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Internet das Coisas acena com várias aplicações na área financeira

Internet das Coisas acena com várias aplicações na área financeira

Tecnologia possibilita ações pró-ativas na operação e gestão de seguradoras e bancos

A revolução tecnológica deflagrada pela Internet das Coisas (IoT - Internet of Things) acena com uma multiplicidade de aplicações na área financeira. Desenha-se então um cenário em que bancos e seguradoras podem tirar proveito deste fenômeno emergente para aprimorar a gestão e a eficiência das operações, conhecer melhor e cativar clientes, criar novos serviços e agregar valor aos seus negócios.

A propósito deste potencial, Marco Santos, regional managing director Latam do Grupo GFT, menciona e detalha, para o novo portal de Executivos Financeiros, alguns exemplos de utilização prática da IoT nesta vertical, explorando a capacidade de equipamentos e dispositivos (“coisas” em geral) enviarem e capturarem dados via redes sem fio ou cabeadas.

1-Monitoração de segurados - Uma seguradora de plano de saúde poderia receber informações provenientes de qualquer um dos dispositivos que o usuário tenha sempre junto a ele. Tais dispositivos começam a ganhar condições de monitorar diferentes constantes vitais de uma pessoa, como ritmo cardíaco e outros dados analisáveis.

Assim, por exemplo, podem ser empregadas “canecas” que reconheçam conteúdos e sejam capazes de reportar o uso excessivo de açúcar. “Com essa informação, a seguradora poderia promover ações corretivas antes que outros problemas apareçam, uma vez que é melhor e mais barato prevenir do que arcar com os custos de tratamentos”, assinala o entrevistado.

2-Controle de caixas eletrônicos - Atualmente, os bancos impõem limites de valor para saques em caixas eletrônicos fora dos horários considerados habituais. Essa limitação, sugere Santos, poderia ser flexibilizada se as instituições tivessem acesso a informações online e em “real time” a respeito, por exemplo, do ritmo cardíaco do cliente: “Uma pessoa relaxada dificilmente estaria sendo vítima de assalto na boca do caixa, o que lhe permitiria sacar uma quantia de dinheiro maior”.

3-Lares sob acompanhamento - Os dispositivos cada vez mais inteligentes presentes nos lares poderiam monitorar as condições da própria infraestrutura doméstica. Se, por exemplo, algum cabo elétrico ou encanamento estiver apresentando defeito, um aviso seria enviado automaticamente para as seguradoras, que por sua vez mobilizariam um técnico para resolver o problema antes de ele agravar-se

4-Investigação de sinistros – Nos carros “inteligentes” e interconectados, seria mais fácil identificar as causas e o culpado de um sinistro, facilitando o trabalho das seguradoras.

“Em todos esses exemplos, estamos falando de como a IoT possibilita um comportamento pró-ativo em vez de reativo, como é o caso das seguradoras, o que podemos considerar como um grande avanço”, ressalta o executivo do Grupo GFT.

 

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