Negócios - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Thu, 17 Jan 2019 17:05:54 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Fusões e aquisições diminuem 8% em março, aponta PwC http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6323-fusoes-e-aquisicoes-diminuem-8-em-marco-aponta-pwc http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6323-fusoes-e-aquisicoes-diminuem-8-em-marco-aponta-pwc Fusões e aquisições diminuem 8% em março, aponta PwC

Já no acumulado do ano, volume é 2% maior na comparação com o primeiro trimestre de 2017

O primeiro trimestre de 2018 registrou um leve crescimento (2%) nas fusões e aquisições no Brasil. No período, foram anunciadas 153 transações, contra 150 negócios confirmados nos primeiros três meses de 2017. Já para o mês de março, no entanto, o resultado é negativo, com 56 transações confirmadas, uma redução de 8% na comparação com março do ano anterior. As informações constam no relatório mensal de fusões e aquisições da PwC Brasil.

De acordo com o documento, apesar da retração de março, as expectativas continuam positivas para a recuperação da economia em 2018. O setor de tecnologia da informação continua na liderança dos investimentos, com 24% do total transacionado nesse ano, acumulando 37 negócios anunciados. Em relação ao primeiro trimestre de 2017, o setor tem um crescimento 28% nos negócios.

Juntos, os setores de tecnologia da informação, serviços auxiliares, financeiro, serviços públicos e químico respondem por 56% dos negócios consolidados em 2018.

 No acumulado do ano, a região Sudeste registrou 73% dos negócios (122 transações). Na comparação com 2017, o crescimento é de 4%. No mês de março, a região concentrou 40 negócios, redução de 7% em relação a março de 2017.

O estado de São Paulo contabilizou 57% das transações anunciadas entre janeiro e março, com 87 negócios confirmados. Desse montante, 66 negócios foram anunciados na capital e 21 no interior.

O Sul do país registrou 12% do total negociado no trimestre e 13% das transações de março. O Centro-Oeste acumula 4% do volume transacionado entre janeiro e março, seguido do Nordeste com 3% e da região Norte, com 2% dos negócios. 

Capital nacional x estrangeiro

Com 62% de participação nas transações anunciadas no primeiro trimestre de 2018, os investidores nacionais somam um total de 88 negociações. Um acréscimo de 16% na comparação com o mesmo trimestre de 2017 (76 negócios).

Já os investidores estrangeiros registraram 54 negócios no período, um decréscimo de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior (62 negócios). Os Estados Unidos, a Alemanha e a França foram responsáveis por 49% das negociações envolvendo capital estrangeiro.

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Negócios Thu, 26 Apr 2018 00:00:00 +0000
Número de operações de fusões e aquisições cresce pelo terceiro ano consecutivo http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6287-numero-de-operacoes-de-fusoes-e-aquisicoes-cresce-pelo-terceiro-ano-consecutivo http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6287-numero-de-operacoes-de-fusoes-e-aquisicoes-cresce-pelo-terceiro-ano-consecutivo Número de operações de fusões e aquisições cresce pelo terceiro ano consecutivo

Levantamento da Anbima mostra que negócios somaram R$ 138,4 bilhões em 2017. A maior parte das transações anunciadas envolveu a compra de empresas brasileiras por estrangeiras.

Em 2017, os anúncios de fusões e aquisições, ofertas públicas de aquisições de ações (OPAs) e reestruturações societárias avançaram pelo terceiro ano consecutivo, atingindo 143 operações. De acordo com boletim da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as transações somaram R$ 138,4 bilhões, com recuo de 22,8% em relação ao ano anterior, quando foram apurados R$ 179,21 bilhões.

"Acompanhamos nos últimos anos uma retomada consistente no número de operações, o que demonstra que o cenário está aquecido para as movimentações das empresas. É importante atentar que a maior parte dos negócios de 2017 levantou volumes abaixo dos R$ 500 milhões, sendo que apenas um ultrapassou a marca de R$ 10 bilhões", afirma Dimas Megna, coordenador do Subcomitê de Fusões e Aquisições da Anbima. "As oportunidades são os fatores preponderantes nesse mercado", completa.

Em 2017, pelo quarto ano consecutivo, a maior parte das operações anunciadas envolveu a compra de empresas brasileiras por estrangeiras. As transações movimentaram R$ 63,6 bilhões e responderam por 46% do volume do ano. As companhias europeias se destacaram, com 51% de participação, impactadas pelos dois maiores negócios do ano passado, da Eldorado Brasil Celulose com a Paper Excellence (da Holanda), e da Petrobras (Campo Roncador) com a Statoil (da Noruega). Na sequência, o segundo maior volume de 2017 envolveu transações entre empresas brasileiras, com 37,5%, percentual acima da média dos últimos cinco anos, de 29,4%.

Em linha com os anos anteriores, a maior parte das operações de 2017 teve como finalidade a aquisição de controle de companhias, com participação de 80,2%. As fusões e aquisições destinadas à compra de participação minoritária e à incorporação responderam por, respectivamente, 10,4% e 9,4%.

Entre os setores que lideraram os anúncios de fusões e aquisições em 2017, destaque para energia elétrica, com volume de R$ 24,58 bilhões, representando 17,8% do total, em 17 operações. Dois negócios do segmento de papel e celulose movimentaram R$ 15,31 bilhões, o segundo maior montante (11,1%). As empresas financeiras, de alimentos e bebidas, de indústria e comércio e de petróleo e gás aparecem em seguida, com volumes e participações similares: R$ 13,72 bilhões (9,9%), R$ 12,95 bilhões (9,4%), R$ 12,21 bilhões (8,8%) e R$ 11,91 (8,6%), respectivamente.

Além da compra de participação da Eldorado Brasil Celulose pela Paper Excellence, no valor de R$ 15 bilhões, e da venda do Campo Roncador, pela Petrobras, para a Statoil, que totalizou R$ 9,5 bilhões, o ano de 2017 foi marcado ainda pela reestruturação da Vale, que movimentou R$ 7,4 bilhões. Entre as principais operações, também estão a compra da participação minoritária da XP pelo Itaú Unibanco, por R$ 6,3 bilhões, e a incorporação da Elektro pela Neoenergia, por R$ 6 bilhões.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

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Negócios Thu, 08 Mar 2018 00:00:00 +0000
Fusões e aquisições crescem no Brasil, movimentando US$ 48,9 bi em 2017 http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6228-fusoes-e-aquisicoes-crescem-no-brasil-girando-us-489-bi-em-2017 http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6228-fusoes-e-aquisicoes-crescem-no-brasil-girando-us-489-bi-em-2017 Fusões e aquisições crescem no Brasil, movimentando US$ 48,9 bi em 2017

Conforme relatório da PwC, houve 643 transações no ano passado, alta de 8% em relação a 2016. As iniciativas nacionais superaram as estrangeiras, com 58% de participação, totalizando 350 negócios.

O mercado de fusões e aquisições no Brasil movimentou US$ 48,9 bilhões em 2017, com 643 transações efetuadas. O volume de negócios é 8% maior que o acumulado entre janeiro e dezembro de 2016, quando foram registradas 597 transações com valor total de US$ 37,6 bilhões.

Apenas no mês de dezembro, 68 negócios foram anunciados no país, um crescimento de 24% em relação a dezembro do ano anterior, mês que registrou 55 transações. As informações constam do relatório anual de fusões e aquisições da PwC Brasil.

Com 58% de participação nas transações anunciadas em 2017, os investimentos de origem nacional estiveram à frente dos investimentos de origem estrangeira, com um total de 350 negociações, crescimento de 17% na comparação com 2016, quando foram realizadas 300 transações.

O volume de investimento estrangeiro apresentou queda de 2% em 2017, com 251 transações, contra 255 negócios em 2016. Os EUA, a França e o Reino Unido foram responsáveis por 44% do total de transações, com 28%, 10% 6% do volume total de capital estrangeiro, respectivamente.

TI confirma liderança

O setor de tecnologia da informação foi o preferido dos investidores no último ano, com 21% do total transacionado. Foram realizados 132 negócios, contra 104 transações em 2016. Crescimento de 21% no volume total.

Com 9% do mercado em 2017, o setor de Serviços Auxiliares registrou 57 transações no acumulado do ano, número 23% menor que o observado em 2016, quando 74 negociações foram confirmadas. Também com 9% do volume total de negócios, o setor de Serviços Públicos cresceu 84% em relação ao último ano, quando 31 transações foram confirmadas.

A maior parte dos negócios foram realizados no Sudeste, com 440 transações. Em 2016, 380 transações foram confirmadas na região. O Estado de São Paulo liderou os negócios, com 52% do volume regional. Destes, 267 transações aconteceram na capital e 70 no interior.

A região Sul registrou 14% dos negócios, o Centro-Oeste 3%, o Nordeste 7% e a região Norte 1%.

As aquisições de controle majoritário foram a principal modalidade de negócios em 2017, com 385 transações, ante 352 de acordos registrados em 2016. As compras aparecem na segunda posição com 216 transações, seguida pelas fusões com 20 negócios anunciados, 16 incorporações e 6 joint-ventures formadas em 2017.

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Negócios Thu, 18 Jan 2018 00:00:00 +0000
GFT adquire a espanhola Mecanización e expande operação http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6061-gft-adquire-a-espanhola-mecanizacion-e-expande-operacao http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/6061-gft-adquire-a-espanhola-mecanizacion-e-expande-operacao Marika Lulay, CEO da GFT

Aquisição possibilitará impulsionar o desenvolvimento de soluções de TI para a área de crédito imobiliário dos bancos

A GFT, companhia global de Tecnologia da Informação especializado em Digital para o setor financeiro, por meio da sua unidade espanhola, anuncia a aquisição da empresa de TI denominada Mecanización de Empresas S.A. A compra irá expandir a atuação da GFT Espanha, somando mais 75 profissionais à sua equipe de mais de 2 mil colaboradores. Ambas as partes concordaram em não divulgar o preço de aquisição.

“Essa aquisição nos permitirá impulsionar o desenvolvimento de soluções de TI para a área de crédito imobiliário dos bancos, além de ser um excelente reforço que apoia nossa estratégia de crescimento na Espanha”, explica Marika Lulay, CEO da GFT. 

Fundada em 1973 na cidade de Alicante e especializada em fornecer serviços de desenvolvimento e manutenção de software para o setor imobiliário, a Mecanización de Empresas gerou uma receita de 4,2 milhões de euros em 2016 e operou sob a marca Mecemsa até a data de aquisição.

Atualmente, a GFT Espanha conta com uma equipe de mais de dois mil profissionais trabalhando em projetos de transformação digital para o setor de serviços bancários e de seguros em todo o mundo a partir de suas unidades em Alicante, Sant Cugat (Barcelona), Lleida, Madrid, Valência e Zaragoza. 

“A aquisição da Mecanización de Empresas nos ajuda a consolidar o crescimento da unidade de Alicante na Espanha, bem como nos posiciona com experiência e know-how em projetos de transformação digital para a área de crédito imobiliário”, finaliza Marco Alexandre Santos, managing director da GFT América Latina.

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Negócios Tue, 17 Oct 2017 00:00:00 +0000
Fusões e aquisições movimentam R$ 32,7 bilhões no primeiro semestre http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5889-fusoes-e-aquisicoes-movimentam-r-327-bilhoes-no-primeiro-semestre http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5889-fusoes-e-aquisicoes-movimentam-r-327-bilhoes-no-primeiro-semestre Fusões e aquisições movimentam R$ 32,7 bilhões no primeiro semestre

Segundo a Anbima, resultado representa recuo de 46,8% frente ao mesmo período de 2016

Os anúncios de fusões e aquisições, ofertas públicas de aquisições de ações (OPAs) e reestruturações societárias somaram R$ 32,7 bilhões no primeiro semestre deste ano. O resultado, divulgado hoje pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), representa recuo de 46,8% em relação ao volume atingido no mesmo período de 2016. A queda também foi verificada no número de operações: foram 44 até junho de 2017, quantidade 25,5% abaixo dos primeiros seis meses do ano passado (onde a soma foi de 59).

“Nossas estatísticas mostram que o segundo semestre é, historicamente, mais aquecido. Já temos, inclusive, operações anunciadas e outras em andamento que devem contribuir para essa tendência em 2017”, afirma Dimas Megna, coordenador do Subcomitê de Fusões e Aquisições da Anbima. Mais da metade (55,7%) dos negócios realizados no período teve como finalidade a aquisição de controle e movimentou R$ 18,22 bilhões. As atividades de incorporação registraram volume de R$ 12,05 bilhões, enquanto as de compra de participação minoritária chegaram a R$ 2,43 bilhões.

O semestre concentrou transações entre empresas nacionais: essas operações representaram 38,1% do total e levantaram R$ 12,5 bilhões. As transações de empresas estrangeiras comprando de empresas brasileiras se mantiveram em patamar elevado, com volume de R$ 8,3 bilhões (25,5%). Destaque para as participações das empresas asiáticas, europeias e norte-americanas, responsáveis por 50,5%, 27,6% e 21,9% das aquisições, respectivamente.

Entre as operações do semestre que tiveram maior volume estão a incorporação da Valepar pela Vale, que movimentou R$ 7,4 bilhões, a venda da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) pela ThyssenKrupp para a Ternium, com volume de R$ 4,6 bilhões, e a compra da Brasil Kirin pela Heineken, de quase R$ 4 bilhões. Apenas 15,9% das operações do período, contudo, foram superiores a R$ 1 bilhão. A maior parte dos anúncios do semestre (43,2%) foi concentrada em transações com volume inferior a R$ 100 milhões.

Quanto aos setores que lideraram os anúncios de fusões e aquisições no primeiro semestre de 2017, destaque para mineração, com 22,5% do volume total, seguido pelos segmentos de alimentos e bebidas (19%) e de metalurgia e siderurgia (16,9%). As empresas de assistência médica e produtos farmacêuticos registraram o maior número de negócios: 20,5% das operações do período.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

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Negócios Thu, 17 Aug 2017 00:00:00 +0000
Embraer aposta no modelo KC390 para atividade comercial http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5804-embraer-aposta-no-modelo-kc390-para-atividade-comercial http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5804-embraer-aposta-no-modelo-kc390-para-atividade-comercial Embraer aposta no modelo KC390 para atividade comercial

Durante evento em Paris, companhia firma compromissos de venda e direitos de compra

Para os dois próximos trimestres do ano, a Embraer aposta na capacidade comercial do KC390, um dos destaques da companhia durante o Paris Air Show, evento acontecido no último julho, e que contou com delegações de todo o mundo. No evento, a Embraer fez a estreia das aeronaves E195, E2, KC390 e Legacy 450, e ainda firmou 51 compromissos de venda, que representam 18 pedidos confirmados e 33 direitos de compra.

O KC390 e o E195 e tiveram exposições estática e em voo. “No Paris Air Show, mais de 60 delegações visitaram os aviões buscando informações, o que demonstra esse interesse. Fizemos um tour em várias localidades na Europa, Ásia e Oriente Médio. Temos uma expectativa de avançar nisso”, disse José Antonio de Almeida Filippo, CFO da Embraer.

De acordo com ele, um mercado de 2.700 aviões dá sinais de reposição da frota mais antiga: “Isso vai depender da criação de novas atividades que os países venham a desenvolver”. Para a Embraer, há um potencial market share a ser capturado. “Acreditamos que o KC390 tenha uma capacidade comercial importante. Terminamos a certificação no final desse ano. No ano que vem, começa a parte de produção e, em seguida, a comercialização”, acrescentou.

Sobre o anúncio pelo governo português da compra do K390 recentemente, a Embraer disse estar satisfeita com as negociações entabuladas. A empresa em Portugal tem 90 dias para negociar o contrato em si. “Esperamos começar a negociar com mais efetividade. Temos um mercado importante. A aeronave traz muitas novidades em termos de sofisticação e tecnologia, própria para missões de governo e atividades específicas”, comenta Filippo.

Aviação comercial e executiva

No segundo trimestre, entregaram 35 ejets, alta de 35% em relação em relação ao segundo trimestre de 2016. No ano, foram 52 entregas. Além disso, a campanha de certificação do E2 avança com cinco protótipos, e está alcançando mil horas de voo, com cerca de 3 mil horas de teste em solo.

No total, foi feita a entrega de 27 aeronaves leves e 12 grandes pela Embraer. A estimativa para 2017 é de 105 a 125 aeronaves, sendo de 70 a 80 leves e 35 a 45 grandes. Outro marco foi o primeiro voo do Legacy 500, que é montado em Hamburgo. Dentro da atividade comercial, os principais destaques foram a venda de três Legacy 650E para a Air Hamburg, da Alemanha, que se tornou cliente lançador dessa aeronave, e o avanço das entregas do Phenom 100 EV para mercados como Brasil e México. Por sua vez, o programa de certificação do KC360 está avançando com dois protótipos, excedendo a marca das 1.200 horas.

Destaque para o lançamento com sucesso do satélite brasileiro, que aconteceu em maio, e a entrega dos últimos seis A27 Super Tucano para a força áerea dos Estados Unidos, operados pelo Líbano.

Resultados financeiros

Em termos de resultado, Filippo ressaltou que é bom lembrar da sazonalidade da aviação executiva, com concentração no último trimestre do ano. Há a necessidade das despesas fixas para atender ao negócio fixo da companhia.

A carteira de pedidos firmes (backlog) atingiu US$ 18,5 bilhões no final do segundo trimestre, o que demonstra o avanço da aviação comercial. Na aviação executiva, o mercado está ainda sob pressão. Em conferência com analistas, a Embraer afirma não esperar deterioração em preço de aeronaves. A expectativa é de um próximo trimestre mais ativo, com resultados melhores.

Em comparação ao mesmo período do ano anterior, a receita líquida teve crescimento de 19% e atingiu R$ 5,696 bilhões no 2T17, com crescimento significativo nos três segmentos de negócio.

Durante o 2T17, a Embraer gerou R$ 739,9 milhões de fluxo de caixa livre ajustado, que no 1S17 foi de R$ 92,6 milhões. A posição de dívida líquida da companhia diminuiu para R$ 2,188 bilhões no final do 2T17, em comparação aos R$ 2,553 bilhões do final do 1T17.

Em termos de corte de despesas, explicou Filippo, existe um nível que tem que ser mantido por conta da atividade da companhia. A meta de redução de gastos é de US$ 200 milhões. O PDV contou com desdobramentos até o primeiro trimestre do ano. “Foi preciso negociar um prazo maior para as pessoas migrarem. Houve redução de despesas com viagens”, especificou.


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Negócios Fri, 28 Jul 2017 00:00:00 +0000
Setor de franquias gera mais de 128 mil vagas de empregos diretos http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5772-setor-de-franquias-gera-mais-de-128-mil-vagas-de-empregos-diretos http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5772-setor-de-franquias-gera-mais-de-128-mil-vagas-de-empregos-diretos Setor de franquias gera mais de 128 mil vagas de empregos diretos

Segmento é um dos responsáveis por reaver os empregos perdidos durante a crise econômica brasileira

Historicamente, o setor de franquias sempre cresceu acima do PIB nacional e, em 2016, no auge da crise econômica, não foi diferente. Durante o ano passado o segmento gerou mais de 128 mil novas vagas de empregos diretos, isso por conta do baixo investimento que o setor necessita para gerar uma vaga de trabalho formal. “Enquanto na indústria são necessários quase R$ 140 mil reais para gerar apenas um posto de trabalho, no varejo esse número cai para menos de R$ 20 mil reais por cada vaga”, explica Pedro Almeida, diretor da Franchise Solutions, empresa de consultoria especializada em franquias.

Segundo o executivo, isso representa uma redução de 86% de investimento por vaga de trabalho gerada, ou seja, uma franquia com investimento médio de R$ 150 mil reais, gera, em média, de 5 a 7 postos de trabalho diretos, e outros indiretos, já que serão necessários investimentos em reforma e construção da unidade franqueada, além de serviços de contabilidade, fornecedores e prestadores de serviços.

“O segmento de franquias é cada vez mais importante para o mercado de trabalho. Além disso, é uma oportunidade de transformar a perda do emprego em uma oportunidade de ser dono do próprio negócio”, comenta Almeida. “Houve uma migração de profissionais que repentinamente foram demitidos e viram nisso uma oportunidade de transformar a perda do emprego em um processo de mudança. Usaram a rescisão contratual para adquirir uma franquia e consequentemente, geraram novos postos de trabalho”, diz.

Obviamente nem todos os desempregados possuem reserva financeira proveniente da rescisão contratual para comprar uma franquia e foi pensando nisso que algumas franqueadoras criaram novos formatos de franquias, a fim de diminuir o investimento e conquistar novos negócios como fez NYS Collection Eyewear, rede americana especializada em óculos, que agora, além do modelo de quiosque, também oferece aos interessados em abrir um próprio negócio a opção home-based, com investimento reduzido de R$ 15 mil reais.

Outra empresa que apostou nesse formato foi a Revista Território Feminino, uma rede paranaense que aposta em venda de anúncios para empresários e colunistas sociais das regiões onde possuem franqueados. Criada há um ano como uma incubadora de negócios, a rede de franquias virou referência para os paranaenses de Umuarama. O valor de investimento é de R$ 65 mil reais.

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Negócios Wed, 26 Jul 2017 00:00:00 +0000
Kodak Alaris finaliza reestruturação financeira http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5715-kodak-alaris-finaliza-reestruturacao-financeira http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5715-kodak-alaris-finaliza-reestruturacao-financeira Marc Jourlait, CEO da Kodak Alaris

Empresa reduz endividamento e busca criar capacidade adicional para investimentos

A Kodak Alaris anuncia a conquista de três marcos importantes que deverão transformar a empresa. Um dos destaques é a reestruturação do seu balanço patrimonial que reduziu substancialmente a dívida, além de criar capacidade adicional para investimento na empresa.

A renegociação da sua linha de crédito com o HSBC resultou na ampliação dos recursos para meados de 2020 e melhorias dos termos e condições. Com os contratos de despojamento de ativos não essenciais com a venda da fábrica em Harrow, no Reino Unido, a empresa liberou caixa substancial para investimentos futuros. 

"Esta transformação financeira nos dá a certeza de que podemos entregar valor para os nossos interessados com a ampliação da nossa base sólida da Kodak Alaris”, disse Marc Jourlait, CEO da Kodak Alaris. 

"Estamos contentíssimos com a conclusão desses programas que fortalecem substancialmente o nosso balanço patrimonial", adicionou Mark Alflatt, diretor financeiro da Kodak Alaris. "Teremos capacidade financeira para dar suporte aos nossos negócios atuais. As medidas vão acelerar o plano estratégico com a entrega de melhores produtos e serviços para os nossos clientes", observou. 

A companhia trabalhou junto à sua acionista, Kodak Pension Plan, para reduzir a dívida em US$ 575 milhões com um acordo que transmite uma forte confiança por parte dos proprietários. As medidas contribuirão para dar suporte ao crescimento futuro, além de melhorar o fluxo de caixa do grupo nos próximos anos e reduzir a dívida total para aproximadamente 2x o EBITDA. 

Ao estender a linha de crédito para junho de 2020 com o HSBC, a medida fortalece ainda mais o relacionamento importante com os principais interessados e demonstra um voto de confiança na empresa. A joint-venture para fabricar uma parte das operações de acabamento em papel negativo colorido marca uma etapa importante na transformação da empresa, ao reposicionar seu portfólio. Com a operação, o capital será reinvestido em nova tecnologias e aumento da capacidade para fortalecer o balanço patrimonial da Kodak Alaris.

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Negócios Mon, 17 Jul 2017 00:00:00 +0000
Fusões e aquisições no Brasil crescem 7% em maio http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5607-fusoes-e-aquisicoes-no-brasil-crescem-7-em-maio http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5607-fusoes-e-aquisicoes-no-brasil-crescem-7-em-maio Fusões e aquisições no Brasil crescem 7% em maio

O Estado de São Paulo lidera 55% das transações realizadas, com 133 transações

O mês de maio apresentou crescimento no número de fusões e aquisições no Brasil, se confrontado com o mesmo período do ano passado. Foram 44 transações, ante 41 em 2016 – um número 7% maior. Destas 44 transações, 34 foram anunciadas na região Sudeste. O Estado de São Paulo lidera 55% das transações realizadas, com 133 transações.

Tecnologia da Informação (TI) segue liderando as operações. Com 50 transações, o setor representa 21% dos investimentos realizados em maio – um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. Em segundo lugar aparecem os serviços auxiliares (26 transações), cujo crescimento é de 8% em relação ao ano passado (maio 2016 – 24 transações). Os serviços públicos aparecem na terceira posição, com 22 transações.

Os investimentos realizados no Brasil representaram 55% de participação nas negociações e os investimentos de origem estrangeira somaram 124 negociações (crescimento de 4% quando comparado ao mesmo período de 2016 - 119 transações).

Com 100 transações realizadas até maio, os investidores estrangeiros tiveram uma redução de 8% nas participações em relação ao mesmo período de 2016 (108 negociações).

Até maio foram anunciadas 88 compras de participação minoritária, volume 6% superior ao mesmo período de 2016. Aquisições de controle continuam sendo a modalidade com mais negociações. Estados Unidos, França e Alemanha foram responsáveis por 47% do total de transações envolvendo capital estrangeiro.

 

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Negócios Wed, 28 Jun 2017 00:00:00 +0000
Fusões e aquisições têm ligeira queda no primeiro trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5493-fusoes-e-aquisicoes-tem-ligeira-queda-no-primeiro-trimestre http://executivosfinanceiros.com.br/negocios/5493-fusoes-e-aquisicoes-tem-ligeira-queda-no-primeiro-trimestre Fusões e aquisições têm ligeira queda no primeiro trimestre

As operações CB1 (empresa de capital estrangeiro adquirindo capital de empresa brasileira) de 2017 apresentaram um recuo de 16% em relação a 2016, passando de 81 para 68

O número de fusões e aquisições realizadas no primeiro trimestre deste ano apresentou uma ligeira queda em comparação com o mesmo período do ano passado.  Nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2017 foram concretizadas 201 operações enquanto que, em 2016, foram 210, uma queda de 4,28%. O estudo apontou ainda que as operações CB1 (empresa de capital estrangeiro adquirindo capital de empresa brasileira) de 2017 apresentaram um recuo de 16% em relação a 2016, passando de 81 para 68. Os dados constam na pesquisa de fusões e aquisições realizada, trimestralmente, pela KPMG com 43 setores da economia brasileira.

Das 201 operações realizadas este ano, as transações domésticas foram as que prevaleceram (86), seguida por CB1 (68). Os cinco setores que mais se destacaram em 2017 foram tecnologia da informação com 23; alimentos, bebidas e tabaco com 15; companhias prestadoras de serviço com 11, instituições de ensino e instituições financeiras com 7 cada uma.

Tomando-se como base o último trimestre de 2016, o cenário é de estabilidade uma vez que naquele trimestre foram observadas 203 transações, com destaque para 84 transações domésticas e 71 CB1.

“Por enquanto, os números apontam um cenário muito parecido com o do ano passado quando as operações que mais se destacaram foram as domésticas e as CB1. Os tipos de negociações realizadas ainda indicam o interesse dos brasileiros e dos estrangeiros em adquirir empresas no país, apesar da queda do interesse dos estrangeiros em relação ao ano passado”, analisa o sócio da KPMG, Luis Motta.

 

 

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Negócios Thu, 08 Jun 2017 00:00:00 +0000