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Malware infectou 40% das empresas da AL no ano passado

Malware infectou 40% das empresas da AL no ano passado

A engenharia social e a exploração de vulnerabilidades foram os principais vetores dos ataques, diz estudo

Um levantamento da Eset, especializada no desenvolvimento de soluções de segurança, revela que 40% de empresas da América Latina pesquisadas sofreram uma infecção por código malicioso durante o ano passado.

O Eset Securitu Report (ESR) reuniu informações de mais de 3 mil executivos, técnicos e gerentes de mais de dez tipos de indústrias da região.

O estudo traz uma visão geral do estado de segurança nas empresas latino-americanas. A análise é composta por diferentes tipos de ameaças detalhados, os vetores de infecção mais comuns sofridos pelas empresas, que tipos de controles e soluções de segurança são os mais implementados e uma análise do status situação da segurança da informação na América Latina.

A engenharia social e a exploração de vulnerabilidades continuaram a ser os principais vetores de infecção quando se tratava de comprometer os serviços de uma empresa.

Embora existam diferentes tipos de ações maliciosas que um cibercriminoso pode executar para comprometer os sistemas de uma organização – e a continuidade dos negócios –, os dados do Eset Security Report 2019 mostram que apenas 28% das empresas latino-americanas organizam suas informações.

O número de casos de ransomware diminuiu 10% em relação à edição anterior da ESR. No Brasil, em 2019, até agora foram identificados 173 tipos de variantes diferentes de ransomware.

A infecção por mineradores de criptomoeda se consolidou. Em vários países da região, inclusive, as detecções de mineiros durante os primeiros meses de 2019 são iguais e até excedem os números para todo o ano de 2017.

Apesar do alto número de infecções, apenas 50% das organizações mencionaram ter medidas básicas de segurança para proteger seus ativos, como usar antivírus, fazer backup e adotar firewall.

Outras medidas  medidas de segurança, como a implementação do duplo fator de autenticação para complementar a proteção, são consideradas por apenas 13% das empresas, enquanto 64% consideram que o orçamento para segurança é insuficiente.

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