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Fintechs ganham mais espaço na tela inicial do smartphone

Fintechs ganham mais espaço na tela inicial do smartphone

Os aplicativos de serviços bancários e de comércio móvel são cada vez mais acessados por celulares 

Os aplicativos das fintechs e de comércio móvel (m-commerce), especialmente os market-places de serviços online-to-offline (O2O), tais como os apps de corrida de automóveis e de delivery de comida, ganham mais espaço na tela inicial do smartphone, o que indica o uso cada vez mais recorrente destes serviços móveis pelos usuários brasileiros.

A constatação é da nova edição do Radar de Popularidade de Apps, dentro da mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de apps no Brasil, que entrevistou em abril 1.763 brasileiros que possuem smartphones. Em uma das perguntas, os entrevistados foram convidados a listar até 20 apps que aparecem em sua tela inicial (homescreen).

O app de corrida 99 e o iFood subiram alguns degraus no ranking e agora figuram em 13º e 16º lugares, respectivamente. O Uber passou da quinta para a quarta posição no ranking, superando o Facebook Messenger pela primeira vez.

No segmento de fintechs - que são os apps de serviços bancários e financeiros -, os destaques são Nubank e Inter. O primeiro segue crescendo e o segundo apareceu pela primeira vez no Radar. Entre os bancos tradicionais, o único que aumentou sua participação na homescreen foi a Caixa, pela segunda edição consecutiva da pesquisa.

Enquanto isso, WhatsApp, Facebook e Facebook Messenger permanecem entre os cinco aplicativos mais populares na homescreen nacional, mas perdendo participação gradativamente.

“Para se ter uma ideia, quatro anos atrás, em novembro de 2015, o WhatsApp estava presente na tela principal de 85% dos smartphones brasileiros. Desde então esse percentual vem caindo e agora está em 59%, o que ainda lhe garante o primeiro lugar com larga vantagem”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa, que aponta que, no mesmo intervalo de tempo, o Facebook caiu de 69% para 47%. E o Facebook Messenger, de 31% para 15%.

Dentre os apps tradicionais de comunicação e redes sociais, o Instagram é uma exceção. “É verdade que ele perdeu participação entre 2015 e 2017, mas a partir dali vem reconquistando seu espaço a cada edição da pesquisa, estando agora na tela inicial de 37% dos smartphones nacionais”, acrescenta Paiva.

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