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Experian anuncia mudanças na liderança de suas operações no Brasil e na América Latina

Trocas na direção serão efetivadas a partir de 1º de abril, início do novo ano fiscal da corporação

A Experian anuncia uma reestruturação no comando de suas operações no Brasil e na América Latina, tendo em vista as estratégias de crescimento e de transformação traçadas pela organização.

José Luiz Rossi, atual CEO da companhia no Brasil e na América Latina, assumirá um novo papel no Grupo Experian e manterá suas responsabilidades como Líder Executivo Sênior no Comitê Operacional do Grupo.

O executivo ingressou na Experian há aproximadamente seis anos para liderar a operação na América Latina. Responsável pela transformação da companhia na região, conduziu os negócios rumo a uma complexa transformação tecnológica, posicionando a Serasa Experian no Brasil para a introdução do Cadastro Positivo e direcionando diversas iniciativas de sucesso para os negócios por todo o continente. Essas qualidades, na avaliação da empresa, serão críticas para continuidade dos investimentos e programas de transformação da Experian em outras regiões do mundo.

Valdemir Bertolo assumirá como Managing Director da Serasa Experian no Brasil, deixando as suas responsabilidades na América Latina Hispânica e como CFO no Brasil.

Como Chief Operations Officer (COO) para a América Latina Hispânica, Valdemir desempenhou um papel crítico na expansão dos negócios da Experian na região, liderando iniciativas de crescimento, como a recente aquisição da Sentinel Perú, e estabelecendo um forte sistema gerencial para buscar mais eficiência ao negócio.

Mariana Pinheiro, atualmente Líder de Decision Analytics & Marketing Services no Brasil, se tornará Managing Director da Experian na América Latina Hispânica.

Todas as mudanças serão efetivas a partir de 1 de Abril, início do novo ano fiscal do Grupo Experian.

 

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Cinco dicas para economizar e melhorar a logística dos negócios online

A Uello criou uma plataforma que oferece serviço de frete urbano mais rápido e econômico para todo tipo de produto e tamanho de negócio

O Brasil é uma das maiores economias do mundo, possui recursos e grandes possibilidades de crescimento, entretanto, muitas empresas do país enfrentam dificuldades na logística. Estudo do Ilos, consultoria especializada na área, mostra que o Brasil perde mais de R$ 811 bilhões com custos no setor por ano, indo desde a infraestrutura de transporte até a carga inflacionada.

 Mas afinal, como melhorar o serviço de frete para que o empresário comece o ano sem dor de cabeça? Segundo Fernando Sartori, fundador da Uello (www.uello.com.br) – startup que usa rede colaborativa para reduzir custos logísticas e agilizar entregas - é fundamental que pequenos, médios e até grandes empreendedores invistam em soluções para ajudar a diminuir os custos na logística e também na diminuição no tempo de frete. 

 “Sem logística não tem matéria-prima para produzir. Sem logística não é possível fazer a embalagem dos produtos e, finalmente, sem logística é impossível realizar a entrega para seus clientes. Este processo é fundamental para qualquer negócio, mas deixamos de realizar algumas tarefas que parecem simples, mas comprometem todo o processo de entrega”, destaca Fernando.

 O especialista trouxe 5 dicas para economizar e melhorar a logística de vendedores virtuais e vendedores de marketplaces.

 1-      Organização dos processos

Comece por organizar os processos da linha de produção, conhecido também como supply chain. Só se pode melhorar quando se conhece o estado atual dos processos. Esta organização permitirá melhorar o controle da produção da empresa. Pode, por exemplo, comparar os processos com os da concorrência e identificar algum problema na cadeia de produção.

 2-      Crie parcerias com diversas transportadoras

Essa é uma prática muito comum em indústrias que têm clientes em localidades distantes. Em muitos casos, a dependência de uma única transportadora resulta em tarifas altas de frete para realizar a distribuição de forma eficiente.

 Por isso, uma estratégia que busca ampliar o alcance das entregas deve considerar a contratação de empresas transporte locais, o que ajuda, principalmente, no cumprimento dos prazos estabelecidos.

 3-      Qualifique a equipe logística

Outro ponto a destacar é o conhecimento na operação de transportes para que a empresa seja bem-sucedida. Portanto, é fundamental o grupo de trabalho estar preenchido com profissionais qualificados para exercer as atividades.

 A difusão de informações e conhecimento deve ser uma das missões do gestor para garantir que a equipe esteja a altura dos desafios. Todos os profissionais envolvidos, do motorista até o pessoal da área administrativa, devem ser capazes de fornecer soluções eficientes de problemas e atuar com flexibilidade para economizar no frete e outros recursos.

 4-  Compreenda a sua oferta

É muito provável que a empresa não produza apenas um produto, portanto, analise quais são que mais vendem e otimize o processo de picking. Os produtos com mais rotação deverão ser armazenados em um local mais acessível para a transportadora, o que irá poupar mais tempo e dinheiro.

 5-      Invista em soluções de logística e novas tecnologias

Outra forma de melhorar o processo logística da empresa é investir em tecnologia ou em serviços que ajudam a melhorar a experiência do consumidor final. 

 A Uello, por exemplo, criou uma plataforma que oferece serviço de frete urbano mais rápido e econômico para todo tipo de produto e tamanho de negócio. A rede colaborativa da startup funciona por meio de uma plataforma virtual que permite a integração entre os motoristas que fazem as entregas e os pontos de coleta parceiros que estocam os produtos.

 Outra vantagem que a Uello oferece é a parceria com armazéns espalhados por toda Grande SP, que possibilita diminuição de custos logísticos em até 30% - valor que varia em relação às demandas e tamanho de cada empresa que solicita o serviço.

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Petrobrás registra lucro recorde de R$ 40,1 bilhões em 2019

O resultado recorde da companhia está relacionado com a agressiva venda de ativos, resultado da política de desinvestimentos

A Petrobrás divulgou nesta quinta-feira, 20, lucro líquido de R$ 40,1 bilhões em 2019, o maior já registrado na sua história. A venda de ativos da companhia - como a Transportadora Associada de Gás (TAG), a BR Distribuidora, os campos maduros de petróleo e gás da Bacia de Campos e outros - respondeu por 62,17% (R$ 25,472 bilhões) do resultado. De acordo com o Instituto de Estudos Estratégicos do Petróleo e Gás Natural (INEEP), essa estratégia desperta dúvidas sobre a capacidade de crescimento da companhia no futuro. O estudo do INEEP aponta os principais destaques do resultado e comenta seus efeitos para o presente e futuro da companhia.

Destaques:

·         O resultado recorde da companhia está relacionado com 1) a agressiva venda de ativos, resultado da política de desinvestimentos; 2) a diminuição das despesas operacionais (resultado também da venda de subsidiárias, como a TAG) e menores contingências (como acordos, multas e processos judiciais); 3) o crescimento das exportações de petróleo cru, resultante do aumento de produção nos campos do pré-sal; e, 4) a expansão do fluxo de caixa livre ocasionado pela redução drástica dos investimentos;

·         A receita total líquida, no entanto, foi 2,6% menor à registrada no ano anterior, fechando 2019 em R$ 302,2 bilhões. Segundo a empresa, isso aconteceu em virtude: 1) redução do preço do petróleo Brent em reais; 2) menor volume produzido de derivados, que foram vendidos a preços menores aos praticados em 2018; e 3) queda de receitas das unidades do exterior, resultado da política de desinvestimentos;

·         No que tange aos investimentos, a redução foi de 14,8%. Dos US$ 27,4 bilhões investidos em 2019, 80% foram destinados para o setor de Exploração e Produção (E&P);

·         O Lucro Líquido e o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foram de R$ 40,1 bilhões e R$ 129,2 bilhões, respectivamente. Em comparação ao ano anterior, o EBITDA teve um crescimento de 12,5% enquanto o Lucro Líquido cresceu 55,7%.

Com o lucro líquido de R$ 40,1 bilhões, a Petrobrás obteve uma expressiva melhora nos seus resultados financeiros em 2019. Parte desse resultado positivo pode ser explicado pelo crescimento da produção de petróleo, sobretudo nos campos do pré-sal, que fizeram com que a companhia registrasse uma produção média de 2,7 milhões de barris por dia (bpd), um aumento de 6,4% em relação ao ano passado.

Esse aumento da produção ocorreu em decorrência dos novos sistemas de produção e, principalmente, devido ao ramp-up (entrada em operação) de 8 novos sistemas produtores. Por conseguinte, o aumento da produção petrolífera também impulsionou expansão das exportações, fazendo com que a receita nesse segmento saltasse dos R$ 56,1 bilhões, em 2018, para R$ 71,6 bilhões, em 2019, representando um crescimento anual de 27,6%. Esse desempenho impactou diretamente os resultados financeiros do setor de Exploração e Produção (E&P), que obteve um crescimento de 12,9% em 2019, ao auferir um lucro operacional de R$ 75 bilhões.

Refino sofre queda em receitas operacionais

Já o setor de Refino registrou queda em suas receitas operacionais, encerrando 2019 com lucro operacional 39,5% inferior ao registrado em 2018, que foi de R$ 6,4 bilhões. Esse resultado está associado tanto com a diminuição na produção de derivados em 2,5%, assim como na redução das receitas líquidas dos derivados para o mercado interno, uma queda de 4,5% quando comparado ao ano anterior. Esse resultado negativo foi puxado especialmente pela queda de vendas na gasolina, óleo combustível e nafta, que só em 2019 registraram uma retração de, respectivamente, 9,4%, 11,1% e 27,0%.

Vale ressaltar que essa queda acontece em um contexto no qual o mercado brasileiro de derivados registrou crescimento de 2,9%. Isso evidencia, portanto, a redução do market share da Petrobrás no setor, fruto de sua política de preços alinhada com preço internacional (PPI) que favorece a entrada de importadores e, ao mesmo tempo, mantém preços elevados para os consumidores. Esta é uma situação que pode se agravar ainda mais com a decisão da Petrobrás em vender 50% do seu parque de refino, o que, pelas características da infraestrutura petrolífera do Brasil, tenderá a criar monopólios privados regionais de derivados capazes de determinar localmente preços superiores aos atuais.

O crescimento do lucro operacional do E&P e a retração no setor de Refino são reflexos da política de desinvestimentos da companhia, cuja estratégia consiste em desfazer os ativos do downstream (refino, transporte, distribuição etc) para se dedicar quase exclusivamente nas atividades upstream (exploração e produção). Aliás, grande parte do resultado financeiro do ano está relacionado com a venda dos ativos da companhia – à exemplo da TAG, da BR Distribuidora, da refinaria de Pasadena, do centro de distribuição do Paraguai, além de campos em águas rasas, nas Bacias de Campos e Santos, entre outros. Somente com essas vendas, a Petrobrás conseguiu em um ano levantar R$ 41 bilhões.

Consequentemente, outro fator que merece atenção no aumento recente do caixa financeiro da companhia em 2019 é a significativa redução nas suas despesas operacionais. Com os custos de operação 29,6% menores aos registrados em 2018, a grande redução dessas despesas ocorreu em virtude do ganho com venda de ativos, muito embora no último trimestre ela tenha obtido um aumento significativo em decorrência de despesas exploratórias para a extração de óleo e gás.

Endividamento no limite

Um fenômeno parecido ao que tem ocorrido nos índices de endividamento da companhia. Em 2019, o endividamento líquido da companhia apresentou crescimento de 4,6%. Dessa forma, o índice relação dívida líquida / EBITDA ajustado subiu de 2,34, em 2018, para 2,460, em 2019. Segundo a Petrobras, essa alavancagem da dívida ocorreu devido ao uso de recursos para pagamento de bônus referente ao leilão do excedente da Cessão Onerosa.

“A estratégia de desinvestimento como forma de reduzir tanto o endividamento da companhia como seus custos operacionais parece ter encontrado os seus limites. Embora essa política represente uma expressiva geração imediata de receita, esse movimento é incapaz de manter a geração de caixa operacional sem que se aumente os gastos com investimentos.Tendo em vista que a atual gestão da Petrobrás, além de vender ativos, concentra a sua carteira de investimentos quase exclusivamente no E&P, esse movimento corre um risco ainda mais grave de tornar as receitas da empresa mais suscetíveis às oscilações internacionais do petróleo. Uma vez que a companhia está se desfazendo de seus ativos downstream que, como acontece com as refinarias, são aqueles capazes de gerar resultado mesmo no ciclo de baixa do barril do petróleo”, afirmou Rodrigo Leão, coordenador do INEEP. 

Leão ainda afirma que parte da dívida tem sido quitada por meio da geração de receitas operacionais – o que comprova, na prática, que a Petrobrás tem plenas condições de recuperar sua saúde financeira sem a necessidade de vender ativos. “O recente aumento da dívida líquida é um claro sinal de que, cedo ou tarde, a companhia precisará de recursos para investir em novos projetos, o que poderá não ser possível no longo prazo caso a empresa continue a se desintegrar por meio da venda de suas subsidiárias”, concluiu.

 

 

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Sage desenvolve plataforma de streaming para o setor contábil

Empresa investiu em tecnologia moderna, com assinatura mensal, para levar informações sobre legislação diariamente aos seus clientes

Apostando cada vez mais em inovação, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, lança a primeira plataforma brasileira de streaming, por assinatura, para o setor contábil e empresarial: o IOB Play.

“O cenário fiscal brasileiro é muito complexo e com o IOB Play, somos pioneiros ao oferecer uma ferramenta audiovisual moderna, que orienta os empresários em um dos seus principais desafios de gestão, a legislação”, afirma Elton Donato, diretor da unidade de negócios de conteúdo da Sage Brasil.

No IOB Play, diariamente são disponibilizados vídeos para quem quiser se manter atualizado sobre os principais temas das áreas contábil, tributária e trabalhista, de maneira prática e rápida. E com a tecnologia streaming, os usuários podem assistir tudo online.

Contratada por valor mensal de cerca de R$ 114, o IOB Play oferece acesso ilimitado a conteúdos de qualidade, em qualquer hora e lugar. Além disso, ele é responsivo e oferece a mesma experiência em qualquer dispositivo (celular, notebook ou tablet).

Para garantir a velocidade das informações, a empresa aposta na sua fábrica de conteúdos automatizada para compilar todas as alterações legislativas publicadas nos diários oficiais do Brasil e informar essas mudanças para seus clientes de maneira ágil.

Entre os principais benefícios está a disponibilidade de vídeos de qualidade produzidos por especialistas altamente capacitados e a praticidade de assistir em casa, a caminho do trabalho ou onde o assinante preferir.
A novidade foi desenvolvida pela IOB, uma unidade de negócios da Sage no Brasil, especializada em legislação e reconhecida no mercado há mais de 50 anos.

Tecnologia de ponta
Hospedada no ambiente do Azure, a Nuvem da Microsoft, o IOB Play é totalmente escalável, ou seja, está disponível 24 horas, sete dias por semana, independentemente do número de assinantes conectados.
Com esse recurso, a capacidade do sistema é adaptada de acordo com a demanda dos usuários, isto é, o espaço de armazenamento e capacidade de processamento do servidor são elásticos, se ajustam automaticamente, sem a necessidade de uma nova configuração.

Outro ponto importante é a criptografia dos vídeos, que usa um conjunto de técnicas para proteger o conteúdo e liberar o acesso apenas para os assinantes. “Apostar em uma ferramenta robusta, como a Azure, permite que os nossos clientes tenham uma plataforma estável, de qualidade e blindada contra a pirataria”, diz Donato

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Fusões e aquisições têm crescimento acima do recorde histórico em 2019

O país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019

Nas últimas semanas duas grandes consultorias divulgaram os números de fusões e aquisições no Brasil em 2019 e suas projeções para 2020. Ambas apontaram crescimento acima do recorde histórico e fizeram previsões de crescimento ainda maior em 2020. Dados divulgados pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) ajudam a confirmar a tendência: o país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019 e recebeu US﹩ 75 bilhões em recursos externos, contra US﹩ 60 bilhões em 2018.

Diversos fatores contribuem para esse movimento, segundo o advogado Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, mestre em Direito do Estado pela PUC e especialista em Estratégicas Societárias e Sucessórias pela FGV, sócio do escritório Natal & Manssur. "O baixo valor da nossa moeda faz o preço dos ativos ser muito atrativo para os investidores. Outro ponto é o arrefecimento da economia internacional, o que desvia o foco para países como o Brasil. Sem falar no nosso mercado consumidor, de mais de 200 milhões de pessoas", avalia.

"A Reforma da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, a previsibilidade de haver uma reforma administrativa e as privatizações são movimentos que também reforçam a confiança do investidor estrangeiro no Brasil e atraem negócios", complementa o advogado George Leandro Luna Bonfim, especialista em assessoria para fundos de Private Equity e Venture Capital em operações de compra e venda de empresas no Brasil, e que também atua no escritório Natal & Manssur.

Segundo ele, duas áreas são bastante promissoras para consolidação: construção civil, em crescimento acelerado desde o ano passado, e o setor imobiliário. "A previsão é que 2020 seja melhor ainda".

Antes do M&A, a lição de casa

Nesse contexto, os especialistas alertam: é preciso estar preparado e contar com uma consultoria para iniciar um processo de M&A.

"Levando em conta que as médias e pequenas empresas estão, preferencialmente, na mira dessa tendência, é muito importante o empresário brasileiro fazer a lição de casa e colocar a casa em ordem, antes mesmo que se inicie a due dilligence", pontua Eduardo Natal. O trabalho é complexo e envolve análises de contingências civis, trabalhistas, tributárias, regulatórias, previdenciárias, além da projeção do que pode vir a ser um problema, em função das boas práticas ou não. "O empresário que não se prepara, em geral, se frustra com a precificação após a due dilligence, porque o valor cai muito dependendo das contingências".

Para George Bonfim, fazer um raio x da empresa não é relevante apenas para a precificação, mas também para traçar uma estratégia correta de futuro. "O empresário tem que saber que tipo de investidor ele quer. Se deseja apenas um fundo de investimento para crescer e se manter na gestão ou busca um parceiro estratégico para desenvolver o negócio no Brasil. Se está pensando em sair do negócio e como quer fazer a passagem desse bastão. Entender onde a empresa está e saber o que ela quer para o negócio é crucial para uma operação bem-sucedida", afirma.

A recomendação, portanto, é se antecipar e saber que a operação é complexa e pode levar mais tempo do que se espera. "A operação de M&A é bastante complexa e não ocorre em 30 ou 60 dias. Muitas vezes a empresa precisa passar por um estágio de saneamento, de auditoria financeira, jurídica, fiscal, precisa entender os estágios do processo. Se tentar atropelar as etapas e queimar a largada, terá sérios problemas lá na frente", finaliza Bonfim.

 

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BB é a empresa brasileira mais sustentável do mundo

Título vem do ranking Global 100, divulgado no Fórum Econômico Mundial

Nesta terça-feira, 21, o Banco do Brasil foi reconhecido como um dos bancos mais sustentáveis do mundo, no ranking Global 100, de 2020, da Corporate Knights. O ranking foi divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Após uma rigorosa avaliação de 7.395 empresas, com mais de US$ 1 bilhão de receita, o BB ficou na nona posição entre as 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo, sendo a única empresa financeira da América Latina a integrar o índice e a empresa brasileira mais bem colocada.

"Este é mais um resultado que coloca o BB em evidência no cenário internacional, demonstrando a relevância do tema e o compromisso de incorporarmos critérios ambientais, sociais e de governança (ESG - Environmental, Social and Governance -, na sigla em inglês) na estratégia e nos negócios do Banco. Os investidores estão cada vez mais atentos aos fatores ESG em suas análises e decisões de investimento", destaca o gerente geral da Unidade Relações com Investidores do BB, Daniel Maria.

A conquista é resultado do trabalho integrado do Banco e se soma a outros reconhecimentos, como fazer parte do Dow Jones Sustentability Index da Bolsa de Nova Iorque nas categorias global e mercados emergentes, o FTSE Good Index Series da Bolsa de Londres e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3.

Sobre o Global 100

O Global 100 é um índice anual da Corporate Knights, lançado em 2005, que classifica as empresas pelo desempenho em sustentabilidade, avaliando as dimensões econômica, ambiental e social. O ranking é baseado em dados públicos disponibilizados pelas empresas. A metodologia considera 21 indicadores de desempenho, entre os quais: gestão financeira, de pessoal e de recursos; receita obtida de produtos/serviços com benefícios sociais e/ou ambientais; e desempenho da cadeia de fornecedores.

Do total de 100 empresas do Global 100 em 2020, 49 são da Europa. Os Estados Unidos e o Canadá contam com 29, enquanto 18 empresas são da Ásia. A América Latina tem apenas três membros na lista, todos do Brasil, sendo o BB a única instituição financeira.

 

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Riachuelo convida startups a integrar projetos no Riachuelo Lab

  • Publicado em Varejo

Com foco em trazer ainda mais talentos para dentro de casa, varejista abre inscrições para startups fazerem parte da sua área de inovação
Seguindo seu comprometimento com a inovação, a Riachuelo abriu inscrições para startups no Riachuelo Lab, hub de pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras do Grupo Guararapes. Buscando trazer novos talentos para dentro da companhia no setor de tecnologia, o programa procura iniciativas para otimizar e agregar na experiência dos clientes, colaboradores e parceiros em todas as vertentes de seu negócio.

O objetivo do projeto é aproximar ainda mais a Riachuelo ao mundo das startups, que oferece um leque cheio de possibilidades de inovação para firmar parcerias. Todas as áreas da companhia estão abertas para o cadastro das microempresas, como comunicação e moda, operações de varejo, digital e outros como arquitetura, engenharia, RH, jurídico e segurança da informação, além de soluções para o braço financeiro da marca.

"A inovação faz parte do DNA da Riachuelo e nosso objetivo é entregar iniciativas alinhadas ao que nosso cliente espera. As parcerias com startups têm o objetivo de ampliar nossas possibilidades e buscar novos talentos para a área, que cresce a cada dia", comenta Carlos Alves, Diretor Executivo de Tecnologia da Riachuelo.

A companhia já vem investindo em inovação em toda a sua dinâmica, incluindo hubs e centros tecnológicos e universitários, assim como parcerias e associações com players estratégicos. Além disso, há diversos novos projetos nas lojas, nas operações físicas e online. Em 2019, foi inaugurado o Espaço RCHLO+, área dedicada para a customização de peças como jaquetas, t-shirts e até bodys infantis em que o cliente pode criar uma estampa e imprimir na hora, além de adicionar patches em seus produtos. A loja também conta com lockers inteligentes para retirada de compras online de forma totalmente autônoma; provadores interativos, que permitem ao cliente checar a disponibilidade de cores e tamanhos dos pedidos, consultar outros modelos e peças pelo e-commerce a ajustar a intensidade da luz do espelho; além de otimizar a experiência de pagamento do consumidor, disponibilizando dispositivos para que as compras sejam pagas através de colaboradores espalhados pela loja, evitando filas.

Para se cadastrarem, as startups devem preencher o formulário no link http://www.riachuelo.com.br/cadastro-de-startups , ou acessar o site da empresa, clicar em "Sobre a Riachuelo" no menu inferior e selecionar "Cadastro de Startups".

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Cinco dicas para adequar sua empresa à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor em agosto deste ano, mas muitas companhias ainda nem começaram o processo

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entra em vigor no Brasil em agosto deste ano, mas muitas empresas ainda nem começaram a implementar os processos de segurança necessários para se enquadrarem na nova regulamentação, o que pode resultar desde multas milionárias, bloqueio parcial e até total das atividades da empresa. Uma pesquisa realizada pela ICTS Protiviti revela que 58,3% das empresas nem iniciaram as ações necessárias para o cumprimento da lei. Além disso, 75% não possuem políticas ou normas de segurança.

“Hoje produzimos dados 24 horas por dia, por meio de aparelhos que carregamos no bolso o tempo todo. A LGPD, portanto, vem para proteger as informações pessoais do cidadão e para gerar uma cultura de segurança e boas práticas nas empresas, em contrapartida à anarquia de dados que vemos hoje, que resultaram em casos como o da Cambridge Analytica”, afirma Carlos Sampaio, gerente de TI do CESAR, um dos principais centros de inovação do Brasil, sediado no Porto Digital, parque tecnológico de Recife.

O uso indevido de dados dos usuários do Facebook nas eleições presidenciais dos Estados Unidos acendeu um alerta global sobre a urgência na implementação de políticas mais rígidas de segurança neste mundo cada vez mais digital.

“O Brasil tem um histórico muito fraco de respeito aos dados dos usuários. Somos uma das nações que mais sofrem ataques cibernéticos do mundo. Segundo o CGI (Comitê Gestor da Internet), recebemos cerca de 7 ataques por semana por empresa”, destaca Sampaio. O mais recente Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial, corrobora com a importância de políticas de segurança da informação mais eficientes nas empresas. De acordo com o levantamento, os ciberataques estão entre os cinco maiores riscos de curto-prazo que as nações devem enfrentar nos próximos anos.

Para fortalecer a segurança dos dados que a sua empresa coleta e administra, adaptando os processos internos e externos à LGPD, Sampaio elenca 5 dicas fundamentais. Confira:

 

1. Crie um comitê de adequação à LGPD

A primeira etapa para realizar qualquer tarefa deve ser sempre traçar uma estratégia. Desta forma, construir um comitê, que será responsável por este processo, é fundamental. É importante que ele seja composto de membros de tecnologia, processos, do jurídico e também de consultores externos.

2. Mapeie todos os seus dados

É essencial saber onde estão armazenados os dados coletados e por onde eles passaram até chegar no servidor, criptografados. A empresa, que coleta os dados dos seus clientes, fornecedores e funcionários, por exemplo, assumirá o papel de “controlador” pela LGPD, independentemente de quem será o “operador” - aquela figura responsável por transformar os dados em informações. “Se o operador fizer mau uso ou perder os dados, a culpa recairá sobre o controlador. Portanto, é extremamente importante mapeá-los e fazer um acompanhamento constante”, pondera Sampaio.

3. Reforce sua política de segurança

Capriche no Termo de Uso dos dados da empresa e torne público aos usuários, sejam eles internos ou externos. Explique quais serão os dados coletados, como eles ficarão armazenados, quem mais terá acesso a eles, por quanto tempo serão retidos e como eles serão destruídos após o uso. Não colete nenhuma informação que não seja extremamente necessária para o negócio. “As empresas acabam coletando muito mais informações do que elas realmente precisam, elevando demais a exposição ao risco”, complementa Sampaio.

4. Crie uma cultura de conscientização

A empresa, que será a “controladora” dos dados, precisa repassar suas normas de segurança para todos os seus funcionários e fornecedores, para que eles estejam em conformidade com os procedimentos. “Investir numa cultura de segurança é fundamental, para que ninguém, do menor ao maior nível hierárquico da empresa, infrinja a LGPD”, afirma o gerente de TI do CESAR.

5. Faça uma auditoria externa

Segundo Sampaio, por mais que os profissionais de TI e segurança da informação estejam a par dos processos, uma auditoria externa e especializada é imprescindível para apurar se os processos estão realmente adequados à LGPD e quais são as possíveis falhas e riscos.

 

 

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