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CSU amplia lucro líquido em 45%, somando R$ 10,7 milhões no 3T17

CSU amplia lucro líquido em 45%, somando R$ 10,7 milhões no 3T17

Base de cartões cadastrados na CSU.CardSystem ultrapassou 26 milhões de plásticos, superando seu patamar histórico pelo segundo trimestre consecutivo

A CSU, empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, ampliou seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2017 (3T17) em 44,6%, passando de R$ 7,4 milhões para R$ 10,7 milhões, na comparação com o mesmo período de 2016 (3T16). O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 26,2 milhões no 3T17, valor 21,7% maior que o registrado no 3T16.

Ainda no 3T17, a receita bruta da companhia foi de R$ 136,3 milhões, 10,0% superior ao 3T16. Já a receita líquida somou R$ 122,6 milhões, com alta de 9,2% em um ano.

Ricardo Ribeiro Leite, CFO da companhia, aponta a evolução dos indicadores financeiros como resultado da estratégia de diversificação da prestação de serviços, por meio de divisões de negócios distintas e sinérgicas, atrelada à conquista de novos clientes e investimentos em tecnologia e inovação.

"Optamos por investir em soluções diferenciadas, como a nossa plataforma CSU.Digital, voltada ao mercado brasileiro de cartões, oferecendo a melhor experiência para os clientes por meio de uma plataforma única, totalmente modular, para satisfazer as estratégias dos emissores. O projeto foi desenvolvido para instituições financeiras de todos os portes que tenham como meta o fornecimento de produtos e soluções que atendam às necessidades da geração digital. Já na CSU Contact, ofertamos cada vez mais produtos que envolvam a robotização e serviços de maior complexidade para um atendimento diferenciado aos nossos clientes", conclui o executivo.

Entre os destaques operacionais, estão a CardSystem, divisão de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, e a MarketSystem, voltada a soluções para marketing de relacionamento e programas de fidelidade, responsável pela plataforma OPTe+.

Na CardSystem, a base de cartões cadastrados chegou a 26,1 milhões, ao fim do 3T17, o que representa um crescimento de 11,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, maior patamar histórico da companhia.

Já na MarketSystem, o OPTe+ também apresentou recorde no volume de resgates. O volume financeiro transacional do 3T17 foi de R$ 50,6 milhões, o maior já registrado pela Divisão e que significa um aumento de 22,3% em doze meses. O resultado é atribuído aos esforços dos patrocinadores de programas de fidelidade e das empresas coalizadoras em fomentar maiores volumes de resgates, à maior geração de pontos pelos programas com a retomada do consumo na economia, à ampliação da oferta de produtos para compra e resgate na plataforma com a implantação de novos parceiros comerciais, além de novo cliente conquistado em 2016.

Firmar parcerias importantes também faz parte da estratégia adotada pela Divisão especializada em infraestrutura de TI e serviços de gestão e terceirização de data center. A CSU ITS anunciou parcerias com players de Nuvem Pública como IBM Bluemix, Windows Azure e Oracle Cloud Platform, alinhando a oferta de cloud computing às demandas do mercado, associando as vantagens estratégicas geradas exclusivamente por um ambiente privado às condições de eficiência de custo - viabilizado por uma infraestrutura pública.

Na CSU.Contact, Unidade voltada a serviços de atendimento ao cliente, cobrança, back office e televendas, o foco continua em operações de alta complexidade. Para isso, a companhia investe em automação, robotização e meios digitais de atendimento. A unidade encerrou o 3T17 com uma média de 2.115 posições de atendimento (PA´s) faturadas, crescimento de 0,3% na comparação com o 2T17.

Para a Diretora de Relações com Investidores da CSU, Renata Oliva, a valorização das ações da companhia é consequência dos resultados que vêm sendo apresentados a cada trimestre. "Quando analisamos os resultados entregues nestes nove primeiros meses do ano frente o mesmo período de 2016, os crescimentos apresentados comprovam a capacidade da companhia em mitigar os efeitos negativos intrínsecos a términos de contratos, comum no mercado B2B, através da readequação de suas operações, diversificação dos seus negócios, conquista de novos clientes aliadas a um estrito controle de custos e despesas", comenta a executiva.

Ao fim do terceiro trimestre deste ano, as ações da CSU (CARD3) encerraram o pregão cotadas em R$ 10,95 por ação, um retorno de 153,9% em doze meses (ajustado por proventos), enquanto o Ibovespa e o Índice Small Cap registraram no mesmo período altas de 27,3% e 41,1%, respectivamente.

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