Menu

Arena de competição dos bancos

Raul Francisco Moreira, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB Raul Francisco Moreira, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB

O desafio das instituições é inovar mais rapidamente e desenhar modelos de relacionamento que beneficiem os clientes

Inovações tecnológicas e novos modelos de relacionamento com os consumidores surgem a cada dia e conquistam públicos cada vez mais amplos. Para os bancos, o desafio é alcançar velocidade e modelos renovados que beneficiem os clientes.

A mobilidade é um desses vetores, por permitir a supressão de barreiras de tempo e espaço para que o cliente faça suas transações bancárias. Os smartphones se tornaram o novo território disputado pela indústria financeira.

O cotidiano das pessoas muda rapidamente em função da influência dos dispositivos móveis. Os contact centers vão migrar para plataformas de relacionamento por meio de aplicativos, e as soluções de pagamentos no varejo deixarão, aos poucos, os cartões de plástico e migrarão para um mundo totalmente digital.

Está em jogo, nesse cenário, um grande número de vantagens e ameaças para as instituições financeiras. As vantagens mais óbvias estão na redução de custos com a geração de mais eficiência operacional e na melhoria da qualidade do atendimento ao cliente, que não precisaria mais se deslocar diariamente a uma agência bancária.

As ameaças surgem com a hipótese de as entidades não financeiras, intensivas em uso de tecnologias digitais, passarem a dominar o relacionamento com o consumidor final, deixando os bancos apenas com as atividades de processamento financeiro e guarda do dinheiro.

Existe, ainda, a possibilidade de as empresas não financeiras começarem a exercer atividades específicas, altamente especializadas e até então restritas aos bancos, como é o caso das instituições que disputam os mercados de meios de pagamentos e de crédito.

Nesse cenário, é claro que os bancos não ficarão parados. O uso de tecnologias cada vez mais avançadas está gravado no DNA dos bancos brasileiros de varejo. O poder de investimento e de inovação já se mostrou efetivo em vários outros momentos de transformação do mercado brasileiro.

Mesmo nesse contexto de digitalização do relacionamento, os bancos brasileiros continuarão investindo em suas agências físicas. Uma grande instituição financeira afirmou, segundo notícias em jornais, ter reservado vultosos recursos para reformular sua rede e ainda abrir mais pontos num novo modelo digital.

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

voltar ao topo
Info for bonus Review William Hill here.

Finanças

TI

Canais

Executivos Financeiros

EF nas Redes