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CIOs têm papel estratégico na inovação e na busca pela eficiência

Joaquim Silveira, diretor de Vendas da HP Brasil para a Indústria Financeira Joaquim Silveira, diretor de Vendas da HP Brasil para a Indústria Financeira

Períodos de dificuldades geram grandes oportunidades para as áreas de TI

De maneira crescente, os objetivos de aprimorar a eficiência, conter custos e otimizar os recursos disponíveis seguem desafiando o conjunto das organizações e, em particular, o segmento financeiro. Em um cenário econômico adverso, de marcada retração dos negócios, como o vivido presentemente pelo mundo corporativo, aqueles objetivos inescapavelmente adquirem um sentido de urgência ainda maior.

A Tecnologia da Informação, não resta dúvida, tem papel primordial neste esforço geral de se fazer mais com menos. Assim, para exatamente discutir possíveis alternativas e saídas, o portal da Executivos Financeiros convidou consultorias e fornecedores de soluções e serviços de TI a analisarem – por meio de artigos exclusivos – o atual momento do mercado e as demandas mais sentidas pelas organizações.

A partir daí, os convidados foram instados, com base em suas expertises e competências, a propor estratégias que apontem para o enfrentamento das vicissitudes econômicas em curso e, ao mesmo tempo, para o incremento da competitividade e da geração de valor para os negócios.

Iniciamos esta série com o artigo, mais abaixo, de Joaquim Silveira, diretor de Vendas da HP Brasil para a Indústria Financeira, que lidera a oferta de serviços dedicados a bancos, seguradoras e demais empresas do segmento financeiro do País.

Reduzir custos, inovar e buscar diferenciação: eternos desafios dos CIOs

A constatação é óbvia e inegável: diante do atual cenário macroeconômico desafiador, as empresas sentem-se obrigadas a reduzir custos de suas operações, mas sem perder a eficiência. Mais que isso. Com a pressão cada vez maior, os CIOs precisam ainda encontrar novas alternativas de crescimento e diferenciação, o que faz de períodos de dificuldades uma grande oportunidade para as áreas de tecnologia. Afinal, ninguém melhor capacitado para otimizar os recursos, garantindo desempenho e crescimento sustentável. 

Diante de um quadro como o descrito acima, que vem sendo vivido por líderes de TI de empresas de todas as áreas de atuação, o melhor a fazer é planejar cada etapa. O primeiro passo é identificar no ambiente tecnológico o que está desatualizado e gerando custos extras para a organização. Geralmente, estruturas antigas demandam mais gastos devido à necessidade de manutenção e segurança, muitas vezes banalizada pela maioria das empresas, mas de extrema importância. A correção de vulnerabilidades no sistema e a perda de dinheiro gerada por elas podem ser evitadas com um simples processo de prevenção e atualização. 

Na hora do planejamento, a prioridade deve ser o investimento visando a redução de custos. O setor financeiro, reconhecidamente agressivo nos investimentos em tecnologia, também vem se adaptando a esta nova realidade e está mais atento a atualizações que podem trazer novas oportunidades de negócio. Um exemplo é o amplamente divulgado investimento de R$ 3,3 bilhões realizado pelo Itaú Unibanco em um novo centro tecnológico, projetado para aumentar em 25 vezes sua capacidade instalada, além de oferecer melhora de agilidade e disponibilidade na operação. 

É claro que não é viável a qualquer organização um investimento desse porte, mesmo com a intenção de reduzir custos futuros. Por isso, a aderência a novas tecnologias e soluções também deve ser considerada. Podemos tomar como exemplo um projeto recente da HP em parceria com a Oceana Offshore, que se baseou na migração de dados de uma plataforma tradicional HP UX para a arquitetura de nuvem privada HP em Linux. Após a conclusão da migração, foi observada uma redução de custo de 30% em comparação ao processo tradicional anterior. Além disso, a migração para nuvem permite sincronização de conteúdo em vários dispositivos, crescimento de aplicações e maior acesso à mobilidade. 

Outra vertente a ser considerada é usar soluções já existentes e que podem ser colocadas para desempenhar funções pouco exploradas. O Big Data pode ser um aliado sendo utilizado, por exemplo, para avaliar um backup. Muitas empresas têm o costume de armazenar os dados durante anos e anos, mesmo aqueles que podem não ser mais necessários, elevando seus gastos com armazenamento. 

Se o CIO não tem o costume de fazer avaliações periódicas dos dados para manter em backup apenas o necessário, as soluções de Big Data podem ajudar ao apontar o que deve ser mantido e o que pode ser eliminado. Projetos executados pela HP mostram que a utilização de analytics pode resultar em uma redução de 30% a 40% nos gastos. Além disso, o Big Data pode ser utilizado com a finalidade de economizar em diversos setores da empresa, como marketing e e-commerce, entre outros. 

O grande ponto a ser observado é que não basta simplesmente cortar custos, mas sim aliar a redução ao crescimento em competitividade, abrindo novas oportunidades. 

Essas tendências e soluções fazem parte do Novo Estilo de Negócios apresentado pela HP, onde Big Data, Cloud Computing, Mobilidade e Segurança são os pilares que permitem maior flexibilidade e agilidade, tornando as soluções adaptáveis ao cenário presente. Apesar da utilidade e confiabilidade das soluções, deve ser levado em consideração que toda e qualquer medida surte efeito de médio a longo prazos. Assim, diante das incertezas, quanto antes o planejamento for iniciado, melhor.

 

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