemas de pagamento, registros pessoais, dados pessoais de clientes, propriedade intelectual e outras informações estratégicas da companhia. Um alerta para esses riscos pode medido pelos registros de domínios com a designação Covid-19 desde janeiro. De acordo com o BCG, cibercriminosos usam esses nomes de domínio para se disfarçar como sites legítimos de informação da Covid-19.

Para gerenciar os riscos do trabalho remoto e evitar uma crise de segurança em meio à pandemia, o BCG indica alguns pontos de atenção para as áreas de tecnologia da informação:

• Avaliar a estrutura de TI - As empresas devem garantir que os colaboradores possuam dispositivos adequados e que as conexões às redes da empresa aconteçam por meio de redes virtuais privadas (VPNs). Algumas companhias têm enfrentado gargalos de capacidade, devido ao rápido aumento da demanda;

• Proteger aplicativos e dispositivos dos colaboradores - Entre as medidas adotadas para garantir a segurança cibernética das operações, o BCG aponta, por exemplo, a criptografia e instalação de firewalls nos dispositivos, a proteção do acesso aos sistemas e a verificação regular das respostas aos ataques cibernéticos;

• Incorporar a cibersegurança nos planos de continuidade do negócio - Os planos de continuidade de negócios devem incluir disposições de segurança cibernética em várias dimensões, desde o acesso em situações de emergência ao treinamento para equipes, passando pela comunicação com os funcionários e eventual readequação de planos;

• Informar a força de trabalho sobre os riscos de segurança - Além das considerações técnicas, o treinamento em segurança cibernética e as iniciativas de conscientização são fundamentais para reduzir o risco de ataques;

• Estabelecer protocolos o trabalho seguro - A velocidade e a escala da transição para o trabalho remoto criam vários riscos de segurança para uma organização, e o suporte técnico é a primeira linha de defesa;

• Incorporar a cibersegurança na gestão da crise - Revise os planos de gestão de crises cibernéticas adaptando-os para as implicações de segurança da Covid-19;

• Atualize medidas de segurança e acesso - Profissionais que lidam com dados confidenciais são particularmente críticos, mas geralmente menos familiarizados com a tecnologia e seus riscos. Em alguns casos, é necessário limitar acessos e reforçar a segurança para minimizar os riscos.

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Soluções fiscais da Sovos se integram ao ERP SAGE X3

Projeto liderado pela Ottech foi desenvolvido pioneiramente para mercado latino-americano

Um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas é cumprir as exigências fiscais às quais estão submetidas e adaptar-se rapidamente a todas as mudanças, de forma a manter-se em compliance. Em um mundo cada vez mais globalizado, as organizações que estão presentes em diversos países encontram dificuldade redobrada: além de atender aos requisitos locais, é preciso criar uma padronização que permita acompanhar sua atuação na íntegra.

Foi com esse objetivo que a Sovos, líder mundial em tecnologia para tratamento fiscal, disponibilizou suas soluções fiscais à SAGE para integração com o ERP Sage X3: “Nós oferecemos a vantagem de integrar e uniformizar sistemas tributários em distintos países. Algumas empresas grandes têm um ERP no Chile e outro no Brasil, por exemplo, além de equipes de suporte diferentes para cada país, e não oferecem uma visibilidade padronizada para o time global. Elas até tentam criar um padrão, mas encontram bases de dados muito centralizadas localmente. Não basta ter o ERP, tem que comprar também a solução fiscal. É aí que a Sovos entra: atendemos nossos clientes com a mesma plataforma em todos os países. Com isso, eles ganham otimização de recursos, ponto único de contato, solução global on-premise e em nuvem”, explica Marcelo Juliano, head de Enterprise Alliances da Sovos,

Com sede em Jundiaí-SP e Buenos Aires/Argentina, a Ottech é hoje o maior parceiro SAGE do Brasil e por este motivo foi escolhida pela SAGE para liderar esta iniciativa. As equipes técnicas da Sovos, SAGE e Ottech têm trabalhado nos últimos meses para realizar esse processo via uma nova e moderna API da Sovos, que já está em implementação em um cliente piloto da indústria de alimentos, em São Paulo. “O desafio é fazer com que todos produtos da região LATAM se integrem. A plataforma S1 será concentrada em uma API padrão, permitindo que todos os parceiros se conectem no mesmo acesso. Com a mesma estratégia, será possível conectar outros ERPs, em distintos países. Neste ambiente, conseguimos testar, corrigir e desenvolver sem prejudicar o negócio do cliente, que segue operando normalmente” conta Juliano.

Soluções para desafios globais

No Brasil desde 2012, a SAGE chegou ao país pela aquisição da IOB e da Folhamatic, tornando-se líder na oferta de soluções de ERP. Parte da estratégia da companhia está em manter o foco exclusivo nos seus produtos cloud globais e expandir internacionalmente o SAGE X3, um ERP que tem atraído novos clientes devido a sua robustez e capacidade de otimizar custos operacionais. O crescimento da SAGE no Brasil conta com a criação de uma rede de empresas locais com capacidade e conhecimento para atender com excelência; graças a projetos bem-sucedidos em outros mercados internacionais, a Sovos é uma de suas maiores parceiras atualmente.

A expectativa da Sovos é que essa parceria ajudará a fortalecer ainda mais a presença da empresa no Brasil e sua expansão na América Latina: “O projeto está em desenvolvimento desde dezembro passado. Até o final de maio estará concluído no Brasil, em setembro nos demais países LATAM (Argentina, Chile, Peru, Colômbia). Com isso, encerraremos 2020 com todos os cerca de 150 clientes da SAGE habilitados na plataforma Sovos.”, afirma Marcelo. E não para aí: “Na sequência, estaremos capacitados para ser implementá-lo no mundo inteiro”, revela.

 

 

 

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TOPMIND anuncia abertura de novo Centro de Excelência Operacional no Brasil

O objetivo da empresa é reforçar a oferta em projetos de Automação Robótica de Processos (RPA)

A TOPMIND, uma das principais empresas de soluções de TI no Brasil, anuncia a inauguração de seu mais novo Centro de Excelência Operacional (COE) no País. A nova unidade tem como objetivo reforçar a oferta de soluções em projetos de Automação Robótica de Processos (RPA, de Robotic Process Automation, em inglês), com infraestrutura e equipe especializada para antecipar e atender demandas nacionais e internacionais de clientes e parceiros.

“Acreditamos que o RPA está deixando de ser apenas uma tendência para se tornar cada vez mais uma solução de negócios de alto valor agregado. Por isso, a TOPMIND está investindo em um Centro de Excelência Operacional (COE) dedicado exclusivamente para atender as necessidades da América Latina nesse setor”, afirma Sandra Maura, CEO da TOPMIND.

            Nesse cenário, Sandra Maura avalia que a criação do espaço atende as demandas das principais empresas da região, consolidando a TOPMIND cada vez mais como uma parceira de negócios preparada para atender as necessidades de tecnologia. “Estamos trabalhando para identificar e desenvolver as tendências e processos que vão, de fato, gerar alto valor agregado às organizações”, afirma, destacando que a robotização permite otimizar os fluxos de trabalho prioritários nas companhias, simplificando os processos e agregando maior rentabilidade às organizações.

            O novo COE da TOPMIND conta com time de especialistas e infraestrutura completa para suportar e apoiar o desenvolvimento dos projetos de RPA dentro das empresas da América Latina. “Nossos Centros de Excelência, no Brasil e no exterior, formam uma rede completa de atendimento aos clientes TOPMIND”, afirma a CEO. “O objetivo é especializar o desenvolvimento e acelerar a inovação, levando serviços únicos para empresas em todos os pontos da região e do mundo”.

 

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Home office fez crescer a necessidade de empresas por banda larga

Operadoras precisam aumentar a oferta de serviços para atender demanda por conexões via Rede Privada Virtual e por banda IP

 

O Brasil e o mundo passam por um momento de pandemia que exige algumas medidas extremas, como o máximo de isolamento social possível, para conter a curva epidêmica do vírus. Isso fez com que as empresas, que têm um enorme desafio de continuar produzindo, adotassem o trabalho remoto. Toda essa situação gera uma grande dependência por tecnologia, que inclui conexão estável e veloz com a Internet, acesso a arquivos, compartilhamento de informações e redirecionamento de ligações, entre outras. Em ofício publicado no último dia 15, a Anatel demandou, por sinal, que operadoras de telecomunicações adotem medidas para promover e ampliar o acesso a serviços como banda larga e telefonia móvel 3G e 4G diante da crise.

Para o CEO da Megatelecom - empresa que oferece serviços personalizados na área de telecomunicações - Carlos Eduardo Sedeh, as conexões via VPN (Rede Privada Virtual, em português), sistema que integra dispositivos remotos às redes corporativas de forma segura, aumentam com o home office e isso também fará crescer consideravelmente o consumo atual de banda IP de cada empresa.

"Desde que o movimento de proteger os colaboradores e optar por este tipo de trabalho começou, nosso tráfego total aumentou cerca de 40%. Além disso, todos os nossos CDNs (Content Delivery Network) e PNIs (Private Network Interconnect) estão operando na média com uma capacidade 60% maior, durante todo o dia", na comparação com as semanas anteriores, assinala o executivo.

Diante desse cenário, Sedeh explica que a empresa ofereceu gratuitamente um upgrade de link de Internet, para até o dobro da banda contratada, sem custo aos clientes para que pudessem manter suas operações remotamente. "Todo o processo é muito rápido e feito eletronicamente", destaca.

O CEO conta que, para atender uma outra grande necessidade do trabalho em casa, a empresa disponibilizou licenças de softphone - um software que permite fazer chamadas telefônicas pela Internet - para aqueles clientes que já contavam com serviços de PABX IP.

"A infraestrutura das operadoras será muito exigida nesse momento em que vivemos. As empresas que mais investiram nisso, agora, podem garantir esses serviços aos clientes e colaborar com a sociedade e com a manutenção de muitas atividades econômicas, além de garantir que a informação seja amplamente acessada e compartilhada", completa Carlos Eduardo Sedeh.

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TIVIT e ServiceNow anunciam parceria para a gestão de serviços de TI

Adoção da plataforma ServiceNow faz parte da estratégia da empresa para modernizar a experiência de seus clientes e suas operações de tecnologia

 

Uma parceria entre a TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, e a ServiceNow, desenvolvedora global de software em nuvem, vai buscar levar eficiência e agilidade à gestão de serviços de TI. A TIVIT tem usado a solução da parceira em suas próprias operações e agora vai torná-la disponível para seus mais de dois mil clientes. Com o acordo, a organização passa a ser um dos maiores usuários da ServiceNow na América Latina.

A contratação do ITSM (IT Service Management) em uma plataforma 100% em nuvem faz parte dos esforços da TIVIT de modernizar suas operações. Os usuários poderão realizar diversos fluxos de trabalho para suas áreas de TI e das áreas de negócios de forma mais eficiente. Um dos principais benefícios da plataforma ServiceNow é a flexibilidade – além das tarefas relacionadas à TI, ela pode ser usada para outras áreas, como RH, Atendimento ao Cliente B2C e B2B ou para a criação e definição de fluxos de trabalho em geral. Sua adaptabilidade é importante para a TIVIT, que tem em sua lista de clientes empresas dos mais diversos setores.

Desde a implementação da plataforma na TIVIT, em julho de 2019, o catálogo de serviços de TI foi reduzido em 77%. A disponibilidade de serviços foi repensada de forma que faça sentido para o colaborador, em vez de ser estruturada do ponto de vista do setor de TI. Foi observada uma queda de 90% no tempo de solicitação de um serviço, tornando o fluxo mais eficiente e produtivo.

A ServiceNow é líder no Magic Quadrant for IT Service Management Tools 2019 pela classificação do Gartner. A consultoria aponta, em seu estudo 2019 Strategic Roadmap for IT Service Management , a necessidade de uma nova postura dos provedores de serviços na digitalização de processos, nas ferramentas e na cultura, além da necessidade de uma mudança de mindset, partindo da mentalidade de projeto técnico para uma mentalidade de produto consumível. Ao fim de janeiro de 2020, as funcionalidades da ServiceNow chegaram aos mais de dois mil clientes da TIVIT, auxiliando mais de 400 mil colaboradores.

"Ter a ServiceNow como parceira traz benefícios para a TIVIT e para nossos mais de dois mil clientes. A flexibilidade da ferramenta de gestão é importante por conta do amplo leque de setores nos quais nossos clientes atuam. Com ela, estamos mais preparados para lidar com as complexidades e particularidades de cada um deles", diz Armando Amaral, Diretor de CyberSecurity e Governança da TIVIT. "Além disso, estamos habilitados a conquistar novos clientes no mercado dentro da área de ITSM e transformação digital, nos posicionando como um integrador robusto e com vasta experiência."

"É muito importante fazer parte dessa inovação e foi impressionante a rapidez da entrega de toda a personalização da solução pela TIVIT, além da integração dos seus colaboradores e clientes", afirma Katia Ortiz, Country Manager da ServiceNow no Brasil. "O projeto de ITSM da TIVIT é um dos maiores já realizados pela ServiceNow na América Latina, tendo hoje mais de cinco mil usuários simultâneos, e classifica a companhia como um dos nossos principais parceiros na região para habilitar outras frentes, tais como transformação digital, RH, SecOps, Customer Service Management e IT Operations Management."

 

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Hitachi Vantara adquire a Waterline Data e apresenta nova solução em análise de dados

Com o negócio, a empresa incorpora a tecnologia de catalogação de dados ao seu portfólio, permitindo aos clientes unificar silos distribuídos em diferentes ambientes

 

A Hitachi Vantara, subsidiária da multinacional Hitachi, concluiu a aquisição da Waterline Data, Inc., uma empresa privada fornecedora de soluções inteligentes de catalogação de dados. Com a aquisição, a empresa introduziu o Catálogo de Dados Lumada, incorporando a tecnologia de catalogação de dados da Waterline ao seu portfólio, para resolver desafios modernos em ambientes que vão da borda ao núcleo, passando pela nuvem.

O Catálogo de Dados Lumada expande as soluções DataOps da Hitachi Vantara e fornece aos clientes uma maneira de unificar silos de dados distribuídos pela nuvem, infraestrutura de dados e máquinas, e dispositivos nas bordas de suas redes.

A tecnologia de catalogação de dados da Waterline oferece uma estrutura de metadados comum para gerenciar todos os seus dados. Ao aplicar metodologias DataOps aos conjuntos de dados unificados, os clientes podem obter rapidamente insights e impulsionar a inovação.

"De acordo com dados do Gartner , 40% das tarefas da ciência de dados serão automatizadas em 2020, e 37% das empresas que realizaram investimentos em tecnologia observaram um crescimento médio na receita”, diz Claudio Tancredi, Country Manager da Hitachi Vantara no Brasil.

“Os catálogos de dados são uma ferramenta vital para as organizações vencerem os desafios operacionais, técnicos e regulatórios, e a Hitachi Vantara está preparada para dar todo suporte necessário para as empresas",  conclui o executivo.

 

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Veritas: globalmente, mais de 70% das empresas desejam executar maioria das aplicações na nuvem

  • Publicado em Cloud

No Brasil, 58% das companhias dizem já ter a infraestrutura de TI com uma divisão uniforme entre nuvem pública e data center

 

As empresas estão acelerando a movimentação para a nuvem. É o que aponta o estudo "A Verdade na Nuvem", divulgado pela Veritas Technologies, provedora global de soluções para proteção de dados corporativos e de infraestrutura definida por software. A pesquisa aponta que 47% dos entrevistados caracterizam o estado atual da infraestrutura de sua empresa como uma divisão uniforme entre nuvem pública e data center. Se levarmos em conta apenas o Brasil, o número é ainda maior: 58%. E o cenário futuro é bastante promissor: mais de 70% gostariam de executar a maioria ou todos os seus aplicativos na infraestrutura de nuvem pública - entre os brasileiros, o número é de 68%, bem parecido com a média global.

Em parceria com a Cascade Insights, a Veritas ouviu 1.645 arquitetos e administradores de nuvem de 15 países para entender suas opiniões e visões sobre a infraestrutura de backup, além de suas ideias sobre o futuro da proteção de dados na nuvem. O resultado do estudo aponta que a nuvem como facilitadora dos negócios digitais modernos é o principal impulsionador dessa aceleração.

A natureza cada vez mais distribuída dos sistemas de TI é um dos principais motivos pelos quais muitas empresas estão aumentando o investimento na tecnologia usada para protegê-las e garantir sua segurança. No Brasil, 56% das empresas alocaram verba em novas soluções para lidar com a proteção de dados em nuvem nos próximos 12 meses.

Embora o resultado seja positivo, ainda assim é menor do que a média global: de acordo com a pesquisa, 70% afirmam destinarem verba com esse propósito, e a maioria ainda espera que seu orçamento para backup e recuperação de dados aumente substancialmente nos próximos três anos.

Além disso, no Brasil, mais de 38% das companhias usam soluções de terceiros para fazer o backup de dados hospedados na nuvem - menos que a média global de 50%. No entanto, onde os entrevistados são responsáveis tanto pelos workloads on-premise quanto pelos baseados na nuvem, quase metade prefere fazê-lo com uma única solução de backup.

"À medida que a dependência da nuvem aumenta, as organizações precisam empregar estratégias de gerenciamento de dados e investimentos mais robustos, mas flexíveis o suficiente para ajudar na transformação, ao mesmo tempo em que mitigam riscos", explica Gustavo Leite, Country Manager da Veritas Brasil.

Aceleração de iniciativas

Para a Veritas, conforme há uma aceleração da iniciativa das empresas em relação à transformação em nuvem, também aumenta a confiança das companhias naquela fornecedora. A empresa registrou um crescimento de quatro vezes na quantidade de dados passando de ambientes on-premise para as duas principais nuvens públicas. Isso sem contar o enorme aumento no número de workloads do NetBackup™ que foram movidos para a nuvem no mesmo período.

"Nossos clientes estão escolhendo predominantemente a nuvem para novas cargas de trabalho e implementações avançadas. Hoje, muitas organizações se beneficiam da orquestração de recuperação de desastres, proteção de dados na nuvem e ambientes híbridos on-premise e na nuvem", afirma Deepak Mohan, vice-presidente executivo de proteção e compliance de dados corporativos da Veritas. "Nossa plataforma integrada Enterprise Data Services facilita a extensão da proteção de nível corporativo do on-premise para a nuvem e garante que os dados estejam sempre disponíveis, em conformidade e seguros", finaliza.

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Sistema de vendas online da fintech EBANX ajuda a manter fluxo de caixa de pequenas empresas

Solução EBANX Beep permite a venda de vouchers de produtos e serviços. Assim, pequenos comércios e profissionais autônomos podem enfrentar melhor o período de quarentena devido à pandemia.



Buscando dar uma alternativa a comerciantes que estarão fechados ao público durante a quarentena, o EBANX – fintech com atuação na América Latina que recentemente tornou-se unicórnio – lançou nesta semana uma forma rápida de lojistas venderem online, o EBANX Beep, com uma funcionalidade que comporta a venda de vouchers para produtos e serviços. O objetivo principal é ajudar os negócios que estão sem fluxo de caixa durante a época de quarentena no país.

Pequenos comércios e profissionais autônomos como personal trainers, manicures, diaristas e confeiteiros, entre outros, poderão comercializar vouchers usando a nova funcionalidade, e definir a troca desses vouchers pelos produtos ou serviços. As datas para a troca serão informadas pelos próprios vendedores.

"Desenvolvemos essa possibilidade com a intenção de facilitar as vendas de pequenos estabelecimentos e profissionais autônomos neste momento delicado. Com ela, conseguimos conectar esses vendedores às pessoas que podem e querem ajudar", afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

Além de montar a loja virtual, os vendedores também poderão contar com o processamento de pagamentos do EBANX Pay, automaticamente disponibilizado dentro da plataforma. Cartões de crédito de todas as bandeiras serão aceitos com possibilidade de parcelamento, além de boleto bancário, e a liquidação pode ser feita quinzenalmente.

Montar a loja na plataforma é um processo simples, que não exige a presença de um programador. A adesão ao sistema é feita de forma online e, em poucos minutos, já é possível começar a cadastrar os artigos, sejam eles produtos, serviços ou os próprios vouchers.

"A plataforma é uma opção para esses vendedores estarem no mundo digital, dando a eles mais visibilidade e oportunidades de negócio, além de promover a inclusão digital dos comércios em geral", completa Boaventura.

Apenas três etapas são necessárias para criar a loja no EBANX Beep. O vendedor deve acessar o site www.ebanxbeep.com e preencher o cadastro inicial. Depois, é preciso enviar informações como RG (ou CNPJ), comprovante de endereço e conta corrente (que devem estar no mesmo nome do titular do RG ou CNPJ). Na sequência, ele já pode começar a cadastrar os itens que deseja vender online -- num processo que pode ser concluído em poucos minutos.

 

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