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Logitech anuncia chegada do mouse G Pro Wireless ao mercado brasileiro

O periférico foi desenvolvido com jogadores profissionais e engenheiros capacitados para extrair o melhor da tecnologia sem fio

A Logitech G, marca especializada em games da Logitech, anuncia a chegada do mouse G PRO Wireless ao mercado brasileiro. De atletas para atletas, ele foi desenvolvido com a ajuda de jogadores profissionais que buscam os melhores recursos em um periférico e traz, além do sensor HERO 16k, a tecnologia exclusiva LIGHTSPEED para uma resposta rápida, eficaz e assertiva.

Com apenas 80g, o G PRO Wireless foi desenvolvido para ser incrivelmente leve e, ainda assim, muito resistente. Essa junção de força e leveza só foi possível graças à construção de uma parede de 1 mm e seu design único. Além disso, o periférico também é compatível com a tecnologia exclusiva Logitech G POWERPLAY, um mousepad que garante bateria infinita ao mouse ao carregá-lo por indução.

O G PRO Wireless é o resultado de um trabalho de 2 anos e a colaboração com mais de 50 profissionais de eSports do mundo, e traz a mais avançada tecnologia para ajudar o jogador a fazer a única coisa que realmente importa: vencer.

“Nós sempre acreditamos que a tecnologia wireless avançaria e com isso, poderíamos ver times profissionais jogando e ganhando com nossos periféricos sem fio”, diz Jairo Rozenblit, presidente da Logitech Brasil. “Temos jogadores profissionais usando este mouse em competições há meses!”, finaliza.

Graças ao sensor HERO 16K, é possível ter uma performance durante as partidas com até 16.000 DPI. O sensor é extremamente preciso sem a necessidade de aceleração, suavização ou filtragem em toda a faixa de DPI.

Além do sensor HERO 16K, o G PRO Wireless conta com a tecnologia LIGHTSPEED, exclusiva Logitech G. Com ela é possível se ver livre de qualquer lag e ter uma experiência de até 1ms. Essa conexão wireless tem uma resposta extremamente rápida e chega a superar os mouses com fio, tornando-se perfeita para competições. Além disso, caso queira evitar a perda do receptor, é possível guardá-lo em um compartimento dentro do próprio periférico.

Um dos recursos do mouse inclui a remoção dos botões laterais, que permite adaptá-lo tanto para destros, quanto canhotos. Também é possível configurar todos os botões e o LIGHTSYNC RGB através do G HUB, software exclusivo da Logitech G. Por fim, o botão de mudança do DPI foi estrategicamente posicionado embaixo do mouse, a fim de evitar mudanças acidentais durante a partida.

O novo G PRO Wireless já está disponível pelo valor de R$ 699,90.

 

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TOPMIND é parceira de infraestrutura de TI da Syngenta

Empresa será responsável pela entrega de itens de infraestrutura, telefonia IP e Internet, além de suporte técnico especializado para as lojas próprias da Syngenta no País

A TOPMIND, uma das principais empresas de soluções de TI da América Latina, é responsável por montar a infraestrutura, telefonia IP e Internet, além de oferecer suporte técnico especializado às novas lojas próprias da Syngenta, companhia multinacional líder no segmento agrícola, no Brasil. 

A Syngenta iniciou, recentemente, a abertura de lojas próprias, chamadas Atua Agro. Para essa nova operação, a empresa decidiu contar com o apoio de um parceiro especializado no mundo IaaS (infraestrutura como serviço) que tivesse condições de acompanhar a velocidade da companhia. “Um dos desafios era prover rapidamente toda infraestrutura, com Internet e telefonia, para nossas lojas, que ficam em regiões afastadas de grandes centros metropolitanos. Com capilaridade e presença em todo o território nacional, a TOPMIND é a parceira ideal para atender nossos requerimentos e as particularidades do setor”, diz Alexandre Fatobene, gerente de TI da Syngenta.

O mercado, cada vez mais, tem buscado parcerias que agreguem aos negócios velocidade e disponibilidade. Dessa forma, o modelo de IaaS é um diferencial. “Essa novidade reforça a marca TOPMIND como uma empresa atenta às tendências de mercado e que agrega valor à operação de seus clientes. Nosso objetivo é apoiar a jornada e os desafios de tecnologia, com serviços disruptivos, alta performance e agilidade”, afirma Sandra Maura, CEO da TOPMIND.

A operação das lojas da Syngenta está apenas começando e a empresa terá muitas novidades para compartilhar com o mercado, já que o segmento de agronegócios vive um momento de crescimento no Brasil e em outros países. “Com a parceria, a TOPMIND fornecerá à Syngenta, além do IaaS, suporte técnico especializado para que o cliente possa manter o foco em seu core business”, diz Sandra Maura. A primeira dessas lojas fica em Ijuí, no Rio Grande do Sul, 395 km distante da capital Porto Alegre.

O processo de BID para o serviço contratado seguiu uma avaliação rigorosa, pois além de possuir know-how técnico era necessário cumprir a agenda de abertura das lojas. “O engajamento da TOPMIND foi de muita relevância para que tudo fosse entregue na data planejada e com 100% de disponibilidade”, diz Fatobene.

“As áreas de tecnologia e negócios estão cada vez mais integradas e conectadas. Nesse sentido, parcerias externas também são muito bem vindas e possibilitam às empresas a oferta de experiências únicas e memoráveis aos seus clientes”, afirma Sandra Maura.

 

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Brasileiros estão dispostos a pagar mais para ter internet 5G, revela Deloitte

Tema frequente e muito debatido pelos especialistas e apaixonados por tecnologia, o 5G está cada vez mais provocando curiosidade e ansiedade ao redor do mundo. E no mercado brasileiro não é diferente - o desejo pela internet mais rápida é destaque da edição deste ano da Global Mobile Consumer Survey Brasil. Realizada com 2 mil usuários de telefonia móvel no país, o objetivo é identificar as tendências para o setor de telecomunicações nacional, por meio de análise de hábitos, expectativas e oportunidades de usuários e do mercado global.

 Apontado por dois terços dos respondentes, a internet 5G dez vezes mais rápida do que a 4G é considerada muito importante para os usuários. Cerca de 69% dos participantes estão dispostos a pagar mais caro pela tecnologia e 45% consideram migrar para a rede assim que ela estiver disponível.

 “As novas tecnologias chegaram para proporcionar aos modelos de empresas tradicionais, por meio de plataformas e ecossistemas digitais, uma ‘nova ordem’ do processo de globalização. O 5G entra em cena para habilitar o uso dessas novas tecnologias que possibilitarão as transformações das empresas. Esta será a oportunidade para o Brasil se inserir no bloco dos países líderes da Economia Digital.”, declara Márcia Ogawa, sócia-líder de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Deloitte.

 O interesse das empresas em adotar o 5G é grande, contudo, é imprescindível ao mercado fazer uma avaliação dos benefícios que a rede trará a população, que vão além da velocidade. Outro ponto importante é a análise do impacto dos custos de implementação sobre o preço ao consumidor.

  Smartphones na liderança da corrida tecnológica

 Os smartphones seguem como os dispositivos eletrônicos utilizados com maior frequência pelos entrevistados. Do total de respondentes, 95% haviam utilizado o aparelho nas últimas 24h anteriores à pesquisa, bem à frente de desktop (70%) e notebook (66%). Isso indica a consolidação do smartphone como fonte de comunicação e pesquisa principal.

 Segundo a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, as atividades de compras são as mais realizadas pelos usuários no celular: 89% afirmam usar o dispositivo para pesquisar sobre produtos e serviços, seguido de navegar em sites/apps de compras (87%), ler avaliações sobre produtos/serviços (82%) e comprar online (80%). Entre os principais motivos para a escolha de um aplicativo de compra online estão a rapidez (34%), o baixo custo da entrega (27%) e a garantia de segurança (23%).

 Produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são os que os entrevistados adquirem com maior frequência pelo celular (34% afirmaram que compram mensalmente pelo dispositivo). Esses dados refletem o aumento da confiança do consumidor no ambiente online e a ascensão de novas plataformas de pagamento, e-commerce e entrega.

 Trabalho x Lazer

 Em um momento onde os modelos de negócios exigem agilidade e conectividade dos dados, os smartphones se tornam, cada vez mais, prioritários na comunicação profissional. A pesquisa aponta que existe um equilíbrio entre as atividades profissionais exercidas nos momentos de folga e as atividades pessoais durante expediente de trabalho. Cerca de 44% dos entrevistados assumem se distrair com o celular durante o trabalho e mais de dois terços utilizam o aparelho durante o expediente para fins pessoais. Ambas situações ocorrem com alguma ou muita frequência. Do outro lado, 90% afirmam o uso para fins profissionais fora do horário de expediente.

 Smart TVs ganham força

 Em resultado ao papel dos smartphones como hub de controle de outros dispositivos conectados, a smart TV se tornou o equipamento de entretenimento doméstico mais utilizado pelos brasileiros, de acordo com 59% dos respondentes. A transmissão de vídeos para a televisão é a atividade mais realizada por meio de site ou aplicativo no celular (47%). Em segundo lugar, na lista dos aparelhos, estão os videogames (33%) e o streaming de vídeo (25%). É importante ressaltar que a frequência do uso dos celulares aplicados aos carros conectados também é significativa (71% dos usuários que possuem o sistema o utilizam) e isso torna o celular um grande aliado na busca por mobilidade.

 Uso dos aplicativos de comunicação

 O WhatsApp é apontado pela pesquisa como aplicativo de comunicação mais utilizado. Oito em cada dez respondentes indicaram utilizá-lo pelo menos uma vez por hora. Em seguida, encontram-se Facebook, e-mail pessoal e Instagram. Os aplicativos de namoro e encontros são os menos utilizados, seguidos por Snapchat e Skype.

 Dados seguros

 A preocupação com a segurança de dados está cada vez mais consolidada entre os brasileiros. Mais de 70% dos respondentes se preocupam com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais. Porém, 54% indicaram aceitar os termos e condições sempre ou quase sempre sem lê-los e apenas 9% responderam não seguir adiante sem lê-los.

 “Esse cenário amplifica ainda mais a preocupação e responsabilidade das empresas sobre a governança dos dados pessoais de seus clientes”, finaliza Ogawa.

 

 

De acordo com a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, 69% dos entrevistados estão dispostos a investir mais na quinta geração de telefonia

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Bancos são os que mais investem em presença digital móvel no Brasil

Pelo 2° ano consecutivo, setor está no topo da pesquisa Mobility Index 2019, da consultoria Pontomobi, que avalia grau de maturidade digital das empresas e dos setores mais importantes da Economia

Pelo segundo ano consecutivo, o setor bancário é o mais que investe em presença digital móvel no Brasil, segundo resultado da pesquisa "Mobility Index" 2019, que a consultoria de negócios em mobile Pontomobi divulga anualmente. O "Mindex", como também é chamado o estudo, avalia o grau de desenvolvimento e maturidade em presença digital das 325 empresas mais valiosas da Economia brasileira, em 42 dos setores mais estratégicos. Entre outras condicionantes, são avaliados quatro tipos de canais de interação móvel: mobile web; aplicativos; plataformas conversacionais; e plataformas sociais. O estudo está na sexta edição e possui recorte único no País.


 O "Mindex" classificou as empresas que foram avaliadas no levantamento em ordem crescente, como "mobile beginner", "mobile basic", "mobile ready" e "mobile expert", considerando critérios como otimização, design responsivo e conteúdo. A partir dessa classificação, por meio do estudo foram identificadas as 20 marcas mais "mobile experts" do Brasil.
 

O bom desempenho do setor bancário foi impulsionado especialmente pelo Itaú, que está no topo da lista dessas TOP 20 pelo segundo ano consecutivo, pelo Bradesco, que ocupa a terceira posição, e Santander a sexta posição.
 

Os setores de Telecomunicações, Cias. Aéreas, Tecnologia e Benefícios também se destacaram este ano, muito embora, no caso do último setor, tenham caído de posição em comparação aos resultados dos últimos anos. Este ano, um dos destaques mais notórios é também a presença de empresas de varejo entre as TOP 20.
 

"De maneira geral, houve uma melhora na nota média das marcas para mobile sites, principalmente na otimização dos sites para o ambiente móvel e das plataformas de mensageira devido a abertura do WhatsApp Enterprise. Um dos motivos para o fato dos bancos, telecomunicações e companhias aéreas terem se destacado no estudo é o esforço que esses segmentos realizam para escalar a capacidade de atendimento dos seus clientes em deslocamento", afirma Léo Xavier, CEO da Pontomobi e Professor da USP, FGV e Insper.
 

Ainda de acordo com o CEO da Pontomobi, a presença das empresas no mundo mobile está além dos aplicativos, pois o Brasil apresenta um bom cenário para testar e investir em diferentes tendências digitais.
 

"O ‘Mobility Index’ é como um ‘farol’ que ajuda as marcas brasileiras a se posicionarem no universo digital. É possível entender se o seu setor está entre os mais avançados em tecnologia ou não e, a partir das análises, identificar quais soluções tecnológicas podem alavancar e/ou manter o seu negócio no mercado brasileiro, que está cada vez mais aberto ao desenvolvimento de soluções móveis", comenta.
 

Mensageria é a grande tendência de negócios; Whatsapp é maior expoente
 

O estudo também revela as tendências em tecnologias móveis que devem viralizar como soluções e ferramentas de negócios nos próximos anos.
 

Uma delas é a mensageria. De acordo com o estudo, Facebook Messenger é o canal mais utilizado pelas marcas, e o WhatsApp entrou neste ano no ranking, devido, principalmente, à abertura do WhatsApp Enterprise.
 

"WhatsApp é um canal muito forte para marcas interagir com os clientes. Certamente, surgirão muitas empresas exclusivas nessa plataforma. Outro aplicativo que possui vocação transacional incrível é o Instagram, que promete engajar, muito além de relacionamento, novos negócios", comenta Léo Xavier.
 

 

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Sete dicas para se proteger dos golpes financeiros pela internet

Ocorrências acontecem pelo WhatsApp, com uma promessa de empréstimo atrativo com taxas de juros mais baixas do mercado

Imagine a seguinte situação: uma mensagem pelo WhatsApp oferece um empréstimo atrativo, com taxas de juros mais baixas ou valor pré-aprovado alto. Para ter direito a ele, é preciso fazer um depósito antecipado no mesmo dia e o mais rápido possível. Aparentemente, ao analisar o site e a própria conta do WhatsApp, tudo indica ser uma comunicação de uma instituição financeira. O atendente é solícito e conduz a conversa por meio de áudios. Essas são algumas das características de um dos golpes financeiros que mais tem crescido: o do WhatsApp. 

Nos últimos dois anos, essa fraude teve um salto de quase 200%, de acordo com levantamento realizado pelo Reclame Aqui. Os criminosos usam os nomes e aspectos como identidade visual das fintechs, que vivem momento de ascensão no mercado financeiro, para enganar as vítimas. 

Sabendo disso, as fintechs estão usando seus canais de comunicação para alertar a sociedade. Um dos objetivos é conscientizar a população sobre essas práticas lesivas a fim de que as pessoas desconfiem sempre e, em caso de dúvida, não prossigam.

Para não cair em ciladas do tipo, a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) elaborou sete dicas para se proteger na rede. 

 

Depósito antecipado

 

Uma empresa idônea jamais exigirá do consumidor depósito antecipado para liberar um empréstimo. “Essa prática é ilegal e está sujeita inclusive à responsabilização criminal, podendo ser enquadrada no crime de estelionato – artigo 171 do Código Penal. Se for vítima, a orientação é fazer um boletim de ocorrência o mais rápido possível”, afirma Rafael Pereira, presidente da ABCD.

 

Exigência de fiador

 

Outra exigência ilegal. Na ânsia de obter o empréstimo, há quem pague fiador. Essa é, aliás, uma das características aproveitadas pelos criminosos: eles utilizam a fragilidade da pessoa, que costuma estar em dificuldades financeiras, para concretizar o golpe. Em qualquer modalidade de empréstimo, interessam apenas e tão somente as informações financeiras do tomador de crédito. 

 

Promessa de elevação da nota de crédito

 

Há quem prometa melhorar sua nota de crédito, também chamada de score. Isso não é possível. “O score diz respeito ao histórico de pagamentos de cada pessoa física ou jurídica. Para chegar a ele, os birôs de crédito realizam um trabalho sério e reconhecido internacionalmente. Seu score só pode ser consultado/acessado por você nos sites dos birôs, não estando aberto a outros consumidores”, detalha Pereira.

 

Cópia ou reprodução do site

 

Os golpistas costumam simular sites de instituições financeiras para atrair pessoas interessadas em contratar crédito. Como os ambientes são parecidos, a vítima não percebe que se trata de um site fraudulento. A orientação é conferir o endereço eletrônico, analisando os links antes de clicar neles. O cadeado ou a expressão https, por exemplo, é importante. O S do https, assim como o cadeado, indica que o site é de fato confiável – de procedência segura.

 

Conta do tipo pessoa física

 

No golpe do WhatsApp, as vítimas depositam o valor exigido em contas bancárias pertencentes a pessoas físicas. Esse é um dos sinais de golpe. As instituições financeiras trabalham com contas do tipo pessoa jurídica. Elas jamais farão ou pedirão qualquer transação bancária via pessoa física.

 

Links enviados por remetentes desconhecidos

 

Para invadir seu computador ou celular, os criminosos enviam links por e-mail, WhatsApp ou SMS. Os textos que acompanham esses links são tentadores. Alguns prometem prêmios. De novo: a regra é desconfiar sempre.

 

Garantia de rentabilidade e/ou alta taxa de rendimento

 

Cuidado com as falsas promessas de investimento. A garantia de rentabilidade e a alta taxa de rendimento – ou ainda as duas combinadas – aparecem com frequência nos golpes. “Uma forma de se proteger é verificar se quem faz a oferta é credenciado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que tem credibilidade por representar as instituições financeiras”, finaliza Pereira. 


 

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Senior investe na startup Mindsight que atua no mercado de RH

As duas marcas trazem para o mercado inovações completas para recrutar profissionais, gerenciar equipes e administrar negócios de forma econômica, assertiva e ágil

A Senior está investindo na empresa Mindsight. A startup tem a proposta de revelar o potencial de desempenho das pessoas sem julgamentos, por meio do uso de inteligência artificial e métodos científicos de psicologia organizacional, auxiliando empresas a tomarem as melhores decisões. A HRTech já conquistou grandes clientes, como Stone, Falconi, Resultados Digitais, Santander e Itaú, entre outros. O investimento amplia o acesso dos clientes da Senior ao portfólio da Mindsight e reforça a atuação da companhia no mercado de RH, onde já é referência, especialmente com a solução HCM.

 A solução da Mindsight estará disponível para o mercado junto com a linha HCM a partir de janeiro de 2020. Com o investimento, a Mindsight poderá ofertar suas soluções para os mais de 12 mil clientes da Senior. “Na Senior, já temos em mãos um pacote completo de ferramentas de RH para recrutar profissionais, gerenciar equipes e administrar negócios. Com este investimento, estamos expandindo nossos serviços e viabilizando a triagem de um volume altíssimo de currículos, tudo de forma ágil. Uma inovação que atende ao atual cenário do mercado de trabalho e dos profissionais de Recursos Humanos”, destaca o CEO da Senior, Carlênio Castelo Branco.

 “Trazemos para a Senior uma tecnologia que analisa milhares de perfis de maneira rápida, barata e assertiva, com ajuda de algoritmos. Além disso, com a nossa inovação, conseguimos prever a aderência das pessoas à cultura organizacional das companhias, auxiliando a fase de seleção de profissionais para as vagas de emprego”, explica o fundador da Mindsight, Thaylan Toth.

 Segundo o IBGE, atualmente 11,8% da população está desempregada no Brasil, o que significa que cerca de 12,6 milhões de pessoas estão em busca de um trabalho no país. Os dados mostram uma realidade preocupante, que também se reflete na rotina dos profissionais que atuam nos departamentos de Recursos Humanos, e que hoje precisam lidar com a alta demanda de análise de currículos que recebem todos os dias.  

 HCM e Mindsight

Enquanto a plataforma HCM usa dos conceitos de People Analytics para prover dados para gestão de talentos, entre outras tarefas essenciais para os RHs, a Mindsight utiliza metodologias comprovadas de avaliação, além de algoritmos para triagem digital. Essa combinação fornece agilidade para o dia a dia dos departamentos de Recursos Humanos e se integram com a solução da Senior, permitindo com que a startup também tenha acesso a ampla base de dados da companhia para aprimoramento de algoritmos.

 “Ao garantirmos maior agilidade e assertividade nas contratações contribuímos também com a otimização dos indicadores de turnover, satisfação e desempenho”, explica o Head de Produto HCM da Senior, Ricardo Kremer

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Fujitsu apresenta nova tecnologia de criptografia de informações biométricas para pagamentos

Sistema permitirá ao cliente efetuar pagamentos com mais segurança sem uso de cartões ou dinheiro, graças à leitura das veias da palma da mão

A Fujitsu, líder em tecnologia da informação e da comunicação, anunciou uma inovação capaz de comparar informações biométricas, ainda criptografadas, com a mesma velocidade e precisão dos sistemas convencionais de autenticação usados atualmente. A novidade permitirá que a Fujitsu crie um tipo de sistema alocado em um ambiente seguro na nuvem de dados, que utiliza a biometria para autenticação de pagamentos.

Enquanto os programas convencionais de leitura biométrica tendem a ser lentos e a apresentar problemas no momento da autenticação das digitais, a novidade da Fujitsu melhora significativamente a performance, pois faz a leitura das veias da palma da mão, o que evita as imprecisões das impressões digitais. Assim, ao fazer uma compra, o cliente poderá confirmar sua identidade, utilizando apenas sua palma, abandonando os cartões e senhas.

Desenvolvimento

Nos últimos anos, o uso de autenticação biométrica tornou-se o método mais comum, seguro e conveniente de identificar uma pessoa. Para atender às necessidades do mercado, de possuir um sistema que pudesse identificar clientes apenas utilizando informações biométricas, a Fujitsu vem aprimorando o desenvolvimento de sistemas de autenticação por meio das veias da palma da mão. 

No futuro, a companhia espera fazer o uso cada vez mais amplo desse tipo de identificação em diversos setores, como pagamentos sem cartão e login em sites, por exemplo. 

Por muito tempo, os leitores convencionais de autenticação biométrica só podiam operar em ambientes fechados usando conexões dedicadas. Porém, a implantação de sistemas de autenticação biométrica operando em ambientes abertos via internet se tornará possível no futuro, já que as pessoas vão pagar suas compras em grandes redes de lojas, utilizando formas de pagamento eletrônicas.

Desafios

Para realizar a leitura biométrica em larga escala de maneira mais segura e em um ambiente aberto, as informações devem ser criptografadas e enviadas a um servidor de autenticação, assim, são agrupadas enquanto estão criptografadas. Porém, os sistemas convencionais, em geral, convertem os dados em códigos simples (uma sequência numérica) e os multiplica por um valor aleatório. O sistema se deteriora à medida que o código fica muito extenso, o que resulta em um tempo de leitura maior e precisão menos eficiente. Por isso, algumas questões precisavam ser resolvidas antes que a tecnologia da Fujitsu pudesse ser comercializada.

Principais características da nova tecnologia desenvolvida pela Fujitsu

1. Melhoria na precisão de comparação

Ao utilizar um sistema de autenticação biométrica, o dado biométrico de um usuário é capturado e comparado à informação previamente registrada. O grau de similaridade entre os dois é o que determina se a biometria será ou não autenticada. A ferramenta gera códigos que não comprometem a precisão da comparação, uma vez que ajusta dinamicamente o tamanho da área da imagem que será transformada em código. Isso limita as alterações no grau de similaridade dos valores convertidos.

2. Redução no tempo de processamento

A tecnologia convencional de conversão gera um código a partir da análise dos dados da imagem biométrica completa fazendo com que o processamento seja longo e demorado. Por isso, a Fujitsu desenvolveu um sistema que pode selecionar automaticamente as áreas da imagem que tenham um impacto mais significativo no momento da comparação. Ao atenuar a proliferação de códigos, é possível obter alta velocidade de autenticação, com o mesmo nível dos sistemas que não convertem imagens em códigos numéricos.

Efeitos

A Fujitsu fez testes utilizando sistemas convencionais e a nova tecnologia da empresa com dados de 10 mil mãos e confirmou que ambas oferecem, mais ou menos, a mesma precisão de comparação e tempo de processamento. 

Além disso, a empresa combinou a tecnologia de geração de código, anunciada em 2013, que pode gerar múltiplos códigos a partir de uma única informação biométrica. Como resultado, é possível utilizar informações variáveis de acordo com os diferentes serviços de autenticação biométrica, resultando em mais eficiência e menor possibilidade de vazamento de dados.

Assim, tornou-se possível usar com segurança sistemas de autenticação biométrica que antes exigiam servidores e redes dedicadas na nuvem. Isso traz à tona um futuro em que as pessoas poderão fazer pagamentos com as próprias mãos, usando um sistema de autenticação biométrica seguro e protegido.

Planos futuros

 

A Fujitsu continuará a aumentar a velocidade de processamento da tecnologia recém-desenvolvida, com o objetivo de comercializá-la durante o ano de 2020.


 

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Anatel aprova novo Regulamento de Qualidade dos Serviços de Telecom

Com o novo modelo de gestão as condições de qualidade experimentadas pelos consumidores serão refletidas com mais precisão

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, na semana passada, o Regulamento de Qualidade dos Serviços de Telecomunicações. Com o novo modelo de gestão da qualidade adotado pela Agência, as condições de qualidade experimentadas pelos consumidores serão refletidas com mais precisão.

Anualmente, serão atribuídos Selos de Qualidade nas categorias “A”, “B”, “C”, “D” e “E” com granularidades municipal, estadual e nacional, o que dará maior transparência e empoderamento ao consumidor na escolha da sua prestadora.

O eventual rebaixamento de uma prestadora para as categorias de “D” e “E” possibilitará a quebra de contrato pelo consumidor, sem pagamento de multa pelo tempo de permanência.

Observadas as premissas de regulação responsiva, será possível a adoção de medidas específicas e adequadas ao caso concreto, como, por exemplo, a compensação ao consumidor, a exigência de plano de ação e a adoção de medidas cautelares, com intuito de garantir o aprimoramento dos padrões de qualidade.

Em sua manifestação, o conselheiro Emmanuel Campelo, relator da proposta aprovada, destacou a relevância do tema e afirmou que a simples divulgação dos resultados tende a incentivar as prestadoras a obter melhores resultados para evitar a migração de seus assinantes para outras empresas.

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Estudo mostra que 60% das empresas brasileiras já usam Data & Analytics

Segundo o levantamento da MicroeStrategy, em parceria com a Hall & Partners, 2020 deverá marcar o início de uma nova era para Data & Analytics

No Brasil, 60% das empresas já usam Data & Analytics para orientar estratégias e mudanças necessárias nos negócios. Desenvolvimento de novos produtos, gestão de riscos, análise de força de trabalho e melhoria da eficiência de custos, destacam-se como os cinco principais usos destas tecnologias no mercado brasileiro. Os dados foram extraídos da pesquisa Global State of Enterprise Analytics 2019¸ iniciativa da MicroStrategy em parceria com a consultoria global de pesquisa Hall & Partners,  que busca traçar um panorama global e intersetorial sobre o estado atual e o uso futuro de dados e análises corporativas.  Pelo segundo ano consecutivo, foram entrevistados cerca de 500 profissionais de todo o mundo que tomam decisões estratégicas baseados nas tecnologias de business intelligence e analytics. Os participantes foram questionados a respeito dos benefícios, desafios, investimentos e prioridades - e o mais importante, foram convidados a avaliar se suas inciativas estão avançando no sentido de possibilitar a adoção de uma cultura orientada a dados em suas empresas.

Segundo o levantamento, 2020 deverá marcar o início de uma nova era para Data & Analytics, com grandes promessas de inovação e promoção de experiências intuitivas que finalmente ajudarão a tornar as empresas mais inteligentes.  É unânime, tanto no Brasil como globalmente, a convicção da enorme relevância  dos dados e das soluções de analytics no processo de transformação digital: 94% dos entrevistados avaliam que são componentes cruciais em suas estratégias e esforços rumo à transformação digital.  

Por aqui, quem participou da pesquisa está bastante seguro com o seu nível de maturidade no uso do Data & Analytics. Quase um terço (32%) dos brasileiros ouvidos posiciona-se à frente de seus pares no que diz respeito à prática de tomar decisões baseadas em dados -  a média global é de 26%.  Outro ponto interessante é que, ao contrário do cenário global em que Cloud Computing é a tendência que está no topo entre as que mais impactam a adoção do Analytics, no Brasil, essa tecnologia é a apenas a terceira entre as três mais citadas (17%), precedida por Inteligência Artificial e Machine Learning (17%) e Internet of Things (18%).

Sobre as barreiras e medos que impedem a adesão ao Data & Analytics, aparecem em primeiro lugar privacidade e segurança de dados (52%). São também citados aspectos como: acesso limitado a dados e análise em toda a organização (28%) e o fato das ferramentas não serem intuitivas (27%). Segundo os respondentes, são três os principais pontos que poderiam favorecer a implementação: incorporação do Data & Analytics às ferramentas como e-mail, SharePoint, navegador web (52%) e aos aplicativos comerciais mais populares, como Salesforce, Slack (50%); além da disponibilidade de ferramentas ou treinamentos mais intuitivos e convenientes (49%).

Outros destaques revelados sobre uso do Data & Analytics globalmente

- Governança de dados: apenas 15% das companhias afirmam ter mais de 75% dos seus dados governados;

- Uso avançado de Data & Analytics: 59% estão somente agora trabalhando para construir aplicações avançadas e preditivas;

- Mobilidade: 85% das empresas consideram esse tipo de estratégia importante para o sucesso dos seus negócios;

- Cloud: 40% planejam a mudança no próximo ano e 31% estão considerando migrar nos próximos cinco anos para aplicações cloud based BI;

- Investimentos: Para o próximo ano 65% das empresas ouvidas pela Pesquisa têm planos de investir mais em suas iniciativas de Data & Analytics e 65% também pretende investir em aquisições de novos talentos.

O estudo de Data & Analytics conclui que à medida que esta nova década movida pela inovação aproxima-se, uma porcentagem menor de líderes se sentem confiantes com o progresso de suas estratégias. Com a disrupção digital surpreendendo e até mesmo provocando a extinção de grandes marcas, as organizações estão sendo alertadas de que essa é a hora de mudar. E para isso, serão necessários novos insights que as capacitem a avançarem cada vez mais. Enquanto algumas dessas empresas optaram por apertar o "pause" e a transformação digital dos seus negócios, outras já estão na direção de promover essas mudanças a partir de 2020, cenário este exigirá experiências e respostas baseadas em informações, em tempo real. A maioria das organizações, no entanto, fica em algum lugar no meio desse caminho. 

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Curitibana Juno é autorizada pelo BC a operar como instituição de pagamentos

A fintech ultrapassou o limite de R$ 500 milhões transacionados em 12 meses e passou por um processo de chancela do BC

A fintech curitibana Juno acaba se tornar uma instituição de pagamentos autorizada pelo Banco Central (BC). A empresa deu entrada no pedido de autorização em março de 2019, após ter atingido o valor de R$ 500 milhões transacionados em 12 meses, marca que é necessária para que o BC passe a atuar como fiscalizador das Instituições de Pagamento. Apenas outras 19 companhias do país contam com essa chancela, que depende de uma avaliação criteriosa e é regulada por meio de Resoluções e Circulares. A autorização concedida aumenta as expectativas da startup em relação aos resultados de 2020.


Advogada da Juno e uma das responsáveis por conduzir o processo, Marta Savi conta que o BC busca garantir a inovação e segurança ao mercado, mas sem impedir o surgimento de novas empresas. "Companhias que não chegam nesse volume de R$ 500 milhões não precisam dessa aprovação. Como a Juno ultrapassou este valor no fim de 2018, deu entrada no processo", explica Marta. De acordo com ela, o BC faz uma série de análises, entre elas: como a empresa funciona; como faz a gestão do dinheiro do cliente; como é feita a separação entre os recursos da instituição do cliente; a forma de gerir risco e liquidez; e os procedimentos adotados para evitar fraudes.


A certificação do Banco Central é necessária para dar segurança a todo o sistema financeiro do país, uma de suas principais atribuições. A autorização foi dada pelo Departamento de Organização do Sistema Financeiro. A Juno obteve o aval em nove meses, três meses a menos do que o prazo máximo estabelecido pela instituição – antes de estabelecer a meta, o BC levava de três a quatro anos para conduzir o processo.


Importância


Todos os produtos e serviços oferecidos no atual portfólio da Juno receberam a chancela do Banco Central, inclusive as transferências entre contas e os cartões pré-pagos, funcionalidades lançadas recentemente. De acordo com Marta, a mudança de marca – antiga boletobancario.com – e esses produtos já passaram por todo o processo. "Consideramos a autorização de funcionamento pelo BC uma conquista e, ao mesmo tempo, um compromisso, com o qual devemos estar adequados sempre. A fiscalização será contínua e devemos prestar informações de forma periódica – mensal, trimestral e anual, dependendo do caso", explica Marta.


No ano passado, a Juno dobrou de tamanho – tanto em relação à estrutura própria quanto aos números de faturamento e o resultado da companhia. Para 2020, os objetivos são ainda mais ousados. "Queremos triplicar o nosso resultado, a partir da base de 2020. Com essa chancela do Banco Central, entendemos que essa meta se tornou plenamente factível, já que temos uma garantia de segurança para o usuário e um reforço da nossa marca entre as principais instituições de pagamento do país", completa Marta Savi. 

 

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