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Retomada da economia deve aquecer emissão de debêntures em 2017

Retomada da economia deve aquecer emissão de debêntures em 2017

Segundo dados da Cetip, em 2016, o estoque de debêntures corporativas fechou em R$ 257,8 bilhões em 2016

As debêntures podem ser beneficiadas e receber novas emissões de títulos em 2017, segundo levantamento realizado pela Concórdia Corretora. A perspectiva positiva ocorre por conta de dois fatores: a  retomada da economia e o aumento do número de concessões para a iniciativa privada, que devem impulsionar novas emissões de papéis desses títulos de renda fixa.

 “O mercado secundário merece ser acompanhado de perto, pois pode apresentar oportunidades de compra e venda, ao longo do ano. Principalmente devido ao movimento de formação da taxa de juros reais de duração mais longa”, destaca o gerente de investimentos da Concórdia Corretora, Mauro Mattes.

 Apesar de não ter a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), as debêntures incentivadas recebem uma classificação de rating de uma agência especializada, que pode orientar o investidor com relação ao risco de crédito do emissor. Uma das vantagens desse tipo de papel é a remuneração. As debentures incentivadas (Lei 12.431 Art.2) pagam IPCA + uma taxa de juros prefixada, o que significa um ganho real (acima da inflação) para o investidor. Além da isenção do imposto de renda para pessoa física tanto no ganho de capital com nos rendimentos distribuídos.

 Segundo o último levantamento feito pela Cetip, o mercado de debêntures teve um incremento de 36 operações em dezembro do ano passado. O setor foi responsável pela captação de R$ 13 bilhões. Desse total, R$ 1,4 bi foi indicado a debêntures de infraestrutura, com destaque para as ofertas de Comgás (R$ 675 milhões) e Celpa (R$ 300 milhões). Em 2016, o estoque de debêntures corporativas fechou em R$ 257,8 bilhões.

 

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