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Carteira digital surge como tendência de meio de pagamento

Érica Lopes, consultora de canais da Vindi Érica Lopes, consultora de canais da Vindi

Tecnologia pode ganhar força se estiver disponível para público desbancarizado, acredita Érica Lopes, da Vindi

A carteira digital surge como uma tendência de meio de pagamento nos próximos anos e poderá até mesmo superar o cartão se estiver disponível para o público não bancarizado.

A avaliação é de Érica Lopes, consultora de canais da Vindi, especializada em gateway de pagamentos. Os fatores que podem contribuir para o avanço da carteira digital são a conveniência, a segurança e a comodidade.

De acordo com a executiva, uma pessoa com celular dotado de carteira digital consegue efetuar a compra de um produto qualquer em um estabelecimento comercial equipado com tecnologia QR Code ou contactless.

O uso da carteira digital proporciona uma nova experiência de compra, enfatiza Érica. “O consumidor não está preocupado apenas com o preço da mercadoria, mas também com a entrega e em não ter que pegar fila”, acrescenta.

A alta taxa de penetração de celulares no Brasil pode ser um importante aliado para a difusão da carteira digital. Por sinal, o dispositivo móvel já vem sendo utilizado em larga escala para realização de transações bancárias, conforme recente pesquisa da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

De acordo com o levantamento,  o número de transações bancárias feitas pelo celular em 2018 cresceu 24% em relação ao ano anterior. Atualmente, de cada dez transações, com ou sem movimentação financeiras, seis são feitas por meios digitais, que inclui celular ou computador.

Por enquanto, o cartão de crédito continua sendo o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, segundo Érica. No segundo lugar do ranking figura o boleto, seguido do cartão de débito e da transferência bancária. “A carteira digital está em último lugar porque ainda não está bem disseminada”, diz.

No mercado desde 2013, a Vindi desenvolveu uma plataforma que facilita operações de pagamentos realizados por diferentes meios de pagamento, incluindo boleto.

De acordo com Érica, a plataforma contém uma ferramenta de billing que auxilia na gestão automatizadas das operações de pagamento. As funcionalidades da plataforma incluem acompanhamento do relatórios de cobrança, verificação se os pagamentos estão em dia e dos meios de pagamentos utilizados.

Com cerca de 4.500 clientes na carteira, abrangendo lojas de comércio eletrônico, empresas da área de educação, seguradoras, academias e entidades (sindicatos e associações), entre outros, a Vindi vem dobrando sua operação a cada ano.

Mas no ano passado a empresa cresceu 79% em relação ao exercício 2017, registrando faturamento de R$ 14 milhões.

Através de sua plataforma foram realizadas 10,3 milhões de transações de pagamentos, que totalizaram R$ 1,8 bilhão. A meta para este ano é faturar R$ 30 milhões.

Para atingir a meta de expansão, Érica diz que a estratégia é ampliar os canais de vendas para disseminar a plataforma Vindi no mercado.

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