Transformação digital - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://executivosfinanceiros.com.br Tue, 18 Sep 2018 17:33:42 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Automação inteligente pode impulsionar receitas da área financeira http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6381-automacao-inteligente-pode-impulsionar-receitas-da-area-financeira http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6381-automacao-inteligente-pode-impulsionar-receitas-da-area-financeira Automação inteligente pode impulsionar receitas da área financeira

Tecnologia pode melhorar a experiência do cliente e movimentar US$ 512 bilhões adicionais até 2020

Um novo relatório do Instituto de Transformação Digital da Capgemini revela que a indústria de serviços financeiros pode adicionar até US$ 512 bilhões à sua receita global até 2020 por meio da automação inteligente, que consiste na combinação de RPA (Robotics Process Automation ou automatização de processos robotizados), inteligência artificial (IA) e otimização de processos de negócios aplicados de forma coesa para atingir os objetivos de negócios.

O relatório “Growth in the machine: How financial services can move intelligent automation from cost play to growth strategy” (em livre tradução, "Máquina de Crescimento: como os serviços financeiros podem transformar a automação inteligente de um centro de custos para uma estratégia de crescimento") demonstra a amplitude de oportunidades para o setor de serviços financeiros ao adotar essas tecnologias.

Até agora, tecnologias de automação, como a RPA, foram implementadas pela indústria de serviços financeiros com a finalidade de reduzir custos e propiciar eficiência. Se o RPA foi implementado, a empresa pode obter de 10 a 25% de redução de custos, com o potencial de escalar para algo entre 30% e 50% com a implatação de uma RPA aprimorado por meio de Inteligência Artificial (IA)[1].

“Muitas coisas ocorrerão no mercado de automação nos próximos 2 anos e o RPA é apenas uma ferramenta nesta caixa de utilidades. Além dela, também usaremos ferramentas baseadas em IA e técnicas de otimização de processos para automatizar o mercado financeiro", afirmou Jenny Dahlström, head de suporte e desenvolvimento de negócios e head de implementação robótica do Handelsbanken Capital Markets, da Suécia. 

Automação pode gerar receita

Líderes de empresas de serviços financeiros começaram a levar a automação diretamente aos seus clientes, usando-a como um gerador de receita, no lugar de apenas economizar nos custos. O relatório da Capgemini constatou que, em média, mais de um terço (35%) das empresas de serviços financeiros registraram um aumento de 2% a 5% na automação, com maior rapidez no time-to-market e aperfeiçoamento no cross-selling, fatores-chave que influenciam nos ganhos. Enquanto isso, 64% das organizações de diferentes segmentos observaram uma melhora na satisfação do cliente em mais de 60% por meio da automação inteligente, de acordo com o estudo.

Com tais ganhos substanciais possíveis com a automação inteligente, não é surpreendente que um número cada vez maior de empresas de serviços financeiros esteja considerando implementar esta tecnologia como uma prioridade. O relatório conclui que mais da metade das instituições (55%) estão focadas em aumentar a satisfação do cliente por meio da automação, enquanto quase a metade (45%) vê a ideia das receitas crescentes como um objetivo-chave. 

Concorrentes não tradicionais

Adicionalmente aos benefícios tangíveis oferecidos pela automação inteligente, o relatório sugere uma outra razão pela qual as organizações de serviços financeiros estão explorando a tecnologia: a crescente ameaça de concorrentes não tradicionais. Afinal, o estudo aponta que quase metade (45%) das empresas acredita que as BigTechs[2], como a Amazon e o Google, serão seus concorrentes nos próximos 5 anos. 

Apesar das oportunidades claras e das crescentes ameaças representadas pela chegada das BigTechs, a adoção da automação inteligente tem sido lenta. Apenas 10% das instituições afirmaram já ter implementado a tecnologia em escala, enquanto a maior parte das empresas ainda está lutando contra desafios nos negócios, na tecnologia e em recursos humanos.

O relatório revela, ainda, que apenas cerca de uma em cada quatro organizações tem a maturidade tecnológica para implementar tecnologias de automação cognitiva, incluindo aprendizagem por máquinas, visão computacional e biometria. A maioria das organizações ainda tem RPA ou, na melhor das hipóteses, PNL (Processamento de Linguagem Natural), formando a espinha dorsal de suas iniciativas de automação.

Anirban Bose, membro do Conselho Executivo do Grupo e Head da Unidade de Negócios Globais de Serviços Financeiros da Capgemini, afirmou: “As empresas de serviços financeiros mais visionárias possuem líderes com uma abordagem sofisticada do potencial impacto que a automação pode ter em seus negócios. E eles já estão colhendo os frutos. Centenas de bilhões de dólares em receita gerada por automação estarão disponíveis nos próximos anos. Somente as empresas que implementarem essa tecnologia de forma a permitir olhar além do corte de custos, concentrando-se na criação de valor para clientes e acionistas, serão capazes de vencer neste mercado”. 

Montando um caso de sucesso de automação

O estudo encontrou diversos fatores que estão impedindo as organizações de irem além da prova de conceito, para realmente implementarem a automação inteligente. Esses desafios abrangem a organização empresarial, a infraestrutura tecnológica e os talentos. Algo como quatro em cada dez organizações (43%) estão se esforçando para estruturar um business case claro para automação. Muitas organizações também estão lutando para convencer a liderança a se comprometer com uma estratégia de automação inteligente coesa (41%).

Além disso, implementar e escalar um modelo de automação bem-sucedido demanda a participação de talentos com profundo conhecimento em tecnologias de RPA e de Inteligência Artificial. Quase a metade das companhias (48%) afirmou que ainda se esforça para encontrar os recursos certos, capazes de implementar a automação inteligente de modo efetivo. E outras 46% das respostas mencionam que a falta de uma estratégia adequada de gerenciamento de dados dificulta o progresso, porque os algoritmos de automação baseados em IA exigem dados corretos e em volumes suficientes.

“Na minha opinião, a evolução da automação nos serviços financeiros será muito semelhante à revolução da indústria automotiva nos anos 70 e 80. O papel dos seres humanos nos processos mudará dramaticamente, passando a se concentrar nas coisas em que são muito melhores - em termos de design e resolução de problemas. E, com isso, deixarão as tarefas repetitivas, baseadas em regras, para os robôs. Embora isso não vá efetivamente ocorrer em 2 anos, também sei que não vai demorar 20 anos", explicou Jose Ordinas Lewis, head do Centro de Automação Robótica da Swiss Re.

Uma cópia do relatório pode ser baixada aqui

Metodologia de pesquisa

Para a realização deste estudo, a Capgemini entrevistou 1,5 mil executivos seniores de 750 organizações globais no período entre fevereiro e março de 2018. Os setores em que a Capgemini se concentrou foram os bancos de varejo e comércio, os mercados de capitais e de seguros de vida e não-vida. Destas organizações, 42% reportaram receita global superior a US$ 10 bilhões. A pesquisa abrange organizações de nove países - Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia.

 

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Transformação digital Mon, 20 Aug 2018 00:00:00 +0000
Empresas mais avançadas na transformação de TI são mais competitivas http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6365-empresas-mais-avancadas-na-transformacao-de-ti-sao-mais-competitivas http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6365-empresas-mais-avancadas-na-transformacao-de-ti-sao-mais-competitivas Empresas mais avançadas na transformação de TI são mais competitivas

Estudo da Dell EMC e da ESG revela que as companhias que se encontram na dianteira na digitalização desfrutam de maiores benefícios para o negócio, em termos de receitas, inovação e crescimento

A Dell EMC anunciou os resultados da segunda edição do Estudo sobre a Maturidade da Transformação de TI. O levantamento global, realizado pela companhia de análises e pesquisas ESG (Enterprise Strategy Group), valida a percepção de que, quanto mais avançadas estão as empresas em relação à transformação do parque tecnológico, maiores são os benefícios para o negócio, em termos de competitividade, inovação e crescimento. 

De acordo com o estudo, encomendado para a ESG pela Dell EMC e Intel – que entrevistou 4.000 profissionais em cargos de liderança, sendo 200 deles no Brasil –, 81% dos respondentes concordam que a transformação da TI é essencial para que as empresas permaneçam competitivas no mercado. E 96% dos entrevistados informam que suas organizações têm iniciativas de digitalização dos negócios no radar, sejam elas ainda na fase de projeto, em implementação ou já implementadas. 

Ainda de acordo com o levantamento, entre as empresas mais avançadas na transformação da TI, 67% afirmam que estão significativamente à frente dos concorrentes, contra apenas 3% das organizações que ainda não iniciaram o processo de transformação do ambiente tecnológico. Além disso, essas organizações já transformadas têm 2,5 vezes mais confiança de que serão bem-sucedidas em seus mercados nos próximos cinco anos. 

“O estudo confirma a percepção de que ter um ambiente de TI preparado para suportar novas demandas de negócio, de forma ágil e inovadora, representa hoje uma necessidade e uma vantagem competitiva para empresas dos mais diversos perfis e tamanhos”, afirma Giampaolo Michelucci, Vice-Presidente e General Manager de Enterprise da Dell EMC Brasil. “Na Dell EMC, temos trabalhado para atender os clientes nessa transformação da TI, por meio de soluções ponta-a-ponta preparadas para apoiar as empresas nessa jornada e na estratégia de oferecer produtos e serviços disruptivos”, acrescenta. 

Maioria das empresas encontra-se no estágio intermediário 

O Estudo Maturidade da Transformação da TI dividiu as empresas em quatro grandes grupos, de acordo com a preparação do ambiente tecnológico para suportar a digitalização das operações. A maioria (45%) encontra-se no que o levantamento classifica como “Emergentes”, pois já têm a implementação mínima de tecnologias associadas ao data center moderno. Em segundo lugar, representando 43% da base, estão as organizações ‘Em Evolução’ e que estão mais avançadas do que as anteriores (Emergentes), mas têm um nível de modernização tecnológica moderado. 

Ainda segundo o estudo, o mesmo percentual de empresas, de 6%, encontra-se dividido entre o primeiro e o último estágio de transformação da TI, batizados respectivamente pelo estudo como ‘Legadas’ – e que ainda não atendem à maioria dos requisitos para um data center moderno – e como ‘Transformadas’ – já apresentam avanços nas iniciativas para modernização do ambiente tecnológico. 

Entre as descobertas do Estudo sobre a Maturidade da Transformação de TI, o levantamento aponta que as empresas transformadas são duas vezes mais propensas a ter metas de receita maiores neste ano, em relação a 2017, quando comparadas às organizações legadas. Além disso, as organizações que têm um ambiente de TI já transformado tendem a alocar 17% a mais dos orçamentos anuais de Tecnologia da Informação para inovação do que as que ainda se encontram no estágio inicial. 

Ainda em relação aos resultados das empresas transformadas, o estudo mostra também que:

o O triplo delas completa os projetos de TI antes do prazo;

o São dez vezes mais propensas a implementar a maioria das aplicações antes do tempo previsto;

o Em comparação com as legadas, 14% mais completam os projetos de TI dentro do budget e gastam 31% menos em aplicações críticas para o negócio.

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Transformação digital Wed, 25 Jul 2018 00:00:00 +0000
Chief Data Officers lideram transformação digital orientada por dados http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6322-chief-data-officers-lideram-transformacao-digital-orientada-por-dados http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6322-chief-data-officers-lideram-transformacao-digital-orientada-por-dados Chief Data Officers lideram transformação digital orientada por dados

Segundo o Gartner, até 2021, a função do CDO em 75% das grandes empresas será de missão crítica, comparável às de TI, operações de negócios, RH e finanças

O Gartner, Inc.revela que atualmente os Chief Data Officers (CDOs) possuem as posições mais difíceis na mesa executiva. Dentro desse papel desafiador, eles destravam a inovação orientada por dados, assim como integram dados diferentes e capacidades analíticas em uma disciplina estratégica, em um ritmo constante de entregas e com projetos vantajosos para ambas as partes. Um CDO bem-sucedido exige as habilidades de um experiente executor de alta performance, que é, consistentemente, estável e ágil

"Antigamente, os CDOs eram focados em governança de dados, qualidade de dados e fatores regulatórios. Mas os líderes de Data e Analytics atuais estão se tornando agentes impactantes de mudanças e líderes na transformação orientada por dados", diz Valerie Logan, Diretora de Pesquisa do Gartner. "Até 2021, 75% das grandes empresas terão o cargo de CDO como uma função de missão crítica comparável à TI, operações de negócios, RH e finanças", afirma. Outras pesquisas sobre o tema serão apresentadas na Conferência Gartner Data e Analytics 2018, que ocorre nos dias 22 e 23 de maio, no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo.

A terceira edição do levantamento anual de Chief Data Officer do Gartner revela que CDOs são elementos-chave da transformação de negócios digitais. Pela primeira vez, mais da metade dos CDOs agora reportam-se diretamente a um líder de negócios superior e suas áreas têm um orçamento de US$ 8 milhões em 2017 – um aumento de 23% em relação aos US$ 6,5 milhões apresentados na pesquisa de 2016. Como já esperado, orçamentos estão maiores para organizações grandes – 25% das empresas com mais de US$ 3 bilhões de receita possuem orçamentos superiores a US$ 30 milhões.

Como maior evidência da natureza transformadora do Chief Data Officer, o Gartner prevê que, até 2021, o papel do CDO será o de maior diversidade de gênero entre todas as posições executivas de C-Level da área de tecnologia. Dos entrevistados da pesquisa que informaram seu sexo, 19% são mulheres, e essa proporção é ainda maior dentro de grandes organizações – 25% nas empresas com receita mundial de mais de US$ 1 bilhão. CDOs também formam uma equipe jovem, com 20% dos pesquisados indicando que têm 40 anos ou menos.

Mais de um terço dos entrevistados no estudo do Gartner mencionam aumento de receita como uma das três medidas principais de sucesso, ilustrando uma mudança na preferência para criação de valor sobre redução de riscos. O levantamento também analisa como CDOs investem seu tempo e mostra que, em média, 45% do tempo dos CDOs é destinado à criação de valor e/ou geração de receita, 28% para economia de custos e eficiência, e 27% para redução de riscos.

Apoio à geração de receitas

"Isso sinaliza uma mudança marcante para CDOs e suas organizações, com o aumento de reconhecimento de que o valor da função de CDO está principalmente no apoio de atividades que geram receita", diz Logan. "Claro que o apoio de CDO para economia de gastos e mitigação de riscos continuará a ser de grande importância, baseado nos principais impulsionadores de crescimento", afirma a Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em 2017, o papel do CDO foi além dos dados. De acordo com pesquisa do Gartner, as responsabilidades agora incluem gerenciamento de dados, Analytics, ciência de dados, ética e transformação digital. 80% dos entrevistados classificam "definir estratégia de Data e Analytics para a organização" como sua principal responsabilidade, registrando um aumento em relação aos 64% indicados em 2016.

Isso reflete a necessidade de criar ou modernizar estratégias de Data e Analytics dentro de uma dependência crescente sobre dados e insights em um novo contexto de negócios digitais. 71% dos entrevistados afirmam que atuam como líderes de referência em modelos digitais emergentes, ajudando na criação de uma visão de negócios digitais para as empresas.

Um percentual maior do que o esperado dos entrevistados (36%) também relata responsabilidade pela geração de lucros (P&L), refletindo a importância de crescimento e natureza disseminada de Data e Analytics em todas as organizações, assim como a maturidade do papel e da função de CDO.

A gama de desafios internos que CDOs enfrentam é evidente em todas as observações do levantamento. O principal entrave interno para o sucesso do CDO é a "cultura para aceitar mudança" – um dos três principais desafios para 40% dos entrevistados em 2017. Um novo entrave, "baixa formação em dados", surge como o segundo maior desafio (35%), sugerindo que a principal prioridade do CDO será garantir convergência de linguagem compartilhada e fluência de dados, Analytics e resultados de negócios por meio de uma ampla gama de papeis organizacionais.

"Com a disseminação de Data e Analytics para todos os aspectos de negócios, de comunidades e até mesmo em nossas vidas pessoais, existe uma maior necessidade de se comunicar nessa linguagem, com a alfabetização em dados", explica Valerie.

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Transformação digital Mon, 23 Apr 2018 00:00:00 +0000
Era digital exige líderes disruptivos, corajosos e ambiciosos http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6297-era-digital-exige-lideres-disruptivos-corajosos-e-ambiciosos http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6297-era-digital-exige-lideres-disruptivos-corajosos-e-ambiciosos Era digital exige líderes disruptivos, corajosos e ambiciosos

Revolução 4.0 desafia modelos e demanda um novo mindset global entre os executivos de negócios

A era 4.0 vem rompendo fronteiras, desafiando modelos e criando um novo mindset global entre os executivos e líderes de negócio. Empresas exponenciais e disruptivas surgem a todo momento e exigem um novo perfil de líderes. A transformação, já em andamento, vem confrontando o que conhecemos sobre gerenciar negócios e pessoas. Nesse sentido, o World Economic Forum on Latin America - evento que reuniu, entre os dias 13 e 15 de março, em São Paulo, autoridades e especialistas para discutir questões mundiais - destacou o tema liderança exponencial e os efeitos que ela estabelece na era digital.

De acordo com a pesquisadora e CEO da W Futurismo, Jaqueline Weigel, mindset disruptivo, skillnet e um network futurista global definem o influenciador dos negócios na próxima década. "As habilidades deste novo líder são diretamente ligadas a propósito, consciência e a uma essência inconformada; eles são capazes de implementar ideias revolucionárias, engajar pessoas e causar impactos sociais extraordinários, desafiando de forma agressiva o status do antigo modelo capitalista", define.

Empresas como Facebook, Uber, Spotify, Grupo Alibaba e Airbnb, são encabeçadas por líderes com mindset especial, disruptivo e exponencial, como Elon Musk, por exemplo, que não se resume a ser um milionário excêntrico, mas que quebra regras tradicionais e transforma a forma habitual de pensar e fazer negócios em verdadeiras jornadas com ambições sociais.

Os executivos que desejam permanecer no mercado de trabalho precisarão se ajustar aos novos modelos propostos pela Revolução 4.0. Segundo a pesquisadora, enquanto o executivo linear pressiona por resultados, é motivado pelo poder, pelo comando-controle e decide olhando para o passado, o novo líder, entretanto, trabalha por paixão, cria engajamento, colaboração, constrói legado e faz com que os negócios monetizem mais e em menos tempo, de forma inteligente e funcional.

"Os executivos e as áreas de desenvolvimento corporativo não estão olhando com a devida atenção para a importância de aprender sobre estes modelos. A falta de profissionais com este novo mindset pode fazer com que o país fique ainda mais atrasado no assunto inovação perante o mundo. É necessário um olhar mais amplo e estratégico sobre os temas 4.0. A cultura, a ausência ou a distância dos líderes digitais do restante das pessoas da empresa, e a ausência clara de estratégia para os programas de inovação aparecem como as grandes lacunas no momento atual de discussões sobre o futuro dos negócios", afirma Weigel.

De acordo com a Singularity University, os quatro pilares pessoais básicos do líder disruptivo e exponencial são: futurista, tecnologista, inovador e movido por impacto. Cada pilar tem características e habilidades que formam uma rede de competências e um estado de ser único deste que é o grande influenciador do mundo atual. No Brasil, a W Futurismo aplica o estudo da Singularity, preparando líderes neste novo formato.

Líderes disruptivos trabalham por grandes ambições e propósitos, e tem como consequência a monetização, unindo impacto global a resultado de negócios. Já o modelo de liderança tradicional não tem condições de competir com este novo formato. É engessado, pautado pelo medo e pela escassez de recursos, o que gera baixa criatividade e altos índices de desmotivação por partes dos colaboradores.

"Essa nova figura de liderança conduz seus projetos com staff sob demanda que cresce com o negócio. Trabalha de forma horizontal, decide de forma ágil com base em dados, usa Foresight, constrói a cultura de inovação, influenciando fortemente os talentos da Transformação Digital", reitera Weigel.

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Transformação digital Sun, 18 Mar 2018 00:00:00 +0000
Indústria 4.0: capacidades digitais e acesso a financiamento são principais desafios http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6296-industria-4-0-capacidades-digitais-e-acesso-a-financiamento-sao-principais-desafios http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6296-industria-4-0-capacidades-digitais-e-acesso-a-financiamento-sao-principais-desafios Indústria 4.0: capacidades digitais e acesso a financiamento são principais desafios

Conforme nova pesquisa da Siemens Financial Services, uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação

A Siemens Financial Services (SFS) divulgou o relatório de uma pesquisa recente, que investiga os principais desafios enfrentados por fabricantes do mundo todo em seus esforços de migração para o modelo da Indústria 4.0. O mundo digitalizado e automatizado da Indústria 4.0 oferece a capacidade de conectar digitalmente pessoas, máquinas e sistemas. Para os fabricantes, isso traz uma série de benefícios, como maior eficiência, manutenção preventiva para melhorar o tempo de produção e uma colaboração mais próxima como resultado dos fluxos de dados digitais.

Contudo, a implementação do modelo da Indústria 4.0 provavelmente será realizada em várias etapas, não como uma mudança súbita e geral. A SFS entrevistou fabricantes e consultores em gerenciamento especializados para entender os obstáculos dessa transição.

Dos seis principais desafios identificados no relatório, os fabricantes classificaram o desenvolvimento de capacidades digitais e o acesso a financiamento para aumentar os investimentos como suas maiores dificuldades. As outras quatro – por ordem de importância – são: criar uma cultura de colaboração, superar preocupações de cibersegurança e segurança de dados; obter amplo acesso a um volume e variedade de comprovações e capacidades especializadas de gerenciamento estratégico para criar um plano claro e por fases de migração para a Indústria 4.0.

O desenvolvimento de um plano prático de transição da Indústria 4.0 não pode ser reduzido a uma fórmula única e simplista; pois as circunstâncias de cada empresa são diferentes. Porém, os entrevistados concordaram que uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação. A metodologia de consenso resultante deste estudo abrange seis áreas principais inter-relacionadas: avaliação dos obstáculos, avaliação das oportunidades, medição de eficiências, recrutamento e treinamento de talentos, desenvolvimento de gerenciamento digital e integração de financiamento estratégico.

Os entrevistados consideraram o financiamento como um primeiro passo na construção de um plano prático para a Indústria 4.0. Pensar nas possibilidades de financiamento primeiro pode abrir uma série de opções de investimento em tecnologia disponíveis como parte do desenvolvimento estratégico de transição para Indústria 4.0.

Os especialistas desenvolveram um conjunto de ferramentas de financiamento chamado "Financiamento 4.0", que permite a transição para a tecnologia digital da nova geração de forma acessível, sustentável e destinada a aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes. O relatório explora esses métodos de financiamento especializados, incluindo financiamento de tecnologia e equipamentos de pagamento para acesso/uso, atualização e modernização de tecnologia, financiamento de software, pagamento por resultados, financiamento da transição e soluções de capital de giro.

"Considerando as possibilidades de financiamento no início e nas primeiras etapas do desenvolvimento da estratégia e do plano, os fabricantes terão uma variedade maior de opções ao gerenciar a aquisição de tecnologia digital da nova geração", segundo Kai-Otto Landwehr, Diretor Financeiro Comercial da Siemens Financial Services, na Alemanha. "Mas somente os especialistas financeiros têm o conhecimento da tecnologia da Indústria 4.0, e como ela é implementada, para permitir investimentos e aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes."

A pesquisa foi realizada como parte da Siemens Finance Week 2018, uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Método da pesquisa

Mais de 60 fabricantes e consultores em gerenciamento especializados foram entrevistados por telefone em outubro e novembro de 2017. Eles falaram sobre seus principais desafios (classificados em ordem de importância) na adoção da digitalização e automação e as relações entre esses desafios.

Além disso, eles foram questionados sobre como uma estratégia de sucesso deve ser desenvolvida, quais capacidades são necessárias e como elas podem ser financiadas para produzir o melhor retorno sobre investimento. Os entrevistados são dos seguintes países: China, França, Alemanha, Índia, Polônia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

A Siemens Finance Week 2018 é uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Veja mais detalhes sobre o white paper em: www.siemens.com/global/en/home/products/financing/finance-week/challenges-digital-transformation.html

Para receber outras atualizações sobre a Siemens Finance Week, siga a empresa no Twitter: www.twitter.com/siemens_sfs, hashtag #FinanceWeek, ou visite www.siemens.com/financeweek

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Transformação digital Sun, 18 Mar 2018 00:00:00 +0000
Biometria e Inteligência Artificial reforçam transformação da indústria financeira http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6243-biometria-e-inteligencia-artificial-reforcam-transformacao-da-industria-financeira http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6243-biometria-e-inteligencia-artificial-reforcam-transformacao-da-industria-financeira Biometria e Inteligência Artificial reforçam transformação da indústria financeira

Para a Unisys, inovações em autenticação e tecnologia de chatbot permitirão melhor atendimento ao cliente e maior segurança nas transações

O surgimento de fintechs e da Inteligência Artificial (IA) orientada por voz alterou as expectativas dos consumidores em relação ao setor bancário. De acordo com previsões de especialistas da Unisys Corporation (NYSE:UIS), como resultado dessas mudanças, as organizações de serviços financeiros devem aproveitar os avanços em segurança e tecnologia preditiva como um meio para melhorar sua eficiência e agilidade, a fim de oferecer uma melhor experiência do cliente – essas inovações serão particularmente benéficas para bancos de pequeno e médio portes que buscam transformar sua abordagem ao mercado.

"Vemos a experiência do cliente como o principal ponto de diferenciação para a estratégia digital dos bancos", afirma Eric Crabtree, líder global de Serviços Financeiros da Unisys. "O cliente de hoje confia em seu dispositivo móvel para realizar operações bancárias, enquanto as preocupações de segurança continuam como principal desafio. Vemos uma mudança para este ano de um movimento dos bancos em direção a um modelo de negócios mais integrado, omnichannel, que permite aos clientes pagar contas, solicitar hipotecas ou comprar bens e serviços em movimento, enquanto utilizam novos métodos de autenticação para garantir que os seus dados estejam protegidos", completa.

Crabtree prevê, ainda, um aumento na autenticação biométrica e na tecnologia de chatbot baseada em inteligência artificial para oferecer uma experiência de cliente mais rápida e segura. Os especialistas da Unisys listaram um conjunto de previsões de tecnologia para o setor bancário em 2018:

Previsão 1: autenticação biométrica será prevalente

A segurança continua a ser uma das principais preocupações do setor financeiro. O recente estudo Unisys Security Index™ aponta que os brasileiros estão seriamente preocupados com roubo de identidade e fraude bancária. Nesse ponto, a tecnologia biométrica oferece grande potencial para garantir que, mesmo que seu cartão seja roubado, a tecnologia de autenticação possa detectar atividades fraudulentas em tempo quase real.

A Unisys prevê que, neste ano, a autenticação biométrica será mais generalizada, indo além das ferramentas tradicionalmente conhecidas, como a impressão digital ou mesmo a tecnologia de varredura de íris disponível em alguns smartphones. Especificamente, os avanços na biometria comportamental permitem que os bancos analisem o uso de smartphones ou tablets para formar perfis comportamentais de identificação em várias áreas, medindo desde a força que os usuários usam para pressionar a tela, os ângulos de deslize dos dedos, até a velocidade de digitação. Quando combinado com outros métodos de autenticação, como a impressão digital ou a varredura de íris, esse tipo de perfil biométrico comportamental se torna um importante diferencial para assegurar que a pessoa esteja autorizada a realizar determinada transação.

"Os contínuos ciberataques mantêm as preocupações de segurança em alta", comenta Crabtree. "Os bancos que tomarem medidas adicionais para proteger os dados de seus clientes, como aproveitar a biometria comportamental, ao mesmo tempo em que investem em novas ferramentas, como microssegmentação baseada em identidade para criptografar e proteger suas redes, estarão bem posicionados para o sucesso no próximo ano", complementa.

Previsão 2: Inteligência Artificial aplicada aos chatbots oferecerá qualidade e assistência em tempo real

Não é segredo que, na atual economia digital, os dados de clientes estão sendo gerados a um ritmo acelerado. Um recente relatório estima que 90% dos dados mundiais tenham sido criados nos últimos dois anos. Análises avançadas, que utilizam algoritmos de aprendizagem de máquinas, são a base da Inteligência Artificial, possibilitando a compreensão das nuances do comportamento do cliente, o que torna os dados transacionais visíveis e, mais importante, acionáveis.

Enquanto as ferramentas de IA, como banco de dados preditivo e chatbots, são usadas por alguns bancos para fornecer informações básicas ou lidar com tarefas menores, como saldos de contas, a Unisys prevê que a maturação dessa tecnologia, alimentada por aprendizado de máquina e análise avançada, permitirá que os chatbots entreguem uma experiência bancária mais abrangente e personalizada.

Além de permitir um nível de serviço mais aprofundado, esse avanço elimina a necessidade de aguardar na linha para falar com o atendimento ao cliente, oferecendo resultados em tempo real. Também é esperada uma maior integração da Inteligência Artificial baseada em voz com assistentes digitais para facilitar os pedidos bancários, uma vez que esses serviços alteraram a forma como interagimos com a tecnologia.

Previsão 3: a acessibilidade das novas tecnologias permitirá que bancos de pequeno e médio portes reinventem e reimaginem sua estratégia ao mercado

Historicamente, os grandes bancos tiveram uma vantagem para oferecer aprimoramentos digitais, principalmente por contar com um orçamento maior para desenvolver muitas dessas ferramentas internamente. Entretanto, mais recentemente, o mercado bancário tradicional foi afetado pela disrupção tecnológica à medida que as fintechs se beneficiaram de agilidade e flexibilidade para criar e desenvolver soluções digitais centradas no cliente, a fim de atender e acolher consumidores descontentes com os serviços bancários existentes.

A Unisys prevê que os avanços na tecnologia biométrica e preditiva, juntamente com a crescente acessibilidade e melhor valor agregado, oferecido pela parceria com uma empresa de tecnologia, permitirão que bancos pequenos e médios transformem suas ofertas e capacidades de atendimento ao cliente, ajudando a trazer soluções para o mercado a um ritmo mais rápido do que um banco tradicional pode oferecer de maneira autônoma, o que permite que essas instituições menores acompanhem os grandes bancos e as fintechs.

Além disso, a tecnologia alimentará a inovação que os bancos desses portes podem utilizar para prosperar na era digital, oferecendo uma experiência bancária integrada que aumenta a fidelidade do cliente e, como resultado, cria novas oportunidades de receita.

Recentemente, a Unisys lançou o Elevate™, uma plataforma de software de banco digital de ponta a ponta, com um conjunto de aplicativos projetados para ajudar as instituições financeiras a oferecer uma experiência bancária omnichannel e instantaneamente segura aos seus clientes. Para mais informações sobre os serviços da Unisys para o setor financeiro, visite: http://www.unisys.com/industries/financial-services.

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Transformação digital Mon, 29 Jan 2018 00:00:00 +0000
Agiplan é agora Agibank, banco totalmente digital http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6236-agiplan-e-agora-agibank-banco-totalmente-digital http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6236-agiplan-e-agora-agibank-banco-totalmente-digital Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank

Rebranding apoia-se em investimentos de R$ 750 milhões em tecnologia até 2022

Em um mundo em constante evolução, o Banco Agiplan anuncia o reposicionamento da marca no intuito de tornar-se uma instituição 100% digital. A partir da segunda quinzena de janeiro, ele adota o nome de Agibank. O posicionamento e todo trabalho de comunicação darão suporte à estratégia traçada de tornar a marca uma referência de banco digital completo.

"O rebranding foi um processo natural, uma vez que buscamos uma marca forte e atual, que reforce aos clientes e ao mercado a proposta de valor que estamos oferecendo. Estamos construindo um banco do futuro com um grande propósito: fazer o dia a dia das pessoas melhor. Essa mudança está sendo feita de dentro para fora, com o envolvimento de todos os colaboradores", afirma Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank.

O plano de investimentos da empresa que, anunciado no final do ano passado, previa investimentos de R$ 750 milhões em tecnologia até 2022 faz parte deste novo posicionamento. Testa explica que o aporte tem foco em inovação, prototipação, design e no desenvolvimento de novas tecnologias. "Fomos a primeira instituição bancária do mundo a usar o número de celular como conta corrente, criando um ambiente no qual, de forma disruptiva, transacionamos dinheiro da mesma forma que trocamos mensagens no dia a dia. Já desenvolvemos nossa plataforma de maneira a estabelecer uma interconexão P2P com todos smartphones em âmbito global. Além disso, daremos início ao processo de internacionalização pelos EUA, em São Francisco, Califórnia, ainda no primeiro trimestre deste ano. Crescer para fora do país é uma aspiração do banco", informa o CEO.

"O objetivo é transformar o Agibank em uma fintech global. Estar presente no Vale do Silício reforça a criatividade, a inovação e o desenvolvimento de tecnologia de ponta e estimula o espírito de startup presente no Agibank", reforça Testa. A abertura de novos mercados faz parte da estratégia de expansão da instituição, que já desenvolveu sua plataforma visando uma operacionalização em âmbito global. Após se estabelecer nos Estados Unidos, o Agibank planeja alçar voos ainda maiores com foco em outros continentes. "A tecnologia está no DNA da instituição, que investe obsessiva e continuamente na excelência operacional e tecnológica. Neste novo momento, a área de Tecnologia da Informação tem papel fundamental, uma vez que está criando novos canais digitais de relacionamento a partir de uma nova arquitetura corporativa, com base em conceitos modernos de bank as platform, cloud computing e open API. A ideia é garantir escalabilidade, time to market, segurança e experiência única ao usuário", ressalta Marciano Testa

O executivo assinala ainda que a estrutura de desenvolvimento de soluções do Agibank está organizada em tribos e esquadras, nos quais times de técnicos e de negócio têm autonomia para propor novas experiências aos clientes. “O Agibank quer tornar o correntista protagonista de seus processos financeiros", conclui ele.

A instituição irá atuar com base em dois pilares: tornar-se referência de banco 100% digital, nacional e internacional, e com foco na contínua expansão da sua rede física para facilitar a inclusão financeira a mais de 100 milhões de brasileiros que, atualmente à margem do modelo bancário tradicional, compõem o mercado potencial no País.

O banco irá oferecer novas funcionalidades para os clientes pessoa física e jurídica, como a possibilidade de abrir uma conta diretamente pelo smartphone, com direito a um cartão múltiplo e internacional da bandeira Mastercard, linhas de crédito com condições especiais, pagamento em estabelecimentos comerciais pelo próprio app, entre outros benefícios. O aplicativo do Agibank pode ser baixado gratuitamente nas principais lojas de aplicativos para iOS e Android.

 

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Transformação digital Tue, 23 Jan 2018 00:00:00 +0000
AMcom reforça inovação para impulsionar transformação digital das empresas http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6223-amcom-reforca-inovacao-para-impulsionar-transformacao-digital-das-empresas http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6223-amcom-reforca-inovacao-para-impulsionar-transformacao-digital-das-empresas AMcom reforça inovação para impulsionar transformação digital das empresas

Provedora aposta em tecnologias como Internet das Coisas, Análise Preditiva, Machine Learning e Blockchain, entre outras

Em busca das melhores tecnologias para atender às necessidades dos clientes, aliando um custo apropriado para tornar viável a adoção, a AMcom, empresa especializada em sustentação e desenvolvimento customizado de sistemas, vem investindo fortemente em capacitações e estruturas dedicadas à linha de inovação. Por isso, para 2018 a empresa decidiu enfatizar a aposta em tecnologias como Internet das Coisas, Análise Preditiva, Machine Learning, Blockchain, entre outras.

Num primeiro momento, o foco não é ofertar inovação como diferencial competitivo, mas adotá-la sob a ótica da eficiência operacional, ou seja, aplicar as novas tecnologias a partir das necessidades de negócio dos clientes.

“Levamos as tecnologias inovadoras embarcadas em mudanças de processos para que as empresas caminhem para a adoção da Transformação Digital por completo, porém realizando a conversão passo a passo. Primeiramente, mapeamos os processos para identificar os gaps internos dos clientes e, a partir daí, propomos uma solução que antecipe suas necessidades. Tendo o problema sido resolvido na prática, o cliente busca entender quais as outras novidades, ampliando a adoção da Transformação Digital como diferencial competitivo”, explica o diretor de Serviços da AMcom, Rodrigo Strey.

Com 15% do time de serviços dedicado à área de inovação e mais os especialistas de cada uma das linhas de operação, a empresa já desenvolveu uma extensa gama de projetos de inovação utilizando as mais variadas tecnologias, entre elas a Internet das Coisas (IoT) voltada para o controle logístico atrelado a sensores e conexões em campo; Machine Learning e Análise Preditiva para predição e sugestões de melhores itens para tomada de decisões, análises de linhas de produção, validação de produtos com melhor qualidade etc; Mobilidade direcionada para o rastreamento, interações por comandos de voz sem necessidade de ações manuais; Blockchain voltado para o controle de operações financeiras, assinaturas de contratos e validações; Chatbot com foco na automação de atendimentos utilizando robôs em interações com o humano, entre outros.

Outra forma de prover na prática suas incursões pela jornada da Transformação Digital é compartilhar com o ecossistema, por meio de webinars e workshops, as novidades sobre casos práticos desenvolvidos em seus clientes.

“Nós aplicamos na prática aquilo que o mercado ainda trata como conceito. Enquanto todos discutem, por exemplo, se o Blockchain vai pegar, a AMcom faz uma aplicação e mostra que é viável, aplicável e pode ser utilizado. Fomentamos a inovação para o negócio com rentabilidade, eficiência operacional e custo acessível”, finaliza Strey.

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Transformação digital Wed, 17 Jan 2018 00:00:00 +0000
NEC reforça iniciativas de transformação digital http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6175-nec-reforca-iniciativas-de-transformacao-digital http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6175-nec-reforca-iniciativas-de-transformacao-digital NEC reforça iniciativas de transformação digital

Empresa promove reestruturação interna para apoiar o desenvolvimento e fornecimento de produtos

A NEC Corporation anunciou globalmente sua iniciativa de reforçar a estrutura organizacional da empresa, apoiando o desenvolvimento e fornecimento de produtos que aceleram a Transformação Digital (DX), usando Inteligência Artificial (IA), IoT (Internet of Things) e TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) avançadas.

Nos últimos anos, as pessoas e as coisas estão se tornando cada vez mais conectadas digitalmente e enormes quantidades de dados estão sendo visualizados, analisados ​​e compartilhados à medida que os ambientes mudam a uma velocidade sem precedentes. A transformação digital está permitindo um crescimento contínuo e, neste contexto, as sociedades sustentáveis, por meio de uma enorme eficiência e da criação de novos valores, utilizam TICs avançadas em atividades corporativas e industriais e em operações urbanas.

Ciente dessas tendências da DX, a NEC está expandindo suas “soluções NEC DX”, um conjunto de ferramentas que contribuem para tornar possível a transformação digital. A empresa também está reforçando as propostas aos clientes com base na sua própria experiência e conhecimento em transformação digital, com foco em diversas áreas, a exemplo de vendas e marketing, design e desenvolvimento, produção e estilo de trabalho.

Até março de 2018, quando termina o ano fiscal da companhia, a NEC aumentará sua equipe de especialistas responsáveis ​​pela formulação de modelos comerciais voltados à transformação digital de seus clientes, à verificação da utilização avançada de tecnologia e à sofisticada análise de dados. Esse grupo de funcionários será expandido para mil pessoas.

Esta equipe de especialistas inclui: criadores de valor, que coordenam todo o processo de criação, desde a geração de ideias de negócios até a entrega do serviço ou produto; evangelistas, que fornecem informações sobre os objetivos do cliente, com base em conhecimentos específicos da indústria e as mais recentes tecnologias, como IA e IoT; especialistas em assuntos que geram opções de negócios baseadas em conhecimentos industriais e empresariais especializados; cientistas de dados, que realizam análises sofisticadas de informações em grande escala coletados por meio de IoT e outras plataformas; e Business Designers, que têm a visão desde a concepção até o estágio final.

Além disso, até o fim do ano fiscal, a NEC implementará programas de treinamento dentro do Grupo para uma ampla gama de recursos humanos envolvidos na transformação digital dos clientes, envolvendo arquitetos, engenheiros de sistemas, desenvolvedores de software, bem como profissionais de vendas, operação e manutenção.

Visão geral das soluções NEC DX

As soluções NEC DX consistem em “aplicativos específicos da indústria” e “aplicativos comuns”, com base em “NEC the WISE”, a linha de tecnologias de ponta da NEC em Inteligência Artificial e da plataforma “NEC the WISE IoT” (*), que sustenta a aplicação.

Conheça  a plataforma NEC the WISE IoT http://www.nec.com/en/global/solutions/iot/iotplatform/

 

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Transformação digital Tue, 05 Dec 2017 00:00:00 +0000
Ambiente digital impulsiona a inovação no mercado de seguros http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6156-ambiente-digital-impulsiona-a-inovacao-no-mercado-de-seguros http://executivosfinanceiros.com.br/transformacao-digital/6156-ambiente-digital-impulsiona-a-inovacao-no-mercado-de-seguros Ambiente digital impulsiona a inovação no mercado de seguros

Segundo pesquisa da DOM Strategy Partners, setores de seguros e operadoras de saúde passarão por uma transformação equivalente àquela que os bancos e os serviços financeiros viveram nos últimos anos

Dentre os segmentos que figuram na edição atual do estudo "As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente", da consultoria nacional DOM Strategy Partners, os setores de seguros e operadoras de saúde merecem destaque no último ano por desenvolver práticas inovadoras no diálogo com o consumidor final. Esta vertical é considerada muitas vezes tradicionalista e analógica pelos clientes. Contudo, a presença da Youse e da Porto Seguro no top 20 do ranking das 50 empresas mais inovadoras sinaliza novos tempos.

Por meio de entrevistas com os principais líderes da indústria securitária, a análise constatou que os setores de seguros e operadoras de saúde passarão por uma transformação tal qual os bancos e os serviços financeiros passaram nos últimos anos. No caso das instituições financeiras, a própria demanda do setor obrigou as empresas tradicionais a buscarem e incluírem inovações em seus serviços, produtos e tecnologias.

"A materialização deste movimento disruptivo foi constatada no estudo deste ano com a inclusão da Youse, uma iniciativa da Caixa Seguradora, que construiu uma experiência 100% on-line com os seus consumidores", explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.

O executivo ainda acrescenta que o fator digital foi a principal mudança que impulsionou o modo de as companhias servirem e se relacionarem com o cliente, criando novos propósitos de modelo e perfil de atuação. "Se antes esses processos eram definidos a partir de uma abordagem mais analógica, com normas, tempo e espaço próprios das seguradoras, hoje o novo consumidor, conectado 24 horas, exigiu uma postura mais multicanalizada, obrigando, por exemplo, a integração de redes sociais colaborativas nos modelos de negócios das seguradoras", diz Domeneghetti.

Ainda de acordo com o estudo da DOM, a digitalização de produtos, o suporte cada vez mais personalizado por meio de canais alternativos e a consistência nos serviços prestados, baseados totalmente na confiabilidade, estão entre os principais focos transformadores em que o mercado segurador brasileiro investirá em larga escala nos próximos anos para incrementar a experiência com o consumidor.

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Transformação digital Tue, 28 Nov 2017 00:00:00 +0000